quinta-feira, 30 de maio de 2013

terça-feira, 28 de maio de 2013

Sexual Economics

Uma matéria que a princípio pode parecer machista e tendenciosa, tem despertado curiosidade no mundo acadêmico. São estudos feitos por instituições renomadas e que permeiam a antropologia, sociologia, psicologia e até a medicina. Essa nova área do conhecimento chama-se Sexual Economics.
Talvez seja a teoria sobre sexo menos romântica de todas. Em poucas palavras, ela parte do princípio que o sexo pode ser considerado uma coisa preciosa que as mulheres possuem e que os homens estão dispostos a oferecer recursos, de diversos tipos, para obtê-lo.

As mulheres são as donas do sexo. Elas decidem quando, onde, com quem, e de que forma o sexo ocorrerá. Os recursos masculinos podem ser financeiros, afetivos, promessas de compromisso, etc. Deste ponto de vista, as mulheres querem que o valor do sexo seja o mais alto possível e os homens, o mais baixo. As mulheres procuram obter tais recursos antes do ato e o objetivo dos homens é ter sexo sem precisar dá-los em troca.

Por quê alguns pesquisadores consideram o sexo uma propriedade das mulheres? Uma série de estudos comprovam essa tese. Num deles, homens e mulheres foram questionados sobre o número adequado de encontros para que um casal transe pela primeira vez. Em geral, para os homens esse número é a metade do que as mulheres esperam.

Essa observação levou cientistas a pesquisarem quem tem mais vontade de sexo, homens ou mulheres? Depois de ler mais de 250 de artigos científicos a respeito dos desejos e comportamentos sexuais de homens e mulheres, Kathleen Vohs, professora da Universidade de Minnesota, dividiu os trabalhos em categorias. Frequência de fantasias sexuais, número ideal de parceiros, frequência de masturbação, etc. Após intensa investigação, a pesquisadora identificou a evidência inquestionável de que homens querem mais sexo que as mulheres.

Essa descoberta permitiu compreender de que forma homens e mulheres entram numa relação que pode se tornar sexual. Existe uma teoria econômica chamada Princípio do Menor Interesse, que expressa que quando duas partes participam de uma negociação, a menos interessada no resultado tem maior poder de barganha. Então, tendo em vista que os homens desejam mais sexo que as mulheres, cabe a elas o maior poder de negociação.

Segundo esse ponto de vista, a imagem acima, que vi recentemente no Instagram, faz sentido.


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Interessante e pertinente

Voto a favor, voto contrário

"Numa eleição deveras democrática, cada eleitor deveria receber duas cédulas, uma para o voto a favor e outra para o voto contrário. Somente assim a democracia estaria assegurada, pois permitiria ao eleitor exercer o direito de oposição

A democracia é o único regime que permite ao cidadão ser contra, dentro da lei. Os demais regimes recusam ou reprimem esse direito e permitem ao cidadão apenas ser a favor ou neutro, jamais o ser contra. Portanto, para funcionar bem, a democracia precisa garantir ao cidadão aquilo que a distingue dos demais regimes, o direito legal de ser contra.

Eleições no mundo todo são feitas somente com o voto a favor e não há como distinguir a democracia da ditadura, pois esta também permite o voto a favor. Muitos ditadores do mundo se submeteram a eleições e foram “reeleitos”, sempre com votos a favor. Pinochet, Stroessner, Sadam, Tito, Salazar, Franco e inúmeros latinoamericanos, africanos e asiáticos são exemplos de governantes anti-democráticos que foram eleitos com votos...a favor.
No Brasil, há muitos políticos que, embora rejeitados por muitos, acabam sendo eleitos por poucos, lamentavelmente com votos suficientes para ganhar o cargo. O voto a favor, sozinho, não garante a democracia.

As eleições atuais não detectam verdadeiramente a vontade da maioria dos cidadãos um dos traços da democracia - pois não levam em conta a rejeição dos eleitores ao candidato. É uma democracia pela metade.

Para que uma eleição seja democrática, cada eleitor deveria receber duas cédulas, uma para o voto a favor do candidato preferido e outra para o voto contrário ao candidato que ele não quer. Seriam apurados os votos a favor, os contrários e o saldo de votos. Assim, estaria eleito o candidato com o maior saldo de votos. Puro, simples e democrático.

A primeira eleição seria talvez um pouco confusa para o eleitor e o candidato, mas as vantagens seriam tão grandes que ambos aprenderiam logo, para a eleição seguinte. Para Jorge Colaço, empresário carioca, um candidato que atingisse determinado piso de rejeição não estaria eleito, mesmo que tivesse os votos para isso.

De início, a vantagem seria a imediata exclusão de políticos “profissionais”, picaretas, enganadores, populistas, marqueteiros, tudo de acordo com as regras democráticas, pelo voto, nesse caso tanto o voto a favor quanto o contrário.
Mas a principal vantagem seria fazer funcionar plenamente a democracia, ao dar ao eleitor aquilo que a distingue, o direito de oposição legal."

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/voto-a-favor-voto-contrario/

terça-feira, 21 de maio de 2013

Passa todo mundo pro RH!!!


Em uma loja de telefonia celular, trabalham quatro funcionários Pedro, Carlos, Tiago e Valmir subalternos a um gerente. O gerente sabe que exatamente um deles ligou um aparelho em uma tomada de voltagem errada, danificando o mesmo. Colocados frente a frente em uma sala, o gerente perguntou a todos quem tinha feito a ligação. Pedro respondeu que havia sido Carlos ou Valmir. Carlos declarou que tinha sido Tiago. Tiago disse que ele não fez a ligação. Valmir declarou que Tiago mentiu. Sabendo que apenas um dos quatro funcionários falou a verdade, podemos concluir que quem falou a verdade e quem fez a ligação em voltagem errada foram, respectivamente:

(A) Tiago e Carlos;
(B) Tiago e Pedro;
(C) Tiago e Valmir;
(D) Carlos eTiago;
(E) Pedro e Carlos.

Adeus tia Zenilda

Hoje soube do falecimento da tia Zenilda. Por anos e anos nossas infâncias (minha e de toda a nossa turma: Fábio, Maurício, Bruno, Glauter, Emerson, Márcio, Élcio e Kleber) foram permeadas por amigos de meus pais que por afinidade se tornaram parentes de verdade. Até mais que parentes em função do intenso e extenso contato mantido por eles naquele momento. Sentimento de consternação por uma notícia não esperada, alias, nunca esperada. Tia Zenilda fica nas eternas lembranças de meu consciente, pois muitas coisas boas pudemos compartilhar em Belém, Mosqueiro ou Salinas. Ao Fábio Façanha, Maurício Façanha e Bruno Façanha, filhos, torço para que Deus aja dando todo o conforto que só Ele pode dar.

Sem tirar nem pôr

Sessão de terapia

"Doutora, eu procurei a psicanálise porque tenho tido pesadelos: sonho que morri assassinado por mim mesmo, que estou preso com traficantes estupradores. Não mereço isso, eu, que sempre assumi minha condição de corrupto ativo e passivo. (Sem veadagem..., claro.) Não sou um ladrão de galinhas, mas já roubei galinhas do vizinho e até hoje sinto o cheiro das penosas que eu agarrava. Hahaha... Mas hoje em dia, doutora, não roubo mais por necessidade; é prazer mesmo. Estou muito bem de vida, tenho sete fazendas reais e sete imaginárias, mando em cidades do Nordeste, tenho tudo, mas confesso que sou viciado na adrenalina que me arde no sangue na hora em que a mala preta voa em minha direção, cheia de dólares, vibro quando vejo os olhos covardes do empresário me pagando a propina, suas mãos trêmulas me passando o tutu, delicio-me quando o juiz me dá ganho de causa, ostentando honestidade e finge não perceber minha piscadela marota na hora da liminar comprada (está entre US$ 30 e US$ 50 mil hoje).

Como, doutora? Se me sinto "superior" assim? Bem, é verdade... Adoro a sensação de me sentir acima dos otários que me "compram" - eles se humilhando em vez de mim.

Roubar me liberta. Eu explico: roubar me tira do mundo dos "obedientes" e me faz 'excepcional' quando embolso uma bolada. Desculpe..., a senhora é mulher fina, coisa e tal, mas, adoro sentir o espanto de uma prostituta, quando eu lhe arrojo US$ 1.000 sobre o corpo e vejo sua gratidão acesa, fazendo-a caprichar em carícias. É uma delícia, doutora, rolar, nu, em cima de notas de US$ 100 na cama, de madrugada, sozinho, comendo chocolatinhos do frigobar de um hotel vagabundo, em uma cidade onde descolei a propina de um canal de esgoto superfaturado. Gosto da doce volúpia de ostentar seriedade em salões de caretas que me xingam pelas costas, mas que me invejam pela liberdade cínica que imaginam me habitar. Suas mulheres me olham excitadas, pensando nos brilhantes que poderiam ganhar de mim, viril e sorridente - todo bom ladrão é simpático. A senhora não tem ideia aí, sentada nesta poltrona do Freud, do orgulho que sinto, até quando roubo verbas de remédios para criancinhas, ao dominar a vergonha e transformá-la na bela frieza que constrói o grande homem.

Sei muito bem os gestos rituais da malandragem brasileira: sei fazer imposturas, perfídias, tretas, sei usar falsas virtudes, ostentar dignidade em CPIs, dou beijos de Judas, levo desaforo para casa sim, sei dar abraços de tamanduá e chorar lágrimas de crocodilo...

Eu já declarei de testa alta na Câmara: "Não sei nem imagino como esses milhões de dólares apareceram em minha conta na Suíça, apesar desses extratos todos, pois não tenho nem nunca tive conta no exterior!". Esse grau de mentira é tão íntegro que deixa de ser mentira e vira uma arte.

Doutora, no Brasil há dois tipos de ladrões de colarinho branco: há o ladrão "extensivo" e o "intensivo".

Não tolero os ladrões intensivos, os intempestivos sem classe... Falta-lhes elegância e "finesse". Roubam por rancor, roubam o que lhes aparece na frente, se acham no direito de se vingar de passadas humilhações, dores de corno, porradas na cara não revidadas, suspiros de mãe lavadeira.

Eu, não. Eu sou cordial, um cavalheiro; tenho paciência e sabedoria, comecei pouco a pouco, como as galinhas que roubei na infância, que de grão em grão enchiam o papo... Eu sou aquele que vai roubando ao longo da vida política e, ao fim de décadas, já tem "Renoirs" na parede, iates, helicópteros, esposa infeliz (não sei por que, se dou tudo a ela) e, infelizmente, filhos estroinas... (mandei estudarem na Suíça e não adiantou).

Eu adquiri uma respeitabilidade altaneira que confunde meus inimigos, que ficam na dúvida se me detestam ou admiram. No fundo, eu me acho mesmo especial; não sou comum.

Perto de mim, homens como os mensaleiros amadores foram meros cleptomaníacos... Sou profissional e didático... Considero-me um técnico, um cientista da corrupção nacional...

Olhe para mim, doutora. Eu estou no lugar da verdade. Este país foi feito assim, na vala entre o público e o privado. Há uma grandeza insuspeitada na apropriação indébita, florescem ricos cogumelos na lama das 'maracutaias'.

Ouso mesmo dizer que estou até defendendo uma cultura! São séculos de hábitos e cacoetes sagrados que formam um país. A senhora sabe o que é a beleza do clientelismo ibérico, onde um amigo vale mais que a dura impessoalidade de uma ética vitoriana?

A amizade é mais importante que esta bobagem de interesse nacional! O que meus inimigos chamam de irresponsabilidade e corrupção do Congresso é a resistência da originalidade brasileira, é a preservação generosa do imaginário nacional!

A bosta não produz flores magníficas? O que vocês chamam de "roubalheira", eu chamo de "progresso". Não o frio progresso anglo-saxônico, mas o doce e lento progresso português que formou nossa tolerância, nossa ambivalência entre o público e o privado.

Eu sempre fui muito feliz... Sempre adorei os jantares nordestinos, cheios de moquecas e sarapatéis, sempre amei as cotoveladas cúmplices quando se liberam verbas, os cálidos abraços de famílias de máfias rurais... A senhora me pergunta por que eu lhe procurei?

Tudo bem; vou contar. Outro dia, um delegado que comprei me convidou para ver uma execução. Topei, por curiosidade; podia ser uma experiência interessante na minha trajetória existencial. Era um neguinho traficante que levaram para um terreno baldio, até meio pé de chinelo. Ele implorava quando lhe passaram o fio de nylon no pescoço e apertaram devagar até ele cair estrangulado, bem embaixo de uma placa de financiamento público. Na hora, até me excitei; mas quando cheguei em casa, com meus filhos vendo High School Musical na TV, fui tomado por este mal-estar que vocês chamam de "sentimento de culpa"...

Por isso, doutora, preciso que a senhora me cure logo... Tem muita verba pública aí, muita emenda no orçamento, empreiteiros me ligando sem parar... Tenho de continuar minha missão, doutora..."

Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sessao-de-terapia-,1033981,0.htm

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Porta dos Fundos

É um tapa para quem acha que ser humorista tem que ser polêmico e denegrir a imagem de terceiros.

Os melhores sites para baixar música de graça (e legalmente!)

As mudanças nas leis de direitos autoriais fizeram com que a lista de sites para baixar músicas ou ouvi-las em streaming se tornasse ainda maior. Se você estiver interessado em novas formas de consumir música sem ser preso ou multado, confira aqui uma lista de sites muito, mas muito úteis mesmo.

1) BeeMP3.com
Ferramenta de busca de mp3. O site faz uma procura pela internet e indexa todas as músicas novinhas e populares. Eles dizem ter 800 mil arquivos de mp3 e têm colocado mais 10 mil por dia.

2) Blip
Descrito por alguns como “o Twitter musical”, o Blip é um jeito rápido de dizer aos seus amigos que música você está ouvindo nesse minuto. Você também descobre o que os seus “favoritos” estão ouvindo em tempo real, sem ter que atualizar a página.

3) Critical Metrics
Banco de dados de músicas altamente recomendáveis. Procura por prêmios, hot lists, reviews 5 estrelas, discografias e outros termos que definem música boa.

4) Deezer
O site francês oferece, legal e gratuitamente, todos os tipos de música, do rock ao hip-hop, jazz, electro e world music.

5) Free Albums Galore
Blog de mp3 com álbuns completos pros mais ecléticos, já que você não vai encontrar muitos artistas populares.

6) Free Music Zilla
Ferramenta especializada em download social de música. Permite que você baixe músicas de quase todos os sites sociais de música, incluindo vários dessa lista. Só não vale pra Mac.

7) GrooveShark Lite
Aqui você pode encontrar e ouvir qualquer música e ainda conferir recomendações pessoais. Tem uma interface muito boa e fácil de usar.

8) Hype Machine
O site faz busca em diversos blogs de mp3. Se um post tiver um link de mp3, ele adiciona esses links em um banco de dados na página inicial.

9) Imeem
Rede social que dá acesso a vários tipos de mídia incluindo música, vídeos e fotos.

10) Internet Audio Archive
Mias de 100 mil gravações digitais gratuitas que vão desde programas de notícia alternativos até shows do Grateful Dead, leituras de livros e poesias e músicas originais postadas por usuários.

11) Jango
Cria estações de rádio personalizadas a partir do nome do artista. Você ouve a música que quer e favoritos de usuários que têm um gosto parecido com o seu. Você pode customizar sua rádio adicionando mais artistas e classificando as músicas que você quer que toquem com maior ou menor frequência.

12) Last.fm
É um dos mais populares sites de customização de rádio. Também tem características de rede social e permite a escolha de músicas específicas para um playlist. Ao contrário da maioria dos sites dessa lista, a Last.fm reserva alguns de seus melhores atributos para clientes premium que pagam uma taxa pelo serviço.

13) Musicovery
Site único que permite aos usuários escolherem que música ouvir baseado em itens como humor, gênero e era musical. Tem uma interface diferente que mostra a relação entre as músicas, criando uma espécie de “mapa musical”.

14) Music Search Online
Ferramenta de busca de mp3. Cada resultado tem um link para ouvir ou baixar a música para o seu computador.

15) MuxTape
Jeito fácil de criar e compartilhar mixtapes de mp3. Ao criar sua conta você recebe um subdomínio (ex.http://seunome.muxtape.com/); assim fica mais fácil repassar a coleção pro povo.

16) Pandora
Um dos sites mais famosos de música da Internet. O Pandora é ótimo para encontrar músicas novas. O banco de dados do site inclui o Projeto Genoma Musical, que reúne informações avançadas sobre cada música (até 400 características como melodia, harmonia, instrumentação, ritmo, vocais e letras). Você pode criar quantas rádios quiser, mas não pode escolher uma música específica para tocar.

17) SeeqPod
Ferramenta de busca de mídia. Permite que você encontre, ouça e curta milhares de arquivos rich media e aplicações disponíveis online, incluindo vídeo, áudio, slideshows, arquivos de Flash e mais.

18) SpiralFrog
Site patrocinado que oferece mais de 700 mil músicas para download.

19) Skreemr
Mecanismo de busca para encontrar arquivos mp3 na web. Eles têm uma ferramenta chamada AudioRank, que ajuda a encontrar a versão com mais qualidade de cada música.

20) Slacker
Site de rádios customizadas. O diferencial é que você pode acessar as estações de vários lugares diferentes.

21) Songerize
Interface simplificada do SeeqPod. Você encontra a música que quer muito rápido; tudo o que você tem que fazer é digitar o nome da música e do artista.

22) Songza
Mecanismo de busca de músicas que permite a criação de playlists e a organização dos resultados pela qualidade. Tem uma das melhores interfaces entre os sites listados aqui.


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2009/08/sites_baixar_musica.html#ixzz2TsplFvOI

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Eu sou uma vela. Consumo-me para que brilhes

Um organismo social propício ao desenvolvimento de doenças psicossomáticas. Essa é a realidade de muitas organizações com um grau de salubridade negativo, principalmente aquelas que ainda vivem gestões retrógradas e com processos incompletos ou falhos. Questões relacionadas a liderança e de ordem de direcionamento, fatores de responsabilidade do estratégico, são os que mais ajudam nesse inferno astral. A base da pirâmide juntamente com o seu nível intermediário são os que mais sofrem por sofrerem diretamente o impacto fruto dos diversos tipos de dominação exercida, dentre elas, a mais negativa de todas, aquela com caráter autocrático. Exemplos comuns são: rotatividade (ninguém agüenta trabalhar em uma atmosfera psicológica ruim), absenteísmo, roubo, sabotagem, dentre outros. O aspecto grotesco da coisa está relacionado à análise do discurso das chefias que exalam ricas e inúteis oratórias sobre o “crescimento profissional”, “motivação”, “trabalho em equipe”, “comprometimento”, “produtividade” “manuais e códigos de ética”, “qualidade e excelência no atendimento” e esquecem-se que estão lhe dando com os filhos da geração Y que já ouviram muitas exposições metódicas dos seus pais não cumpridas como oratórias morais, de valores, a respeito da vida e que não sabem respeitar um sinal de trânsito no momento da pressa (rsrsrsrs).

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Assembléia de Deus dos Últimos Dias

Vai entender o que alguma congregação atrelada a esse nome tem como objetivo para com seus discípulos?  A luz das razões antropológicas e sociológicas a despeito de tantas e tantas denominações não se faz pertinente analisar a designação de centenas de milhares de entidades que, como essa, dá mais um enredo a outras centenas de milhares interpretações bíblicas a luz de seus “líderes” que são mais preocupados com a contagem de cabeças em seus cultos do que a mensagem a ser comunicada. Ao homem nada pode ser obscuro, nada pode ficar sem reposta. Contando mentiras e verdades essas e outras igrejas seguem pregando os caminhos que conduzirão seus seguidores a vida eterna. Do lado daqui, uma massa-de-manobra de pessoas desprovidas de aparatos educacionais que as posicionem como seres pensantes e que a derivam ficam o tempo todo por acreditarem em propostas fictícias de homens a serviço do demo. Escrevo isso enquanto leio na coluna de um jornal que o pastor e estuprador de mulheres Marcos Pereira foi denunciado até pela própria mãe, que morreu em circunstâncias misteriosas em 2006, e que, segundo as más línguas, estava investigando as atitudes do filho.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Os pilotos e o Latino

Piloto e co-piloto foram sumariamente demitidos da TAM por deixarem o ícone da música popular brasileira e sem noção, o cantor Latino, acessarem a cabine de comando do Airbus que fazia o trajeto Recife-São Paulo no dia 29 de abril. O ícone sem noção mais do que imediatamente após ter entrado na cabine começou a registrar sua galática investida em fotos, sendo estas divulgadas mais do que depressa (obviamente) nas redes sociais, dentre elas o facebook e o instagran. Tal comportamento, que é comum de cabo-a-rabo em 100 de cada 100 participantes dessas inúteis redes sociais, apenas demonstram o caráter de auto-promoção que os associados estão acostumados a fazer e para o qual parece ser a finalidade do aplicativo. Sobrou para os coitados dos pilotos da aeronave, que por sinal, devem curtir em muitas clicadas a sabedoria, sofisticação e puro requinte musical do pop-star em questão. Afinal, barulho por barulho trata-se de mais um nesse universo que só no Brasil consegue ter público.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Selo dignidade

A roupa hoje é um bem descartável tão quanto os trabalhadores de Bangladesh. As grandes marcas estão por trás de algumas das maiores atrocidades cometidas, principalmente grandes empresas globais americanas. Modismo e moda. Diferenças substanciais de conceito e que estão todas no mesmo pacote trágico. Talvez uma saída para o caso seria a criação de selo de dignidade para roupas produzidas com dignidade.

sábado, 11 de maio de 2013

Maria dos Anjos Oliveira Rocha


Como canta Milionário e José Rico: “O maior brilho de um homem está na luz de uma mulher”.
Obrigado MÃE!!!!!

Mãe e desprendimento

Chega-se a mais um dia das mães e a comoção toma conta do comércio varejista que busca, a cada ano, acrescer seus volumes de vendas e faturamento. Desde que o mundo é mundo a coisa se replica da mesma forma a cada ano. Momento este como o Natal em que não há religiões, concepções filosóficas ou qualquer distinção entre as raças, cores, sexo, estado civil, condição econômica, etc. Todo mundo se uni tomado por uma compulsão exagerada de consumo em retribuir em presentes, dos mais caros aos menos caros, com a finalidade de agradecer a sua mãe. Por outro lado, a maioria das mesmas só quer um beijo, um abraço e a presença de seus filhos por perto.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A vida que vai

Depender de um salário pra viver é muito pouco. A vida vai muito além de uma remuneração, muito além. Embora não desconsidere as muitas formas e importância que o dinheiro tem em nossas vidas, as vezes, observo que o único parâmetro de medida estabelecido por muitos é a grana. Entre as leituras de teses de mestrado e doutorado que faço nesse momento, pauso para refletir; que diante de um súbito mal estar ou bem estar a depender do ponto de vista de quem olha; paro pra pensar em tudo, inclusive na vida. Inebriado por sentimentos de fugacidade por ver uma coisa que até então não havia visto e que a partir de então vem a fazer parte do meu repertório. No meu íntimo procuro crer que mesmo aqueles que quiseram o mal, em algum momento, não estivessem de todo certo se era isso mesmo que pretendiam, no entanto, destaco que nenhum arremedo de coisas negativas conseguiram causar e, pelo contrário, só fizeram me distrair de tarefas que comprometidamente as quais me incubo quando de minhas atividades profissionais. Distrair, porque independente da grana a qual era remunerado mensalmente e das pessoas que procurei ajudar com orientações de pontos equilibrados de vistas diante de suas inquietações a respeito do futuro, quase nada era ou foi mais importante. Sabe esses lugares que não acrescentam em nada? Pessoas pobres e pouco sofisticadas não só em termos intelectuais, mas também em emoção. Um deserto cheio de vidas como assim disse Saramago em sua obra o Evangelho Segundo Jesus Cristo. Convém nem brigar e nem questionar quando as coisas hão de ser como foram. As maiores inquietações a que fui tomado foi de quanto tempo e quantas coisas perdi naqueles 14 meses em que lá estive. Como disse ganhei algumas lá dentro, mas perdi mais do que ganhei. Porém uma não posso jamais negar. No meio desse deserto tive uma visão que no meio da caminhada apontava-me um espelho que refletido ao sol ou a lua a depender da hora se parecia como uma lâmina de água e que, cada vez que me aproximava a sede aumentava e que, quando cheguei era apenas um indicativo de que havia um poço cheio de água em baixo do deserto.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Tempo encolhido

A matéria abaixo foi postada no sítio do IDEC e evidencia de forma clara e transparente o total desrespeito ao consumidor, principalmente por quem deveria dar exemplo. Na página de O Globo (http://oglobo.globo.com/defesa-do-consumidor/varejo-nao-se-responsabiliza-por-defeito-aponta-pesquisa-8328376) a reportagem informa e esclarece que redes como as Casas Bahia, Fast Shop, Insinuante, Magazine Luiza, Ponto Frio e Ricardo Eletro, de alguma forma, ferem o CDC.

Infelizmente, o varejo é um segmento que padece de maturidade, desenhos de processos e lideranças mais alinhadas com as perspectivas de crescimento do setor. Mesmo sendo estas "casas" player's de mercado ainda sim o amadorismo como processo prevalece em muitos casos.
 
“Pesquisa do Idec revela que as principais lojas de eletroeletrônicos do país não respeitam os prazos previstos pelo CDC para se reclamar de produtos com defeito

Produto comprado, entregue, funcionando normalmente. Mas eis que, de uma hora para outra, aparece um defeito. O que fazer? Ligar para a assistência técnica do fabricante ou reclamar na loja onde a mercadoria foi adquirida? A resposta é: o consumidor pode escolher o que lhe for mais conveniente. Segundo o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), os fornecedores respondem solidariamente pelos defeitos que os produtos venham a apresentar.

Outro artigo, o 26, estipula os prazos para reclamação (também conhecidos como “garantia legal”): 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para produtos duráveis (eletrodomésticos e eletroeletrônicos, por exemplo). Esses prazos começam a valer a partir da data em que o produto é entregue (caso o vício seja aparente, ou seja, de fácil constatação) ou a partir do momento em que o defeito aparece (isso vale para o que se chama de “vício oculto” – problemas que surgem após certo tempo de uso).

As prerrogativas do CDC mencionadas no parágrafo acima, no entanto, raramente são respeitadas pelas lojas brasileiras. É o que revela a pesquisa feita pelo Idec com as seis principais redes varejistas de eletrodomésticos e eletrônicos do país: Casas Bahia, Fast Shop, Insinuante, Magazine Luiza, Ponto Frio e Ricardo Eletro. Os prazos para reclamação estabelecidos por essas lojas variam de dois a sete dias – veja o quadro da página 24. Após esse período, as empresas orientam o consumidor a procurar o fabricante do produto. Portanto, se você pretende presentear a sua mãe com um eletroeletrônico no próximo Dia das Mães, que será celebrado em 12 de maio, leia esta reportagem para saber como e quando ela poderá reclamar se o produto estiver com defeito.

Poder reclamar na loja que vendeu o produto não é capricho. Geralmente, é muito mais fácil encontrar uma dessas grandes redes varejistas do que uma assistência técnica. E, muitas vezes, a assistência técnica não resolve o problema. A cientista social Natália Suzuki adquiriu, em 4 de novembro de 2012, uma adega de vinhos da marca Electrolux, na Fast Shop. Após o produto apresentar um problema, em meados de janeiro deste ano, ela entrou em contato com a rede autorizada do fabricante. Um técnico identificou a causa do defeito e concluiu que seria necessário trocar uma peça, mas ela está em falta. Passados 30 dias, a adega não foi consertada, e agora Natália está tentando recorrer ao fornecedor da mercadoria, a Fast Shop, mas o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) informou que o caso deveria ser resolvido pelo fabricante. Após a consumidora insistir e mencionar o CDC, a empresa ficou de analisar a situação e dar uma resposta em até cinco dias úteis. No entanto, até o fechamento desta edição, nenhum funcionário havia entrado em contato com Natália.”

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Flamengo com Caixa

A camisa do Flamengo é a de maior valorização no futebol brasileiro, com um total de R$ 73 milhões (anuais), A Caixa Econômica (25 milhões por ano), a Adidas (35,6 milhões em média por ano), da Peugeot (R$ 10 milhões em média) e da Tim (R$ 2,5 milhões). Sobra grana e falta mais profissionalismo. A esperança de todo torcedor do Flamengo como eu é que isso se reflita em títulos. Por outro lado, não há como dizer que patrocínios demais enfeiam a camisa e a deixam mais parecida com um abadá de micareta do que necessariamente a de um time de futebol.

terça-feira, 7 de maio de 2013

E por falar em pensar... deixo a coluna do Arnal Jabor publicada no Estadão de hoje.

"Tenho visto muitos filmes de ação. Vou ao cinema com meu filho de 13 anos e já sou um entendido nas missões impossíveis, nas porradas, nas cidades destruídas, nas armas assassinas. Quando estou dentro do cinema, me sinto dentro de uma máquina de sensações programadas. Sou levado por inúmeras direções: mergulho em suspense, em prazeres sádicos de assassinatos explosivos, em vinganças sem-fim, tudo narrado como uma ventania, como uma tempestade de 'planos' (cenas) curtos, nunca mais longos do que 4 segundos, tudo tocado por orquestras sinfônicas plagiando Ravel para cenas românticas, Stravinski para violências e guerras, tudo para não desgrudarmos os olhos da tela. Os filmes comerciais antigos apelavam para a comoção das plateias, estórias onde o 'bem' era recompensado, onde o amor movia personagens, onde chorávamos ou riamos desde o Gordo e o Magro até Hitchcock.

Hoje, passamos por emoções que nos exaurem como personagens dentro daqueles mundos em 3D, de pedras e balas que voam em nossa direção, que nos fazem em pedaços espalhados pela sala, junto com os copos de Coca-Cola e sacos de pipocas. Somos pipocas nesses filmes. É uma nova dramaturgia de Hollywood: a estética do 'videogame', em que a personagem principal não é mais o 'outro', mas nós mesmos, com o 'joystick' na mão e nenhuma ideia na cabeça. Mas, pensando assim, fui ver Iron Man 3 e viajei para um outro mundo reconstruído por efeitos especiais e tive o consolo do esquecimento de minha vida realista e mixuruca.

Quando saio do cinema depois desses filmes, caio num grande vazio; as ruas barulhentas e feias é que parecem irreais.

E os novos heróis não são políticos nem cowboys. Os novos heróis são semideuses com absoluta competência mecânica, percorrendo 'odisseias' tecnológicas

Os roteiros são feitos em computador, de modo a não deixar respiros para o espectador. É preciso encher cada buraco, para que nada se infiltre na atenção absoluta. Mais importantes que as personagens, são as 'coisas' em volta. Sim, as coisas. Personagem é só um pretexto para mostrar o décor. E o décor é um grande showroom dos produtos americanos, que são as personagens: maravilhosos aviões, os supercomputadores, a genialidade técnica lutando por algum 'bem' ininteligível. Neste neocinema século 21, as personagens não fogem de um conflito - fogem dos produtos. Não importa nem o enredo, nem o roteiro; só o gozo da cena. Esses filmes buscam na violência e nos desastres a mesma visibilidade total do filme pornô.

Não há mais tempo para um filme ser visto, refletido, com choro, risos, vida. O desejo dos produtores é justamente apagar o drama humano dentro de nossas cabeças. O conflito é permanente, de modo a impedir o espectador de ver seus conflitos internos. O verdadeiro cinema político é o filme americano.

Por outro lado, nada é parte de um 'complô' para nos 'lavar o cérebro', nada disso. Não é uma propaganda consciente. Não há Comitê Central nem CIA, por trás. Os americanos são um produto deles mesmos, acreditam no que dizem. A sinceridade é sua arma total.

Logo depois da Guerra Fria, os filmes mostravam uma América em "frenética lua de mel" consigo mesma. Os Estados Unidos eram a "cultura da certeza". O paraíso americano era a perfeição do funcionamento. Com o 11 de setembro, junto com as torres, caíram também a arrogância, o orgulho da eficiência. Deprimiram por uns anos, mas retomaram a trajetória do mito americano e, assim como reconstroem as torres gêmeas, voltaram a fazer filmes para reconstruir o herói americano, tão humilhado na horrenda era Bush.

A destruição que vemos na vida, a sordidez mercantil, a estupidez no poder, o fanatismo do terror, o beco sem saída do fundamentalismo, a destruição ambiental, em suma, toda a tempestade de bosta que nos ronda está muito além de qualquer crítica. O mal é tão profundo que denunciá-lo ficou inútil. E pior: não adianta se refugiar na arte. O cinema de autor ficou mirrado diante de tanta homérica velocidade. A arte como a conhecemos há séculos pressupõe uma imperfeição qualquer, uma fragilidade que evoca a natureza perdida; a arte inclui a morte ou o medo, mesmo no triunfo das estátuas perfeitas.

Pela influência do avanço da informação digital, turbinado pelo mercado global, foram se afastando do grande público as criações artísticas e literárias, as ideias filosóficas, os valores. Em suma, acabou toda aquela dimensão espiritual chamada antigamente de cultura que, ainda que confinada nas elites, transbordava sobre o conjunto da sociedade e nela influía, dando um sentido à vida e uma razão de ser para a existência.

A verdade - pensei - é que passamos da ilusão para o desencanto. Assim lamentam os intelectuais deprimidos. Inclusive eu - com uma contradição: sou fascinado pela Marvel e cia.

Por isso, depois, na rua, longe da tela, me bateu uma luz: afinal, o mundo não acabou; ao contrário, nunca mudamos tanto e tão depressa. Por que reclamar? Que saudade é essa que sentimos do presente como se fosse um passado?

No meio da avalanche brutal de informações, na enxurrada de 'autores' na internet, em meio ao universo de excessivas epopeias está surgindo uma nova forma de profundidade 'superficial', novas formas criativas em fluxo coletivo. E essas produções gigantescas ou mínimas, na web ou na tela de milhões de dólares, estão criando um barroco digital 'nas nuvens', uma arte-vida sem autor, como sonhou Nietzsche, única forma de dar algum sentido à existência. Já vi alguns 'blockbusters' de extraordinária imaginação 'wagneriana'. A tecnologia está criando uma nova estética. Avatar, por exemplo, Batman, ou a obra-prima da Marvel Thor e tantos outros já criam um novo universo, digamos, 'pós-reflexivo', lúdico, envolvente. Não falo de 'nova arte' ou uma nova cultura, pois isso já encerraria a ideia de 'finalidade', de meta a ser atingida. Falo de um caos maravilhoso que nos submerja para sempre num 'presente' inexplicável."

Se nós pensássemos...

Na vida, o ideal é termos tempo pra tudo; pelo menos de tudo um pouco tempo. Algumas paradas são essenciais ao um redirecionamento, que por vezes, nem você mesmo saiba, pois mesmo que seu/nosso nível de consciência esteja longe do plano concreto das idéias saiba que a aleatoriedade está jogando com seu/nosso destino. Talvez uma das grandes inquietações humanas seja a necessidade de crer e replicar o sentido da vida como se uma estória fosse com começo meio e fim. Queremos saber de tudo, inclusive do que não podemos saber e do que nunca saberemos. Mas queremos saber. Por isso se aproveita tudo do que presta e do que não presta. Acreditamos na ciência e na religião. Usamos a política a serviço e instrumento da fé. E tantas outras manipulações de massa que só ressoam porque não fomos educados pra pensar, mas sim pra termos mentes dóceis e corpos produtivos, muito produtivos.

Forte isso...

"As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação. A verdade em que você acredita determina seu caráter. A reputação é o que acham que você é. O caráter é o que você realmente é... A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova. O caráter é o que você tem quando vai embora... A reputação é feita em um momento. O caráter é construído em uma vida inteira... A reputação torna você rico ou pobre. O caráter torna você feliz ou infeliz... A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura. O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus."
Arnaldo Jabor

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pra começar a segunda rindo

http://oglobo.globo.com/emprego/sim-senhor-chefe-8296522

Fim do ano

O retrato do desastre, da confusão e da falta de auto-estima. Eis que o reflexo do que acontece extra campo se confirma no interior das quatro linhas. Não precisou ir longe, bastou Paragominas. Uma visão daquele que um dia no passado foi motivo de orgulho. O ano se acaba extamente aqui, no dia 05 de maio de 2013.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Literatura e jovens leitores - todo pai deveria ler este artigo

http://www.cielli.com.br/downloads/255.pdf
Em certa ocasião Francis Bacon disse: "Um homem sensato criará para sua vida mais oportunidades do que a vida lhe proporcionará". É difícil relativizar o sensato, não há como. Doses de previdência nunca são demais. Evita-se as roubadas que algumas circunstâncias o acaso nos impõe, sem falar que a discrição e a reserva, por vezes, se constituem elementos de grande valia, quase que obedecendo a lei econômica.

A mão invisível não é pra todos

Não sou comunista e tão pouco penso que a intervenção exagerada do Estado possa trazer benefícios à economia e ao mercado. No entanto, penso que por si só a economia, as vezes, não é capaz de se auto-regular. Algumas empresas não possuem o mínimo de critério ético ou de valor que respeite seu consumidor. As operadoras de telefonia são um exemplo clássico. Não oferecem um serviço condizente com o que propagam e costumam lançar planos que não entregam o que prometem. Na outra ponta de exemplos de falta de respeito estão os planos de saúde que maximizam os seus volumes de vendas em detrimento das redes de atendimento e do próprio atendimento que, em muitos casos, pode ser comprado ao sistema público de saúde (em relação ao Brasil é claro). Talvez em economias mais amadurecidas a mão invisível de mercado possa ser regulada por um comportamento mais condizente com as perspectivas do consumidor que por sua vez tem mais recursos e aparelhamento a sua disposição no enfrentamento de problemas advindos de sua relação de consumo em relação aos aspectos legais. Entendo, também, que o nível de consciência desse consumidor atue em favor do mesmo na medida em que o processo de escolha e decisão com relação à aquisição de um produto ou serviço se paute pelas experiências anteriores seja sua ou não.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

"Aproveite bem as pequenas coisas; algum dia você vai saber que elas eram grandes." Robert Braut.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

História de um campeão

A exatos 19 anos perdíamos aquele que sem dúvida era um ídolo dentro e fora de sua profissão. Airton Senna tornava as manhãs de domingo bem mais interessantes e emocionantes. Mesmo com o esfoço da Globo (em função de contratos já fechados) em tentar fazer com que o brasileiro engula a F1 nada é comparável aos inesquecíveis domingos. Fica a saudade e o saudosismo de termos pertencidos a uma geração que pode ser testemunha da história de um campeão.

Belém do meu Pará

Ao lado das minhas duas parceiras incontestáveis tive a oportunidade de vivenciar um cena tipicamente paraense. Tomei um tacacá extremamente delicioso em uma tarde bastante chuvosa em uma barraca situada ao lado do colégio Marista com direito a respingos e ventos suficientemente fortes para balançar as folhas das mangueiras e nos molhar levemente de vez em quando. Ao fundo um rádio ligado em uma dessas emissoras AM com a narração do jogo do Leão do norte que estava fazendo a primeira partida da final do campeonato paraense. Apesar do frio e dos pingos que nos molhavam parece que aquele estado interior de torpor causava uma certa embriaguez redentora de estar ali presenciando em carne e osso costumes e valores da minha terra natal. Sei que somos seres adaptáveis e que dependendo das circunstâncias somos até forçados a aceitar outras "terras" como sendo nossa, porém nada igual à aquilo que trás as suas raízes e faz, mesmo que seja por poucos minutos, o momento mais feliz de sua estória dessa tarde de maio. Já tive minhas andanças e continuarei a tê-las, no entanto Belém será sempre a Belém do meu Pará.