segunda-feira, 6 de maio de 2013
Fim do ano
O retrato do desastre, da confusão e da falta de auto-estima. Eis que o reflexo do que acontece extra campo se confirma no interior das quatro linhas. Não precisou ir longe, bastou Paragominas. Uma visão daquele que um dia no passado foi motivo de orgulho. O ano se acaba extamente aqui, no dia 05 de maio de 2013.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Em certa ocasião Francis Bacon disse: "Um homem sensato criará para sua vida mais oportunidades do que a vida lhe proporcionará". É difícil relativizar o sensato, não há como. Doses de previdência nunca são demais. Evita-se as roubadas que algumas circunstâncias o acaso nos impõe, sem falar que a discrição e a reserva, por vezes, se constituem elementos de grande valia, quase que obedecendo a lei econômica.
A mão invisível não é pra todos
Não sou comunista e tão pouco penso que a intervenção
exagerada do Estado possa trazer benefícios à economia e ao mercado. No entanto,
penso que por si só a economia, as vezes, não é capaz de se auto-regular.
Algumas empresas não possuem o mínimo de critério ético ou de valor que
respeite seu consumidor. As operadoras de telefonia são um exemplo clássico. Não
oferecem um serviço condizente com o que propagam e costumam lançar planos que
não entregam o que prometem. Na outra ponta de exemplos de falta de respeito
estão os planos de saúde que maximizam os seus volumes de vendas em detrimento
das redes de atendimento e do próprio atendimento que, em muitos casos, pode
ser comprado ao sistema público de saúde (em relação ao Brasil é claro). Talvez
em economias mais amadurecidas a mão invisível de mercado possa ser regulada
por um comportamento mais condizente com as perspectivas do consumidor que por
sua vez tem mais recursos e aparelhamento a sua disposição no enfrentamento de
problemas advindos de sua relação de consumo em relação aos aspectos legais.
Entendo, também, que o nível de consciência desse consumidor atue em favor do
mesmo na medida em que o processo de escolha e decisão com relação à aquisição
de um produto ou serviço se paute pelas experiências anteriores seja sua ou
não.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
História de um campeão
A exatos 19 anos perdíamos aquele que sem dúvida era um ídolo dentro e fora de sua profissão. Airton Senna tornava as manhãs de domingo bem mais interessantes e emocionantes. Mesmo com o esfoço da Globo (em função de contratos já fechados) em tentar fazer com que o brasileiro engula a F1 nada é comparável aos inesquecíveis domingos. Fica a saudade e o saudosismo de termos pertencidos a uma geração que pode ser testemunha da história de um campeão.
Belém do meu Pará
Ao lado das minhas duas parceiras incontestáveis tive a oportunidade de vivenciar um cena tipicamente paraense. Tomei um tacacá extremamente delicioso em uma tarde bastante chuvosa em uma barraca situada ao lado do colégio Marista com direito a respingos e ventos suficientemente fortes para balançar as folhas das mangueiras e nos molhar levemente de vez em quando. Ao fundo um rádio ligado em uma dessas emissoras AM com a narração do jogo do Leão do norte que estava fazendo a primeira partida da final do campeonato paraense. Apesar do frio e dos pingos que nos molhavam parece que aquele estado interior de torpor causava uma certa embriaguez redentora de estar ali presenciando em carne e osso costumes e valores da minha terra natal. Sei que somos seres adaptáveis e que dependendo das circunstâncias somos até forçados a aceitar outras "terras" como sendo nossa, porém nada igual à aquilo que trás as suas raízes e faz, mesmo que seja por poucos minutos, o momento mais feliz de sua estória dessa tarde de maio. Já tive minhas andanças e continuarei a tê-las, no entanto Belém será sempre a Belém do meu Pará.
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