Na contramão das rivais, Totvs vai atrás das grandes
Carolina Pereira
cpereira@brasileconomico.com.br
Conquistar ao menos dez clientes com faturamento acima de R$ 750 milhões, é o objetivo de Lélio Souza, da Totvs, para este ano. O executivo encabeça a recém-criada divisão da fornecedora de software voltada para atender às grandes companhias, algo que vai na contramão do que a empresa vinha fazendo até hoje. Focada em sistemas de gestão (ERP) para pequenas e médias, a Totvs agora entra no terreno da sua principal concorrente, a alemã SAP. Souza explica que os clientes de grande porte exigem outro tipo de atendimento, o que fez o executivo contratar cerca de 25 pessoas no último ano, algumas delas com passagem pela SAP.
“Estes clientes querem discutir o negócio e exigem solu- ções mais complexas, não algo já pronto”, explica. Até agora, a Totvs possui 20 contas com este perfil, a maioria delas de empresas que come- çaram clientes pequenos ou mé- dios e foram crescendo ao longo dos anos. Este é o caso da Drogaria Rosário, por exemplo, que hoje é uma empresa do grupo Brazil Pharma.
Para Souza, entre as vantagens de entrar neste segmento está a visibilidade que os projetos geram no mercado, mesmo entre as empresas menores, que continuam sendo o foco principal da Totvs. Segundo dados de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de 2011, a Totvs, que fatura cerca de R$ 1,2 bilhão, lidera o mercado de ERP no país com 38% de participação, e a SAP vem em seguida com 27%.
Quando o assunto são apenas as grandes empresas, porém, a situação é diferente: a companhia alemã detém 50% dos clientes que contam com mais de 550 computadores. Para se diferenciar da líder, Souza aposta no entendimento da legislação e aspectos fiscais do Brasil e, também, na presen- ça física que a Totvs tem no país por meio de unidades próprias ou franquias (54 no total).
“No custo-benefício, a diferença não é tão grande. Mas temos vantagens como o fato da implementação não ser feita por terceiros”, diz, se referindo ao modelo utilizado pela SAP. Concorrência Enquanto a Totvs deseja aumentar a presença nas grandes, a SAP quer mudar a representatividade das pequenas e médias empresas em sua receita no Brasil. A companhia tem hoje 80% do faturamento proveniente de clientes grandes, mas espera que o percentual diminua para 60% até 2015.
sábado, 31 de março de 2012
Banco Mundial deve investir na Brazil Pharma
Banco Mundial deve investir na Brazil Pharma
Por Adriana Mattos | De São Paulo
International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado, publicou ontem, em sua página na internet, um "resumo de proposta de investimento" na Brazil Pharma no valor de US$ 50 milhões. A BR Pharma é a empresa de varejo farmacêutico do banco BTG Pactual.
Dessa soma total, US$ 25 milhões devem ser liberados por meio de um contrato de empréstimo assinado com a companhia. Não há detalhes das condições do contrato, como taxas e prazos, mas geralmente, esses financiamentos variam de 7 a 12 anos. O restante dessa soma, US$ 25 milhões, entrará no caixa da empresa por meio da compra de pequena parcela de ações dos controladores. O BTG é o maior acionista da empresa.
Os recursos devem ser aplicados na expansão do negócio, com aberturas de novas lojas e geração de empregos em regiões fora dos centros urbanos.
"A BR Pharma espera gerar mais de seis mil novos empregos diretos nos próximos quatro anos. Isso será fundamental para o projeto de desenvolvimento de cadeias fora grandes áreas metropolitanas do Brasil (especificamente no Nordeste e Centro-Oeste do Brasil)", informa o resumo da proposta de investimento do IFC. "Mais de 1.500 novos empregos deverão ser criados no Norte e Nordeste". A BR Pharma é a terceira maior rede de farmácias no país em número de lojas.
29/03/2012 - Valor Econômico - SP
Por Adriana Mattos | De São Paulo
International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado, publicou ontem, em sua página na internet, um "resumo de proposta de investimento" na Brazil Pharma no valor de US$ 50 milhões. A BR Pharma é a empresa de varejo farmacêutico do banco BTG Pactual.
Dessa soma total, US$ 25 milhões devem ser liberados por meio de um contrato de empréstimo assinado com a companhia. Não há detalhes das condições do contrato, como taxas e prazos, mas geralmente, esses financiamentos variam de 7 a 12 anos. O restante dessa soma, US$ 25 milhões, entrará no caixa da empresa por meio da compra de pequena parcela de ações dos controladores. O BTG é o maior acionista da empresa.
Os recursos devem ser aplicados na expansão do negócio, com aberturas de novas lojas e geração de empregos em regiões fora dos centros urbanos.
"A BR Pharma espera gerar mais de seis mil novos empregos diretos nos próximos quatro anos. Isso será fundamental para o projeto de desenvolvimento de cadeias fora grandes áreas metropolitanas do Brasil (especificamente no Nordeste e Centro-Oeste do Brasil)", informa o resumo da proposta de investimento do IFC. "Mais de 1.500 novos empregos deverão ser criados no Norte e Nordeste". A BR Pharma é a terceira maior rede de farmácias no país em número de lojas.
29/03/2012 - Valor Econômico - SP
Brazil Pharma reduz prejuízo no 4o tri, abrirá 100 lojas em 2012
Brazil Pharma reduz prejuízo no 4o tri, abrirá 100 lojas em 2012
Brazil Pharma reduz prejuízo no 4o tri, abrirá 100 lojas em 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
SÃO PAULO, 20 Mar (Reuters) - A Brazil Pharma anunciou na noite de segunda-feira que fechou o quarto trimestre com prejuízo de 208 mil reais, bem abaixo da perda de 16,4 milhões sofrida um ano antes.
Em 2011 como um todo, a holding de farmácias do banco BTG Pactual apurou lucro de 5,5 milhões de reais, revertendo prejuízo de 23,3 milhões no ano anterior.
As ações da companhia exibiam alta de 1,44 por cento às 11h32, enquanto o Ibovespa mostrava queda de 1,3 por cento.
Já em termos ajustados, a companhia teve lucro líquido de 14 milhões de reais entre outubro e dezembro, contra ganho de 4 milhões de reais um ano antes. No fechado de 2011, o lucro líquido ajustado somou 45,8 milhões de reais, comparado a 20,1 milhões no ano anterior.
A geração de caixa operacional medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em 22,4 milhões de reais no trimestre e em 70,9 milhões de reais no ano, contra 9,9 milhões e 44,4 milhões na comparação anual.
A margem Ebitda, enquanto isso, aumentou de 4,8 para 6,2 por cento em 2011.
MAIS LOJAS
No quarto trimestre, a Brazil Pharma viu sua receita líquida mais que dobrar, para 300,6 milhões de reais, ante 120,1 milhões no mesmo intervalo em 2010. Em todo o ano passado, a receita saltou de 161,5 milhões para 1 bilhão de reais.
A companhia encerrou 2011 com 378 lojas próprias, sendo que 86 foram abertas em 2011, superando o plano inicial de 75 novas lojas. Para este ano, a empresa prevê a abertura de 100 unidades.
21/03/2012 - Agência Reuters - SP
Brazil Pharma reduz prejuízo no 4o tri, abrirá 100 lojas em 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
SÃO PAULO, 20 Mar (Reuters) - A Brazil Pharma anunciou na noite de segunda-feira que fechou o quarto trimestre com prejuízo de 208 mil reais, bem abaixo da perda de 16,4 milhões sofrida um ano antes.
Em 2011 como um todo, a holding de farmácias do banco BTG Pactual apurou lucro de 5,5 milhões de reais, revertendo prejuízo de 23,3 milhões no ano anterior.
As ações da companhia exibiam alta de 1,44 por cento às 11h32, enquanto o Ibovespa mostrava queda de 1,3 por cento.
Já em termos ajustados, a companhia teve lucro líquido de 14 milhões de reais entre outubro e dezembro, contra ganho de 4 milhões de reais um ano antes. No fechado de 2011, o lucro líquido ajustado somou 45,8 milhões de reais, comparado a 20,1 milhões no ano anterior.
A geração de caixa operacional medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em 22,4 milhões de reais no trimestre e em 70,9 milhões de reais no ano, contra 9,9 milhões e 44,4 milhões na comparação anual.
A margem Ebitda, enquanto isso, aumentou de 4,8 para 6,2 por cento em 2011.
MAIS LOJAS
No quarto trimestre, a Brazil Pharma viu sua receita líquida mais que dobrar, para 300,6 milhões de reais, ante 120,1 milhões no mesmo intervalo em 2010. Em todo o ano passado, a receita saltou de 161,5 milhões para 1 bilhão de reais.
A companhia encerrou 2011 com 378 lojas próprias, sendo que 86 foram abertas em 2011, superando o plano inicial de 75 novas lojas. Para este ano, a empresa prevê a abertura de 100 unidades.
21/03/2012 - Agência Reuters - SP
Efeitos de uma maior relação com a comunidade médica
Efeitos de uma maior relação com a comunidade médica
20/03/2012 - 19:03
Brazil Pharma dobra lucro no 4º trimestre
Mix de vendas se manteve em patamares mais rentáveis em relação à média do mercado
A Brazil Pharma apresentou lucro líquido ajustado de R$ 7,9 milhões no quarto trimestre de 2011, 97,5% a mais em relação aos R$ 4 milhões do mesmo período de 2010. Segundo a companhia, no período a margem líquida foi de 2,4%, em comparação com 1,5% de um ano antes.
O Ebitda (geração operacional de caixa) foi de R$ 22,4 milhões, crescimento de 126,3% sobre o mesmo período de 2010, quando atingiu R$ 9,9 milhões. Do mesmo modo, a margem Ebitda subiu 3,1 pontos percentuais, para 6,9%. Por fim, o crescimento das vendas nas mesmas lojas no período foi 12,4%, enquanto um ano antes o salto havia sido de 15%.
No ano, o lucro líquido ajustado totalizou R$ 29,6 milhões, enquanto em 2010 o montante foi de R$ 20,1 milhões. A margem líquida em 2011 atingiu 2,6%, contra 2,2% em 2010. Já o Ebitda alcançou R$ 70,9 milhões, frente aos R$ 44,4 milhões do ano anterior, um crescimento de 59,7%, ao passo que a margem Ebitda apresentou avanço de 1,5 ponto percentual quando comparado a 2010, atingindo 6,2%.
Trimestre
No quarto trimestre, a Brazil Pharma viu sua receita líquida mais que dobrar, para R$ 300,6 milhões, ante R$ 120,1 milhões no mesmo período em 2010. Em todo o ano passado, a receita saltou de R$ 161,5 milhões para R$ 1 bilhão.
O mix de vendas do trimestre se manteve em patamares mais rentáveis quando comparado à média do mercado. O destaque é representado pelo aumento da participação de não medicamentos em 1,8 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2011.
"Iniciamos um trabalho de estreitamento com a comunidade médica, que resultou em um aumento do percentual de medicamentos de marca", informou a empresa em comunicado. O mix de genérico apresentou uma redução em valor em função do alto crescimento das outras categorias.
Analisando a evolução do ticket médio do ano de 2011, a empresa registrou um aumento de 6,9% se comparado a 2010. O ticket médio foi de R$ 29,41 no último trimestre, apresentando crescimento de 6,4% se comparado ao mesmo período de 2010. O crescimento no número de cupons foi de 14,8% em 2011, comparando a 2010, e 13,5% no trimestre.
Novas lojas
A companhia abriu de 86 novas lojas, superando o plano de expansão que previa a abertura de 75 lojas. Com isso, a Brazil Pharma encerrou o ano com um total de 737 lojas, sendo 378 lojas próprias e 359 franquias da rede Farmais, das quais 26 novas lojas próprias foram abertas no quarto trimestre, representando um crescimento de 29,5% em número de lojas e 23,3% em m2 de vendas quando comparado ao mesmo período de 2010.
Com este crescimento, o grupo passa a contar com operações próprias em 8 estados e 93 municípios do Brasil, contando com aproximadamente 8,6 mil colaboradores e consolidando nossa posição em regiões de alta rentabilidade e crescimento.
"De fato a gente acreditou durante o ano que o mercado voltaria mais rápido do que se esperava, então consumo está vindo bastante forte", disse André Sá, presidente executivo da Brazil Pharma em teleconferência.
Para este ano, a empresa prevê a abertura de 100 unidades. Com isso, a Brazil Pharma ocupou a terceira posição em número de lojas no setor farmacêutico no Brasil em 2011, ano em que adquiriu as redes Big Ben e Sant"ana.
"Nosso foco para 2012 será a intensificação do processo de integração de nossas plataformas... acreditamos que existam diversas oportunidades de crescimento e ocupação de mercado nas regiões onde atuamos", afirmou a empresa no balanço.
Despesas
As despesas de vendas, gerais e administrativas totalizaram R$ 325,3 milhões em 2011, representando 28,5% da receita bruta, um aumento de 3,1 pontos percentuais em relação a 2010.
Considerando o mesmo critério, as despesas de vendas, gerais e administrativas totalizaram R$ 98,7 milhões no quarto trimestre, representando 30,5% da receita bruta do trimestre, um aumento de 4,4 pontos percentuais em relação do ao mesmo período do ano passado.
Investimentos
Ao longo do ano de 2011, a empresa investiu R$117,3 milhões em capital de giro, sendo R$11,7 milhões no quarto trimestre. "Esse investimento é reflexo de nossa estratégia de aumentar nossas compras diretas da indústria visando estreitar relacionamento com nossos parceiros fornecedores e um reflexo de um investimento significativo em nível de serviço em loja durante nosso processo de integração", disse a empresa.
Os Investimentos no crescimento das operações totalizaram R$ 77,6 milhões e Investimentos em aquisições foram de R$ 230,3 milhões. No trimestre foram desembolsados R$18,1 milhões em expansão e melhorias e R$16,9 milhões nos pagamentos previstos pela aquisição de controladas.
Nova Brasil Pharma
Com a aquisição da Big Ben e Sant"ana a companhia, passou a ser a terceira maior rede do Brasil em número de lojas e a quarta maior rede do país em faturamento. "Alcançamos a posição de maior rede de drogarias do Brasil excluindo as operações na região Sudeste. Acreditamos ter um portfólio de lojas mais jovem, o que se reflete em um grande potencial de crescimento apenas em razão da maturação de nossas lojas já existente", informou a companhia.
Contando com a aquisição, a companhia possui 986 pontos de venda, sendo 627 lojas próprias e 359 franquias. De acordo com o André Sá, e empresa já conseguiu chegar a mil pontos de venda, durante este primeiro trimestre de 2012. "O novo mix de vendas da Brazil Pharma consolidado mostra que ainda há muito espaço para a entrada de medicamentos genéricos e não medicamentos nas novas plataformas adquiridas", informou a empresa.
Adicionando os números da Big Ben e Sant"ana, a receita bruta da Nova Brazil Pharma ficou em R$ 2,55 bilhões, com Ebitda R$ 155 milhões e lucro líquido de R$ 95,7 milhões.
21/03/2012 - Monitor Mercantil on-line - RJ
20/03/2012 - 19:03
Brazil Pharma dobra lucro no 4º trimestre
Mix de vendas se manteve em patamares mais rentáveis em relação à média do mercado
A Brazil Pharma apresentou lucro líquido ajustado de R$ 7,9 milhões no quarto trimestre de 2011, 97,5% a mais em relação aos R$ 4 milhões do mesmo período de 2010. Segundo a companhia, no período a margem líquida foi de 2,4%, em comparação com 1,5% de um ano antes.
O Ebitda (geração operacional de caixa) foi de R$ 22,4 milhões, crescimento de 126,3% sobre o mesmo período de 2010, quando atingiu R$ 9,9 milhões. Do mesmo modo, a margem Ebitda subiu 3,1 pontos percentuais, para 6,9%. Por fim, o crescimento das vendas nas mesmas lojas no período foi 12,4%, enquanto um ano antes o salto havia sido de 15%.
No ano, o lucro líquido ajustado totalizou R$ 29,6 milhões, enquanto em 2010 o montante foi de R$ 20,1 milhões. A margem líquida em 2011 atingiu 2,6%, contra 2,2% em 2010. Já o Ebitda alcançou R$ 70,9 milhões, frente aos R$ 44,4 milhões do ano anterior, um crescimento de 59,7%, ao passo que a margem Ebitda apresentou avanço de 1,5 ponto percentual quando comparado a 2010, atingindo 6,2%.
Trimestre
No quarto trimestre, a Brazil Pharma viu sua receita líquida mais que dobrar, para R$ 300,6 milhões, ante R$ 120,1 milhões no mesmo período em 2010. Em todo o ano passado, a receita saltou de R$ 161,5 milhões para R$ 1 bilhão.
O mix de vendas do trimestre se manteve em patamares mais rentáveis quando comparado à média do mercado. O destaque é representado pelo aumento da participação de não medicamentos em 1,8 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2011.
"Iniciamos um trabalho de estreitamento com a comunidade médica, que resultou em um aumento do percentual de medicamentos de marca", informou a empresa em comunicado. O mix de genérico apresentou uma redução em valor em função do alto crescimento das outras categorias.
Analisando a evolução do ticket médio do ano de 2011, a empresa registrou um aumento de 6,9% se comparado a 2010. O ticket médio foi de R$ 29,41 no último trimestre, apresentando crescimento de 6,4% se comparado ao mesmo período de 2010. O crescimento no número de cupons foi de 14,8% em 2011, comparando a 2010, e 13,5% no trimestre.
Novas lojas
A companhia abriu de 86 novas lojas, superando o plano de expansão que previa a abertura de 75 lojas. Com isso, a Brazil Pharma encerrou o ano com um total de 737 lojas, sendo 378 lojas próprias e 359 franquias da rede Farmais, das quais 26 novas lojas próprias foram abertas no quarto trimestre, representando um crescimento de 29,5% em número de lojas e 23,3% em m2 de vendas quando comparado ao mesmo período de 2010.
Com este crescimento, o grupo passa a contar com operações próprias em 8 estados e 93 municípios do Brasil, contando com aproximadamente 8,6 mil colaboradores e consolidando nossa posição em regiões de alta rentabilidade e crescimento.
"De fato a gente acreditou durante o ano que o mercado voltaria mais rápido do que se esperava, então consumo está vindo bastante forte", disse André Sá, presidente executivo da Brazil Pharma em teleconferência.
Para este ano, a empresa prevê a abertura de 100 unidades. Com isso, a Brazil Pharma ocupou a terceira posição em número de lojas no setor farmacêutico no Brasil em 2011, ano em que adquiriu as redes Big Ben e Sant"ana.
"Nosso foco para 2012 será a intensificação do processo de integração de nossas plataformas... acreditamos que existam diversas oportunidades de crescimento e ocupação de mercado nas regiões onde atuamos", afirmou a empresa no balanço.
Despesas
As despesas de vendas, gerais e administrativas totalizaram R$ 325,3 milhões em 2011, representando 28,5% da receita bruta, um aumento de 3,1 pontos percentuais em relação a 2010.
Considerando o mesmo critério, as despesas de vendas, gerais e administrativas totalizaram R$ 98,7 milhões no quarto trimestre, representando 30,5% da receita bruta do trimestre, um aumento de 4,4 pontos percentuais em relação do ao mesmo período do ano passado.
Investimentos
Ao longo do ano de 2011, a empresa investiu R$117,3 milhões em capital de giro, sendo R$11,7 milhões no quarto trimestre. "Esse investimento é reflexo de nossa estratégia de aumentar nossas compras diretas da indústria visando estreitar relacionamento com nossos parceiros fornecedores e um reflexo de um investimento significativo em nível de serviço em loja durante nosso processo de integração", disse a empresa.
Os Investimentos no crescimento das operações totalizaram R$ 77,6 milhões e Investimentos em aquisições foram de R$ 230,3 milhões. No trimestre foram desembolsados R$18,1 milhões em expansão e melhorias e R$16,9 milhões nos pagamentos previstos pela aquisição de controladas.
Nova Brasil Pharma
Com a aquisição da Big Ben e Sant"ana a companhia, passou a ser a terceira maior rede do Brasil em número de lojas e a quarta maior rede do país em faturamento. "Alcançamos a posição de maior rede de drogarias do Brasil excluindo as operações na região Sudeste. Acreditamos ter um portfólio de lojas mais jovem, o que se reflete em um grande potencial de crescimento apenas em razão da maturação de nossas lojas já existente", informou a companhia.
Contando com a aquisição, a companhia possui 986 pontos de venda, sendo 627 lojas próprias e 359 franquias. De acordo com o André Sá, e empresa já conseguiu chegar a mil pontos de venda, durante este primeiro trimestre de 2012. "O novo mix de vendas da Brazil Pharma consolidado mostra que ainda há muito espaço para a entrada de medicamentos genéricos e não medicamentos nas novas plataformas adquiridas", informou a empresa.
Adicionando os números da Big Ben e Sant"ana, a receita bruta da Nova Brazil Pharma ficou em R$ 2,55 bilhões, com Ebitda R$ 155 milhões e lucro líquido de R$ 95,7 milhões.
21/03/2012 - Monitor Mercantil on-line - RJ
BR Pharma amplia receita e reverte perdas

BR Pharma amplia receita e reverte perdas
21/03/2012
Por Adriana Mattos | De São Paulo
A BR Pharma, braço de varejo farmacêutico do banco BTG Pactual, reverteu no ano passado as perdas registradas em 2010 - prejuízo líquido de R$ 23,3 milhões para um lucro líquido de R$ 5,5 milhões em 2011 - com expansão de 24% na receita bruta, para R$ 1,1 bilhão. Os indicadores do quarto trimestre também mostraram melhorias - o prejuízo encolheu de R$ 16,4 milhões para R$ 208 mil e a receita bruta também cresceu, 24,4%, para R$ 323 milhões.
Analistas ressaltam os ganhos, mas chamam atenção para a necessidade de a empresa finalizar o processo de integração dos negócios adquiridos nos últimos meses, como forma de abrir espaço para um crescimento sustentado. Nos últimos cinco meses, a varejista comprou o controle de três redes de farmácias no Sul e no Nordeste do país e abriu mais lojas do que o previsto.
Questionada pelos analistas a respeito do fôlego para manter margens brutas elevadas em 2012 (esse indicador passou de 30,2% para 34,7% de 2010 para 2011, mas reforçado por ajuste contábil pontual), a empresa deu algumas explicações. "Os ganhos de margem devem vir de nosso melhor relacionamento com a indústria e de um trabalho melhor que está sendo realizado no ponto de venda", disse o presidente da rede André Sá. Para 2012, a BR Pharma prevê abertura de 100 drogarias, versus 86 em 2011, dentro de um projeto de crescimento orgânico, em paralelo com eventuais aquisições que ainda possam acontecer.
"A empresa bateu a meta de abrir 75 lojas em 2011, ao somar 86 lojas abertas e continuou a fechar importantes aquisições. No entanto, acreditamos que o gerador de valor para o preço da ação agora será a integração das operações, quando a empresa finalmente será capaz de extrair valor a partir de todas essas recentes compras", informa relatório de Guilherme Assis e Joseph Giordano, analistas do Raymond James.
"Em nossa opinião, a Brazil Pharma enfrenta um desafio difícil pela frente, com execução com riscos elevados, mas acreditamos que a contratação de uma equipe de gerenciamento com expertise no setor de ajuda a reduzir esses riscos", completa o relatório, ao citar questões como expectativa de aumento de concorrência e necessidade de a empresa reduzir prazo de estoque, considerado acima da média do mercado.
Segundo o comando da companhia, foi implementado um processo interno de integração dos negócios adquiridos, de maneira que as sinergias possam ser capturadas. Mas ela admite que os ganhos devem aparecer mais para frente. "Vamos ter reduções de custos e aumentos de performance com captura maior desses ganhos em 2013", disse Sá.
quarta-feira, 28 de março de 2012
BTG Pactual pode reabrir mercado de ações no país
BTG Pactual pode reabrir mercado de ações no país
A oferta de ações do Banco BTG Pactual pode reabrir o mercado para ofertas públicas iniciais de ações. “De volta ao jogo”, ou “Back To the Game” em inglês, é também um dos significados que o próprio André Esteves, de 43 anos e controlador do banco, dá à sigla BTG, cujos ativos dobraram e o capital triplicou desde 2009, quando o bilionário recomprou o banco do UBS.
A abertura de capital do BTG será a primeira no Brasil desde julho, após um ano no qual a crise da dívida europeia secou os recursos para emergentes. O sucesso da operação pode abrir caminho para mais 40 ofertas iniciais de ações, avaliadas em US$ 28 bilhões pela BM&FBovespa, reduzindo o papel do governo como o provedor de recursos para empresas privadas.
“Esteves não quer mais ser somente um banqueiro jovem e agressivo”, diz Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper em São Paulo. “Ele quer ser um ator principal na economia brasileira.”
Bloomberg
28/03/2012 - Brasil Econômico - SP
A oferta de ações do Banco BTG Pactual pode reabrir o mercado para ofertas públicas iniciais de ações. “De volta ao jogo”, ou “Back To the Game” em inglês, é também um dos significados que o próprio André Esteves, de 43 anos e controlador do banco, dá à sigla BTG, cujos ativos dobraram e o capital triplicou desde 2009, quando o bilionário recomprou o banco do UBS.
A abertura de capital do BTG será a primeira no Brasil desde julho, após um ano no qual a crise da dívida europeia secou os recursos para emergentes. O sucesso da operação pode abrir caminho para mais 40 ofertas iniciais de ações, avaliadas em US$ 28 bilhões pela BM&FBovespa, reduzindo o papel do governo como o provedor de recursos para empresas privadas.
“Esteves não quer mais ser somente um banqueiro jovem e agressivo”, diz Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper em São Paulo. “Ele quer ser um ator principal na economia brasileira.”
Bloomberg
28/03/2012 - Brasil Econômico - SP
domingo, 25 de março de 2012
Baixa renda gasta mais com empregada
Em 2011, ano em que o desemprego atingiu o nível mais baixo da história, o gasto dos brasileiros com empregada doméstica foi o maior desde 2005, e as classes D e E foram as que mais desembolsaram com esse tipo de serviço, revela a pesquisa O Observador Brasil 2012, da Cetelem BGN. A pesquisa, que ouviu 1,5 mil famílias de todas as classes sociais em 70 cidades do País, é uma espécie de radiografia do mercado consumidor.
No ano passado, o gasto médio mensal das famílias das classes D e E com empregados domésticos atingiu R$ 300, superando as despesas com supermercado (R$ 284) e moradia (R$ 209) para essa faixa de renda. R$ 300 também foi a cifra média desembolsada pelas famílias de todas as classes sociais com empregadas domésticas em 2011. O aumento foi de 29,3% ante 2010.
“Esse é o reflexo do pleno emprego”, afirma o vice-presidente da Cetelem BGN, Miltonleise Carreiro Filho. Ele destaca que as classes de menor renda encontraram melhores oportunidades de trabalho, principalmente no setor de serviços, e tiveram de contratar pessoas para cuidar dos filhos e da casa.
A pesquisa utiliza o Critério Brasil, formulado pela Associação Brasileira da Empresas de Pesquisa (Abep), que considera a posse de bens no domicílio e a escolaridade do chefe de família como critérios de estratificação social. Para facilitar o entendimento, segundo esse critério, a renda média familiar da classe C é de R$ 1.282; das classes A e B, varia entre R$ 2.565 a R$ 12.926; e as classes D e E têm renda de até R$ 714.
Escolaridade
Há evidências desse movimento de escassez de mão de obra também em outro dado da pesquisa. A renda disponível, isto é, aquela que sobra para as famílias depois de todas as despesas básicas, cresceu muito mais para as famílias com menor nível de escolaridade.
De 2010 para 2011, a renda disponível das famílias cujo chefe tem ensino básico subiu 46,14%. Naquelas com ensino fundamental, a alta foi de 44,64%. Nesse mesmo período, as famílias cujo chefe tem ensino médio ampliaram a renda em 19,89%. Mas aquelas de nível superior registraram queda de 4,70% na renda.
Esse resultado pode ser um indício de que as famílias de maior poder aquisitivo e escolaridade, que normalmente são as grandes consumidoras de serviços, tiveram a renda disponível reduzida por causa de aumento de preços dos serviços nos últimos meses. Em contrapartida, as famílias das classes de menor renda, que geralmente são as prestadoras de serviços, foram beneficiadas pelos aumentos de preços e do emprego e tiveram aumento de renda.
Segundo a pesquisa, a renda disponível das famílias de classe C cresceu quase 50% de 2010 para 2011, enquanto o acréscimo para a média dos brasileiros foi de 22% em igual período.
A renda disponível das famílias de maior poder aquisitivo, das classes A e B, ultrapassou no ano passado R$ 1 mil, mas cresceu apenas 1% em relação ao ano anterior. Nas classes D e E, a base da pirâmide social, houve um acréscimo de 21% na renda disponível no mesmo período.
24/03/2012 - Jornal do Brasil on-line - RJ
No ano passado, o gasto médio mensal das famílias das classes D e E com empregados domésticos atingiu R$ 300, superando as despesas com supermercado (R$ 284) e moradia (R$ 209) para essa faixa de renda. R$ 300 também foi a cifra média desembolsada pelas famílias de todas as classes sociais com empregadas domésticas em 2011. O aumento foi de 29,3% ante 2010.
“Esse é o reflexo do pleno emprego”, afirma o vice-presidente da Cetelem BGN, Miltonleise Carreiro Filho. Ele destaca que as classes de menor renda encontraram melhores oportunidades de trabalho, principalmente no setor de serviços, e tiveram de contratar pessoas para cuidar dos filhos e da casa.
A pesquisa utiliza o Critério Brasil, formulado pela Associação Brasileira da Empresas de Pesquisa (Abep), que considera a posse de bens no domicílio e a escolaridade do chefe de família como critérios de estratificação social. Para facilitar o entendimento, segundo esse critério, a renda média familiar da classe C é de R$ 1.282; das classes A e B, varia entre R$ 2.565 a R$ 12.926; e as classes D e E têm renda de até R$ 714.
Escolaridade
Há evidências desse movimento de escassez de mão de obra também em outro dado da pesquisa. A renda disponível, isto é, aquela que sobra para as famílias depois de todas as despesas básicas, cresceu muito mais para as famílias com menor nível de escolaridade.
De 2010 para 2011, a renda disponível das famílias cujo chefe tem ensino básico subiu 46,14%. Naquelas com ensino fundamental, a alta foi de 44,64%. Nesse mesmo período, as famílias cujo chefe tem ensino médio ampliaram a renda em 19,89%. Mas aquelas de nível superior registraram queda de 4,70% na renda.
Esse resultado pode ser um indício de que as famílias de maior poder aquisitivo e escolaridade, que normalmente são as grandes consumidoras de serviços, tiveram a renda disponível reduzida por causa de aumento de preços dos serviços nos últimos meses. Em contrapartida, as famílias das classes de menor renda, que geralmente são as prestadoras de serviços, foram beneficiadas pelos aumentos de preços e do emprego e tiveram aumento de renda.
Segundo a pesquisa, a renda disponível das famílias de classe C cresceu quase 50% de 2010 para 2011, enquanto o acréscimo para a média dos brasileiros foi de 22% em igual período.
A renda disponível das famílias de maior poder aquisitivo, das classes A e B, ultrapassou no ano passado R$ 1 mil, mas cresceu apenas 1% em relação ao ano anterior. Nas classes D e E, a base da pirâmide social, houve um acréscimo de 21% na renda disponível no mesmo período.
24/03/2012 - Jornal do Brasil on-line - RJ
Em sete anos, 64 milhões de pessoas migraram para faixas mais altas de renda
Nos últimos sete anos, 64 milhões de brasileiros ascenderam de faixa de renda. “Isto representa o tamanho da Itália”, comparou Marcos Westphalen Etchegoyen, diretor-presidente da Cetelem BGN, empresa do grupo financeiro BNP Paribas, ao apresentar nesta quinta-feira (22) a pesquisa O Observador Brasil 2012, em parceria com o Instituto Ipsos Publics Affairs.
O levantamento é uma amostra da estratificação social obtida após l,5 mil entrevistas. Foram ouvidos brasileiros com mais de 16 anos em 70 cidades, no período de 17 a 23 de dezembro do ano passado. Os dados servem para subsidiar as decisões da empresa, em especial, quando pretende explorar um novo nicho de mercado ou expandir negócios em andamento.
Segundo a pesquisa, de 2005 até 2011, enquanto diminuiu a parcela da população mais pobre (de 51% para 24%), cresceu o universo dos mais ricos (de 15% para 22%) e, também, da classe média (de 34% para 54%), que passou a ser maioria no país. Há sete anos, havia 92,9 milhões de pessoas classificadas como baixa renda. Esse número caiu praticamente à metade no ano passado (45,2 milhões).
Já a parcela mais abastada da população subiu de 26,4 milhões para 42,4 milhões de brasileiros no período pesquisado. Mas o maior contingente está mesmo na chamada classe C, que passou de 62,7 milhões para 103,05 milhões. Na classe C, o ganho familiar médio mensal cresceu de R$ l,3 mil para R$ l,45 mil entre 2010 e 2011. Na média de todas as classes socioeconômicas, a renda média subiu de R$ 1,5 para R$ l,6 mil.
Esses números, na opinião de Westphalen, mostram “uma consolidação da elevação da faixa de renda”. Mas ele destacou que há um comportamento mais cauteloso dos consumidores. Na média, todas as classes de renda mantiveram estabilidade nos gastos, com exceção da classe C. Não foi observada mudança em relação ao consumo em supermercados, de energia, gás, água, transporte e remédios. Já os gastos com moradia, principalmente com aluguel, aumentaram 14% em relação a 2011.
Os gastos com prestação de imóveis aumentaram, em média, 23%. Também pesaram mais no orçamento das famílias as despesas com serviços domésticos (+29%). A pesquisa aponta ainda que a melhoria de renda elevou o desejo das pessoas de comprar móveis e eletrodomésticos. Já nas classes A e B foi detectada a intenção de comprar à vista de imóveis e carros.
De acordo com as previsões do vice-presidente da Cetelem, Miltonleise Filho, este ano, o consumo dos brasileiros vai se manter em alta por causa da melhoria da renda. Mas ele alerta que essa disposição de consumir vai ser menor, porque muita gente já comprometeu o orçamento deste ano com financiamentos de longo prazo (para comprar imóveis, carros e eletroeletrônicos, por exemplo).
23/03/2012 - Diário de Natal on-line - RN
O levantamento é uma amostra da estratificação social obtida após l,5 mil entrevistas. Foram ouvidos brasileiros com mais de 16 anos em 70 cidades, no período de 17 a 23 de dezembro do ano passado. Os dados servem para subsidiar as decisões da empresa, em especial, quando pretende explorar um novo nicho de mercado ou expandir negócios em andamento.
Segundo a pesquisa, de 2005 até 2011, enquanto diminuiu a parcela da população mais pobre (de 51% para 24%), cresceu o universo dos mais ricos (de 15% para 22%) e, também, da classe média (de 34% para 54%), que passou a ser maioria no país. Há sete anos, havia 92,9 milhões de pessoas classificadas como baixa renda. Esse número caiu praticamente à metade no ano passado (45,2 milhões).
Já a parcela mais abastada da população subiu de 26,4 milhões para 42,4 milhões de brasileiros no período pesquisado. Mas o maior contingente está mesmo na chamada classe C, que passou de 62,7 milhões para 103,05 milhões. Na classe C, o ganho familiar médio mensal cresceu de R$ l,3 mil para R$ l,45 mil entre 2010 e 2011. Na média de todas as classes socioeconômicas, a renda média subiu de R$ 1,5 para R$ l,6 mil.
Esses números, na opinião de Westphalen, mostram “uma consolidação da elevação da faixa de renda”. Mas ele destacou que há um comportamento mais cauteloso dos consumidores. Na média, todas as classes de renda mantiveram estabilidade nos gastos, com exceção da classe C. Não foi observada mudança em relação ao consumo em supermercados, de energia, gás, água, transporte e remédios. Já os gastos com moradia, principalmente com aluguel, aumentaram 14% em relação a 2011.
Os gastos com prestação de imóveis aumentaram, em média, 23%. Também pesaram mais no orçamento das famílias as despesas com serviços domésticos (+29%). A pesquisa aponta ainda que a melhoria de renda elevou o desejo das pessoas de comprar móveis e eletrodomésticos. Já nas classes A e B foi detectada a intenção de comprar à vista de imóveis e carros.
De acordo com as previsões do vice-presidente da Cetelem, Miltonleise Filho, este ano, o consumo dos brasileiros vai se manter em alta por causa da melhoria da renda. Mas ele alerta que essa disposição de consumir vai ser menor, porque muita gente já comprometeu o orçamento deste ano com financiamentos de longo prazo (para comprar imóveis, carros e eletroeletrônicos, por exemplo).
23/03/2012 - Diário de Natal on-line - RN
segunda-feira, 12 de março de 2012
Empresas destinam até 2% da receita para melhor da gestão
Empresas destinam até 2% da receita para melhor da gestão
09/03/2012
Uma pesquisa inédita realizada pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) com 309 empresas brasileiras revela que 42% das entrevistadas destina até 2% de seu faturamento para programas permanentes de melhoria da gestão. Já 13% das organizações direcionam um montante acima de 10% e apenas 8% dos participantes afirmam que não investem financeiramente na busca pela excelência.
O estudo, divulgado em janeiro de 2012, mostra também que 93% das empresas entrevistadas se preocupam com a busca pela excelência da gestão e praticamente todas as organizações (99%) acreditam que investir e aperfeiçoar a administração do negócio contribui para o aumento da sua competitividade. Considerando os mais diversos aspectos do negócio, as maiores preocupações das empresas são melhores resultados, relacionamento com cliente e gestão de pessoas.
Ainda de acordo com o levantamento da FNQ, 88% das organizações dizem que têm investido recursos não financeiros para melhorar sua gestão, como, por exemplo, políticas para capacitar e motivar colaboradores, ações socioambientais e programas de ouvidoria e fidelização de clientes.
Além disso, os participantes consideraram que os três setores da economia que mais investem e se preocupam com a excelência da gestão são automobilístico, energia elétrica e químico/petroquímico.
Para o superintendente-geral da FNQ, Jairo Martins, os resultados da pesquisa apontam que, pouco a pouco, tem aumentado a preocupação das empresas brasileiras em disseminar internamente a cultura da boa gestão. “Ambientes altamente competitivos, pressão para redução de custos, questões socioambientais, o crescimento da economia, a mitigação dos efeitos da crise financeira mundial e o surgimento de novas oportunidades de negócios, como o pré-sal, são fatores que têm desafiado empresas de diversos segmentos e regiões a buscar a excelência da gestão”, conclui.
12/03/2012 - Revista Executivos Financ. on-line - SP
09/03/2012
Uma pesquisa inédita realizada pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) com 309 empresas brasileiras revela que 42% das entrevistadas destina até 2% de seu faturamento para programas permanentes de melhoria da gestão. Já 13% das organizações direcionam um montante acima de 10% e apenas 8% dos participantes afirmam que não investem financeiramente na busca pela excelência.
O estudo, divulgado em janeiro de 2012, mostra também que 93% das empresas entrevistadas se preocupam com a busca pela excelência da gestão e praticamente todas as organizações (99%) acreditam que investir e aperfeiçoar a administração do negócio contribui para o aumento da sua competitividade. Considerando os mais diversos aspectos do negócio, as maiores preocupações das empresas são melhores resultados, relacionamento com cliente e gestão de pessoas.
Ainda de acordo com o levantamento da FNQ, 88% das organizações dizem que têm investido recursos não financeiros para melhorar sua gestão, como, por exemplo, políticas para capacitar e motivar colaboradores, ações socioambientais e programas de ouvidoria e fidelização de clientes.
Além disso, os participantes consideraram que os três setores da economia que mais investem e se preocupam com a excelência da gestão são automobilístico, energia elétrica e químico/petroquímico.
Para o superintendente-geral da FNQ, Jairo Martins, os resultados da pesquisa apontam que, pouco a pouco, tem aumentado a preocupação das empresas brasileiras em disseminar internamente a cultura da boa gestão. “Ambientes altamente competitivos, pressão para redução de custos, questões socioambientais, o crescimento da economia, a mitigação dos efeitos da crise financeira mundial e o surgimento de novas oportunidades de negócios, como o pré-sal, são fatores que têm desafiado empresas de diversos segmentos e regiões a buscar a excelência da gestão”, conclui.
12/03/2012 - Revista Executivos Financ. on-line - SP
domingo, 11 de março de 2012
A inflação em suas mãos
Em meio às coroas, caixões e outros artigos fúnebres, ela abre um sorriso: “Bom dia, tudo bem? Sou a Viviane, pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV), e gostaria de saber o preço do serviço funerário completo”. É assim, com os pés no chão dos mais improváveis mercados, que começa o dia da dona de casa Viviane Leite Von Rondow. Do trabalho-formiguinha de gente como ela, saem cálculos avançados que resultam em índices como a inflação. O questionamento ao atendente da funerária se soma à pesquisa que a mulher de 41 anos, tênis confortável, calça jeans, blusa com motivos floridos estilizados, brincos, colares e esmalte azul celeste nas unhas faz no sacolão, no açougue, no supermercado, na farmácia, no estacionamento, na padaria, na papelaria e até nas igrejas e cartórios.
Outras 10 donas de casa em Belo Horizonte fazem o mesmo, três vezes por mês, e o resultado do trabalho é aquela sigla que pontua, periodicamente, as páginas dessa nossa Economia, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor). O índice é fracionado em várias pesquisas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Economia – Ibre, da FGV). O Estado de Minas acompanhou esse trabalho, caminhando com Viviane atrás dos preços, em Belo Horizonte.
Antes de dar bom dia ao atendente da funerária, ela despachou os filhos Luís Eduardo e Laura para a escola, e encarou o ônibus 2190 lotado, do Bairro Água Branca, em Contagem, onde mora, até o Santo Agostinho. Da Avenida Amazonas, ela segue a pé, pelo Centro, e sobe até a Savassi, onde, 45 estabelecimentos depois, está encerrada a jornada de trabalho que se repete três vezes ao mês. Estabelecimentos? Ela corrige: “A gente chama de ‘informantes'. Meu marido até brinca, porque ‘informante' parece coisa de espionagem”.
Na verdade, a coleta de informações que municiam os computadores da FGV que calculam o IPC-S (variação semanal do índice), é feita às claras. Cada “informante” que contribui com a prestação de dados é previamente cadastrado. A prospecção desses parceiros também é função de Viviane e da equipe de donas de casa. “Tenho que ir, procurar o gerente e fazer o primeiro contato, explicando o programa da fundação.”
Da funerária, ela se vai, de palm top em punho, para uma lanchonete e, no caminho, explica: “Em alguns informantes, a gente não precisa nem perguntar, só chega e olha os preços mesmo”. Os valores referentes a salgadinhos, pães, suco, refrigerante, café e café com leite, estampados no painel da parede poupa o tempo da pesquisadora.
A entrada de novos informantes na lista depende de critérios técnicos que definem também o peso dos novos itens. Redimensionam a importância dos gastos para os consumidores brasileiros. É a maneira de garantir que o índice de inflação consiga mensurar adequadamente a variação de preços em prateleiras, gôndolas e outros suportes. Toda vez que Viviane vai até o prédio da FGV e descarrega uma pesquisa, o equipamento já é configurado para a semana seguinte. “Recentemente pediram para a gente incluir igrejas, onde pesquisamos preços de cerimônia, e cartórios, onde olhamos até reconhecimento de firma.”
Mudanças da modernidade Ajoelhada diante da prateleira de camisinhas e géis lubricantes, na farmárcia, ela se surpreende ao perceber que os itens que imaginou que se destinariam à pesquisa esporádica de carnaval acabam de entrar definitivamente no cotidiano da pesquisa de inflação. E dá-lhe gargalhada: “Tem com cheiro, sabor, textura, efeito prolongador”. As mudanças nos padrões de consumo colocaram a camisinha na tabela e o preço de cada uma ajuda a compor a média que formará o IPC. Para completar a situação, naquela tarde, nenhuma das nove variedades de gel lubrificante estava devidamente etiquetada, nem constava no cadastro do leitor automático de código de barras. Viviane perguntou o preço de um a um no caixa e a quem olhava torto ela esclarecia: “É pesquisa de preços da inflação”.
A entrada e saída de itens no palm top de Viviane impacta a média total. Mas ela não tem essa percepção. Também não consegue acompanhar a variação, a partir do programinha simples que se restringe à coleta dos dados. Tudo é computado nas centrais do Ibre. “Só quando dá uma variação absurda é que a maquininha pergunta se eu tenho certeza de que o número é aquele mesmo. Para ser bem sincera eu acho esse negócio de inflação meio complicado de entender”, confessa. Quando conta para as amigas que trabalha coletando preços que vão se transformar nos dados da inflação, muitas veem nela a figura que pode dar informações em primeira mão: “Mas não é bem assim porque eu pego os preços no setor que chamamos de Centro e Savassi. Os valores de lá são bem diferentes da minha realidade lá em casa”. Quando dá sorte e encontra promoção “mais em conta”, aproveita para levar o item pesquisado para casa.
Sugestão do marido Viviane entrou para o seleto time de donas de casa pesquisadoras por sugestão do marido Nílton Von Rondow Jr., que é professor. “Há um ano, ele viu na internet que estavam recrutando uma dona de casa para o grupo. Mandei o currículo e depois recebi o treinamento”, conta. As donas de casa que contribuem com a pesquisa são terceirizadas e o grupo é fechado, segundo Viviane: “Só entra uma nova se alguma desiste ou morre mesmo”. Pelas três pesquisas por mês, ela recebe R$ 356. “Quanto mais insumos, que é como chamamos os itens pesquisados, coletarmos, maior é essa remuneração, por faixa.”
Perguntada se esse ordenado é reajustado segundo a inflação, ela responde que nunca parou para pensar nisso. “É bom que eu distraio, saio de casa, vejo gente.” Se é mais cansativo um dia de dona de casa ou de pesquisadora? Ela diz que nem sabe. Toca o trabalho com vigor, garra e fôlego. Ao fim da tarde, andou para burro e não está nem suada. No horizonte, se enxerga voltando para o mercado de trabalho, para exercer a profissão de relações públicas, na qual é graduada. “Deixei o trabalho porque meu marido trabalhava em três turnos quando tivemos filhos e alguém tinha que abrir mão. Realmente não me importo de ter feito isso, mas acho que vou voltando aos poucos, agora que eles estão mais grandinhos. Hoje em dia o mercado não tem mais idade. Acho mesmo que até preferem a gente que está mais velha. A gente tem mais compromisso.”
09/03/2012 - O Estado de Minas - MG
Outras 10 donas de casa em Belo Horizonte fazem o mesmo, três vezes por mês, e o resultado do trabalho é aquela sigla que pontua, periodicamente, as páginas dessa nossa Economia, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor). O índice é fracionado em várias pesquisas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Economia – Ibre, da FGV). O Estado de Minas acompanhou esse trabalho, caminhando com Viviane atrás dos preços, em Belo Horizonte.
Antes de dar bom dia ao atendente da funerária, ela despachou os filhos Luís Eduardo e Laura para a escola, e encarou o ônibus 2190 lotado, do Bairro Água Branca, em Contagem, onde mora, até o Santo Agostinho. Da Avenida Amazonas, ela segue a pé, pelo Centro, e sobe até a Savassi, onde, 45 estabelecimentos depois, está encerrada a jornada de trabalho que se repete três vezes ao mês. Estabelecimentos? Ela corrige: “A gente chama de ‘informantes'. Meu marido até brinca, porque ‘informante' parece coisa de espionagem”.
Na verdade, a coleta de informações que municiam os computadores da FGV que calculam o IPC-S (variação semanal do índice), é feita às claras. Cada “informante” que contribui com a prestação de dados é previamente cadastrado. A prospecção desses parceiros também é função de Viviane e da equipe de donas de casa. “Tenho que ir, procurar o gerente e fazer o primeiro contato, explicando o programa da fundação.”
Da funerária, ela se vai, de palm top em punho, para uma lanchonete e, no caminho, explica: “Em alguns informantes, a gente não precisa nem perguntar, só chega e olha os preços mesmo”. Os valores referentes a salgadinhos, pães, suco, refrigerante, café e café com leite, estampados no painel da parede poupa o tempo da pesquisadora.
A entrada de novos informantes na lista depende de critérios técnicos que definem também o peso dos novos itens. Redimensionam a importância dos gastos para os consumidores brasileiros. É a maneira de garantir que o índice de inflação consiga mensurar adequadamente a variação de preços em prateleiras, gôndolas e outros suportes. Toda vez que Viviane vai até o prédio da FGV e descarrega uma pesquisa, o equipamento já é configurado para a semana seguinte. “Recentemente pediram para a gente incluir igrejas, onde pesquisamos preços de cerimônia, e cartórios, onde olhamos até reconhecimento de firma.”
Mudanças da modernidade Ajoelhada diante da prateleira de camisinhas e géis lubricantes, na farmárcia, ela se surpreende ao perceber que os itens que imaginou que se destinariam à pesquisa esporádica de carnaval acabam de entrar definitivamente no cotidiano da pesquisa de inflação. E dá-lhe gargalhada: “Tem com cheiro, sabor, textura, efeito prolongador”. As mudanças nos padrões de consumo colocaram a camisinha na tabela e o preço de cada uma ajuda a compor a média que formará o IPC. Para completar a situação, naquela tarde, nenhuma das nove variedades de gel lubrificante estava devidamente etiquetada, nem constava no cadastro do leitor automático de código de barras. Viviane perguntou o preço de um a um no caixa e a quem olhava torto ela esclarecia: “É pesquisa de preços da inflação”.
A entrada e saída de itens no palm top de Viviane impacta a média total. Mas ela não tem essa percepção. Também não consegue acompanhar a variação, a partir do programinha simples que se restringe à coleta dos dados. Tudo é computado nas centrais do Ibre. “Só quando dá uma variação absurda é que a maquininha pergunta se eu tenho certeza de que o número é aquele mesmo. Para ser bem sincera eu acho esse negócio de inflação meio complicado de entender”, confessa. Quando conta para as amigas que trabalha coletando preços que vão se transformar nos dados da inflação, muitas veem nela a figura que pode dar informações em primeira mão: “Mas não é bem assim porque eu pego os preços no setor que chamamos de Centro e Savassi. Os valores de lá são bem diferentes da minha realidade lá em casa”. Quando dá sorte e encontra promoção “mais em conta”, aproveita para levar o item pesquisado para casa.
Sugestão do marido Viviane entrou para o seleto time de donas de casa pesquisadoras por sugestão do marido Nílton Von Rondow Jr., que é professor. “Há um ano, ele viu na internet que estavam recrutando uma dona de casa para o grupo. Mandei o currículo e depois recebi o treinamento”, conta. As donas de casa que contribuem com a pesquisa são terceirizadas e o grupo é fechado, segundo Viviane: “Só entra uma nova se alguma desiste ou morre mesmo”. Pelas três pesquisas por mês, ela recebe R$ 356. “Quanto mais insumos, que é como chamamos os itens pesquisados, coletarmos, maior é essa remuneração, por faixa.”
Perguntada se esse ordenado é reajustado segundo a inflação, ela responde que nunca parou para pensar nisso. “É bom que eu distraio, saio de casa, vejo gente.” Se é mais cansativo um dia de dona de casa ou de pesquisadora? Ela diz que nem sabe. Toca o trabalho com vigor, garra e fôlego. Ao fim da tarde, andou para burro e não está nem suada. No horizonte, se enxerga voltando para o mercado de trabalho, para exercer a profissão de relações públicas, na qual é graduada. “Deixei o trabalho porque meu marido trabalhava em três turnos quando tivemos filhos e alguém tinha que abrir mão. Realmente não me importo de ter feito isso, mas acho que vou voltando aos poucos, agora que eles estão mais grandinhos. Hoje em dia o mercado não tem mais idade. Acho mesmo que até preferem a gente que está mais velha. A gente tem mais compromisso.”
09/03/2012 - O Estado de Minas - MG
quarta-feira, 7 de março de 2012
Cresce a participação da Apple no mercado de smartphones, porém Android ainda domina
Cresce a participação da Apple no mercado de smartphones, porém Android ainda domina
Cresce a participação da Apple no mercado de smartphones, porém Android ainda domina
Aumentou a quantidade de donos de smartphones adeptos do sistema operacional da Apple para esses aparelhos. A empresa deteve 29,5% do mercado no trimestre encerrado em janeiro deste ano, segundo a consultoria comScore. No trimestre anterior, a porcentagem era de 28,1%. Mas o Android, do Google, ainda predomina nos celulares, com market-share de 48,6%, número 2,3% maior que o do período anterior
07/03/2012 - Brasil Econômico - SP
Cresce a participação da Apple no mercado de smartphones, porém Android ainda domina
Aumentou a quantidade de donos de smartphones adeptos do sistema operacional da Apple para esses aparelhos. A empresa deteve 29,5% do mercado no trimestre encerrado em janeiro deste ano, segundo a consultoria comScore. No trimestre anterior, a porcentagem era de 28,1%. Mas o Android, do Google, ainda predomina nos celulares, com market-share de 48,6%, número 2,3% maior que o do período anterior
07/03/2012 - Brasil Econômico - SP
Consumidora da classe C procura desconto e já usa mais o e-commerce
Consumidora da classe C procura desconto e já usa mais o e-commerce
Atenção redobrada na hora da compra
Consumidora da classe C procura desconto e já usa mais o e-commerce
Na hora de fazer compras, as mulheres demonstram ser bem mais atentas que os homens. A maioria procura ofertas/descontos (81 %) e preços baixos (72%), segundo a pesquisa Target Group Index, do Ibope Media. Elas também são mais cuidadosas que os homens quanto às embalagens dos produtos: 62% das mulheres procuram a marca na embalagem e 59% costumam ler as informações do rótulo (tabela 1).
Dos produtos femininos em que se identifica maior evolução no consumo, destacam-se os cosméticos. Neste aspecto as mulheres de classe C apresentam percentuais de crescimento superiores aos das mulheres de classe AB, em especial para blush, pó e base protetor diário, rímel! máscara para cílios e tintura para cabelo com níveis de crescimento nos últimos nove anos entre 124% e 222% (tabela 2). Outro dado interessante sobre a evolução do comportamento de consumo das mulheres da classe C é a utilização da internet como canal de compras. Enquanto o crescimento de compras pela internet foi de quatro vezes na população em geral, entre as mulheres este crescimento foi de 5,5 vezes. Apesar apresentar índices de consumo mais baixos para este formato de compra, o crescimento das mulheres da classe C neste quesito é ainda mais
Atenção redobrada na hora da compra
Consumidora da classe C procura desconto e já usa mais o e-commerce
Na hora de fazer compras, as mulheres demonstram ser bem mais atentas que os homens. A maioria procura ofertas/descontos (81 %) e preços baixos (72%), segundo a pesquisa Target Group Index, do Ibope Media. Elas também são mais cuidadosas que os homens quanto às embalagens dos produtos: 62% das mulheres procuram a marca na embalagem e 59% costumam ler as informações do rótulo (tabela 1).
Dos produtos femininos em que se identifica maior evolução no consumo, destacam-se os cosméticos. Neste aspecto as mulheres de classe C apresentam percentuais de crescimento superiores aos das mulheres de classe AB, em especial para blush, pó e base protetor diário, rímel! máscara para cílios e tintura para cabelo com níveis de crescimento nos últimos nove anos entre 124% e 222% (tabela 2). Outro dado interessante sobre a evolução do comportamento de consumo das mulheres da classe C é a utilização da internet como canal de compras. Enquanto o crescimento de compras pela internet foi de quatro vezes na população em geral, entre as mulheres este crescimento foi de 5,5 vezes. Apesar apresentar índices de consumo mais baixos para este formato de compra, o crescimento das mulheres da classe C neste quesito é ainda mais
quinta-feira, 1 de março de 2012
Empresas investem em idosos na mão de obra
Publicado no Super Notícia em 01/03/2012
De volta. Ely de Sá Gonçalves se cansou de ficar parado em casa, sem companhia, e decidiu retornar ao mercado, como embalador
Para driblar a falta de mão de obra qualificada, as empresas estão ampliando o perfil de contratação. Conseguir colocação no mercado de trabalho na terceira idade está deixando de ser um problema. O embalador do supermercado Verdemar Ely de Sá Gonçalves, de 70 anos, confirma essa situação. Aposentado, ele decidiu voltar à ativa. "Não gosto de ficar parado. Quando aposentei, fiquei três anos sem trabalhar, mas cansa ficar em casa sozinho", conta ele.
Além do reforço no orçamento, o trabalho na terceira idade ajuda na socialização. "Tenho amizade com os colegas de trabalho e com os clientes. Também sou muito bem tratado por todos na empresa. O trabalho aqui é muito bom", diz o viúvo, pai de quatro filhos e que já desempenhou diversas funções em toda a sua vida, como vigilante, porteiro, além de atuar na área de manutenção industrial.
Segunda atividade
O médico Kléber Rocha, que atua há 37 anos como ginecologista e obstetra, ingressou há quatro anos em outra atividade: consultor imobiliário. "Atuo nas duas atividades, mas reduzi o ritmo de atendimento como médico. Atendo toda terça e quinta, mas ainda acontecem as chamadas fora do horário", ressalta.
Ele conta que se interessava pela área imobiliária como investimento e que acabou sendo convidado para trabalhar no segmento. "É um setor muito interessante, que exige conhecimento e dedicação. Além do mais, é uma atividade que não tem limites para os ganhos. Afinal, quanto mais você vende, mais você ganha. Só depende do próprio esforço profissional para poder incrementar os rendimentos. E, além do mais, o setor passa por um bom momento, o mercado cresceu muito nos últimos quatro anos", observa o múltiplo profissional.
Diferencial
O médico e consultor imobiliário, que tem mais de 60 anos, defende que a idade não é um diferencial no mercado de trabalho. "Tenho colegas de 19, 21 anos e pessoas com mais idade. A atividade é bem diversificada, há profissionais com outras formações que atuam no setor, como advogados, economistas, jornalistas, engenheiros. O que vale mesmo é a dedicação, o interesse", diz o consultor da Morus Imóveis.
Ampliação
O superintendente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), Adilson Rodrigues, afirma que a atividade está ampliando o "leque do perfil de trabalho, assim como já acontece nos Estados Unidos. "Lá, já é comum o uso de trabalhadores na terceira idade nos supermercados", diz.
Há vagas
Os gerentes de Recursos Humanos (RH) dos supermercados Super Nosso e Verdemar ressaltam que estão com várias vagas abertas para os profissionais da terceira idade.
Na Mórus Imóveis, 5% dos corretores são idosos, diz Reis
Experiência pode suprir carência
Os profissionais com mais idade, que há alguns anos eram descartados pelas empresas, hoje vivem uma nova realidade no mercado de trabalho e podem ser a saída para a falta de mão de obra qualificada na avaliação do sócio da Morus Imóveis, Lucas Reis. Atualmente, 5% dos corretores da empresa são da terceira idade.
"Eles são bons profissionais, são dedicados. Eles têm interesse e não querem ficar em casa", ressalta.
Ele conta que a rotatividade é alta no setor, mas, com os mais velhos, o índice reduz. O empresário afirma que, hoje, o mercado de trabalho está mais democrático.
"Hoje, há espaço para todos, mesmo os sem experiência, desde que tenham vontade de aprender. Com cinco meses no mercado, a Morus conta com o trabalho de cerca de 450 corretores autônomos.
Empresas destacam qualidades
A dedicação e a vontade de trabalhar são algumas das características comuns aos profissionais da terceira idade, segundo os empregadores. Eles também ressaltam a paciência e a responsabilidade na execução das tarefas.
O gerente de Recursos Humanos (RH) do Supermercado Verdemar, Leandro Souza Pinho, afirma que a empresa nunca teve restrições aos idosos e que, em 2010, foi criado o projeto Terceira Idade, quando o supermercado passou a divulgar as vagas para este grupo, além de criar políticas internas para ele.
Ele conta que o principal diferencial dos trabalhadores da terceira idade é a responsabilidade com o trabalho. "Também se destacam o fácil entendimento das regras e práticas internas, a cordialidade e a paciência", observa.
Para ele, no atual cenário, as empresas devem estar atentas a todas as possibilidades de inserção de mão de obra.
"Os idosos são mais uma opção, porém a criatividade e a busca constante de inovação devem ser foco constante dos Recursos Humanos das empresas", ressalta. Atualmente, a rede tem 81 funcionários com mais de 50 anos. Desses, 15 têm mais de 60 anos.
Estatística
Em 2010,segundo a Sinopse do Censo Demográfico do Instituto brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tinha 13,8 milhões de crianças de até 4 anos e 14 milhões de pessoas com mais de 65 anos.
01/03/2012 - Super Notícia - MG
De volta. Ely de Sá Gonçalves se cansou de ficar parado em casa, sem companhia, e decidiu retornar ao mercado, como embalador
Para driblar a falta de mão de obra qualificada, as empresas estão ampliando o perfil de contratação. Conseguir colocação no mercado de trabalho na terceira idade está deixando de ser um problema. O embalador do supermercado Verdemar Ely de Sá Gonçalves, de 70 anos, confirma essa situação. Aposentado, ele decidiu voltar à ativa. "Não gosto de ficar parado. Quando aposentei, fiquei três anos sem trabalhar, mas cansa ficar em casa sozinho", conta ele.
Além do reforço no orçamento, o trabalho na terceira idade ajuda na socialização. "Tenho amizade com os colegas de trabalho e com os clientes. Também sou muito bem tratado por todos na empresa. O trabalho aqui é muito bom", diz o viúvo, pai de quatro filhos e que já desempenhou diversas funções em toda a sua vida, como vigilante, porteiro, além de atuar na área de manutenção industrial.
Segunda atividade
O médico Kléber Rocha, que atua há 37 anos como ginecologista e obstetra, ingressou há quatro anos em outra atividade: consultor imobiliário. "Atuo nas duas atividades, mas reduzi o ritmo de atendimento como médico. Atendo toda terça e quinta, mas ainda acontecem as chamadas fora do horário", ressalta.
Ele conta que se interessava pela área imobiliária como investimento e que acabou sendo convidado para trabalhar no segmento. "É um setor muito interessante, que exige conhecimento e dedicação. Além do mais, é uma atividade que não tem limites para os ganhos. Afinal, quanto mais você vende, mais você ganha. Só depende do próprio esforço profissional para poder incrementar os rendimentos. E, além do mais, o setor passa por um bom momento, o mercado cresceu muito nos últimos quatro anos", observa o múltiplo profissional.
Diferencial
O médico e consultor imobiliário, que tem mais de 60 anos, defende que a idade não é um diferencial no mercado de trabalho. "Tenho colegas de 19, 21 anos e pessoas com mais idade. A atividade é bem diversificada, há profissionais com outras formações que atuam no setor, como advogados, economistas, jornalistas, engenheiros. O que vale mesmo é a dedicação, o interesse", diz o consultor da Morus Imóveis.
Ampliação
O superintendente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), Adilson Rodrigues, afirma que a atividade está ampliando o "leque do perfil de trabalho, assim como já acontece nos Estados Unidos. "Lá, já é comum o uso de trabalhadores na terceira idade nos supermercados", diz.
Há vagas
Os gerentes de Recursos Humanos (RH) dos supermercados Super Nosso e Verdemar ressaltam que estão com várias vagas abertas para os profissionais da terceira idade.
Na Mórus Imóveis, 5% dos corretores são idosos, diz Reis
Experiência pode suprir carência
Os profissionais com mais idade, que há alguns anos eram descartados pelas empresas, hoje vivem uma nova realidade no mercado de trabalho e podem ser a saída para a falta de mão de obra qualificada na avaliação do sócio da Morus Imóveis, Lucas Reis. Atualmente, 5% dos corretores da empresa são da terceira idade.
"Eles são bons profissionais, são dedicados. Eles têm interesse e não querem ficar em casa", ressalta.
Ele conta que a rotatividade é alta no setor, mas, com os mais velhos, o índice reduz. O empresário afirma que, hoje, o mercado de trabalho está mais democrático.
"Hoje, há espaço para todos, mesmo os sem experiência, desde que tenham vontade de aprender. Com cinco meses no mercado, a Morus conta com o trabalho de cerca de 450 corretores autônomos.
Empresas destacam qualidades
A dedicação e a vontade de trabalhar são algumas das características comuns aos profissionais da terceira idade, segundo os empregadores. Eles também ressaltam a paciência e a responsabilidade na execução das tarefas.
O gerente de Recursos Humanos (RH) do Supermercado Verdemar, Leandro Souza Pinho, afirma que a empresa nunca teve restrições aos idosos e que, em 2010, foi criado o projeto Terceira Idade, quando o supermercado passou a divulgar as vagas para este grupo, além de criar políticas internas para ele.
Ele conta que o principal diferencial dos trabalhadores da terceira idade é a responsabilidade com o trabalho. "Também se destacam o fácil entendimento das regras e práticas internas, a cordialidade e a paciência", observa.
Para ele, no atual cenário, as empresas devem estar atentas a todas as possibilidades de inserção de mão de obra.
"Os idosos são mais uma opção, porém a criatividade e a busca constante de inovação devem ser foco constante dos Recursos Humanos das empresas", ressalta. Atualmente, a rede tem 81 funcionários com mais de 50 anos. Desses, 15 têm mais de 60 anos.
Estatística
Em 2010,segundo a Sinopse do Censo Demográfico do Instituto brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tinha 13,8 milhões de crianças de até 4 anos e 14 milhões de pessoas com mais de 65 anos.
01/03/2012 - Super Notícia - MG

Diante das boas perspectivas para a economia neste ano, o brasileiro tem muitos planos. Entretanto, diferentemente do que se possa imaginar, não é o consumo que puxa a lista de desejos. Ter mais dinheiro, tempo e investir na carreira estão entre as prioridades do cidadão. É o que revela pesquisa realizada pela consultoria Triad PS, especializada em tempo e produtividade.
Os resultados apontam que 58% dos entrevistados têm como objetivos primordiais guardar e investir dinheiro em 2012; seguido por investimentos na carreira, com 54% dos votos; e ter mais tempo para coisas importantes, com 52%.
Ou seja, "o brasileiro quer realizar a trilogia ter mais dinheiro, tempo e estudo", conclui Christian Barbosa, presidente da empresa de consultoria.
Por outro lado, desejos que sempre povoaram o imaginário da população, como comprar um carro, conseguir um novo emprego, possuir a casa própria ou ser dono do próprio negócio, por exemplo, aparecem em posições nunca antes imaginada: nona, décima, décima-primeira, e décima-quarta colocações, com 21%, 21%, 20% e 13% das respostas, respectivamente.
Na sua frente, vêm desejos como estudar um outro idioma, com 36% dos votos; praticar esportes, na mesma proporção; melhorar a saúde (34%), emagrecer e fazer uma viagem internacional (33%).
Menos consumo
"Esse comportamento revela um desejo de consumo da população que vem se reduzindo, com a sua atenção sendo direcionada para itens que geram melhor qualidade de vida no longo prazo, como poupar e adquirir qualificação", destaca o economista Alex Araújo.
Segundo ele, a prioridade dada ao quesito educação tem se revelado inclusive nas pesquisas locais. "Sobretudo nas famílias de classe C, que querem ver os filhos com melhor qualificação. Isso dá a ideia de progresso", completa.
Ainda de acordo com Araújo, os dados do estudo mostram também que, "em grande parte, a necessidade imediata de consumo material foi atendida".
"A preocupação maior agora, com essa preferência por guardar e investir dinheiro, está atrelada ao longo prazo, com as pessoas pensando na sua aposentadoria e em mais qualidade de vida. Isto acaba sendo um reflexo da economia real", expõe o economista.
Curiosamente, os itens menos votados foram comprar um smartphone e casar, ambos empatados em 7%.
Preocupações
Alinhada com as expectativas apontadas para este ano, a maior preocupação do brasileiro é com suas finanças, quesito que lidera com 28% das respostas dos entrevistados.
Conforme Christian Barbosa, executivo da Triad PS, responsável pela pesquisa, "o crescimento do percentual de endividamento da renda familiar com certeza é um dos fatores que ajudou nesse resultado".
A segunda maior preocupação do cidadão, por sua vez, também tem a ver com seus objetivos e com geração de renda. A carreira foi apontada com 17% dos votos, seguida pela falta de tempo com 12%.
Avaliação de 2011
De acordo com o estudo, o ano passado foi muito bom para a carreira. Este quesito foi o único avaliado como excelente por 48% dos pesquisados, seguido por saúde (39%) e realização de seus sonhos pessoais (38%).
O pior item de avaliação foi a administração do tempo. 26% das pessoas afirmaram que 2011 foi um péssimo ano para a gestão do seu tempo pessoal.
Para sua realização, a pesquisa foi respondida por 1.872 pessoas de 25 estados Brasileiros e Distrito Federal, desde o dia 15 de outubro até 30 de dezembro de 2011. A idade média dos entrevistados é de 32 anos, sendo 55% homens e 45% mulheres, sendo que deste público 98% estão atualmente empregados.
Logística na indústria farmacêutica
Logística na indústria farmacêutica
Programa de treinamento global para a Cadeia Fria da Kuehne + Nagel é premiado
Agências
16h48 - 29/2/2012
Comentar http://twiite.me/7BE27 Twitter Facebook
O operador logístico Kuehne + Nagel implementou globalmente um programa de educação com foco na Cadeia Fria. Com a colaboração de uma empresa líder da indústria farmacêutica, especialistas da organização participaram de um amplo treinamento no campo de manipulação de produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura em todos os modais de transporte. E com base no know-how adquirido, a Kuehne + Nagel desenvolveu um conceito de educação próprio com padrões definidos, visando as melhores práticas e soluções para a indústria. Além disso, o conceito já se tornou um elemento importante para o futuro do frete aéreo na indústria farmacêutica e logo será lançado um novo produto globalmente.
A eficiência e qualidade do programa foram reconhecidas e a Kuehne + Nagel recebeu o prêmio “Life Science Logistic Partner of the Year 2012”, entregue no “IQPC Cool Chain Logistics Europe 2012”, promovido pela IQPC - International Quality & Productivity Center, que ocorreu no dia 1º fevereiro de 2012.
Os critérios para a nomeação da Kuehne + Nagel incluíram, por um lado, o impacto da solução Logística sobre a indústria e os benefícios gerados para o cliente em termos de segurança, redução de riscos, orientação de processos e otimização de custos. Por outro lado, a comunicação, capacidade de resposta, comportamento pró-ativo e nível geral de serviço, bem como o compromisso na busca de excelência e melhores práticas para a indústria, segundo os organizadores da premiação.
01/03/2012 - NetMarinha - SP
Programa de treinamento global para a Cadeia Fria da Kuehne + Nagel é premiado
Agências
16h48 - 29/2/2012
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O operador logístico Kuehne + Nagel implementou globalmente um programa de educação com foco na Cadeia Fria. Com a colaboração de uma empresa líder da indústria farmacêutica, especialistas da organização participaram de um amplo treinamento no campo de manipulação de produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura em todos os modais de transporte. E com base no know-how adquirido, a Kuehne + Nagel desenvolveu um conceito de educação próprio com padrões definidos, visando as melhores práticas e soluções para a indústria. Além disso, o conceito já se tornou um elemento importante para o futuro do frete aéreo na indústria farmacêutica e logo será lançado um novo produto globalmente.
A eficiência e qualidade do programa foram reconhecidas e a Kuehne + Nagel recebeu o prêmio “Life Science Logistic Partner of the Year 2012”, entregue no “IQPC Cool Chain Logistics Europe 2012”, promovido pela IQPC - International Quality & Productivity Center, que ocorreu no dia 1º fevereiro de 2012.
Os critérios para a nomeação da Kuehne + Nagel incluíram, por um lado, o impacto da solução Logística sobre a indústria e os benefícios gerados para o cliente em termos de segurança, redução de riscos, orientação de processos e otimização de custos. Por outro lado, a comunicação, capacidade de resposta, comportamento pró-ativo e nível geral de serviço, bem como o compromisso na busca de excelência e melhores práticas para a indústria, segundo os organizadores da premiação.
01/03/2012 - NetMarinha - SP
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