sexta-feira, 17 de maio de 2013

Eu sou uma vela. Consumo-me para que brilhes

Um organismo social propício ao desenvolvimento de doenças psicossomáticas. Essa é a realidade de muitas organizações com um grau de salubridade negativo, principalmente aquelas que ainda vivem gestões retrógradas e com processos incompletos ou falhos. Questões relacionadas a liderança e de ordem de direcionamento, fatores de responsabilidade do estratégico, são os que mais ajudam nesse inferno astral. A base da pirâmide juntamente com o seu nível intermediário são os que mais sofrem por sofrerem diretamente o impacto fruto dos diversos tipos de dominação exercida, dentre elas, a mais negativa de todas, aquela com caráter autocrático. Exemplos comuns são: rotatividade (ninguém agüenta trabalhar em uma atmosfera psicológica ruim), absenteísmo, roubo, sabotagem, dentre outros. O aspecto grotesco da coisa está relacionado à análise do discurso das chefias que exalam ricas e inúteis oratórias sobre o “crescimento profissional”, “motivação”, “trabalho em equipe”, “comprometimento”, “produtividade” “manuais e códigos de ética”, “qualidade e excelência no atendimento” e esquecem-se que estão lhe dando com os filhos da geração Y que já ouviram muitas exposições metódicas dos seus pais não cumpridas como oratórias morais, de valores, a respeito da vida e que não sabem respeitar um sinal de trânsito no momento da pressa (rsrsrsrs).

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