Tem gente que se nega veementemente a torcer para um time de fora alegando que os limites geográficos é que, em tese, devem reger as escolhas, levando-se em consideração apenas as agremiações locais. Nem preciso de muitos argumentos pra derrubar algo que por si só não se sustenta. A escolha por Remo ou Paysandu a muito deixou de ser algo relevante no cenário local, pelo contrário, parecem duas ilusões de óticas perdidas no tempo e no espaço do tempo em que o Mangueirão ainda parecia metade de um bolo. Qual sentido teria uma vida em abrir a boca e dizer que você torce pra o Remo ou para o Paysandu? No mínimo medíocre... Remista de nascença não vejo graça nenhuma em o Paysandu ser rebaixado pra série C. A mim se houvesse pelo menos um exemplo regional que dignificasse nosso futebol ao menos poderíamos nos apegar a ele. Como não existem exemplos creio que a alternativa mais sábia é adotar uma estrela de primeira grandeza longe de nossos limites regionais. Pelo menos assim podemos ser recompensados as quartas-feiras e aos domingos com o prazer de um bom futebol. Time de futebol não é parente. Você pode escolher. Cuide mais de você, sofrer tanto assim não vale
sábado, 30 de novembro de 2013
As públicas ainda são as melhores
Das 50 melhores universidades do Brasil apenas 7 são privadas. A desconstrução da ideia de que os investimentos de mercado advindos dos pagamentos das mensalidades criam melhor suporte a construção do conhecimento, da pesquisa e extensão. O...u será que a maquiagem conveniente de uma educação do “faz de conta” inunda a maioria das universidades privadas que necessitam atender e superar as expectativas dos seus “alunos-clientes” com os mimos de um produto caro que sustenta a imaginação de sucesso profissional através da emissão de um diploma supostamente comprado em “suaves” prestações? (http://ruf.folha.uol.com.br/2013/rankinguniversitariofolha/)
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