Um organismo social propício ao
desenvolvimento de doenças psicossomáticas. Essa é a realidade de muitas organizações
com um grau de salubridade negativo, principalmente aquelas que ainda vivem
gestões retrógradas e com processos incompletos ou falhos. Questões relacionadas
a liderança e de ordem de direcionamento, fatores de responsabilidade do
estratégico, são os que mais ajudam nesse inferno astral. A base da pirâmide
juntamente com o seu nível intermediário são os que mais sofrem por sofrerem
diretamente o impacto fruto dos diversos tipos de dominação exercida, dentre
elas, a mais negativa de todas, aquela com caráter autocrático. Exemplos comuns
são: rotatividade (ninguém agüenta trabalhar em uma atmosfera psicológica ruim),
absenteísmo, roubo, sabotagem, dentre outros. O aspecto grotesco da coisa está
relacionado à análise do discurso das chefias que exalam ricas e inúteis
oratórias sobre o “crescimento profissional”, “motivação”, “trabalho em equipe”,
“comprometimento”, “produtividade” “manuais e códigos de ética”, “qualidade e
excelência no atendimento” e esquecem-se que estão lhe dando com os filhos da
geração Y que já ouviram muitas exposições metódicas dos seus pais não
cumpridas como oratórias morais, de valores, a respeito da vida e que não sabem
respeitar um sinal de trânsito no momento da pressa (rsrsrsrs).
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