“Completamente
analfabeto, ou quase, sem assistência médica, não lendo jornais, nem revistas,
nas quais se limitava a ver as figuras, o trabalhador rural, a não ser em casos
esporádicos, tem o patrão na conta de benfeitor. E é dele, na verdade, que
recebe os únicos favores que sua obscura existência conhece”. Victor Nunes
Leal, na obra Coronelismo, enxada e voto de 1975.
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