Desejo a TODOS AMIGOS E AMIGAS UM FELIZ 2010 e principalmente aqueles que são da razão d'eu estar aqui. Aos meus Pais Adelto Rocha e Maria dos Anjos O. Rocha um ESPECIAL FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!! AMO VOCÊS!!!!!!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
FELIZ ANO NOVO!!!
Desejo a TODOS AMIGOS E AMIGAS UM FELIZ 2010 e principalmente aqueles que são da razão d'eu estar aqui. Aos meus Pais Adelto Rocha e Maria dos Anjos O. Rocha um ESPECIAL FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!! AMO VOCÊS!!!!!!
sábado, 19 de dezembro de 2009
Razão, crença e dúvida
"Onde se manifesta a razão? Na arrogância de certezas absolutas ou na capacidade de duvidar?
MEU PRIMEIRO contato com a história que segue foi em junho passado, no blog de Richard Dawkins (www.richarddawkins.net, site que se autodenomina "um oásis de pensamento claro"). Dawkins é o evolucionista britânico que se tornou apóstolo do racionalismo ateu e cético, escrevendo, entre outros livros, o best-seller mundial "Deus - Um Delírio" (Companhia das Letras, 2007).
Mas eis a história. Em 2002, na Austrália, o casal Sam, de origem indiana, perdeu a filha, Gloria, de nove meses.
A menina, a partir do quarto mês, apresentou sintomas de eczema infantil, que é uma condição alérgica que afeta mais de 10% dos bebês e, geralmente, acalma-se ou some aos seis anos ou na adolescência. As causas do eczema infantil não são bem conhecidas; a medicina administra a condição da melhor maneira possível, esperando que passe. O problema é que o eczema (pele seca com prurido) dá uma vontade de se coçar à qual as crianças não resistem, e a pele, ferida, abre-se para qualquer infecção. Foi o que aconteceu com Gloria, que morreu de septicemia.
Não foi falta de sorte: o pai de Gloria é homeopata e, em total acordo com a mulher, medicou a menina só com remédios homeopáticos (insuficientes na condição da menina). Isso até o fim, quando ela definhava pelas infecções internas e externas. Gloria foi levada a um hospital três dias antes de morrer: as bactérias já estavam destruindo suas córneas, e os médicos só puderam lhe administrar morfina para aliviar seu sofrimento.
Os pais de Gloria foram presos, acusados de homicídio por negligência e, no fim de setembro, condenados pela Justiça australiana: o pai, a oito anos de prisão, a mãe, a cinco anos e quatro meses. Segundo o juiz, Peter Johnson, ambos os pais "faltaram gravemente com suas obrigações diante da filha": o marido pela "arrogância" de sua preferência pela homeopatia e a mulher pela excessiva "deferência" às decisões do marido.
Os termos da decisão de Johnson são admiráveis. A obediência -ao marido, no caso-, seja qual for seu fundamento cultural, nunca é desculpa; ela pode ser, ao contrário, o próprio crime. E, sobretudo, o marido é condenado não por recorrer à homeopatia, mas pela "arrogância" que lhe permitiu perseverar em sua crença e em sua decisão diante do calvário pelo qual passava a menina.
A sentença de Peter Johnson é, para mim, um modelo de racionalidade, porque estigmatiza a certeza independentemente do objeto de crença. Ou seja, o juiz não discute o bem fundado da autoridade do marido e, ainda menos, os méritos respectivos da homeopatia e da medicina alopática. Tampouco ele quer limitar a liberdade de opinião, garantida pela Constituição; a sentença penaliza apenas, por assim dizer, a rigidez.
Se me coloco no lugar dos pais de Gloria, não consigo imaginar uma crença, por mais que ela possa ser crucial para mim, que resista à visão do corpinho de minha filha transformado numa ferida aberta e purulenta.
Antes disso, eu (embora confiando, a princípio, na medicina alopática) já teria convocado não só os homeopatas (o que, aliás, seria uma banalidade, visto que a homeopatia é uma especialidade médica reconhecida) mas também todos os xamãs, feiticeiros e curandeiros que me parecessem minimamente confiáveis. E, é claro, embora agnóstico, eu rezaria, sem nenhuma vergonha e sem o sentimento de trair minhas "convicções", pois a primeira delas, a que resume minha racionalidade, diz, humildemente, que há muito no mundo que minha razão não alcança.
Se fosse testemunha de Jeová, e minha filha precisasse de uma transfusão (que a religião proíbe), abriria imediatamente uma exceção. Mesma coisa se fosse cientologista, e minha filha precisasse de ajuda psiquiátrica. Sou volúvel e irracional? O fato é que tenho poucas crenças (provavelmente, nenhuma absoluta), e acontece que, para mim, a razão é uma prática concreta, específica: um jeito de pesar e decidir em cada momento da vida.
O surpreendente é que, ao ler os comentários dos leitores no blog de Dawkins, os "racionalistas" parecem tão "rígidos" quanto o pai de Gloria. "A razão" (que eles confundem com uma visão aproximativa do estado atual da arte médica) é, para eles, um objeto de fé, uma crença pela qual facilmente condenariam os "infiéis" à fogueira.
Com o juiz Johnson, pergunto: onde se manifesta a razão? Na arrogância das certezas ou na capacidade de duvidar?"
MEU PRIMEIRO contato com a história que segue foi em junho passado, no blog de Richard Dawkins (www.richarddawkins.net, site que se autodenomina "um oásis de pensamento claro"). Dawkins é o evolucionista britânico que se tornou apóstolo do racionalismo ateu e cético, escrevendo, entre outros livros, o best-seller mundial "Deus - Um Delírio" (Companhia das Letras, 2007).
Mas eis a história. Em 2002, na Austrália, o casal Sam, de origem indiana, perdeu a filha, Gloria, de nove meses.
A menina, a partir do quarto mês, apresentou sintomas de eczema infantil, que é uma condição alérgica que afeta mais de 10% dos bebês e, geralmente, acalma-se ou some aos seis anos ou na adolescência. As causas do eczema infantil não são bem conhecidas; a medicina administra a condição da melhor maneira possível, esperando que passe. O problema é que o eczema (pele seca com prurido) dá uma vontade de se coçar à qual as crianças não resistem, e a pele, ferida, abre-se para qualquer infecção. Foi o que aconteceu com Gloria, que morreu de septicemia.
Não foi falta de sorte: o pai de Gloria é homeopata e, em total acordo com a mulher, medicou a menina só com remédios homeopáticos (insuficientes na condição da menina). Isso até o fim, quando ela definhava pelas infecções internas e externas. Gloria foi levada a um hospital três dias antes de morrer: as bactérias já estavam destruindo suas córneas, e os médicos só puderam lhe administrar morfina para aliviar seu sofrimento.
Os pais de Gloria foram presos, acusados de homicídio por negligência e, no fim de setembro, condenados pela Justiça australiana: o pai, a oito anos de prisão, a mãe, a cinco anos e quatro meses. Segundo o juiz, Peter Johnson, ambos os pais "faltaram gravemente com suas obrigações diante da filha": o marido pela "arrogância" de sua preferência pela homeopatia e a mulher pela excessiva "deferência" às decisões do marido.
Os termos da decisão de Johnson são admiráveis. A obediência -ao marido, no caso-, seja qual for seu fundamento cultural, nunca é desculpa; ela pode ser, ao contrário, o próprio crime. E, sobretudo, o marido é condenado não por recorrer à homeopatia, mas pela "arrogância" que lhe permitiu perseverar em sua crença e em sua decisão diante do calvário pelo qual passava a menina.
A sentença de Peter Johnson é, para mim, um modelo de racionalidade, porque estigmatiza a certeza independentemente do objeto de crença. Ou seja, o juiz não discute o bem fundado da autoridade do marido e, ainda menos, os méritos respectivos da homeopatia e da medicina alopática. Tampouco ele quer limitar a liberdade de opinião, garantida pela Constituição; a sentença penaliza apenas, por assim dizer, a rigidez.
Se me coloco no lugar dos pais de Gloria, não consigo imaginar uma crença, por mais que ela possa ser crucial para mim, que resista à visão do corpinho de minha filha transformado numa ferida aberta e purulenta.
Antes disso, eu (embora confiando, a princípio, na medicina alopática) já teria convocado não só os homeopatas (o que, aliás, seria uma banalidade, visto que a homeopatia é uma especialidade médica reconhecida) mas também todos os xamãs, feiticeiros e curandeiros que me parecessem minimamente confiáveis. E, é claro, embora agnóstico, eu rezaria, sem nenhuma vergonha e sem o sentimento de trair minhas "convicções", pois a primeira delas, a que resume minha racionalidade, diz, humildemente, que há muito no mundo que minha razão não alcança.
Se fosse testemunha de Jeová, e minha filha precisasse de uma transfusão (que a religião proíbe), abriria imediatamente uma exceção. Mesma coisa se fosse cientologista, e minha filha precisasse de ajuda psiquiátrica. Sou volúvel e irracional? O fato é que tenho poucas crenças (provavelmente, nenhuma absoluta), e acontece que, para mim, a razão é uma prática concreta, específica: um jeito de pesar e decidir em cada momento da vida.
O surpreendente é que, ao ler os comentários dos leitores no blog de Dawkins, os "racionalistas" parecem tão "rígidos" quanto o pai de Gloria. "A razão" (que eles confundem com uma visão aproximativa do estado atual da arte médica) é, para eles, um objeto de fé, uma crença pela qual facilmente condenariam os "infiéis" à fogueira.
Com o juiz Johnson, pergunto: onde se manifesta a razão? Na arrogância das certezas ou na capacidade de duvidar?"
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
2012
Fui assistir ao filme ontem e, particularmente, achei patético esse final do mundo preconizado por Roland Emerich e Harald Kloser. Sinceramente, achei que o final dos tempos poderia ser mais glamuroso. A mensagem principal dos 158 minutos de produção foi a de que só um cataclisma como esse de esfera global pode salvar um casamento (rsrsrs). Nesse caso, o casamento salvo faz parte do elenco principal John Cusack (Jackson Curtis), Amanda Peet (Kate Curtis). Ademais essas superproduções, que alcançam volumes consideráveis em centenas de milhares de dólares, só servem pra mostrar o quanto a pirotecnia da destruição o dinheiro pode criar. Explosões sob e sobre outras explosões, boings sendo levados pelas ondas como brinquedos, pontes se quebrando com milhares de carros em cima, vulcões, maremotos, tsunamis e toda sorte de quebradeira que você possa imaginar. Enfim, um filme sem algo a mais no que tange a construção de uma estória lógica do porque as coisas se processam dessa forma. Não estou aqui desdenhando do final dos tempos, até acredito que em uma hora dessas qualquer tudo pode ir pro espaço mesmo. Porém como esse filme mostra as coisas e as relações de dependência entre elas a produção fica pobre. Mas quem sou eu pra atacar de crítico de cinema uma hora dessas. Alias, façam melhor: assistam ao filme. É claro, que por outro lado, serei facilmente desmentido pelos recordes de bilheteria que fatalmente 2012 atingirá. No entanto ressalto que a força do marketing projetada na sociedade é muito forte, cria-se uma expectativa bem acima do normal sobre o fim do mundo e a forma como será contada. As pessoas são alçadas a ir conferir o que é propagado. Agora, o que vi ontem, ficou bem claro que se fizermos uma pesquisa de opinião com aqueles que viram a produção a coisa pode ser bem diferente. Ontem, pelo menos mais de uma dezena de pessoas saíram antes do término. Ninguém ou quase ninguém suportou o exagero e a redundância de tantas cenas de destruição.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Casamento do Bambu
Hoje é um dia especial para um de nossos grandes amigos. O famoso Barbatana! Ops, o Famoso Bambu vulgo Edson vai unir seus trapos na presente data. Daqui vão os meus mais sinceros votos de felicidades a sua nova vida!!! Inspirado por esse momento e por pura coincidência li por esses dias aquela que talvez seja a mais memorável prece amorosa de todos os tempos. Por incrível que parece andei lendo o Velho Testamento. Mais precisamente, no Livro de Cantares ou Cântico dos Cânticos, de Salomão. Em seus oito capítulos e 117 versículos, o rei Salomão, filho de Davi, e sua amada Sulamita compõem um dueto de intimidades que qualquer cristão é capaz de entender. Uma pequena seleta, a título de lembrete:
Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho.
Os teus lábios são como um fio de escarlata, e o teu falar é doce.
O meu amado é meu, e eu sou dele...
Os teus dois peitos são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
Favos de mel manam dos teus lábios. Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.
O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele.
As voltas de tuas coxas são como joias, trabalhadas por mãos de artista.
O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios.
Bom, depois de transcrita a prece só desejo novamente TODA A FELICIDADE AO BAMBU!!!!
Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho.
Os teus lábios são como um fio de escarlata, e o teu falar é doce.
O meu amado é meu, e eu sou dele...
Os teus dois peitos são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
Favos de mel manam dos teus lábios. Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.
O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele.
As voltas de tuas coxas são como joias, trabalhadas por mãos de artista.
O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios.
Bom, depois de transcrita a prece só desejo novamente TODA A FELICIDADE AO BAMBU!!!!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
Tô nem aí.
Uma salva de palmas para a Vida! Uma salva de palmas para as pessoas alegres! Uma salva de palmas para aqueles que sabem transformar os obstáculos em oportunidades! Uma salva de palmas para os decididos! Uma salva de palmas para os que acordam de bem com o mundo! Uma salva de palmas para aquelas pessoas quem pensam postivamente! Uma salva de palmas para tudo que trouxer felicidade!
Tem uma música tão simples, de uma letra tão comum e uma melodia tão igual e sem diferença de tantas outras que já ouvi, mas que diz com profundeza o que devemos fazer quando tentamos resgatar um amigo/amiga de problemas que as vezes a vida e o acaso nos envolve. Eu sou daqueles que acham que a maioria do problemas que enfretamos somos nós mesmos os culpados por eles estarem ali conosoco. Fomos nós mesmos que criamos aquilo através de nossos comportamentos as vezes estranho até de mais.
Voltando a música só colocarei o refrão que gosto de cantar:
"Tô nem aí, Tô nem aí...
Pode ficar com seu mundinho eu não tô nem aí
Tô nem aí, Tô nem aí...
Não vem falar dos seus problemas que eu não vou ouvir"
Tem uma música tão simples, de uma letra tão comum e uma melodia tão igual e sem diferença de tantas outras que já ouvi, mas que diz com profundeza o que devemos fazer quando tentamos resgatar um amigo/amiga de problemas que as vezes a vida e o acaso nos envolve. Eu sou daqueles que acham que a maioria do problemas que enfretamos somos nós mesmos os culpados por eles estarem ali conosoco. Fomos nós mesmos que criamos aquilo através de nossos comportamentos as vezes estranho até de mais.
Voltando a música só colocarei o refrão que gosto de cantar:
"Tô nem aí, Tô nem aí...
Pode ficar com seu mundinho eu não tô nem aí
Tô nem aí, Tô nem aí...
Não vem falar dos seus problemas que eu não vou ouvir"
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