quarta-feira, 1 de maio de 2013
Belém do meu Pará
Ao lado das minhas duas parceiras incontestáveis tive a oportunidade de vivenciar um cena tipicamente paraense. Tomei um tacacá extremamente delicioso em uma tarde bastante chuvosa em uma barraca situada ao lado do colégio Marista com direito a respingos e ventos suficientemente fortes para balançar as folhas das mangueiras e nos molhar levemente de vez em quando. Ao fundo um rádio ligado em uma dessas emissoras AM com a narração do jogo do Leão do norte que estava fazendo a primeira partida da final do campeonato paraense. Apesar do frio e dos pingos que nos molhavam parece que aquele estado interior de torpor causava uma certa embriaguez redentora de estar ali presenciando em carne e osso costumes e valores da minha terra natal. Sei que somos seres adaptáveis e que dependendo das circunstâncias somos até forçados a aceitar outras "terras" como sendo nossa, porém nada igual à aquilo que trás as suas raízes e faz, mesmo que seja por poucos minutos, o momento mais feliz de sua estória dessa tarde de maio. Já tive minhas andanças e continuarei a tê-las, no entanto Belém será sempre a Belém do meu Pará.
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