segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Domingo quero te encontrar...

O que seria da semana sem os domingos? O que seria das tardes de domingo sem o Flamengo? Confesso que teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo! Essa é uma paixão avassaladora e incondicional. Fazer parte da maior torcida do mundo me trás um sentimento de orgulho e poder. Poder natural e humilde de ser o maior, simplesmente o maior (rsrsrs).

Dessa vez foi o pobre do nauticuzinho que levou o “farelo” dentro da sua própria casa. Ressalto aqui que aquela terra é maravilhosa juntamente com a imensa maioria do seu povo, no entanto aquela vitória de ontem pelos magros 2 tentos a zero me fez lembrar um pobre pernambucano torcedor desse timeco de quinta categoria. Digo timeco porque ele representa a mentalidade de grande parte dos seus torcedores que foram as proximidades do hotel onde estava hospedado o Magnético soltar rojões de foguete as 3horas e as 4.40 horas da manhã deste domingo como se isso adiantasse ou pudesse quebrar o estado de concentração do Imperador e seus súditos. Coitados. Façam o seguinte meus caros nauticuzinhos. Comecem a pensar na segundona ou se quiser coisa melhor pensem na terceira divisão. Quem sabe vocês ainda podem se igualar as duas mazelas do futebol paraense da qual eu nem sei, necessariamente, em qual divisão
os “mosquitos” de Remo e Paysandu estão.

Mas voltando a falar do pobre torcedor do nauticuzinho que por essas bandas de cá ainda reside só tenho a lamentar meu caro. Infelizmente não foi dessa vez. Quem sabe da próxima daqui a 10 anos quando vocês voltarem pra primeirona se é que voltam. Um grande abraço em vermelho-e-preto. Continue a dar as suas aulas com seu “ar” professoral sem concordância nominal e verbal e uma estória de “visse” pra,” visse” pra lá, etc. A escola fundamental de Recife deixa a desejar e muito quando se trata de pronunciar corretamente o português. Que tal trocarmos o tal do “visse” por “viste”?

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