sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A confiança

Se você pratica Liderança Servil deve saber bem como conquistar a confiança das pessoas que você lidera. Robbins, 1998 escreveu como desenvolver essa confiança nas pessoas.

          Demonstre que você está trabalhando pelos interesses de outros, bem como pelos seus próprios;

          Apoie sua equipe de trabalho tanto através de palavras quanto de ações;

          Mantenha o pessoal informado, explique suas decisões, seja franco sobre problemas e divulgue inteiramente as informações relevantes;

          Seja justo.  Dê crédito onde é devido, seja objetivo e imparcial nas AD e preste atenção às percepções de equidade nas distribuições de recompensas;

          Expresse seus sentimentos. Os outros o verão como verdadeiro e humano. Eles saberão quem você é e aumentarão seu respeito por você;

          Mostre coerência nos valores básicos que guiam a sua decisão

          Guarde confidências;

          Demonstre competência.

 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Família, amigos e experiência anterior são os maiores influenciadores na decisão de compra, diz Ibope

O novo momento socioeconômico do país, somado ao contínuo desenvolvimento dos meios tecnológicos, permeia a nova realidade do consumidor brasileiro. Segundo estudo do Ibope Media, o acesso à informação e a troca de ideias e experiências entre as pessoas evoluíram o processo de consumo para níveis que vão além dos ditados pela moda e que potencializam a individualidade do consumidor.
Números da nova base de dados do Target Group Index – estudo do Ibope sobre consumo de mídia, produtos, serviços, estilo de vida e características sociodemográficas – indicam pouco mais de um terço dos consumidores com 18 anos ou mais buscam seguir a moda. Entre a maioria, no entanto, 58% afirmam que marcas conhecidas são melhores, considerando status como sinônimo de qualidade; 72% das pessoas são fiéis às suas marcas e 66% buscam por elas nas embalagens.
Porém, as novas formas de interação, a partir dos avanços tecnológicos, intensificaram ainda mais a evolução dos hábitos do consumidor, de acordo com o TG.Net, estudo que combina informações do Target Group Index com uma pesquisa exclusiva feita com internautas.
A internet atua hoje como um catalisador da decisão de compra, pois ela viabiliza a troca de experiências entre os consumidores: 51% afirmam que podem fornecer muita informação sobre algum tipo de produto, 41% conversam com muitas pessoas diferentes sobre diversos produtos e 33% acham muito provável conseguir convencer outros indivíduos com suas opiniões.
Já o ciclo de influência, de acordo com o levantamento, é liderado pelas opiniões de familiares e amigos, seguidas pelas experiências individuais anteriores. Em terceiro lugar está a persuasão exercida pela mídia.
Para Juliana Sawaia, gerente de learning & insights do Ibope Media, experiência e relacionamentos são palavras-chave do novo panorama do consumo no Brasil. “A internet atua no processo de decisão como facilitador da interação e provedor de informação. Independentemente da categoria de produtos, estes são os principais fatores considerados em um ambiente no qual a web é mais utilizada como uma ferramenta de apoio ao consumidor que uma mídia em si”, explica Juliana.
A necessidade de estar conectado à internet cresce com o surgimento dos novos padrões de consumo no Brasil. Hoje, cerca de 60% da população tem acesso ao meio, contra apenas 13% em 2001.
Porta de entrada para a internet, 81% dos internautas acessam as mídias sociais regularmente.

Porém, outro fator determinante para o incremento desse potencial é o atual interesse dos consumidores pelo acesso à web móvel. Cerca de nove em cada 10 pessoas têm aparelho celular, sendo que 21% deles possuem smartphones e 19% são usuários da internet pelo telefone.
“Esse é um número que tende a crescer porque existe uma valorização deste modelo de conexão e quanto mais conectadas as pessoas estiverem, mais simultâneo será o consumo de meios e ideias”, afirma Juliana Sawaia.

A pesquisa - O estudo Target Group Index é realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste. Ao todo, entre julho de 2011 e agosto de 2012, foram realizadas 20.736 entrevistas com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 75 anos. A representatividade é de 49% da população brasileira entre 12 e 75 anos ou 71 milhões de pessoas.
O TG.Net é uma pesquisa online, realizada com 2.900 internautas de 15 a 75 anos no Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite análises diferenciadas em um único banco. O levantamento online foi realizado entre maio e junho de 2012, nos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia, Curitiba e Distrito Federal.
Para esse estudo foi utilizado o filtro “consumidores dos últimos 30 dias com 18 anos ou mais”.

Advillage/Cidade Biz - SP

Classe média gastou R$ 975 bi em 2011

A gerente de Projetos da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), Alessandra Ninis, apontou ontem que a classe média brasileira gastou R$ 975 bilhões em 2011. “Se a classe média brasileira fosse um País, seria o 18º mercado consumidor do mundo, ou seja, estaria no G-20”, comentou Alessandra, durante o IV Fórum Banco Central de Inclusão Financeira.

Os dados fazem parte do estudo da SAE chamado “Vozes da classe média”. Em junho, a SAE divulgou as faixas que leva em conta para definir as classes sociais da população brasileira, colocando como classe média as famílias de renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019. Essa classe média dependeu, segundo Alessandra, da renda do trabalho para ascender. Segundo ela, na média, a renda desse grupo é 2,5 vezes mais alta que a da classe baixa, mas quatro vezes menor do que a da classe alta.


 Gazeta de Alagoas on-line - AL

Bancarização, um desafio?

Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um movimento de aprofundamento da inclusão financeira da população. Fator positivo para toda economia, principalmente para o setor financeiro , esse processo de bancarização, porém, traz junto novos desafios. "Essa transformação vem exigindo um grau de responsabilidade e transparência cada vez maior, de forma a assegurar a adequação da prestação de serviços e produtos às necessidades do consumidor", afirma Renato Oliva, presidente da ABBC, Associação Brasileira de Bancos, em entrevista exclusiva ao portal ClienteSA. Ele comenta que essa inclusão financeira tem obrigado a construção de novas formas de relacionamento, compatíveis ao perfil do novo público. Em entrevista, Oliva fala sobre esse novo cenário, o atual estágio dos bancos em gestão de clientes e pontua os erros e acertos do setor.

ClienteSA - O setor bancário passa por uma fase de crescimento? O que tem favorecido esse cenário?
Renato Oliva: No mundo, até a eclosão da crise financeira, o setor bancário apresentou uma forte expansão. Contudo, os desdobramentos do episódio reverteram esse processo e impõem muitos desafios. No Brasil, graças à rigidez do setor bancário e a solidez dos fundamentos macroeconômicos, o quadro é mais favorável, mas também levanta importantes questões estratégicas, como por exemplo: o processo sustentável de inclusão financeira da população, além do ambiente regulatório mais restritivo e a redução da taxa de juros que criam a necessidade de uma melhoria da eficiência operacional.

Quais as principais transformações pelas quais o setor bancário passou nos últimos anos?
Sob o ponto de vista dos clientes, o setor bancário tem sido impactado pelas transformações positivas vivenciadas pela economia brasileira. Com elas, houve uma importante redução da pobreza e da desigualdade social refletida na criação da chamada "nova classe média". Esse movimento representou um aprofundamento da inclusão financeira da população. Contudo, essa transformação vem exigindo um grau de responsabilidade e transparência cada vez maior, de forma a assegurar a adequação da prestação de serviços e produtos às necessidades do consumidor. Essa mudança também tem obrigado a construção e desenvolvimento de novas formas de relacionamento que sejam compatíveis ao perfil desse novo público. Entre elas, não só os bancos, mas a sociedade em geral, têm canalizado iniciativas de programas de educação financeira.

Diante disso, qual o desafio do setor?
Entre os grandes desafios para os bancos encontra-se o de aperfeiçoar o processo de gerenciamento de relacionamento dos clientes já existentes, permitindo uma oferta de produtos e serviços adequados e garantindo a fidelização. A gestão de relacionamento deverá, também, ser desenvolvida de forma a permitir que se conheça o comportamento dos novos entrantes do mercado.

E para atender o novo perfil de cliente, mais exigente e com mais informações nas mãos, os banco estão preparados?
A competitividade tem exigido a otimização da eficiência operacional, por meio de melhorias nos processos e controles internos e da ampliação e aperfeiçoamento dos canais de distribuição e comunicação, o que leva a redução de custos e uma maior satisfação dos clientes. A relevância das áreas de atendimento ao cliente e a ouvidoria dentro das instituições tem aumentado significativamente. Além disso, o estabelecimento de um relacionamento mais próximo do setor bancário junto aos órgãos de defesa do consumidor tem viabilizado uma maior assertividade no tratamento das demandas dos clientes.

Onde o setor está acertando em gestão de clientes? E errando?
Atualmente existe uma consciência e um avanço significativo no aproveitamento das informações e da base tecnológica para o conhecimento e monitoramento dos clientes, visando atender melhor as suas necessidades. Dentre os desafios podemos destacar o conhecimento, o comportamento dos novos clientes e a velocidade das mudanças regulatórias, tecnológicas e do fluxo de informações.

Revista Cliente S.A. on-line - SP

Pague Menos desiste de IPO

A rede de farmácias cearense Pague Menos apresentou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de cancelamento do processo de registro de sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) devido às deteriorações das condições do mercado, informou a companhia nesta terça-feira. O grupo estimava captar cerca de R$ 800 milhões na operação."A companhia e os coordenadores da oferta decidiram rever o cronograma da sua oferta pública inicial de ações para uma data futura", segundo fato relevante.
Revista Executivos Financ. on-line - SP