quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Um jantarzito

Companhias com negócios no Brasil e nos EUA se unem para financiar centro de estudos e homenagem a presidente. Cota de US$ 100 mil garante lugar na mesa de Dilma, que atraiu mais doações do que Lula em evento de 2009.Empresas brasileiras e estrangeiras interessadas em ampliar seus negócios no Brasil e nos EUA patrocinam um jantar em que a presidente Dilma Rousseff será homenageada hoje em Nova York, na véspera de discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU.

Companhias dos setores de energia e construção civil, entre outros, pagaram mais de US$ 1 milhão pelo evento, promovido pelo Woodrow Wilson Center, centro de estudos de Washington.A arrecadação total, que será divulgada hoje, será revertida para o Brazil Institute, vinculado ao Wilson Center, que busca ampliar o debate sobre o Brasil nos EUA.

Participantes individuais pagaram US$ 1.500 para ir ao jantar, que deve reunir 400 pessoas no Pierre Hotel.As duas empresas anfitriãs, porém, não revelaram quanto desembolsaram. São a americana Amyris, que produz biocombustíveis e atua hoje sobretudo no Estado de São Paulo, e a brasileira Coteminas, do setor têxtil.

Já a lista de “patrocinadores globais”, cuja cota de US$ 100 mil garante lugar na mesa da presidente, inclui a gigante de infraestrutura AES, a Gerdau, a Coca-Cola, a Alcoa, a farmacêutica Merck e a Raízen, joint-venture entre a Shell e a Cosan.

Nota particular.

A algum tempo atrás quando ainda prestava consultoria em uma empresa de RH da região o proprietário se esmerou em participar de jantares com políticos e o governador do Estado do Amazonas. Até aí tudo bem. Pagou cotas de 10 mil reais por jantar e encontros, etc e tal. A questão é que depois dessa gastança o caixa da empresa foi pro "beleléu" e os funcionários acabaram por pagar a conta do jantar com os referidos atrasos de salários.

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