quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mundo líquido

Quem diria que a Ferrari um dia não fosse ser um carro competitivo? Coisas de um mundo líquido. Pra ser campeão da F1 o piloto brasileiro simplesmente deseja um carro que preste e não uma Ferrari meia boca. A chateação é tanta que ele (Massa) anunciou a sua saída da equipe. Bom mesmo é a escuderia obedecer às recomendações do piloto. Do ponto de vista de um telespectador como eu que não liga mais a televisão aos domingos desde que o Senna morreu isso tem efeito nulo. Falta mesmo é competência e sorte; e pra ser campeão, de fato, o cara tem que ter estrela coisa que nenhum sucessor do Senna chegou perto.

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