quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Valeu Obina!!!


Massa funkeira não me leve a mal, mas vou ter que dar um papo aqui que pode gerar uma certa nóia nas mentes mais fracas. Geral tá vendo que a simples chegada do Mengão no G4 provocou hecatombes generalizadas de norte a sul na arcoirislândia. A presença do Fuderosão atemoriza, apavora, intimida, isso é inegável. Bambis, porcos, galinhas, chorolados e smurfettes começaram a pipocar e a perder pontos quando não podiam perder. Enquanto isso, o Mengão Justiceiro passava o rodo e subia, na humildade, um degrau de cada vez. É nóis sempre, maluco.

Estamos entre amigos, não precisa se envergonhar só porque estamos falando a real. Não estamos viajando ou sendo soberbos, arrogantes, auto-suficientes. Enfim, não estamos sendo rubro-negros normais, estamos sendo sincerões. Existe outra justificativa para a flatulência que se tornou epidêmica entre os times que disputam o título e Liberta assim que nós botamos a cara? Claro que não! É o Fuderosão botando fogo pelas ventas e tocando o terror na humildade máxima.

Mas é bom que nós consigamos manter um distanciamento crítico de tudo isso. Se liga na idéia. O Mengão assusta não apenas porque o time tá jogando mais bola que os outros. Isso é do futebol, todo ano tem um time que tá jogando melhor. Mas só isso não basta pra tocar o terror que nós tocamos. O que congela o sangue da arcoirizada malvestida é a nossa representatividade. É isso que deixa vagabundo bolado.

Eles tão ligados que a Nação se espalha homogênea e majoritariamente em todos os estratos da sociedade. O Flamengo ta junto e misturado na malha do tecido social. Estamos sempre na parada, seja onde for a parada. Não tem como tentarem dar uma volta no Mengão. A Nação não deixa.

Além da Globo, da CBF, da CIA e da Microsoft, que fecharam com a gente faz tempo, estamos também enxertados lá no alto comando da PM paulista, tirando o mando de campo dos gambás. Estamos também no STJD, garantindo a pena mínima pra 3 bambinos que se excederam no uso da força. Estamos também no seio da porcaiada, criando tumulto e garantindo a excursão de fim de ano da Porcolândia até Assunción do Paraguai. Valeu, Obina!

Enfim, os caras têm motivos justos e coerentes pra ficarem cheios de medinho. A gente é que não pode ficar se achando. Vamos continuar no sapato, fazendo a nossa parte e secando geral que puder atrapalhar nossos planos. Ainda não ganhamos nada, mas não perdemos nada por esperar.

Fonte: http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Amigos


Grandes parceiros em horas incomuns. Sem dúvida o sentido da vida estaria incompleto se não existisse relações de amizade que pudessem trazer a tona momentos de pura alegria e encantamento. De certo que são pequenos momentos. São coisas passageiras e pequenas na linha do tempo em termos de tempo. Esse tal de tempo, por sinal, é um negócio interessante mesmo. Desde de sua invenção pelo próprio homem que necessitava dividir em partes o seu dia ficamos presos a ele e hoje somos dependentes. Pode passar o tempo que for, as quantas partes de dias, anos e décadas seremos sempre felizes por pertencer a determinados meios. Um Grande Abraço ao Negão e ao Marcito essa figura de valor impar.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Domingo quero te encontrar...

O que seria da semana sem os domingos? O que seria das tardes de domingo sem o Flamengo? Confesso que teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo! Essa é uma paixão avassaladora e incondicional. Fazer parte da maior torcida do mundo me trás um sentimento de orgulho e poder. Poder natural e humilde de ser o maior, simplesmente o maior (rsrsrs).

Dessa vez foi o pobre do nauticuzinho que levou o “farelo” dentro da sua própria casa. Ressalto aqui que aquela terra é maravilhosa juntamente com a imensa maioria do seu povo, no entanto aquela vitória de ontem pelos magros 2 tentos a zero me fez lembrar um pobre pernambucano torcedor desse timeco de quinta categoria. Digo timeco porque ele representa a mentalidade de grande parte dos seus torcedores que foram as proximidades do hotel onde estava hospedado o Magnético soltar rojões de foguete as 3horas e as 4.40 horas da manhã deste domingo como se isso adiantasse ou pudesse quebrar o estado de concentração do Imperador e seus súditos. Coitados. Façam o seguinte meus caros nauticuzinhos. Comecem a pensar na segundona ou se quiser coisa melhor pensem na terceira divisão. Quem sabe vocês ainda podem se igualar as duas mazelas do futebol paraense da qual eu nem sei, necessariamente, em qual divisão
os “mosquitos” de Remo e Paysandu estão.

Mas voltando a falar do pobre torcedor do nauticuzinho que por essas bandas de cá ainda reside só tenho a lamentar meu caro. Infelizmente não foi dessa vez. Quem sabe da próxima daqui a 10 anos quando vocês voltarem pra primeirona se é que voltam. Um grande abraço em vermelho-e-preto. Continue a dar as suas aulas com seu “ar” professoral sem concordância nominal e verbal e uma estória de “visse” pra,” visse” pra lá, etc. A escola fundamental de Recife deixa a desejar e muito quando se trata de pronunciar corretamente o português. Que tal trocarmos o tal do “visse” por “viste”?

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Red Label ou Ice - o vovô garoto

Esqueci o nome do fera. Mas ele estava ontem com a mesma disposição e a mesma “espivitisse” que toma o seu comportamento quando rodeado de mulheres. Quer mostrar a todos que no auge dos seu 40 e lá vai cacetada de anos ainda é um perfeito garanhão ávido por mocinhas cantando em coro “gatinho cê gosta mais de red label ou ice”. Parece incrível, mas o tempo não passa pra ele assim como seu cérebro também possui certa incapacidade de evolução na linha do tempo. Claro que ele deve ter suas restrições a mim. Ele é homem-garanhão e jamais aceitaria perder a parte que mais lhe cabia a época. Mas como todo homem que olha pra muitas e deseja todas ao mesmo tempo o mesmo, é claro, não deu conta de segurar seu rebanho de forma disciplinada e controlada: uma ovelha se desgarrou! Foi o fim. Um baque grande naquele que jamais admitiu ter derrotas desse nível. Apesar de toda a sua tentativa de aparecer pra mim e, sobretudo, cercar as pessoas ao meu lado com o seu falso poder de persuasão digo-lhe que observo pacientemente a sua movimentação. Monitoro como faço com os ratos do laboratório do Programa de Análise do Comportamento da Universidade. Percebo que quando estamos no mesmo ambiente atuo como uma espécie de variável que muda seu comportamento de tal forma que a inquietude torna seu estado constante. Imagino que o rato entra em ambiente de extinção e a sua variabilidade chega ao ridículo ponto de se fazer feliz.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

SORRIA! O INFERNO NÃO EXISTE

A má notícia é que o céu também não.

Na Escola Estadual Frei Afonso Maria Jordá, na cidade mineira de Aimorés, os alunos cumprem diariamente o ritual de rezar na sala de aula. Tão inescapável quanto o gongo do recreio, o momento de evocação divina nunca havia gerado conflito. Até que, no início do ano, um estudante se recusou a tirar o boné para a prece.

A atitude inusitada teria sido entendida como simples transgressão de adolescente, não fosse a justificativa apresentada pelo garoto: "Eu não reverencio esse Deus, então por que tenho que tirar o boné?" A lógica era irretocável. Entre estarrecidos e embasbacados, os professores se entreolharam. Sem saber como explicar ao jovem pecador que vilipêndio dessa grandeza o levaria, no post-mortem, a ser fritado nas labaredas do Inferno, eles fizeram o que lhes cabia: mandaram-no para o purgatório terreno, a diretoria.

O caso teria sido contornado e esquecido, não fosse a intervenção da -Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Atea. A entidade, formalizada em novembro de 2008, tem como objetivo defender o ateísmo e combater hostilidades e sanções sofridas por seus adeptos, além de difundir premissas anti-Deus como base de um caminho filosófico consistente. "Entramos com uma representação no Ministério Público e o inquérito está rolando", explica o presidente da associação, Daniel Sottomaior, 37 anos, a propósito do episódio de Aimorés.

Não foi sua primeira batalha legal. Em abril, quando lia uma série de artigos sobre a Páscoa publicados por um jornal de Jundiaí, Sottomaior foi surpreendido pelas idéias da psicóloga Léa Maria Lopes. Ela asseverava: "É dever dos pais orientar e incentivar os filhos a seguir uma religião, seja ela qual for." Podia-se ler, ali, o pressuposto de que a religião faz o indivíduo melhor - e que, portanto, sua ausência o piora. O episódio motivou outra representação da Atea, desta vez no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, para contestar a profissional; na condição de representante da categoria dos psicólogos, ela não poderia recorrer a princípios não fundamentados na ciência.

Preconceitos dessa sorte não surpreendem Sottomaior. No inconsciente coletivo, ele diz, está consolidada a idéia que associa o ateu a uma figura do mal, quando não à própria encarnação de Belzebu na Terra. (O fato de "inconsciente coletivo" ser um conceito tão metafísico quanto Deus não parece atrapalhar Sottomaior.) "O que o [José Luiz] Datena fala no programa dele sobre o pior estuprador? 'Esse não tem Deus no coração'", ele exemplifica.

Sottomaior cita dados para mostrar que a perseguição aos incréus é não só real, mas explícita, à diferença do preconceito sofrido por negros e homossexuais, segundo ele, mais velados. Uma pesquisa do Instituto Gallup nos Estados Unidos apontou, por exemplo, que um candidato ateu à Presidência enfrentaria resistência de 53% do eleitorado, contra 43% do segundo colocado, um hipotético candidato gay. Na mesma linha, de acordo com um estudo encomendado em 2008 pela revista Veja ao cnt/Sensus, 87% dos brasileiros jamais ajudariam a eleger um candidato que tivesse desertado do Criador. "É um índice de rejeição mais alto do que contra os negros americanos na época em que eram obrigados a viajar nos bancos de trás dos ônibus", comenta, horrorizado.

O dirigente ateísta frisa que em nenhum momento rompeu com Deus, e isso pelo simples fato de ele nunca ter estado em sua vida. "Todo mundo nasce ateu. Deus não surge espontaneamente nos lábios das crianças", raciocina. É, portanto, o entorno - em boa parte do mundo, cristão - que determina as convicções religiosas dos pequenos, num período da vida em que eles tendem a acreditar em tudo o que ouvem dos adultos. Sottomaior agradece "a imensa sorte" de não ter sido doutrinado dessa forma. E refuta a idéia de que o ateísmo possa ser entendido, esquizofrenicamente, como religião: "Essa comparação me deixa violento", diz, suave. "Ateísmo é uma religião tanto quanto careca é uma cor de cabelo", conclui, citando o ícone da descrença Don Hirschberg, espécie de Jesus Cristo ateu nascido no Arkansas.

Existem duas correntes distintas entre os adeptos do ateísmo: os antirreligiosos xiitas e os céticos, que nada pregam. Sottomaior é do primeiro time. "Roxo, raivoso e militante", orgulha-se, indicando que integra uma comunidade (do Orkut) chamada "A Bíblia me faz rir". Para ele, trata-se do documento que melhor expressa o quanto o suposto Deus cristão seria homofóbico, machista, vingativo e homicida. Sottomaior lembra que a maior injustiça dos tempos de Cristo, "se é que existiu um Cristo", foi a escravidão. "Quantas coisas a Bíblia fala contra isso? Nada. Sempre se fala em 'servos'. É um eufemismo que os tradutores acordaram para se referir aos escravos."

Também no Orkut, entre máximas atéias de Drummond ("De nada vale
erguer mãos e olhos para um céu tão longe, para um Deus tão longe"), Einstein ("A palavra Deus para mim é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana") e Nietzsche ("O cristão comum é uma figura deplorável"), Sottomaior publicou uma espécie de mantra extraoficial dos ateus: Obrigado, senhor, porque me deu de comer hoje, apesar de ter esquecido as centenas de milhares de crianças que morrem de fome todos os anos, por mais que elas e seus pais também tenham orado! Obrigado, senhor, por atender minhas preces quando peço para meu time ganhar e também por não atender as preces de milhares de pessoas que imploram pela paz diariamente! Obrigado, senhor, porque você salva a vida de uma pessoa no meio de um desastre com milhares de vítimas fatais!

A formalização da Atea como entidade nacional é o primeiro marco de uma luta para mudar a situação dos ateus - a "última minoria social", na classificação de Sottomaior. Ele considera que existe um forte boicote dos meios de comunicação sobre o assunto. Os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo chegaram a procurá-lo para matérias que, no final, acabaram engavetadas. Coisa de deísta.

Sem que as idéias circulem, a associação não consegue arrecadar fundos para emplacar campanhas como as da Inglaterra, com frases estampadas nas laterais dos ônibus: There's probably no God. Now stop worrying and enjoy your life - "Provavelmente Deus não existe. Agora pare de se preocupar e aproveite a vida." Por aqui, Sottomaior diz que o slogan seria: "Sorria! O Inferno não existe" ou "Você é quase tão ateu quanto nós. Quando entender por que não acredita em todos os outros deuses, saberá por que não acreditamos no seu."

Ainda usando calças curtas, a associação não conseguiu articular nenhuma atividade especial para marcar o Dia do Orgulho Ateu, 12 de fevereiro. A data, celebrada por confrarias ateístas de alguns países, homenageia o nascimento de Charles Darwin, inimigo número 1 do criacionismo.

Personalidades que poderiam emprestar visibilidade à causa também não se assumem devidamente. Sottomaior chegou a procurar Glória Maria, depois de vê-la se dizer atéia no programa Pânico, condição negada pela assessoria da apresentadora. Ele alfineta: "Foi o caso, talvez único, de alguém que saiu do armário e entrou correndo de volta."

Fonte: www.revistapiaui.com.br

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Endereço certo

Esse é um recado para aquelas pessoas que só se preocupam em repassar informações a título de "fofoca" para outras pessoas. É impressionante a capacidade que uma parte considerável das mulheres tem de se preocupar tanto com a vida de suas "amigas" a ponto de querer muito lhe ajudar. Não sei de onde brota tanta inquietação com a vida dos outros e a forma como operam seus comportamentos. Olha que pensei que fosse somente com grandes astros e estrelas de cinema, novelas, etc. Que nada, nós pobres mortais também estamos expostos as mesmos condicionantes. Meu recado é. Não se preocupem tanto assim meninas, deixem as pessoas viverem suas vidas como querem e acham que devem. Não queira proteger ninguém de possíveis pessoas ou situações indesejadas. Isso faz parte da vida. Conselho é uma forma de resgatar um papel da lata de lixo e tentar usar novamente. Cuidem de suas vidas e das possíveis situações a que serão testadas no futuro. Na medida que vocês transferem suas energias a pretexto de preservar suas amigas ou seus amigos deixa descoberta a sua. Essa mensagem tem endereço certo e vai pra uma mulher problemática, obesa e eternamente solteira porque, evidentemente, ninguém deseja consumir tantas calorias e gorduras saturadas haja vista que isso não mais faz parte da tendência mundial de consumo de alimentos.

Humildemente Tocando o Terror

"O Grande Desmitificador Master do Futebol Mundial mais uma vez aprontou uma das suas. O cavalo paraguaio das Alterosas, freguês contumaz e chorão, foi obrigado a sentar. E dessa vez na casa deles, na frente de papai, mamãe e titias. Antes de falar bem da gente vamos esculachar pela ultima vez nesse ano esses malas que sofrem pro time que nunca vence.

Sem forçar a barra, o atrético mineiro não deveria disputar a Primeira Divisão. É time de quinta, não merece sequer jogar a Serie B. Seus torcedores idiotas passaram a noite estourando rojão na frente do hotel e passando trotes telefônicos pros jogadores do Flamengo. Foguetório, trote telefônico? Fala sério, isso é coisa do tempo em que os continentes estavam unidos na chamada Pangea. Foi mais ou menos nessa época, em que o Leblon não tinha praia e era colado em Soweto, que o Patético ganhou seu único titulo. E desde então só serve mesmo pra encher o saco, guardar nossa vaga no G4 e apanhar do Fuderosão.

Pior que os filha da mãe monotitulos ainda arrumaram um tempo pra apedrejar os guerreiros da Magnética, que estavam lá na frente do Mineirão na super boa, só preocupados em apoiar o Mengão. Os caras são realmente muito atrasados. E covardes. A prestimosa PM mineira acudiu imediatamente e enfiou a borracha. Na torcida do Flamengo, claro. Torcida que, sempre marginal e indisciplinada, tentava entrar no estádio pra se proteger das pedradas. E nem o fato de possuirem os ingressos para o jogo atenua o grave crime dos rubro-negros.

Longe de mim ser um eugenista, mas essa maucaratice só pode ser papo de má formação genética. Deve ser alguma coisa na água, sei lá. Procurem um galinhologista e tentem se curar dessa doença. Ainda bem que a bola, sempre ela, pune impiedosamente os manés que se metem a fazer parada errada. Toda essa onda maluca só serviu pra uma coisa: vocês já podem marcar no calendário 39 anos na fila! E a tendência é de crescimento. Crescimento do tempo de permanência na fila.

Agora eles vão rezar pra arrumar uma vaga na Sulameriquem, que já é muito mais espetáculo do que o seu torcedor médio merece assistir. A galinha mineira pode aproveitar a derrota e tranforma-lo numa bela lição. A derrota é o preço a pagar pela sua despropositada arrogância, amalucada pretensão de querer se comparar e desmedida inveja do Mengão. Aprendam com esse erro. Ou não aprendam a continuem a fazer o papel de time mais competente do Brasil. Compete, compete, compete e não ganha absolutamente nada.

Que Mengão rasgador é esse, galera? O que é Petkovic Esculachador Eterno dos Lideres Provisórios? Gol olímpico no ângulo do primeiro pau? Com beque e goleiro marcando? Háháhá, é o top do esculacho! Depois do fantástico e pirotécnico gol olimpicão toda a tensão acumulada ao longo da semana se esvaiu naturalmente. Torcida e time respiraram e se dedicaram a colocar o freguês na roda.

Como o time deles se revelou ainda mais fraco do que aquele que apanhou no Maraca em agosto, acabou sendo molinho. Antes de acabar o primeiro tempo Maldonado, em tarde de gala, deixou o dele e ainda tirou onda com dancinha canalha depois de mandar a galinha pras profundas da casa do cacete, seu lugar de origem.

Depois do segundo tempo os fracos ainda deram um calorzinho e marcaram o “de honra”. Serviu pra nada, Impera foi lá e meteu uma testada tipo sinuca, de dublê, só pra retomar a artilharia. 3 x 1, liquidada a fatura, hora do olé. E o Mengão deu olé só pra gente não esquecer de como é bom ganhar desses manés.

Não posso deixar de homenagear os fantásticos integrantes da Magnética que foram lá na coragem tão característica, passaram sufoco, doutrinaram a plebe mal educada e calaram a mulambada mineira fazendo do Mineirão mais uma filial da nossa festa no Maraca. Parabéns, vocês são os caras!

Fiquei pensando nos 5 amigos jornalistas diplomados que fizeram simulações das rodadas finais. Espertíssimos. Nem um deles botou fé num empate sequer pro Mengão. Todos os 5 cravaram vitória das galinhas. Na humildade, permitam-me sugerir o cardápio pra ceia dessa galera? Língua ao molho Madeira. E tome um guaraná, suco de caju, goiabada para sobremesa…

Já era, maluco. O Mengão chegou chegando. Quem mandou deixar chegar? Agora é ruim de segurar."

Fonte: http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/