segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Flamengo é a solução



Talvez uma das poucas soluções para a manutenção, mesmo que precária, dos grandes estádios de futebol, construídos em locais onde o futebol praticamente inexiste, para a brilhante copa do mundo de 2014 seja tornar o Flamengo algo muito superior ao que hoje é no cenário nacional, pois só ele e somente ele é capaz de lotar campos como a Arena Amazônia em Manaus. A mais de 12 dias do jogo com o Botafogo em Manaus, pelo campeonato brasileiro, mais de 27 mil ingressos já foram vendidos. Precisamos apenas das primeiras horas de venda pra mostrar ao Brasil que a força de um time se faz com sua torcida nos quatro cantos desse imenso país.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A escolha é sua



A dor não causa sofrimento, porém o sofrimento pode causar dor. “A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”. Essa última frase é do livro You gotta keep dancin’“ de Tim Hansel e atribuída ao Carlos Drumond por muitos patetas facebookianos. Mas vá lá, tudo bem. Alguém que se dedica horas nessa coisa não pode mesmo ter alguma substância intelectual relevante, até porque a ferramenta se transformou numa bisbilhotice institucionalizada e por aí se concentra o foco da turma que acessa. Mas a questão da mensagem em relação a dor e sofrimento é que cada um que sente dor pode escolher entre sofrer e não sofrer. Tudo vai depender de como esse alguém se sente após o fato/evento. Evidente que se for tomado por um sentimento de coitadinho, escolherei sofrer. Caso contrário, serei e farei de mim o próprio autor de minha história tomando como base o fato/evento para poder me lançar em sentido oposto ao de vítima das circunstâncias. Você escolhe, a escolha é sua.

domingo, 7 de setembro de 2014

Educação para um mundo melhor



A compreensão de si próprio e do outro é o caminho para um mundo melhor. O atual modelo de ensino está preocupado com o repasse de muitos conceitos distintos e não leva o ser humano em consideração. As escolas acumulam saberes, porém não dão ao aluno estrutura adequada para o entendimento de um mundo real e complexo. Esse pensamento acima é de Edgar Morin, filósofo, da qual compartilho em todos os aspectos. Corroboro de tal forma com esse modo de conceber a educação contemporânea a ponto de questionar muitas coisas dentre elas a relação das variáveis “nível educacional” versus “produtividade” e afirmo de modo empírico que, pelo menos no Brasil, a elevação da primeira não implica no aumento da segunda variável.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Experiência que não deu certo

Ao tentar imaginar como deve ser alguém decapitado a sangue frio sinto um enjôo na barriga de aflição e ânsia. Não preciso de jornais internacionais com esse tipo de informação porque os locais mesmos já trazem notícias terríveis todos os dias de pessoas que há pouco estavam aqui do nosso lado e por essas razões que a barbárie humana dita “civilizada” não explica, a mim não convence. Não preciso ir longe para dizer que a experiência humana na terra deu errada, apenas ler os grandes pensadores já é suficiente. Você é do tamanho dos conceitos que conhece. Não é pessimismo, juro! É pragmatismo. O modelo foi concebido errado, saiu de fábrica com avaria e agora a maioria só quer consertar o defeito do próximo.

sábado, 9 de agosto de 2014

Andiroba e Copaíba

Andiroba e Copaíba. Ninguém entende mais desses elementos do que o Brasil. Ninguém escreve e publica mais no mundo do que o nosso país. Fazer ciência é uma das coisas primorosas que sabemos. Porém, quando o assunto é tornar a ciência aplicável aí tudo se esvai pelo ralo. O campeão de pedidos de patentes de produtos derivados de Andiroba e Copaíba são os EUA, e até onde sei o Brasil quase nada tem. Depois nos espantamos com países e pessoas carreando recursos para suas nações e contas bancárias pessoais e ainda nos sentimos injustiçados como se roubados estivéssemos sendo. No Brasil o dinheiro se transforma em ciência e a ciência não vira dinheiro.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Telhados de vidro

Não é de hoje que me vejo obrigado a votar e, ainda por cima, votar no menos pior em todas as eleições. Se não fosse obrigado talvez nem perdesse tempo e esperança na escolha de qual político possui o “telhado de vidro” mais forte. Num país onde, para os ricos, lei é, muitas vezes, potoca e se político pra cá triplica patrimônio de uma eleição para outra sem a menor lógica financeira vejo que fico em alto mar sem ajuda como náufrago. No mundo da transparência e da espetacularização parece que Aécio Neves esqueceu de resolver um problema básico de todo político que deseja alçar o cargo executivo mais alto desse país: suas pendências. Explicar como dinheiro público foi usado para construção de uma pista de 1000 metros que comporta jatos com capacidade de até 50 passageiros em terras particulares de seu tio o deixou com explicações demasiadamente subjetivas. A enroscada leva não só o então governador de Minas Tancredo Neves como também o seu neto Aécio que 26 anos depois voltou a injetar dinheiro na pista já como governador do Estado, lembrando que o mesmo possui uma fazenda a 6 km do aeródromo. 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Tiririca


Tiririca, mais um palhaço na política. Dessa vez literalmente falando. O artista que se auto intitula um especialista circense não subiu se quer uma vez apenas na tribuna para defender os interesses de seus mais de 1 milhão de eleitores no último ano. 365 dias de oportunidades desperdiçadas. Ou seja, foi eleito pra nada. Alias, minto, ele representa sim alguma coisa: um custo, um gasto, um consumo para o contribuinte, sei lá o que ele é realmente ao Brasil e aos brasileiros. Talvez seja o mais fiel retrato de um povo, do povo que o elegeu, dos tolos que o incumbiram com a maior inabilidade reciproca de representação popular.  E o que dizer do seu partido: o PR, que faz uso de uma visão utilitarista pra reafirma seu apoio a alguém que promete o nada e a coisa nenhuma.