terça-feira, 19 de março de 2013

Debate de alto nível - vale a pena ler


A Covardia do Exemplo

Christian Dunker analisa o embate entre Calligaris, Safatle, Coelho e Schwatzman sobre a tortura e o desenvolvimento do pensamento moral

A linguagem é a casa de tortura do Ser

Slavoj Zizek

CHRISTIAN INGO LENZ DUNKER

A recente discussão sobre o valor dos dilemas para o desenvolvimento do pensamento moral, envolvendo Contardo Calligaris, Vladimir Safatle, Marcelo Coelho e Hélio Schwatzman surpreende antes de tudo pela civilidade das abordagens respectivas e pelo cruzamento elucidativo de perspectivas. Contrariamente ao jornalismo cultural amorfo e à crítica social de costumes de ocasião a controvérsia em pauta mostra como a ética e a política são terrenos no quais emitir ideias e defender posições compromete indelevelmente os envolvidos. Resumir posições e retomar argumentos fica um tanto mais perigoso depois desta afirmativa, mas aqui vai.

Contardo, em sua coluna Para que serve a tortura?”, postula que a tortura é um meio eficaz para obter confissões. Há contexto, como a inquisição, nos quais ela funciona mais como exercício sádico do que forma genuína de obter a verdade. Seria o caso também da “tortura psicológica” que eventualmente os adultos perpetuam contra crianças em nome da educação. A humilhação envolvida neste tipo de confissão gera uma posição de resistência inútil para o desenvolvimento moral. Mas existiriam situações nas quais a ponderação sobre a aplicação da tortura seria pertinente? E aqui vem o exemplo, ilustrado por personagens como Capitão Nascimento e Jack Bauer, com o objetivo aparente de nos levar a pensar um caso limite. O tema da tortura mostra-se então apenas um caso extremo da tese de que nosso raciocínio moral depende de nossa capacidade de levantar, suportar e ponderar a partir de dilemas.

Toda vez que nos afastamos irreflexivamente de um dilema por mera adesão a princípios, neste caso: “tortura nunca mais”, nos impedimos de exercer a dúvida, a incerteza e a crítica que nos levam à construção da liberdade e autonomia e à renúncia da minoridade baseada na obediência a cartilhas. O exercício sobre dilemas, refratários a regras de ação convencionais, opõe-se a confirmação de certezas que pré-decidem como se deve agir em qualquer universo contextual. Já em outros trabalhos Contardo tem insistido na referência à Kolhberg, filósofo piagetiano da década de 1930 que estudou o desenvolvimento moral a partir do método dos dilemas e da separação entre moralidade convencional, baseada na adesão a costumes e autoridades externas, em contraste com a moralidade pós-convencional, determinada pela capacidade de questionar a aplicação a regra ao caso. Exemplo: um pai deve decidir se assalta ou não uma farmácia para obter o remédio imprescindível para a sobrevivência de seu filho. O princípio “não roubar”, opõe-se à contingência de que o filho depende do remédio e ao fato de que o pai ama seu filho. Esta abordagem procede por estudo de casos, não por meio de modelos experimentais, como a teoria dos jogos que utiliza amplamente o dilema dos prisioneiros para pensar modelos de decisão. Kohlberg estuda a natureza da oposição entre princípios e circunstâncias de forma correlata ao tipo de pensamento e ao estágio de eticidade envolvido. Seu método privilegia o processo de decisão, não a alternativa final tomada pelo indivíduo. Exemplo: se alguém pode alterar o curso de um trem de tal forma que este em vez de atropelar cinco pessoas ou mate, digamos, mil pessoas, ele deve ou não agir para mudar a rota do trem, aumentando assim sua reponsabilidade nestas mortes?

Seguindo adiante no método de generalização de dilemas, Contardo coloca a seguinte opção: “se alguém sabe onde está uma criança aprisionada, que vai morrer asfixiada se o tempo avançar, esta pessoa deve ser torturada para que salvemos a criança?” O experimento mental assume que a tortura é eficaz para produzir confissão e que não existe dúvida de que o torturado sabe onde está a vítima.

A controvérsia que se seguiu parece assumir como ponto de partida que os exemplos nunca são indiferentes. A tese lacaniana de que não há metalinguagem aplica-se aqui mais como consideração ética, ou meta-ética, do que como regra cognitivo-epistemológica. O método dos dilemas é basicamente um método em torno do uso e extensão de exemplos, a forma e conteúdo pelos quais decidimos a aplicação do caso à regra. Daí que quanto mais complexo, paradoxal e impensável o dilema maior a divisão subjetiva, consequentemente maior imersão ética e autonomia. Mas em alguns casos a posição ética não consistiria exatamente em recusar o dilema? Em sua discussão sobre o fundamentalismo, com Ives Gandra Martins, Contardo dá um bom exemplo disso:


O processo de generalização, tão caro à epistemologia construtivista, sinaliza uma evolução rumo à “universalização” da moralidade. Portanto, de onde advém a eticidade da recusa de certos dilemas. O dilema não é indefinidamente generalizável e detectar o limite e as razões de sua generalização, o coeficiente de “elasticidade” do exemplo, constitui outra face do progresso da moralidade.

A resposta de Vladimir Safatle consiste em uma crítica ao uso de situações experimentais deste tipo para pensar a moralidade. A suposição de que a tortura é uma técnica eficaz de extração da verdade afasta muito da situação real de tortura, na qual muitos se calam. Ainda, a escolha de dilemas não é destituída de finalidade e efeitos políticos. Todo dilema contém a suspeita de uma enunciação interessada. Daí que para indicar o limite de elasticidade deste dilema Vladimir pergunte: “um Estado que recorre sistematicamente à tortura deve ser salvo?”. Nisso ele não trai as razões do método de Kohlberg-Contardo, ou seja, ele exagera a generalização do dilema para mostrar sua contradição. Questão de Método, o título da coluna, não parece ser uma alusão ao texto de Sartre, mas uma crítica à dissociação entre forma e conteúdo, enunciado e enunciação, instrumentos e fins éticos, princípios e exemplos, tema sobejamente tratado pelo método dialético no qual Contardo e Vladimir se formaram. A expressão irônica que considera os “paradoxos morais de laboratório” um falso problema, critica a escolha do exemplo questionando a neutralidade do exemplo e sugerindo que o paradoxo deve ser pensado junto com a contradição na abordagem do raciocínio moral.

Contardo e Vladimir partem de fontes e formações intelectuais bastante próximas: a psicanálise e a filosofia, Lacan e a teoria crítica, Hegel-Kant e a crítica da cultura pós-estruturalista, a esquerda “esclarecida” e não a direita “pirotécnica”. Assim como o psicanalista defende a importância da dúvida e do dilema, o filósofo vem insistindo sobre a necessária insegurança ontológica dos juízos morais[1] e a existência de atos morais para além da lei[2]. Para a psicanálise a divergência tem uma inflexão clínica e politica. Podemos esperar uma moralidade pós-convencional de alguém que passa por uma psicanálise? A teoria do reconhecimento (em teoria social), ou a teoria do narcisismo (em clínica), deve admitir uma diferença entre moralidade (convencional) e eticidade (pós-convencional)? Em outras palavras, se os processos de individualização (lógica formal da decisão) e as instituições reais nos quais eles se dão (circunstâncias reais), reúnem-se na determinação do exemplo, apelar para a força do exemplo, seja como imitação, seja como problema, esconde a verdadeira questão, ou seja: se é possível pensar a ética sem a política?

A tortura é um caso limite para nossas regras pré-constituídas de pensar, mas também um exemplo político. O impacto moral do exemplo muda se o consideramos do ponto de vista do Estado, que pratica e sanciona a tortura, ou do indivíduo que se vê diante desta opção, por e com seus próprios meios. Aliás, este é o objeto da tese de Contardo sobre a perversão social como montagem perversa, ao modo dos carrascos voluntário de Hitler[3]. Portanto, é claro que o texto de Contardo não advoga o uso da tortura, mas o direito e o benefício de refletir sobre ela. Esta é a função do crítico social e do teórico da cultura, ainda mais quando este é um psicanalista.

Contudo, não seria a escolha do exemplo, o momento de sua colocação e, principalmente, o método de tratamento uma proposição de alta periculosidade política? Operação similar a propor plebiscito sobre a pena de morte (falando em dilemas), como método de escolha livre, no contexto de massas enfurecidas sedentas de vingança. Ora, o contexto não é obscuro e indeterminado: Abu Ghraib, Guantánamo, a guerra ao terror, e particularmente o filme textualmente mencionado “A Hora mais Escura” de K. Bigelow. Neste sentido o benévolo convite: vamos dar uma chance aos vilões, olhar as coisas do ponto de vista de Jack Bauer, surge como ponto de vista alternativo ou como regra?

Aqui as teses de Kohlberg são suplementadas pelos desenvolvimentos de Kahneman que mostram como nós representamos nossas escolhas morais de modo muito diferente da maneira como efetivamente agimos. Isso duplica o problema: há princípios de ação, cartilhas, imperativos universais (reais e imaginários) e há circunstâncias de ação, casos, particularidades concretas (reais e imaginárias). Há dilemas, há falsos dilemas e há também os dilemas forçados. Recado inevitável: o colunista não advoga que analisar um dilema moral implique sancionar a alternativa binária dos termos na qual a situação se apresenta (entre preto e branco há os 50 tons de cinza).

Contudo, assim como existe um infinito dentro do dilema há um infinito fora do dilema. A relação entre a conjectura e o mundo real pode ser, ela mesma, real e desencadear efeitos no mundo real. Para tanto basta admitir que existem dois tipos de hipóteses: aquelas que afetam as condições de sua enunciação e aquelas que não afetam suas próprias condições de enunciação. Por exemplo, levantar a hipótese da existência de um planeta para além de Plutão e que ele influencia a órbita dos outros planetas conhecidos não afeta, em tese, as condições da enunciação. Ele não transforma ética, política ou moralmente aquele que enuncia a hipótese[4]. Mas há hipóteses que transformam quem as enuncia e corrompem a situação de enunciação na qual elas emergem. Aliás, esta é uma das maneiras de definir o inconsciente. Um sonho, um chiste, um sintoma podem ser lidos como hipóteses que alteram o sujeito que as enuncia. É como dizer, no interior de uma relação amorosa: “suponhamos que você esteja me traindo”. Inevitavelmente esta “hipótese” transformará a relação no interior da qual ela é proferida. Isso pode representar um incentivo à vida de fantasia do casal, mas certamente implica admitir que a relação entre hipótese moral levantada e posição desejante ou política dos envolvidos não é de separação metodológica garantida por alguma instância de metalinguagem. Ou seja, o problema não é a cartilha explícita e monótona das injunções morais, mas sua relação com a cartilha particular representada pelas perguntas morais no contexto parcial, ainda que insabido, de sua própria enunciação. É a nossa “hiddden agenda” (a cartilha escondida), por vezes contrária às intenções declarativas. Ela decorre tanto da divisão subjetiva induzida pelo dilema, quanto da posição no mundo real do exemplo escolhido. Como se pode perceber a questão agora assume implicações imediatas para a crítica cultural quando se escolha uma obra ou outra para o comentário ou para a crítica.

A transformação pragmática da enunciação pode acontece em dilemas de escolha do tipo: de que lado você está? Dos que usam cartilhas que torturam o pensamento, tais como militantes, patrulhadores, em geral de esquerda, que não admitem que certos temas sejam colocados em questão, ou dos liberais independentes dispostos a enfrentar de peito aberto qualquer assunto? Como observou Marcelo Coelho, nem todo dilema é produtivo do ponto de vista do raciocínio moral, e eventualmente, um dilema será mal colocado de forma a induzir uma transformação pragmática, por exemplo: Brasil: ame-o ou deixe-o. Ou seja, não seria uma covardia deixar que o exemplo “fale por si mesmo” para depois sugerir que ele está sendo mal interpretado?

 

Além da benéfica divisão do sujeito, expressa pela moral provisória da modernidade, devemos acrescentar a igualmente perturbadora intromissão do objeto patológico, que nos leva a pensar, naquele momento, naquele contexto específico, no exemplo do torturador. O caráter indissociável entre forma universal (ou indefinidamente generalizável) do problema e conteúdo particular de sua enunciação (ou o exemplo em si) é um dos motivos que já levaram Contardo, em outros momentos, a aproximar os juízos estéticos dos juízos morais, a desfazer da separação entre ética e moral, constituindo ainda uma regra de ação clínica óbvia para qualquer psicanalista: os exemplos nunca são meros exemplos. As ilustrações dizem sempre mais ou menos do que o texto. Quem dá o exemplo já está prescrevendo seu contexto de aplicação. Chegamos assim a uma espécie de critério não normativo de responsabilidade intelectual.

Marcelo Coelho percebeu com clareza este ponto ao passar da alternativa entre “laboratório-neutro” ou “política-interessada” para a oposição entre ficção e vida real. O caso do Estado de terror baseia-se no uso controlado do “exemplo” como norma e a tortura como “método de governo”. Ele também questiona a noção de generalização indicando que o exagero não é um mero erro cognitivo. Ele fornece vários “contra-exemplos” da generalização de dilemas ao absurdo como o canibalismo nos andes ou a tortura ao torturador. Lateralmente, ele infiltra a questão da “influência” da televisão, do poder de indução da realidade gerado pelos “meros exemplos”, agora considerados em sua vertente de conjecturas ficcionais “institucionalizada”. A ideia de explorar o raciocínio moral a partir de mundos possíveis não é indiferente ao tipo e conteúdo exato do “mundo possível” que é escolhido. Mais uma vez bate à porta a intrusão do político no interior do universo da ética.

A posição de Hélio Schwartsman, opondo historicamente, em matéria de ética, deontologistas e consequencialistas, acompanha a crítica de Safatle e Coelho mostrando como a posição experimentalista, principalmente quando ela adere ao consequencialismo “puro”, em filosofia moral, nos expõe a contra-exemplos: o “quase” desastre nuclear de Three Mile Island, o “improvável” mentiroso kantiano, o incesto “secreto” entre irmãos. O método das comparações, por trás dos dilemas presume que temos como resolver cognitivamente o peso dos valores. No entanto, como tornar comensurável a dor de cabeça em cinco milhões de pessoas ou duas pernas quebradas? Ou seja, o valor de aprofundamento moral dos dilemas requer que eles sejam pensados no quadro de identificações.

Contardo responde a estas objeções reforçando a dimensão metodológica do dilema como formato padrão da experiência moral moderna. A tortura funcionaria por pressupostos: não se assalta alguém que você acha que não tem dinheiro, não há dilema se você não pressupõe que assaltar é errado. O potencial emancipatório dos dilemas, contra a alienação minorizante das cartilhas, ocorre porque a identificação induz o essencialismo moral. O homem-cartilha, que pretende universalizar aquilo que na verdade são apenas disposições particulares de gosto ou inclinação, evita os dilemas. O intrigante nesta objeção é que ela remete justamente à tradição kantiana-piagetiana que pretende encontrar regularidades, quando não universalismos morais, no sujeito (a famosa tese de que em todas as culturas e épocas partilham da geometria de Euclides e da moral de Kant):

“ (…) um sujeito concreto não tem os direitos humanos cravados no peito pelo dedo divino; se ele for contra a tortura, será porque seu pai foi torturado ou porque seu pai foi um torturador, porque seu colega do primário arrancava as asas das moscas ou porque ele mesmo fazia isso, porque os pais lhe disseram que não é para torturar, ou porque ele foi torturado pelos pais.

Ou seja, que as disposições morais têm uma história na qual os exemplos são articulados, por identificação, com princípios definindo o ato moral. Os exemplos tem uma história, eles se inscrevem em uma narrativa que os ultrapassa como indivíduos. Dissociar exemplos (como a tortura) de seus contextos de uso (como a guerra ao terror); assim como desligar a ficção (da onisciência do torturador) da realidade (na qual a tortura é aplicada independente de sua eficácia) não é um erro diante de cartilhas universalistas, é um erro diante das próprias premissas assumidas.

Em sua reposta ao dualismo entre cartilhas e dilemas, Vladimir Safatle volta a insistir que a decisão moral individual sempre carrega mais e menos “homúnculos” do que gostaríamos. Matar Bin Laden em nome da segurança ou da vingança é uma coisa, matar Bin Laden como exemplo, de que a regra tácita do jogo tolera a tortura e a ilegalidade, são duas situações diferentes. O efeito “força de lei” ou “dilema concreto” não se aplica apenas ao código jurídico e abstrato. Há um conjunto de consensos que definem a forma como aplicamos a lei e como julgamos seu conteúdo moral. Um bom dilema perturba nosso sistema de identificações, mas um dilema melhor ainda, nos apresenta um fragmento de real como impossível. Ele nos transforma não apenas quando o resolvemos, mas quando nós o enunciamos. Não seria este o caso da moralidade pós-convencional?
Fonte: http://revistacult.uol.com.br/home/2013/03/a-covardia-do-exemplo/
 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Região Norte é apontada como próxima onda de crescimento

O Norte responde por apenas 5% das vendas de carros no país e, no ano passado, teve um crescimento abaixo da média nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves: a alta foi de apenas 1,9%, enquanto o volume no país cresceu 6,1%. Mas, as marcas ainda apostam no potencial da região. A Citroën, por exemplo, anunciou recentemente sua chegada a Boa Vista (RR), a capital brasileira que faltava ser ocupada pela marca de origem francesa. "O que vemos hoje no Nordeste vai acontecer daqui a quatro ou cinco anos no Norte", prevê Gustavo Schmidt, vice-presidente comercial da Renault. Entre os Estados em mais rápida evolução, o Acre mostrou no ano passado crescimento de 13,9% nas vendas de carros, para um total de 8,3 mil unidades no período. Já o Pará tem o maior mercado da região Norte, com 57,3 mil carros emplacados em 2012. (EL)

Mulheres fazem mais compras emocionais do que homens

É o que confirma estudo do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). De acordo com os dados, 47% das mulheres entrevistadas já realizaram compras por impulso em momentos de tristeza, angústia ou ansiedade. Já entre os homens, este percentual cai para 37% dos casos. Quando os consumidores admitem comprar movidos por algum impulso, a razão mais prepoderante entre as mulheres é a baixa autoestima (49%) como problemas relacionados à vaidade e insegurança com a própria aparência. Já o público masculino se descontrola nas compras por conta da ansiedade com algum evento que se aproxima como viagens, férias ou festas (45%). Outros pretextos citados por ambos os sexos são tensão pré-menstrual - citado pelas mulheres em 32% dos casos - e situações de crise que envolvem o trabalho - segunda razão mais mencionada pela parcela masculina dos entrevistados (38%).

A “Era do propósito” (finalmente) acabou?

“Temos que parar de olhar para os consumidores como axilas necessitadas de desodorante”.
Keith Weed, diretor de marketing e comunicação da Unilever

Brasileiro confia mais na mídia que no governo, diz estudo

Os brasileiros acreditam menos no governo, confiam mais na mídia e depositam nas empresas grande expectativa não apenas em relação aos seus produtos e serviços, mas também quanto à postura ética que adotam. As conclusões são da pesquisa Trust Barometer, realizada pela agência de relações públicas Edelman em 26 países.

terça-feira, 12 de março de 2013

Fusão entre Azul e Trip é aprovada com restrições

A fusão entre as aéreas Trip e Azul foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), com duas restrições. Uma delas é a obrigatoriedade de extinguir, em um prazo de dois anos, os voos compartilhados com a TAM. A outra restrição é a utilização de mais de 85% dos slots da Azul no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A fusão entre Trip e Azul foi anunciada em maio do ano passado e prevê 66% das ações da holding para a Azul e 34% para a Trip.

segunda-feira, 11 de março de 2013

A vida sem doméstica

Como viver e trabalhar fora numa grande cidade sem a ajuda de trabalhadores domésticos? A pergunta ronda brasileiros de classe média que, nos últimos anos, viram as empregadas escassearem e encarecerem. Seus rendimentos tiveram o maior avanço dentre as categorias profissionais em 2012. Ainda é pouco comparado a Paris, onde uma faxineira custa até R$ 50... por hora. Em Washington, são R$ 40. Em Buenos Aires, R$ 16. Nas três cidades, só os muito ricos têm empregados fixos. A classe média contrata diaristas e perde em média duas horas por dia cuidando da casa, da comida e da roupa. O tempo dobra se for uma mulher casada e com filhos.

Começa a valer proibição de cobrança de chamadas feitas para o mesmo número em até 2 min

As chamadas feitas do celular para um mesmo número em menos de dois minutos obrigatoriamente deverão ser consideradas uma ligação única. A regra, aprovada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em novembro do ano passado, depois de uma consulta pública, entrou em vigor na última quarta-feira (27) e a segunda chamada ao mesmo número será considerada parte da primeira tanto para um telefone fixo quanto para um celular.

Casar e gastar, é só começar

Existem nada menos do que 30 milhões de solteiros entre 20 e 40 anos nas classes C, D e E no Brasil e nada menos do que 41% deles – 12,3 milhões – pretendem se casar em dois anos. Eles são o alvo da indústria de casamentos, cada vez mais sofisticada. Após cair em 2009 e 2010, o último censo mostra que o número de enlaces no país voltou a aumentar em 2010, alcançando a marca de 1 milhão. A expectativa é de que esse número tenha fechado 2012 em 1,3 milhão, indica o levantamento do Data Popular. Quem quer subir ao altar comemorando em estilo sofisticado, deve preparar o bolso. Pesquisa do Instituto Data Popular mostra que uma festa de casamento custa entre R$ 25 mil e R$ 300 mil. O preço varia de acordo com a disposição do freguês para gastar. Letícia Martins, proprietária da Lecult Produções e Eventos, está no ramo há seis anos. De acordo com ela, a inflação das festas de casório sobe mais de 30% ao ano e pode até dobrar de um ano para outro. “Fiz um casamento em Trancoso (BA) em abril de 2011 e outro no ano seguinte. Eram duas irmãs e a festa foi praticamente igual, com os mesmos fornecedores. O primeiro saiu por R$ 80 mil, o segundo, no mesmo local, custou R$ 250 mil”, afirma. A irmã de Letícia Martins casou-se há seis anos e também gastou R$ 250 mil na festa. “Hoje, para fazer uma cerimônia igual, o custo ficaria entre RS 350 mil e R$ 400 mil”, calcula.

Brasileiro não confia em apelos em rótulos

O aumento do número de apelos sobre responsabilidade ambiental, social e de atributos ligados à saúde nas embalagens dos produtos é inversamente proporcional à credibilidade que os consumidores atribuem a estas informações. Essa é uma das conclusões da pesquisa “A percepção do consumidor sobre apelo nas embalagens”, fruto de uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Market Analysis, que ouviu 900 consumidores nas cinco regiões do país. O levantamento mostra ainda que um em cada quatro brasileiros está atento a mensagens do tipo: “ecologicamente correto”, “mais econômico”, “sem gordura trans”, “embalagem reciclável”, entre outras tantas divulgadas pelos fabricantes nos rótulos. Por outro lado, quase a metade (43%) sequer toma conhecimento dessas informações.

Por que a Venezuela chora por Chávez

Os pobres da Venezuela têm motivos para prantear Chávez, morto aos 58 anos. Até os críticos mais severos reconhecem a eficiência de sua política de combate às desigualdades sociais. Nos 14 anos em que esteve no poder, Chávez voltou os olhos para os marginalizados, tendo sido muito provavelmente o primeiro líder do país a centrar seu governo na defesa dos excluídos. Com o dinheiro que jorrava das reservas de petróleo, o presidente construiu escolas, ofereceu alimentos subsidiados para os miseráveis, abriu linhas de crédito para a compra de casas populares, trouxe médicos cubanos para atender gratuitamente os moradores das favelas (o efeito dessa última ação foi a queda de 32% da mortalidade infantil desde 1999). Antes de Chávez, a Venezuela investia 8% do Produto Interno Bruto em ações sociais. Com ele, o número subiu para 14%. Em 1999, um quarto dos venezuelanos vivia na pobreza extrema, índice comparável ao de nações africanas desvalidas. Hoje, o percentual é de 7% e o ritmo de pessoas que deixa a linha da miséria indica que o número tende a cair mais. Ao morrer, Chávez deixou um legado notável na área social e isso explica, em grande medida, por que ele é idotrado por venezuelanos que sempre se sentiram relegados. Isso explica, também, o choro verdadeiro dos pobres, temerosos de que deixem de ser, nos próximos governos, uma massa digna de ser ouvida e respeitada.

A nova era da desigualdade

Antes um símbolo do atraso do Terceiro Mundo, a desigualdade chegou aos países desenvolvidos, em especial os Estados Unidos. Enquanto no Brasil o abismo social é cada vez menor, nos EUA a distância entre as camadas mais ricas e as mais pobres da população só aumenta. O processo se agravou com a atual crise econômica, mas uma pesquisa mostra que a desigualdade social americana tem se acentuado desde o final da década de 1970. De acordo com levantamento do Congresso americano, a renda das famílias 1% mais ricas cresceu impressionantes 300% de 1979 a 2009, enquanto a da classe média avançou apenas 40%.

Marketing de conteúdo

"Bem-vindo ao que tem sido chamado de “marketing de conteúdo”. A técnica consiste em produzir e distribuir conteúdo (como filmes, textos e áudios) que chame a atenção dos consumidores – e, a partir daí, associar o nome de uma empresa ou produto a ele. A premissa é que o consumidor tende a lembrar da marca mais facilmente quando a vê ligada a uma mensagem que o interesse. E passa a associá-la a sentimentos positivos trazidos pelo conteúdo promovido." (Revista do Amanhã)

domingo, 10 de março de 2013

Eterno vice

E a síndrome de vice continua a perseguir o Vasco. Segundo um dito popular o segundo colocado é o primeiro perdedor. Parabéns aos botafoguenses de plantão que salvo engano conquistam o seu primeiro título em seu estádio próprio - o Engenhão. Até que enfim... Ufá!!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Sexta...

Sexta-feira, dia internacional da mulher e da cerveja. Combinação estrategicamente explosiva que se bem misturado o sucesso é garantido, caso contrário o drama vem no dia seguinte que diga os feras do sertanejo Munhoz e Mariano (rsrsrsrsrs).

"Meu Deus do céu aonde é que eu tô?
Alguém me explica, me ajuda por favor?
Bebi demais na noite passada
Eu só me lembro do começo da balada

Alguém do lado, aqui na mesma cama
Nem sei quem é mas tá dizendo que me ama
Cabeça tonta, cheirando cerveja
O som no talo só com moda sertaneja

Cadê meu carro, cadê meu celular?
Que casa é essa?
Onde é que eu vim parar?

O sol rachando, já passou do meio dia
Daqui não saio, daqui ninguém me tira
Achei meu carro dentro da piscina
E o celular no microondas da cozinha..."


Brasil e Londres - o barulho infernal e o silêncio educado

Sou a favor de que no Brasil as montadoras retirem o opcional buzina do conjunto de equipamentos comercializados nos carros nacionais. A questão é cultural e vem de berço, é educação básica mesmo. Ninguém sabe usar a porra da buzina!!!

Telhados

Chuvas em Belém nesta época do ano são verdadeiros testes aos telhados. Competências se põe a prova e aí, muitas vezes, você percebe que comprou gato por lebre.

Marcas oportunistas

Certa vez tentei explicar a uma gerente de marketing que o oportunismo e a visão de curto prazo só ajudam a desvalorizar a marca, seja ela a de um produto específico, seja institucional. O excesso de promoções e o foco em prazo e preço só atraem consumidores tão oportunistas quanto o oportunismo de determinadas organições. Pois bem, agora veio um reforço maior e melhor. Ontem foi lançado um livro bastante interessante o qual indico que é Paixão e significado da marca de Arthur Bender. Recomendo.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Faça a sua parte

Aos pais que nunca tem tempo de fazer a lição de casa com seus filhos aqui vai uma lição: Educação começa em casa. Pesquisas comprovam que crianças que fazem lição em casa aprendem mais, têm notas melhores e são mais seguras.

terça-feira, 5 de março de 2013

The top five regrets of the dying

Ao longo dos nossos quase 2 meses de visitação na UTI do hospital Aventista de Belém a qual tivemos muitos contatos de pacientes, familiares, médicos, enfermeiros, dentre outros pudemos acompanhar todo um processo doloroso e terminal para muitos. Para você ter uma idéia, dos internados que entraram junto com meu pai apenas 3 sairam do centro de tratamento intensivo. Se pensarmos que há pelo menos 10 leitos disponíveis fora o leito privativo para as doenças infecto-contagiosas a média foi de 30% de sucesso levando-se em consideração de que neste último leito raramente era habitado.

Falo no plural porque era eu e minha mãe, isto é, a partir do momento que criei coragem para frequentar com constância diária. Fora isso uma tia nossa de Goiânia nos ajudou muito ao largar suas atividades no tribunal eleitoral onde trabalha para nos dar suporte aqui em Belém. Não posso deixar de relatar aquela que hoje mais do que nunca vislumbro como minha parceira ideal, minha namorada, que não mediu esforços e esteve sempre que pode, presente, sentadinha na maioria esmagadora das vezes no jardim de entrada do hospital, aguardando os 30 minutos de visitação. A esta, penso que o propósito fala mais forte do que qualquer coisa na vida e ela esteve ali sempre me aguardando com notícias boas e não tão boas.

Uma das coisas que me chamou bastante atenção pelo momento e pela total identificação com todo o cenário que viviamos foi o livro lançado pela enfermeira Bonnie Ware intitulado The top five regrets of the dying (Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais). Este livro não me saia da cabeça ao olhar todos aqules pacientes inclusive meu pai em seus últimos momentos.

Abaixo transcrevo a entrevista com a média do Einsten especialista em cuidados paliativos a qual comenta cada um dos 5 arrependimentos.

Obs: só pra lembrar que graças aos 30% meu pai não esteve incluso entre os óbitos da UTI.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim


“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.

“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.

“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.
3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.

“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.

“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.

“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.

De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica."


Minha apresentação

Meu nome é Gualter de Oliveira Rocha e a primeira coisa que tenho a destacar na minha apresentação é que acredito no desenvolvimento pessoal como motor da evolução das pessoas, sociedades, empresas e países. Outras crenças, não menos importantes, também compõem a forma como observo o mundo e a relação que as pessoas estabelecem com ele. Acredito que o esforço em conjunto de pessoas, a organização dos recursos e o direcionamento certo frente a um propósito único, conhecido e divulgado pode-se chegar a resultados antes não imaginados. A equação que envolve as sinergias de pessoas alinhadas a um objetivo não obedece à lógica matemática, podendo ser 1 + 1 = 3, ou até mesmo 1 + 1 = 0, quando este for o inverso. Outra crença que me acompanha ao longo desses anos de trabalho é que tudo se eleva ou se declina com a liderança. Quando o líder possui padrões elevados de conduta pessoal e profissional ele naturalmente tem tendência a fazer os mesmo com as pessoas. O inverso é verdadeiro também. Confesso que em pelo menos duas vezes me demiti do chefe e não da empresa que trabalhei. Não sou daqueles que defende a crença de que as pessoas nasçam com determinados dons. Creio que não seria justo pensar que se meu pai não foi um excelente bancário eu também não seria porque simplesmente teria herdado o gene correto. Acredito sim que tudo pode ser aprendido com esforço, determinação e instruções corretas. Quero dizer com isso que os comportamentos que necessitamos ter no ambiente de trabalho devem ser sempre treinados e devemos lembrar sempre também que as pessoas precisam ser instruídas.  Finalizo apostando que nesse novo momento em que vivemos a maioria das empresas as quais tive algum contato tem carência por pessoas com capacidade de execução, pessoas que fazem as coisas acontecerem. Não digo com isso que conhecimento não é importante, mas é que a dita “sociedade do conhecimento” possui uma grande capacidade de iniciar as coisas e finalizar pouco. Nessa última empresa que prestei meus serviços ouvir dizer uma frase de gostei bastante que é: “você tem que ter iniciativa e acabativa”.

segunda-feira, 4 de março de 2013

sábado, 2 de março de 2013

"Duas metades"

"Pra falar do amor de verdade,
Vou começar pela melhor metade
Te mostrar tudo de bom que tenho
E se for preciso eu desenho
Que eu amo você,
Que eu quero você.
A outra metade é defeito,
Você vai saber de qualquer jeito,
Anjo ou animal, suave ou fatal.
O que de um grande amor se espera
É que tenha fogo,
Que domine o pensamento
E traga sentido novo,
Que tenha paixão, desejo,
Que tenha abraço e beijo.
E seja a melhor sensação.
Que preenche a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que traga paz pro coração,
É você, é você
Que preenche a vida vazia,
Manda embora a agonia
E que trouxe paz pro coração
Que preencha a vida vazia,
Manda embora a agonia
E que é dona do meu coração,
É você, é você
E pra falar do amor de verdade
Vou começar pela melhor metade,
E te mostrar tudo de bom que tenho
E se for preciso eu desenho
Que eu amo você,
Que eu quero você
E a outra metade é defeito
E você vai saber de qualquer jeito,
Anjo ou animal, suave ou fatal
O que de um grande amor se espera
É que tenha fogo,
Que domine o pensamento
E traga sentido novo
Que tenha paixão, desejo,
Que tenha abraço e beijo
E seja a melhor sensação
Que preenche a vida vazia,
Mande embora a agonia
E que traga paz pro coração,
É você, é você
Que preenche a vida vazia
Manda embora a agonia
E que trouxe paz pro coração
Que preenche a vida
Manda embora a agonia
E que é dona do meu coração
É você, é você
E pra falar do amor de verdade
Vou começar pela melhor metade"

"O Que É Que Tem?"

"E pra deixar acontecer
A pena tem que valer
Tem que ser com você
Nós livres pra voar,
Nesse céu que hoje tá tão lindo
Carregado de estrelas
E a lua tá cheia refletindo seu rosto
Dá um gosto de pensar
Eu, você, o céu e a noite inteira pra amar
E quando o sol chegar
A gente ama de novo
A gente liga pro povo
Fala que tá namorando
E casa semana que vem
Deixa o povo falar
O que é que tem?
Eu quero ser lembrado com você
Isso não é problema de ninguém
Eu quero ser lembrado com você
Isso não é problema de ninguém
E pra deixar acontecer
A pena tem que valer
Tem que ser com você
Nós livres pra voar,
Nesse céu que hoje tá tão lindo
Carregado de estrelas
E a lua tá cheia refletindo seu rosto
Dá um gosto de pensar
Eu, você, o céu e a noite inteira pra amar
E quando o sol chegar
A gente ama de novo
A gente liga pro povo
Fala que tá namorando
E casa semana que vem
Deixa o povo falar
O que é que tem?
Eu quero ser lembrado com você
Isso não é problema de ninguém
Eu quero ser lembrado com você
Isso não é problema de ninguém
E pra deixar acontecer
A gente liga pro povo
Fala que tá namorando
E casa semana que vem
Deixa o povo falar
O que é que tem?
Eu quero ser lembrado com você
Isso não é problema de ninguém
Eu quero ser lembrado com você
Isso não é problema de ninguém"

Obrigado por você existir

A vida nos reserva algumas boas surpresas que só depois que tudo termina você começa a entender que é ali onde tudo começa.

Precisamos muitas vezes andar por caminhos ainda não trilhados sem saber ao certo o que lhe levou a estar no meio daquilo tudo.

Pois bem, comigo foi assim... Comecei uma fase que nem se quer deveria ter começado. Em muitos momentos ao acordar pela manhã me questionava o que me levou a estar ali fazendo aquelas coisas e com aquelas pessoas.

Mas como em tudo há um certo propósito não me desgarrei da paciência e da tolerância de saber que tudo tem seu tempo e momento. E este chegou.

Obrigado meu amor por você existir!!!