Desejo a TODOS AMIGOS E AMIGAS UM FELIZ 2010 e principalmente aqueles que são da razão d'eu estar aqui. Aos meus Pais Adelto Rocha e Maria dos Anjos O. Rocha um ESPECIAL FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!! AMO VOCÊS!!!!!!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
FELIZ ANO NOVO!!!
Desejo a TODOS AMIGOS E AMIGAS UM FELIZ 2010 e principalmente aqueles que são da razão d'eu estar aqui. Aos meus Pais Adelto Rocha e Maria dos Anjos O. Rocha um ESPECIAL FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!! AMO VOCÊS!!!!!!
sábado, 19 de dezembro de 2009
Razão, crença e dúvida
"Onde se manifesta a razão? Na arrogância de certezas absolutas ou na capacidade de duvidar?
MEU PRIMEIRO contato com a história que segue foi em junho passado, no blog de Richard Dawkins (www.richarddawkins.net, site que se autodenomina "um oásis de pensamento claro"). Dawkins é o evolucionista britânico que se tornou apóstolo do racionalismo ateu e cético, escrevendo, entre outros livros, o best-seller mundial "Deus - Um Delírio" (Companhia das Letras, 2007).
Mas eis a história. Em 2002, na Austrália, o casal Sam, de origem indiana, perdeu a filha, Gloria, de nove meses.
A menina, a partir do quarto mês, apresentou sintomas de eczema infantil, que é uma condição alérgica que afeta mais de 10% dos bebês e, geralmente, acalma-se ou some aos seis anos ou na adolescência. As causas do eczema infantil não são bem conhecidas; a medicina administra a condição da melhor maneira possível, esperando que passe. O problema é que o eczema (pele seca com prurido) dá uma vontade de se coçar à qual as crianças não resistem, e a pele, ferida, abre-se para qualquer infecção. Foi o que aconteceu com Gloria, que morreu de septicemia.
Não foi falta de sorte: o pai de Gloria é homeopata e, em total acordo com a mulher, medicou a menina só com remédios homeopáticos (insuficientes na condição da menina). Isso até o fim, quando ela definhava pelas infecções internas e externas. Gloria foi levada a um hospital três dias antes de morrer: as bactérias já estavam destruindo suas córneas, e os médicos só puderam lhe administrar morfina para aliviar seu sofrimento.
Os pais de Gloria foram presos, acusados de homicídio por negligência e, no fim de setembro, condenados pela Justiça australiana: o pai, a oito anos de prisão, a mãe, a cinco anos e quatro meses. Segundo o juiz, Peter Johnson, ambos os pais "faltaram gravemente com suas obrigações diante da filha": o marido pela "arrogância" de sua preferência pela homeopatia e a mulher pela excessiva "deferência" às decisões do marido.
Os termos da decisão de Johnson são admiráveis. A obediência -ao marido, no caso-, seja qual for seu fundamento cultural, nunca é desculpa; ela pode ser, ao contrário, o próprio crime. E, sobretudo, o marido é condenado não por recorrer à homeopatia, mas pela "arrogância" que lhe permitiu perseverar em sua crença e em sua decisão diante do calvário pelo qual passava a menina.
A sentença de Peter Johnson é, para mim, um modelo de racionalidade, porque estigmatiza a certeza independentemente do objeto de crença. Ou seja, o juiz não discute o bem fundado da autoridade do marido e, ainda menos, os méritos respectivos da homeopatia e da medicina alopática. Tampouco ele quer limitar a liberdade de opinião, garantida pela Constituição; a sentença penaliza apenas, por assim dizer, a rigidez.
Se me coloco no lugar dos pais de Gloria, não consigo imaginar uma crença, por mais que ela possa ser crucial para mim, que resista à visão do corpinho de minha filha transformado numa ferida aberta e purulenta.
Antes disso, eu (embora confiando, a princípio, na medicina alopática) já teria convocado não só os homeopatas (o que, aliás, seria uma banalidade, visto que a homeopatia é uma especialidade médica reconhecida) mas também todos os xamãs, feiticeiros e curandeiros que me parecessem minimamente confiáveis. E, é claro, embora agnóstico, eu rezaria, sem nenhuma vergonha e sem o sentimento de trair minhas "convicções", pois a primeira delas, a que resume minha racionalidade, diz, humildemente, que há muito no mundo que minha razão não alcança.
Se fosse testemunha de Jeová, e minha filha precisasse de uma transfusão (que a religião proíbe), abriria imediatamente uma exceção. Mesma coisa se fosse cientologista, e minha filha precisasse de ajuda psiquiátrica. Sou volúvel e irracional? O fato é que tenho poucas crenças (provavelmente, nenhuma absoluta), e acontece que, para mim, a razão é uma prática concreta, específica: um jeito de pesar e decidir em cada momento da vida.
O surpreendente é que, ao ler os comentários dos leitores no blog de Dawkins, os "racionalistas" parecem tão "rígidos" quanto o pai de Gloria. "A razão" (que eles confundem com uma visão aproximativa do estado atual da arte médica) é, para eles, um objeto de fé, uma crença pela qual facilmente condenariam os "infiéis" à fogueira.
Com o juiz Johnson, pergunto: onde se manifesta a razão? Na arrogância das certezas ou na capacidade de duvidar?"
MEU PRIMEIRO contato com a história que segue foi em junho passado, no blog de Richard Dawkins (www.richarddawkins.net, site que se autodenomina "um oásis de pensamento claro"). Dawkins é o evolucionista britânico que se tornou apóstolo do racionalismo ateu e cético, escrevendo, entre outros livros, o best-seller mundial "Deus - Um Delírio" (Companhia das Letras, 2007).
Mas eis a história. Em 2002, na Austrália, o casal Sam, de origem indiana, perdeu a filha, Gloria, de nove meses.
A menina, a partir do quarto mês, apresentou sintomas de eczema infantil, que é uma condição alérgica que afeta mais de 10% dos bebês e, geralmente, acalma-se ou some aos seis anos ou na adolescência. As causas do eczema infantil não são bem conhecidas; a medicina administra a condição da melhor maneira possível, esperando que passe. O problema é que o eczema (pele seca com prurido) dá uma vontade de se coçar à qual as crianças não resistem, e a pele, ferida, abre-se para qualquer infecção. Foi o que aconteceu com Gloria, que morreu de septicemia.
Não foi falta de sorte: o pai de Gloria é homeopata e, em total acordo com a mulher, medicou a menina só com remédios homeopáticos (insuficientes na condição da menina). Isso até o fim, quando ela definhava pelas infecções internas e externas. Gloria foi levada a um hospital três dias antes de morrer: as bactérias já estavam destruindo suas córneas, e os médicos só puderam lhe administrar morfina para aliviar seu sofrimento.
Os pais de Gloria foram presos, acusados de homicídio por negligência e, no fim de setembro, condenados pela Justiça australiana: o pai, a oito anos de prisão, a mãe, a cinco anos e quatro meses. Segundo o juiz, Peter Johnson, ambos os pais "faltaram gravemente com suas obrigações diante da filha": o marido pela "arrogância" de sua preferência pela homeopatia e a mulher pela excessiva "deferência" às decisões do marido.
Os termos da decisão de Johnson são admiráveis. A obediência -ao marido, no caso-, seja qual for seu fundamento cultural, nunca é desculpa; ela pode ser, ao contrário, o próprio crime. E, sobretudo, o marido é condenado não por recorrer à homeopatia, mas pela "arrogância" que lhe permitiu perseverar em sua crença e em sua decisão diante do calvário pelo qual passava a menina.
A sentença de Peter Johnson é, para mim, um modelo de racionalidade, porque estigmatiza a certeza independentemente do objeto de crença. Ou seja, o juiz não discute o bem fundado da autoridade do marido e, ainda menos, os méritos respectivos da homeopatia e da medicina alopática. Tampouco ele quer limitar a liberdade de opinião, garantida pela Constituição; a sentença penaliza apenas, por assim dizer, a rigidez.
Se me coloco no lugar dos pais de Gloria, não consigo imaginar uma crença, por mais que ela possa ser crucial para mim, que resista à visão do corpinho de minha filha transformado numa ferida aberta e purulenta.
Antes disso, eu (embora confiando, a princípio, na medicina alopática) já teria convocado não só os homeopatas (o que, aliás, seria uma banalidade, visto que a homeopatia é uma especialidade médica reconhecida) mas também todos os xamãs, feiticeiros e curandeiros que me parecessem minimamente confiáveis. E, é claro, embora agnóstico, eu rezaria, sem nenhuma vergonha e sem o sentimento de trair minhas "convicções", pois a primeira delas, a que resume minha racionalidade, diz, humildemente, que há muito no mundo que minha razão não alcança.
Se fosse testemunha de Jeová, e minha filha precisasse de uma transfusão (que a religião proíbe), abriria imediatamente uma exceção. Mesma coisa se fosse cientologista, e minha filha precisasse de ajuda psiquiátrica. Sou volúvel e irracional? O fato é que tenho poucas crenças (provavelmente, nenhuma absoluta), e acontece que, para mim, a razão é uma prática concreta, específica: um jeito de pesar e decidir em cada momento da vida.
O surpreendente é que, ao ler os comentários dos leitores no blog de Dawkins, os "racionalistas" parecem tão "rígidos" quanto o pai de Gloria. "A razão" (que eles confundem com uma visão aproximativa do estado atual da arte médica) é, para eles, um objeto de fé, uma crença pela qual facilmente condenariam os "infiéis" à fogueira.
Com o juiz Johnson, pergunto: onde se manifesta a razão? Na arrogância das certezas ou na capacidade de duvidar?"
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
2012
Fui assistir ao filme ontem e, particularmente, achei patético esse final do mundo preconizado por Roland Emerich e Harald Kloser. Sinceramente, achei que o final dos tempos poderia ser mais glamuroso. A mensagem principal dos 158 minutos de produção foi a de que só um cataclisma como esse de esfera global pode salvar um casamento (rsrsrs). Nesse caso, o casamento salvo faz parte do elenco principal John Cusack (Jackson Curtis), Amanda Peet (Kate Curtis). Ademais essas superproduções, que alcançam volumes consideráveis em centenas de milhares de dólares, só servem pra mostrar o quanto a pirotecnia da destruição o dinheiro pode criar. Explosões sob e sobre outras explosões, boings sendo levados pelas ondas como brinquedos, pontes se quebrando com milhares de carros em cima, vulcões, maremotos, tsunamis e toda sorte de quebradeira que você possa imaginar. Enfim, um filme sem algo a mais no que tange a construção de uma estória lógica do porque as coisas se processam dessa forma. Não estou aqui desdenhando do final dos tempos, até acredito que em uma hora dessas qualquer tudo pode ir pro espaço mesmo. Porém como esse filme mostra as coisas e as relações de dependência entre elas a produção fica pobre. Mas quem sou eu pra atacar de crítico de cinema uma hora dessas. Alias, façam melhor: assistam ao filme. É claro, que por outro lado, serei facilmente desmentido pelos recordes de bilheteria que fatalmente 2012 atingirá. No entanto ressalto que a força do marketing projetada na sociedade é muito forte, cria-se uma expectativa bem acima do normal sobre o fim do mundo e a forma como será contada. As pessoas são alçadas a ir conferir o que é propagado. Agora, o que vi ontem, ficou bem claro que se fizermos uma pesquisa de opinião com aqueles que viram a produção a coisa pode ser bem diferente. Ontem, pelo menos mais de uma dezena de pessoas saíram antes do término. Ninguém ou quase ninguém suportou o exagero e a redundância de tantas cenas de destruição.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Casamento do Bambu
Hoje é um dia especial para um de nossos grandes amigos. O famoso Barbatana! Ops, o Famoso Bambu vulgo Edson vai unir seus trapos na presente data. Daqui vão os meus mais sinceros votos de felicidades a sua nova vida!!! Inspirado por esse momento e por pura coincidência li por esses dias aquela que talvez seja a mais memorável prece amorosa de todos os tempos. Por incrível que parece andei lendo o Velho Testamento. Mais precisamente, no Livro de Cantares ou Cântico dos Cânticos, de Salomão. Em seus oito capítulos e 117 versículos, o rei Salomão, filho de Davi, e sua amada Sulamita compõem um dueto de intimidades que qualquer cristão é capaz de entender. Uma pequena seleta, a título de lembrete:
Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho.
Os teus lábios são como um fio de escarlata, e o teu falar é doce.
O meu amado é meu, e eu sou dele...
Os teus dois peitos são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
Favos de mel manam dos teus lábios. Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.
O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele.
As voltas de tuas coxas são como joias, trabalhadas por mãos de artista.
O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios.
Bom, depois de transcrita a prece só desejo novamente TODA A FELICIDADE AO BAMBU!!!!
Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho.
Os teus lábios são como um fio de escarlata, e o teu falar é doce.
O meu amado é meu, e eu sou dele...
Os teus dois peitos são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
Favos de mel manam dos teus lábios. Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.
O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele.
As voltas de tuas coxas são como joias, trabalhadas por mãos de artista.
O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios.
Bom, depois de transcrita a prece só desejo novamente TODA A FELICIDADE AO BAMBU!!!!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
Tô nem aí.
Uma salva de palmas para a Vida! Uma salva de palmas para as pessoas alegres! Uma salva de palmas para aqueles que sabem transformar os obstáculos em oportunidades! Uma salva de palmas para os decididos! Uma salva de palmas para os que acordam de bem com o mundo! Uma salva de palmas para aquelas pessoas quem pensam postivamente! Uma salva de palmas para tudo que trouxer felicidade!
Tem uma música tão simples, de uma letra tão comum e uma melodia tão igual e sem diferença de tantas outras que já ouvi, mas que diz com profundeza o que devemos fazer quando tentamos resgatar um amigo/amiga de problemas que as vezes a vida e o acaso nos envolve. Eu sou daqueles que acham que a maioria do problemas que enfretamos somos nós mesmos os culpados por eles estarem ali conosoco. Fomos nós mesmos que criamos aquilo através de nossos comportamentos as vezes estranho até de mais.
Voltando a música só colocarei o refrão que gosto de cantar:
"Tô nem aí, Tô nem aí...
Pode ficar com seu mundinho eu não tô nem aí
Tô nem aí, Tô nem aí...
Não vem falar dos seus problemas que eu não vou ouvir"
Tem uma música tão simples, de uma letra tão comum e uma melodia tão igual e sem diferença de tantas outras que já ouvi, mas que diz com profundeza o que devemos fazer quando tentamos resgatar um amigo/amiga de problemas que as vezes a vida e o acaso nos envolve. Eu sou daqueles que acham que a maioria do problemas que enfretamos somos nós mesmos os culpados por eles estarem ali conosoco. Fomos nós mesmos que criamos aquilo através de nossos comportamentos as vezes estranho até de mais.
Voltando a música só colocarei o refrão que gosto de cantar:
"Tô nem aí, Tô nem aí...
Pode ficar com seu mundinho eu não tô nem aí
Tô nem aí, Tô nem aí...
Não vem falar dos seus problemas que eu não vou ouvir"
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Valeu Obina!!!

Massa funkeira não me leve a mal, mas vou ter que dar um papo aqui que pode gerar uma certa nóia nas mentes mais fracas. Geral tá vendo que a simples chegada do Mengão no G4 provocou hecatombes generalizadas de norte a sul na arcoirislândia. A presença do Fuderosão atemoriza, apavora, intimida, isso é inegável. Bambis, porcos, galinhas, chorolados e smurfettes começaram a pipocar e a perder pontos quando não podiam perder. Enquanto isso, o Mengão Justiceiro passava o rodo e subia, na humildade, um degrau de cada vez. É nóis sempre, maluco.
Estamos entre amigos, não precisa se envergonhar só porque estamos falando a real. Não estamos viajando ou sendo soberbos, arrogantes, auto-suficientes. Enfim, não estamos sendo rubro-negros normais, estamos sendo sincerões. Existe outra justificativa para a flatulência que se tornou epidêmica entre os times que disputam o título e Liberta assim que nós botamos a cara? Claro que não! É o Fuderosão botando fogo pelas ventas e tocando o terror na humildade máxima.
Mas é bom que nós consigamos manter um distanciamento crítico de tudo isso. Se liga na idéia. O Mengão assusta não apenas porque o time tá jogando mais bola que os outros. Isso é do futebol, todo ano tem um time que tá jogando melhor. Mas só isso não basta pra tocar o terror que nós tocamos. O que congela o sangue da arcoirizada malvestida é a nossa representatividade. É isso que deixa vagabundo bolado.
Eles tão ligados que a Nação se espalha homogênea e majoritariamente em todos os estratos da sociedade. O Flamengo ta junto e misturado na malha do tecido social. Estamos sempre na parada, seja onde for a parada. Não tem como tentarem dar uma volta no Mengão. A Nação não deixa.
Além da Globo, da CBF, da CIA e da Microsoft, que fecharam com a gente faz tempo, estamos também enxertados lá no alto comando da PM paulista, tirando o mando de campo dos gambás. Estamos também no STJD, garantindo a pena mínima pra 3 bambinos que se excederam no uso da força. Estamos também no seio da porcaiada, criando tumulto e garantindo a excursão de fim de ano da Porcolândia até Assunción do Paraguai. Valeu, Obina!
Enfim, os caras têm motivos justos e coerentes pra ficarem cheios de medinho. A gente é que não pode ficar se achando. Vamos continuar no sapato, fazendo a nossa parte e secando geral que puder atrapalhar nossos planos. Ainda não ganhamos nada, mas não perdemos nada por esperar.
Fonte: http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Amigos

Grandes parceiros em horas incomuns. Sem dúvida o sentido da vida estaria incompleto se não existisse relações de amizade que pudessem trazer a tona momentos de pura alegria e encantamento. De certo que são pequenos momentos. São coisas passageiras e pequenas na linha do tempo em termos de tempo. Esse tal de tempo, por sinal, é um negócio interessante mesmo. Desde de sua invenção pelo próprio homem que necessitava dividir em partes o seu dia ficamos presos a ele e hoje somos dependentes. Pode passar o tempo que for, as quantas partes de dias, anos e décadas seremos sempre felizes por pertencer a determinados meios. Um Grande Abraço ao Negão e ao Marcito essa figura de valor impar.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Domingo quero te encontrar...
O que seria da semana sem os domingos? O que seria das tardes de domingo sem o Flamengo? Confesso que teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo! Essa é uma paixão avassaladora e incondicional. Fazer parte da maior torcida do mundo me trás um sentimento de orgulho e poder. Poder natural e humilde de ser o maior, simplesmente o maior (rsrsrs).
Dessa vez foi o pobre do nauticuzinho que levou o “farelo” dentro da sua própria casa. Ressalto aqui que aquela terra é maravilhosa juntamente com a imensa maioria do seu povo, no entanto aquela vitória de ontem pelos magros 2 tentos a zero me fez lembrar um pobre pernambucano torcedor desse timeco de quinta categoria. Digo timeco porque ele representa a mentalidade de grande parte dos seus torcedores que foram as proximidades do hotel onde estava hospedado o Magnético soltar rojões de foguete as 3horas e as 4.40 horas da manhã deste domingo como se isso adiantasse ou pudesse quebrar o estado de concentração do Imperador e seus súditos. Coitados. Façam o seguinte meus caros nauticuzinhos. Comecem a pensar na segundona ou se quiser coisa melhor pensem na terceira divisão. Quem sabe vocês ainda podem se igualar as duas mazelas do futebol paraense da qual eu nem sei, necessariamente, em qual divisão
os “mosquitos” de Remo e Paysandu estão.
Mas voltando a falar do pobre torcedor do nauticuzinho que por essas bandas de cá ainda reside só tenho a lamentar meu caro. Infelizmente não foi dessa vez. Quem sabe da próxima daqui a 10 anos quando vocês voltarem pra primeirona se é que voltam. Um grande abraço em vermelho-e-preto. Continue a dar as suas aulas com seu “ar” professoral sem concordância nominal e verbal e uma estória de “visse” pra,” visse” pra lá, etc. A escola fundamental de Recife deixa a desejar e muito quando se trata de pronunciar corretamente o português. Que tal trocarmos o tal do “visse” por “viste”?
Dessa vez foi o pobre do nauticuzinho que levou o “farelo” dentro da sua própria casa. Ressalto aqui que aquela terra é maravilhosa juntamente com a imensa maioria do seu povo, no entanto aquela vitória de ontem pelos magros 2 tentos a zero me fez lembrar um pobre pernambucano torcedor desse timeco de quinta categoria. Digo timeco porque ele representa a mentalidade de grande parte dos seus torcedores que foram as proximidades do hotel onde estava hospedado o Magnético soltar rojões de foguete as 3horas e as 4.40 horas da manhã deste domingo como se isso adiantasse ou pudesse quebrar o estado de concentração do Imperador e seus súditos. Coitados. Façam o seguinte meus caros nauticuzinhos. Comecem a pensar na segundona ou se quiser coisa melhor pensem na terceira divisão. Quem sabe vocês ainda podem se igualar as duas mazelas do futebol paraense da qual eu nem sei, necessariamente, em qual divisão
os “mosquitos” de Remo e Paysandu estão.
Mas voltando a falar do pobre torcedor do nauticuzinho que por essas bandas de cá ainda reside só tenho a lamentar meu caro. Infelizmente não foi dessa vez. Quem sabe da próxima daqui a 10 anos quando vocês voltarem pra primeirona se é que voltam. Um grande abraço em vermelho-e-preto. Continue a dar as suas aulas com seu “ar” professoral sem concordância nominal e verbal e uma estória de “visse” pra,” visse” pra lá, etc. A escola fundamental de Recife deixa a desejar e muito quando se trata de pronunciar corretamente o português. Que tal trocarmos o tal do “visse” por “viste”?
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Red Label ou Ice - o vovô garoto
Esqueci o nome do fera. Mas ele estava ontem com a mesma disposição e a mesma “espivitisse” que toma o seu comportamento quando rodeado de mulheres. Quer mostrar a todos que no auge dos seu 40 e lá vai cacetada de anos ainda é um perfeito garanhão ávido por mocinhas cantando em coro “gatinho cê gosta mais de red label ou ice”. Parece incrível, mas o tempo não passa pra ele assim como seu cérebro também possui certa incapacidade de evolução na linha do tempo. Claro que ele deve ter suas restrições a mim. Ele é homem-garanhão e jamais aceitaria perder a parte que mais lhe cabia a época. Mas como todo homem que olha pra muitas e deseja todas ao mesmo tempo o mesmo, é claro, não deu conta de segurar seu rebanho de forma disciplinada e controlada: uma ovelha se desgarrou! Foi o fim. Um baque grande naquele que jamais admitiu ter derrotas desse nível. Apesar de toda a sua tentativa de aparecer pra mim e, sobretudo, cercar as pessoas ao meu lado com o seu falso poder de persuasão digo-lhe que observo pacientemente a sua movimentação. Monitoro como faço com os ratos do laboratório do Programa de Análise do Comportamento da Universidade. Percebo que quando estamos no mesmo ambiente atuo como uma espécie de variável que muda seu comportamento de tal forma que a inquietude torna seu estado constante. Imagino que o rato entra em ambiente de extinção e a sua variabilidade chega ao ridículo ponto de se fazer feliz.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
SORRIA! O INFERNO NÃO EXISTE
A má notícia é que o céu também não.
Na Escola Estadual Frei Afonso Maria Jordá, na cidade mineira de Aimorés, os alunos cumprem diariamente o ritual de rezar na sala de aula. Tão inescapável quanto o gongo do recreio, o momento de evocação divina nunca havia gerado conflito. Até que, no início do ano, um estudante se recusou a tirar o boné para a prece.
A atitude inusitada teria sido entendida como simples transgressão de adolescente, não fosse a justificativa apresentada pelo garoto: "Eu não reverencio esse Deus, então por que tenho que tirar o boné?" A lógica era irretocável. Entre estarrecidos e embasbacados, os professores se entreolharam. Sem saber como explicar ao jovem pecador que vilipêndio dessa grandeza o levaria, no post-mortem, a ser fritado nas labaredas do Inferno, eles fizeram o que lhes cabia: mandaram-no para o purgatório terreno, a diretoria.
O caso teria sido contornado e esquecido, não fosse a intervenção da -Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Atea. A entidade, formalizada em novembro de 2008, tem como objetivo defender o ateísmo e combater hostilidades e sanções sofridas por seus adeptos, além de difundir premissas anti-Deus como base de um caminho filosófico consistente. "Entramos com uma representação no Ministério Público e o inquérito está rolando", explica o presidente da associação, Daniel Sottomaior, 37 anos, a propósito do episódio de Aimorés.
Não foi sua primeira batalha legal. Em abril, quando lia uma série de artigos sobre a Páscoa publicados por um jornal de Jundiaí, Sottomaior foi surpreendido pelas idéias da psicóloga Léa Maria Lopes. Ela asseverava: "É dever dos pais orientar e incentivar os filhos a seguir uma religião, seja ela qual for." Podia-se ler, ali, o pressuposto de que a religião faz o indivíduo melhor - e que, portanto, sua ausência o piora. O episódio motivou outra representação da Atea, desta vez no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, para contestar a profissional; na condição de representante da categoria dos psicólogos, ela não poderia recorrer a princípios não fundamentados na ciência.
Preconceitos dessa sorte não surpreendem Sottomaior. No inconsciente coletivo, ele diz, está consolidada a idéia que associa o ateu a uma figura do mal, quando não à própria encarnação de Belzebu na Terra. (O fato de "inconsciente coletivo" ser um conceito tão metafísico quanto Deus não parece atrapalhar Sottomaior.) "O que o [José Luiz] Datena fala no programa dele sobre o pior estuprador? 'Esse não tem Deus no coração'", ele exemplifica.
Sottomaior cita dados para mostrar que a perseguição aos incréus é não só real, mas explícita, à diferença do preconceito sofrido por negros e homossexuais, segundo ele, mais velados. Uma pesquisa do Instituto Gallup nos Estados Unidos apontou, por exemplo, que um candidato ateu à Presidência enfrentaria resistência de 53% do eleitorado, contra 43% do segundo colocado, um hipotético candidato gay. Na mesma linha, de acordo com um estudo encomendado em 2008 pela revista Veja ao cnt/Sensus, 87% dos brasileiros jamais ajudariam a eleger um candidato que tivesse desertado do Criador. "É um índice de rejeição mais alto do que contra os negros americanos na época em que eram obrigados a viajar nos bancos de trás dos ônibus", comenta, horrorizado.
O dirigente ateísta frisa que em nenhum momento rompeu com Deus, e isso pelo simples fato de ele nunca ter estado em sua vida. "Todo mundo nasce ateu. Deus não surge espontaneamente nos lábios das crianças", raciocina. É, portanto, o entorno - em boa parte do mundo, cristão - que determina as convicções religiosas dos pequenos, num período da vida em que eles tendem a acreditar em tudo o que ouvem dos adultos. Sottomaior agradece "a imensa sorte" de não ter sido doutrinado dessa forma. E refuta a idéia de que o ateísmo possa ser entendido, esquizofrenicamente, como religião: "Essa comparação me deixa violento", diz, suave. "Ateísmo é uma religião tanto quanto careca é uma cor de cabelo", conclui, citando o ícone da descrença Don Hirschberg, espécie de Jesus Cristo ateu nascido no Arkansas.
Existem duas correntes distintas entre os adeptos do ateísmo: os antirreligiosos xiitas e os céticos, que nada pregam. Sottomaior é do primeiro time. "Roxo, raivoso e militante", orgulha-se, indicando que integra uma comunidade (do Orkut) chamada "A Bíblia me faz rir". Para ele, trata-se do documento que melhor expressa o quanto o suposto Deus cristão seria homofóbico, machista, vingativo e homicida. Sottomaior lembra que a maior injustiça dos tempos de Cristo, "se é que existiu um Cristo", foi a escravidão. "Quantas coisas a Bíblia fala contra isso? Nada. Sempre se fala em 'servos'. É um eufemismo que os tradutores acordaram para se referir aos escravos."
Também no Orkut, entre máximas atéias de Drummond ("De nada vale
erguer mãos e olhos para um céu tão longe, para um Deus tão longe"), Einstein ("A palavra Deus para mim é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana") e Nietzsche ("O cristão comum é uma figura deplorável"), Sottomaior publicou uma espécie de mantra extraoficial dos ateus: Obrigado, senhor, porque me deu de comer hoje, apesar de ter esquecido as centenas de milhares de crianças que morrem de fome todos os anos, por mais que elas e seus pais também tenham orado! Obrigado, senhor, por atender minhas preces quando peço para meu time ganhar e também por não atender as preces de milhares de pessoas que imploram pela paz diariamente! Obrigado, senhor, porque você salva a vida de uma pessoa no meio de um desastre com milhares de vítimas fatais!
A formalização da Atea como entidade nacional é o primeiro marco de uma luta para mudar a situação dos ateus - a "última minoria social", na classificação de Sottomaior. Ele considera que existe um forte boicote dos meios de comunicação sobre o assunto. Os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo chegaram a procurá-lo para matérias que, no final, acabaram engavetadas. Coisa de deísta.
Sem que as idéias circulem, a associação não consegue arrecadar fundos para emplacar campanhas como as da Inglaterra, com frases estampadas nas laterais dos ônibus: There's probably no God. Now stop worrying and enjoy your life - "Provavelmente Deus não existe. Agora pare de se preocupar e aproveite a vida." Por aqui, Sottomaior diz que o slogan seria: "Sorria! O Inferno não existe" ou "Você é quase tão ateu quanto nós. Quando entender por que não acredita em todos os outros deuses, saberá por que não acreditamos no seu."
Ainda usando calças curtas, a associação não conseguiu articular nenhuma atividade especial para marcar o Dia do Orgulho Ateu, 12 de fevereiro. A data, celebrada por confrarias ateístas de alguns países, homenageia o nascimento de Charles Darwin, inimigo número 1 do criacionismo.
Personalidades que poderiam emprestar visibilidade à causa também não se assumem devidamente. Sottomaior chegou a procurar Glória Maria, depois de vê-la se dizer atéia no programa Pânico, condição negada pela assessoria da apresentadora. Ele alfineta: "Foi o caso, talvez único, de alguém que saiu do armário e entrou correndo de volta."
Fonte: www.revistapiaui.com.br
Na Escola Estadual Frei Afonso Maria Jordá, na cidade mineira de Aimorés, os alunos cumprem diariamente o ritual de rezar na sala de aula. Tão inescapável quanto o gongo do recreio, o momento de evocação divina nunca havia gerado conflito. Até que, no início do ano, um estudante se recusou a tirar o boné para a prece.
A atitude inusitada teria sido entendida como simples transgressão de adolescente, não fosse a justificativa apresentada pelo garoto: "Eu não reverencio esse Deus, então por que tenho que tirar o boné?" A lógica era irretocável. Entre estarrecidos e embasbacados, os professores se entreolharam. Sem saber como explicar ao jovem pecador que vilipêndio dessa grandeza o levaria, no post-mortem, a ser fritado nas labaredas do Inferno, eles fizeram o que lhes cabia: mandaram-no para o purgatório terreno, a diretoria.
O caso teria sido contornado e esquecido, não fosse a intervenção da -Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Atea. A entidade, formalizada em novembro de 2008, tem como objetivo defender o ateísmo e combater hostilidades e sanções sofridas por seus adeptos, além de difundir premissas anti-Deus como base de um caminho filosófico consistente. "Entramos com uma representação no Ministério Público e o inquérito está rolando", explica o presidente da associação, Daniel Sottomaior, 37 anos, a propósito do episódio de Aimorés.
Não foi sua primeira batalha legal. Em abril, quando lia uma série de artigos sobre a Páscoa publicados por um jornal de Jundiaí, Sottomaior foi surpreendido pelas idéias da psicóloga Léa Maria Lopes. Ela asseverava: "É dever dos pais orientar e incentivar os filhos a seguir uma religião, seja ela qual for." Podia-se ler, ali, o pressuposto de que a religião faz o indivíduo melhor - e que, portanto, sua ausência o piora. O episódio motivou outra representação da Atea, desta vez no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, para contestar a profissional; na condição de representante da categoria dos psicólogos, ela não poderia recorrer a princípios não fundamentados na ciência.
Preconceitos dessa sorte não surpreendem Sottomaior. No inconsciente coletivo, ele diz, está consolidada a idéia que associa o ateu a uma figura do mal, quando não à própria encarnação de Belzebu na Terra. (O fato de "inconsciente coletivo" ser um conceito tão metafísico quanto Deus não parece atrapalhar Sottomaior.) "O que o [José Luiz] Datena fala no programa dele sobre o pior estuprador? 'Esse não tem Deus no coração'", ele exemplifica.
Sottomaior cita dados para mostrar que a perseguição aos incréus é não só real, mas explícita, à diferença do preconceito sofrido por negros e homossexuais, segundo ele, mais velados. Uma pesquisa do Instituto Gallup nos Estados Unidos apontou, por exemplo, que um candidato ateu à Presidência enfrentaria resistência de 53% do eleitorado, contra 43% do segundo colocado, um hipotético candidato gay. Na mesma linha, de acordo com um estudo encomendado em 2008 pela revista Veja ao cnt/Sensus, 87% dos brasileiros jamais ajudariam a eleger um candidato que tivesse desertado do Criador. "É um índice de rejeição mais alto do que contra os negros americanos na época em que eram obrigados a viajar nos bancos de trás dos ônibus", comenta, horrorizado.
O dirigente ateísta frisa que em nenhum momento rompeu com Deus, e isso pelo simples fato de ele nunca ter estado em sua vida. "Todo mundo nasce ateu. Deus não surge espontaneamente nos lábios das crianças", raciocina. É, portanto, o entorno - em boa parte do mundo, cristão - que determina as convicções religiosas dos pequenos, num período da vida em que eles tendem a acreditar em tudo o que ouvem dos adultos. Sottomaior agradece "a imensa sorte" de não ter sido doutrinado dessa forma. E refuta a idéia de que o ateísmo possa ser entendido, esquizofrenicamente, como religião: "Essa comparação me deixa violento", diz, suave. "Ateísmo é uma religião tanto quanto careca é uma cor de cabelo", conclui, citando o ícone da descrença Don Hirschberg, espécie de Jesus Cristo ateu nascido no Arkansas.
Existem duas correntes distintas entre os adeptos do ateísmo: os antirreligiosos xiitas e os céticos, que nada pregam. Sottomaior é do primeiro time. "Roxo, raivoso e militante", orgulha-se, indicando que integra uma comunidade (do Orkut) chamada "A Bíblia me faz rir". Para ele, trata-se do documento que melhor expressa o quanto o suposto Deus cristão seria homofóbico, machista, vingativo e homicida. Sottomaior lembra que a maior injustiça dos tempos de Cristo, "se é que existiu um Cristo", foi a escravidão. "Quantas coisas a Bíblia fala contra isso? Nada. Sempre se fala em 'servos'. É um eufemismo que os tradutores acordaram para se referir aos escravos."
Também no Orkut, entre máximas atéias de Drummond ("De nada vale
erguer mãos e olhos para um céu tão longe, para um Deus tão longe"), Einstein ("A palavra Deus para mim é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana") e Nietzsche ("O cristão comum é uma figura deplorável"), Sottomaior publicou uma espécie de mantra extraoficial dos ateus: Obrigado, senhor, porque me deu de comer hoje, apesar de ter esquecido as centenas de milhares de crianças que morrem de fome todos os anos, por mais que elas e seus pais também tenham orado! Obrigado, senhor, por atender minhas preces quando peço para meu time ganhar e também por não atender as preces de milhares de pessoas que imploram pela paz diariamente! Obrigado, senhor, porque você salva a vida de uma pessoa no meio de um desastre com milhares de vítimas fatais!
A formalização da Atea como entidade nacional é o primeiro marco de uma luta para mudar a situação dos ateus - a "última minoria social", na classificação de Sottomaior. Ele considera que existe um forte boicote dos meios de comunicação sobre o assunto. Os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo chegaram a procurá-lo para matérias que, no final, acabaram engavetadas. Coisa de deísta.
Sem que as idéias circulem, a associação não consegue arrecadar fundos para emplacar campanhas como as da Inglaterra, com frases estampadas nas laterais dos ônibus: There's probably no God. Now stop worrying and enjoy your life - "Provavelmente Deus não existe. Agora pare de se preocupar e aproveite a vida." Por aqui, Sottomaior diz que o slogan seria: "Sorria! O Inferno não existe" ou "Você é quase tão ateu quanto nós. Quando entender por que não acredita em todos os outros deuses, saberá por que não acreditamos no seu."
Ainda usando calças curtas, a associação não conseguiu articular nenhuma atividade especial para marcar o Dia do Orgulho Ateu, 12 de fevereiro. A data, celebrada por confrarias ateístas de alguns países, homenageia o nascimento de Charles Darwin, inimigo número 1 do criacionismo.
Personalidades que poderiam emprestar visibilidade à causa também não se assumem devidamente. Sottomaior chegou a procurar Glória Maria, depois de vê-la se dizer atéia no programa Pânico, condição negada pela assessoria da apresentadora. Ele alfineta: "Foi o caso, talvez único, de alguém que saiu do armário e entrou correndo de volta."
Fonte: www.revistapiaui.com.br
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Endereço certo
Esse é um recado para aquelas pessoas que só se preocupam em repassar informações a título de "fofoca" para outras pessoas. É impressionante a capacidade que uma parte considerável das mulheres tem de se preocupar tanto com a vida de suas "amigas" a ponto de querer muito lhe ajudar. Não sei de onde brota tanta inquietação com a vida dos outros e a forma como operam seus comportamentos. Olha que pensei que fosse somente com grandes astros e estrelas de cinema, novelas, etc. Que nada, nós pobres mortais também estamos expostos as mesmos condicionantes. Meu recado é. Não se preocupem tanto assim meninas, deixem as pessoas viverem suas vidas como querem e acham que devem. Não queira proteger ninguém de possíveis pessoas ou situações indesejadas. Isso faz parte da vida. Conselho é uma forma de resgatar um papel da lata de lixo e tentar usar novamente. Cuidem de suas vidas e das possíveis situações a que serão testadas no futuro. Na medida que vocês transferem suas energias a pretexto de preservar suas amigas ou seus amigos deixa descoberta a sua. Essa mensagem tem endereço certo e vai pra uma mulher problemática, obesa e eternamente solteira porque, evidentemente, ninguém deseja consumir tantas calorias e gorduras saturadas haja vista que isso não mais faz parte da tendência mundial de consumo de alimentos.
Humildemente Tocando o Terror
"O Grande Desmitificador Master do Futebol Mundial mais uma vez aprontou uma das suas. O cavalo paraguaio das Alterosas, freguês contumaz e chorão, foi obrigado a sentar. E dessa vez na casa deles, na frente de papai, mamãe e titias. Antes de falar bem da gente vamos esculachar pela ultima vez nesse ano esses malas que sofrem pro time que nunca vence.
Sem forçar a barra, o atrético mineiro não deveria disputar a Primeira Divisão. É time de quinta, não merece sequer jogar a Serie B. Seus torcedores idiotas passaram a noite estourando rojão na frente do hotel e passando trotes telefônicos pros jogadores do Flamengo. Foguetório, trote telefônico? Fala sério, isso é coisa do tempo em que os continentes estavam unidos na chamada Pangea. Foi mais ou menos nessa época, em que o Leblon não tinha praia e era colado em Soweto, que o Patético ganhou seu único titulo. E desde então só serve mesmo pra encher o saco, guardar nossa vaga no G4 e apanhar do Fuderosão.
Pior que os filha da mãe monotitulos ainda arrumaram um tempo pra apedrejar os guerreiros da Magnética, que estavam lá na frente do Mineirão na super boa, só preocupados em apoiar o Mengão. Os caras são realmente muito atrasados. E covardes. A prestimosa PM mineira acudiu imediatamente e enfiou a borracha. Na torcida do Flamengo, claro. Torcida que, sempre marginal e indisciplinada, tentava entrar no estádio pra se proteger das pedradas. E nem o fato de possuirem os ingressos para o jogo atenua o grave crime dos rubro-negros.
Longe de mim ser um eugenista, mas essa maucaratice só pode ser papo de má formação genética. Deve ser alguma coisa na água, sei lá. Procurem um galinhologista e tentem se curar dessa doença. Ainda bem que a bola, sempre ela, pune impiedosamente os manés que se metem a fazer parada errada. Toda essa onda maluca só serviu pra uma coisa: vocês já podem marcar no calendário 39 anos na fila! E a tendência é de crescimento. Crescimento do tempo de permanência na fila.
Agora eles vão rezar pra arrumar uma vaga na Sulameriquem, que já é muito mais espetáculo do que o seu torcedor médio merece assistir. A galinha mineira pode aproveitar a derrota e tranforma-lo numa bela lição. A derrota é o preço a pagar pela sua despropositada arrogância, amalucada pretensão de querer se comparar e desmedida inveja do Mengão. Aprendam com esse erro. Ou não aprendam a continuem a fazer o papel de time mais competente do Brasil. Compete, compete, compete e não ganha absolutamente nada.
Que Mengão rasgador é esse, galera? O que é Petkovic Esculachador Eterno dos Lideres Provisórios? Gol olímpico no ângulo do primeiro pau? Com beque e goleiro marcando? Háháhá, é o top do esculacho! Depois do fantástico e pirotécnico gol olimpicão toda a tensão acumulada ao longo da semana se esvaiu naturalmente. Torcida e time respiraram e se dedicaram a colocar o freguês na roda.
Como o time deles se revelou ainda mais fraco do que aquele que apanhou no Maraca em agosto, acabou sendo molinho. Antes de acabar o primeiro tempo Maldonado, em tarde de gala, deixou o dele e ainda tirou onda com dancinha canalha depois de mandar a galinha pras profundas da casa do cacete, seu lugar de origem.
Depois do segundo tempo os fracos ainda deram um calorzinho e marcaram o “de honra”. Serviu pra nada, Impera foi lá e meteu uma testada tipo sinuca, de dublê, só pra retomar a artilharia. 3 x 1, liquidada a fatura, hora do olé. E o Mengão deu olé só pra gente não esquecer de como é bom ganhar desses manés.
Não posso deixar de homenagear os fantásticos integrantes da Magnética que foram lá na coragem tão característica, passaram sufoco, doutrinaram a plebe mal educada e calaram a mulambada mineira fazendo do Mineirão mais uma filial da nossa festa no Maraca. Parabéns, vocês são os caras!
Fiquei pensando nos 5 amigos jornalistas diplomados que fizeram simulações das rodadas finais. Espertíssimos. Nem um deles botou fé num empate sequer pro Mengão. Todos os 5 cravaram vitória das galinhas. Na humildade, permitam-me sugerir o cardápio pra ceia dessa galera? Língua ao molho Madeira. E tome um guaraná, suco de caju, goiabada para sobremesa…
Já era, maluco. O Mengão chegou chegando. Quem mandou deixar chegar? Agora é ruim de segurar."
Fonte: http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/
Sem forçar a barra, o atrético mineiro não deveria disputar a Primeira Divisão. É time de quinta, não merece sequer jogar a Serie B. Seus torcedores idiotas passaram a noite estourando rojão na frente do hotel e passando trotes telefônicos pros jogadores do Flamengo. Foguetório, trote telefônico? Fala sério, isso é coisa do tempo em que os continentes estavam unidos na chamada Pangea. Foi mais ou menos nessa época, em que o Leblon não tinha praia e era colado em Soweto, que o Patético ganhou seu único titulo. E desde então só serve mesmo pra encher o saco, guardar nossa vaga no G4 e apanhar do Fuderosão.
Pior que os filha da mãe monotitulos ainda arrumaram um tempo pra apedrejar os guerreiros da Magnética, que estavam lá na frente do Mineirão na super boa, só preocupados em apoiar o Mengão. Os caras são realmente muito atrasados. E covardes. A prestimosa PM mineira acudiu imediatamente e enfiou a borracha. Na torcida do Flamengo, claro. Torcida que, sempre marginal e indisciplinada, tentava entrar no estádio pra se proteger das pedradas. E nem o fato de possuirem os ingressos para o jogo atenua o grave crime dos rubro-negros.
Longe de mim ser um eugenista, mas essa maucaratice só pode ser papo de má formação genética. Deve ser alguma coisa na água, sei lá. Procurem um galinhologista e tentem se curar dessa doença. Ainda bem que a bola, sempre ela, pune impiedosamente os manés que se metem a fazer parada errada. Toda essa onda maluca só serviu pra uma coisa: vocês já podem marcar no calendário 39 anos na fila! E a tendência é de crescimento. Crescimento do tempo de permanência na fila.
Agora eles vão rezar pra arrumar uma vaga na Sulameriquem, que já é muito mais espetáculo do que o seu torcedor médio merece assistir. A galinha mineira pode aproveitar a derrota e tranforma-lo numa bela lição. A derrota é o preço a pagar pela sua despropositada arrogância, amalucada pretensão de querer se comparar e desmedida inveja do Mengão. Aprendam com esse erro. Ou não aprendam a continuem a fazer o papel de time mais competente do Brasil. Compete, compete, compete e não ganha absolutamente nada.
Que Mengão rasgador é esse, galera? O que é Petkovic Esculachador Eterno dos Lideres Provisórios? Gol olímpico no ângulo do primeiro pau? Com beque e goleiro marcando? Háháhá, é o top do esculacho! Depois do fantástico e pirotécnico gol olimpicão toda a tensão acumulada ao longo da semana se esvaiu naturalmente. Torcida e time respiraram e se dedicaram a colocar o freguês na roda.
Como o time deles se revelou ainda mais fraco do que aquele que apanhou no Maraca em agosto, acabou sendo molinho. Antes de acabar o primeiro tempo Maldonado, em tarde de gala, deixou o dele e ainda tirou onda com dancinha canalha depois de mandar a galinha pras profundas da casa do cacete, seu lugar de origem.
Depois do segundo tempo os fracos ainda deram um calorzinho e marcaram o “de honra”. Serviu pra nada, Impera foi lá e meteu uma testada tipo sinuca, de dublê, só pra retomar a artilharia. 3 x 1, liquidada a fatura, hora do olé. E o Mengão deu olé só pra gente não esquecer de como é bom ganhar desses manés.
Não posso deixar de homenagear os fantásticos integrantes da Magnética que foram lá na coragem tão característica, passaram sufoco, doutrinaram a plebe mal educada e calaram a mulambada mineira fazendo do Mineirão mais uma filial da nossa festa no Maraca. Parabéns, vocês são os caras!
Fiquei pensando nos 5 amigos jornalistas diplomados que fizeram simulações das rodadas finais. Espertíssimos. Nem um deles botou fé num empate sequer pro Mengão. Todos os 5 cravaram vitória das galinhas. Na humildade, permitam-me sugerir o cardápio pra ceia dessa galera? Língua ao molho Madeira. E tome um guaraná, suco de caju, goiabada para sobremesa…
Já era, maluco. O Mengão chegou chegando. Quem mandou deixar chegar? Agora é ruim de segurar."
Fonte: http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/
domingo, 18 de outubro de 2009
Dessa vez foi um helicóptero...
Parece que as coisas estão tomando um rumo cada vez pior na cidade do Rio de Janeiro. É impressionante a capacidade de operação que o tráfico é capaz de fazer. Fica evidente que algo deve ser feito pelas nossas autoridades. Algo muito mais profundo do que simplesmente o revide da PM ou a revolta do comandante da operação por ter perdido dois de seus policiais de elite queimados juntos com as ferragens do helicóptero. Esse é um problema em que a sua causa ta na raiz da estrutura sócio-econômica de exclusão que vem de décadas sendo relegado dos interesses maiores ou pelo menos não sendo tratado de forma adequada. Particularmente acho que o Brasil precisa resolver problemas mais cruciais em sua estrutura social antes de se preocupar e/ou gastar de milhões de reais para trazer copas do mundo ou olimpíadas com dinheiro público. Quem conhece e já viveu esses esquemas de se propagandear eventos como estes causando emoção e furor na sociedade sabe que tudo isso é uma tremenda balela porque “atrás da fama” de eventos esportivos como esses tem um “mar” de corrupções de desvios de dinheiro público sem precedentes. Se levarmos em conta a nossa experiência com o PAN (olimpíadas) de 2007 aí é que a coisa fica mais explícita ainda. Não quero aqui fazer coro em dizer que o Brasil não deve pleitear grandes eventos. O que quero dizer é que existem prioridades a serem resolvidas com orçamento público e que da forma como o nosso país articulou a vinda da copa e das olimpíadas para cá um dos legados mais pesados que ficaremos para resolver como dever de casa será o de cobrir os milhões ou bilhões de reais em dívidas. Perguntem aos cidadão de Chigado que fizeram até sites na internet para que as olimpíadas não fossem pra lá.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
E por falar em conveniência...

E por falar em conveniência no texto abaixo, retratando exatamente um comportamento conseqüente da grande parte da nova geração, listo aqui outras tendências as quais estamos em busca freqüentemente em nossas relações, principalmente as de compra.
Como minha especialidade acadêmica também contempla o cenário varejista aproveito para colocar em questão alguns caminhos que o setor varejista vislumbra passar em futuro próximo. Não quero dizer que muitas empresas mais profissionalizadas já não vivam isso no seu dia-a-dia, porém a maioria dos varejistas ainda não. Vejam só.
Como minha especialidade acadêmica também contempla o cenário varejista aproveito para colocar em questão alguns caminhos que o setor varejista vislumbra passar em futuro próximo. Não quero dizer que muitas empresas mais profissionalizadas já não vivam isso no seu dia-a-dia, porém a maioria dos varejistas ainda não. Vejam só.
Conveniência
A regra agora é pensar na conveniência dos clientes, não da empresa. Clientes com pouco tempo buscam facilidades, por isso, comprar em sua loja deve ser algo: fácil, rápido, simples, prazeroso, interativo e personalizado. As vendas via internet são mais uma conveniência. Não seja o último a disponibilizar esse canal de acesso. Mais do que um canal de vendas, um site é uma excelente ferramenta para divulgação e demonstração de produtos, além de facilitar relacionamentos.
Customização
Com a massificação da produção e distribuição em alta escala, as pessoas querem se sentir diferentes e únicas.
Indulgência
Na corrida para ter mais, as pessoas com frequência trabalham e estudam até a exaustão, se privando muitas vezes do lazer e do convívio familiar. Neste contexto, estão dispostas a pagar mais por produtos e serviços que ofereçam algum tipo de recompensa emocional, que sem dúvida é uma alavanca para o crescimento do mercado de luxo.
Inovação
As pessoas estão atrás de novidades e consomem constantemente itens que já possuem. A realidade de hoje é mudanças, mudanças e mudanças. As empresas precisam aprender a conviver com elas e também a se reinventar e a se recriar, se não perderão espaço para os mais adaptáveis.
Varejo Sensorial
A experiência de compra tem que ser marcante. A preocupação agora é entender as necessidades e anseios dos clientes, antes e melhor do que os concorrentes, para proporcionar-lhes uma melhor experiência de compra antes que a concorrência o faça. Diante do fato de que o varejo está se tornando cada vez mais sensorial, como aumentar as vendas, a produtividade e a lucratividade? Os produtos devem ser expostos ao alcance dos clientes, dentro de condições que eles possam manuseá-los, buscando-se envolver todos os sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar no processo de compra.
Foco Obsessivo nos Clientes
A alta gerência deve orientar a equipe a colocar-se a serviço dos consumidores. Os consumidores, na maioria das vezes, sabem o que precisam, mas diante de tantas opções não sabem o que melhor satisfaz as suas necessidades e, para isso, precisam da ajuda de competentes consultores. E você, caro empresário, diante destas novas tendências, já despertou para a necessidade das mudanças?
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Palavras da Pitty
Um dia desses li uma entrevista da cantora Pitty que se diz cansada de tanta preguiça mental. Diz também que as pessoas preferem ou querem tudo mastigado porque preferem não ter trabalho de pensar. A roqueira se diz decepcionada com a superficialidade do público na internet. Comentários adicionais com a Megazine a cantora diz que as “pessoas” só querem saber de Orkut, MSN e sites de fofocas...Concordo com a maneira da Pitty tem de pensar acerca de uma percepção do comportamento de grande parte da nova geração, porém isso é apenas um reflexo do atual ambiente vivido por todos nós. De certa forma o “mundo da conveniência” nos invade de tal forma que abdicamos das coisas que nos exigem um pouco mais de complexidade. Na empresa, nas lojas, nas escolas, enfim em praticamente tudo que encontramos pela frente a essência das coisas não são mais tão procuradas quanto antes. O mundo perdeu em essência e ganhou muito em aparência. Isso se traduz na prática quando perdemos o nosso tempo precioso e ficamos por horas ou dias a frente da televisão acompanhando um big brother desses da vida. A televisão brasileira aberta parece que institucionalizou de vez a intriga e a fofoca nas telinhas. Plin plin!!!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Questão de Competência

Um dia desses me deparei com um texto do professor Eugênio Mussak da Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo que relatava os mitos e verdades na questão da promoção no emprego e cita que o candidato deve possuir competências múltiplas que o diferencie dos demais e que tais competências sejam visíveis e estejam alinhadas ao projeto da empresa.
Pra começo de conversa quero fique bem claro que essa questão de competência, nesses casos, é bastante relativa. Nem sempre o mais competente é o que leva vantagem, isso se nós tomarmos como base a conceituação de competência tradicional que os periódicos da administração sempre relatam. Quem disse que jogar tênis com chefe não é questão de competência?
Mas afinal o que é Competência? Bom, segundo um grande professor que tive chamado Ricardo Guterres em uma de nossas aulas no famoso MBA da FIA-USP ele classificou competência como sendo a composição de três atributos básicos: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes.
Quando falo em composição de atributos estou me referindo a capacidade que cada candidato tem em somá-los produzindo ao final um conjunto de competências únicas como um produto de sua força de trabalho e que possa ser oferecido não só a empresa que você está atualmente empregado, mas sim ao conjunto de empresas atuantes no mercado tornando-o empregável.
Aí você poderia me questionar. Como posso desenvolver na prática esses atributos? Bom, aí veremos o seguinte. Em relação ao primeiro atributo que é Conhecimento você pode começar a se perguntar. O quanto eu conheço do mercado em que minha organização atua? Conheço a Missão, Visão e Valores Organizacionais? Eu conheço efetivamente a minha organização por inteiro? Sei quais são os principais negócios dela? Sei que são as pessoas-chaves? O quanto eu conheço dos produtos que a minha empresa vende? O quanto eu conheço dos produtos da concorrência? Conheço meus clientes? Será que sou um bom conhecedor da minha atividade dentro da organização? Qual a minha formação atual? Procuro estudar uma outra língua como o inglês, espanhol, francês? Essas são perguntas relativas ao atributo Conhecimento.
Quanto ao atributo Habilidade essa tem relação com capacidades de comunicação, vendas, liderança, negociação ou até mesmo habilidade de trabalhar em equipe. Se você souber se comunicar já é um grande passo em busca das outras habilidades. Lembre-se que no processo de comunicação mais de 50% está concentrado na postura corporal. Não esqueça! O corpo “fala”.
Por último, o atributo relacionado à Atitude. Essa capacidade tem ligação com aspectos relacionados à organização pessoal, a consciência ambiental e responsabilidade social, transparência e honestidade, auto-motivação, iniciativa, ética, gostar de pessoas e ser pró-ativo.
Colocar isso em prática na vida corporativa nem sempre é fácil, porém com treino e persistência aos poucos seu comportamento começa a se modelar dentro dessa perspectiva. Isso não quer dizer que o aprimoramento desses atributos seja uma uma condição certa de promoção, contudo já é um grande passo em busca dela.
Abraços!!!
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Hour of resuming
Don't live the life so seriously. You ally, always try not to take everything very serious. Nor everything is worthwhile. When everything raisin you notice that he/she left losing and that he/she has to resume again. But that good that we always have the possibility of a new chance and that the best of the life is to live.Como o bom mesmo é falar em português aí vai um grande som do pessoal do Nosso Tom e uma excelente pedida pra qualquer final de semana.
Sempre procuro uma resposta
"pro" fim da nossa relação
Dizer adeus a quem se gosta
Só faz doer o coração
Quando a gente ama e não é amado
Quando a gente ama e não é amado
É como estar com alguém
E não vê-lo ao seu lado
É andar sozinho, à dois
É andar sozinho, à dois
Rumo à lugar nenhum
Tô sofrendo por quem nunca soube
Na verdade o que é amar
Eu resolvi que não vou mais chorar
Eu resolvi que não vou mais chorar
Decidi vou deixar como está
Vou sair, vou curtir, vou viver
Buscar alguém melhor que você
Aprendi que na vida é assim
Aprendi que na vida é assim
Que nem sempre se ganha no fim
Tudo bem eu vou deixar pra lá
Pois é hora de recomeçar.
sábado, 26 de setembro de 2009
A pirataria

Entende-se por pirataria a reprodução, venda e distribuição de produtos sem a devida autorização e o pagamento dos direitos autorais. É uma prática muito utilizada na atualidade que provoca grandes prejuízos à economia do país.
Os produtos pirateados, além de serem diversificados, são financiados por máfias estrangeiras implantadas no país. Esses produzem sapatos, roupas, óculos, brinquedos, perfumes, relógios, livros, peças automobilísticas, instrumentos cirúrgicos e principalmente cigarros, bebidas, cds e dvds. Apesar de serem de procedência duvidosa, tais mercadorias podem ser produzidas de maneira a apresentar riscos à saúde. Existem mercadorias nas quais foram encontradas substâncias cancerígenas em sua composição, produtos ainda que não oferecem resistência, como as peças de carro por exemplo, e ainda objetos que já estão estragados antes mesmo de serem comprados.
Existem pessoas que justificam a comercialização de produtos pirateados com o desemprego, o que ocorre erroneamente, pois como já dito anteriormente a pirataria é financiada por facções criminosas e o consumo de tais produtos é a contribuição indireta para a marginalidade que permeia o país. Há pessoas que discordam dessa colocação, mas se não fosse verdade, que motivos teriam as pessoas que comercializam pirateados de não terem um local fixo para manter tal comércio? E, por que precisam fugir da polícia quando esses se aproximam? A pirataria é crime e prevê pena de reclusão de até quatro anos.
Normalmente os produtos pirateados são consumidos por causa do seu baixo custo, cerca de 93% mais barato, porém tal consumo ilegal traz um prejuízo aproximado de 30 bilhões de reais por ano. Além do prejuízo na arrecadação de impostos, a pirataria ainda gera desemprego, problemas de saúde, rouba invenções e idéias de terceiros, pratica concorrência desleal e alimenta o crime organizado.
Pra finalizar conheço uma pessoa que está vendendo um leão domesticado e treinado pela polícia americana para os mais diversos tipos de ocorrências perigosas que vão desde assaltos, seqüestros relâmpagos, invasão, ataque suicida, homens-bombas, etc. O preço dele ta ótimo. Caso queiram é só me falar, alias, escrever. Segue a foto dele.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Gol antológico

Para quem esteve presente na noite de ontem no estádio Mário Filho presenciou uma daquelas cenas que só o Flamengo no Maracanã pode fazer. A figura aí da foto foi o grande responsável por mais um daqueles gols que ficarão para a história do nosso futebol. Claro que eu poderia colocar a imagem do goleiro no momento em que percebe com total perplexidade que não existe se quer a mínima e grotesca chance de evitar o inevitável, porém seria uma maldade expô-lo dessa forma. Vamos ficar com a imagem do incrível Hulk do Flamengo. O Imperador voltouuuu!!!
domingo, 20 de setembro de 2009
A "grande imprensa" e a notícia.

Por esses dias recebi esse e-mail que quero compartilhar com vocês. O conteúdo trata a forma como a dita “grande imprensa” no Brasil veicula uma informação. No mínimo percebe-se que dependendo do seu público, da orientação da emissora e dos objetivos mercadológicos que cada uma possui a mensagem toma uma conotação diferente. Sem muito conteúdo, porém didática a mensagem é um retrato fiel da "grande imprensa" brasileira na atualidade, ou seja, um caos.
COMO A IMPRENSA TRABALHA UMA NOTÍCIA
A história de Chapeuzinho Vermelho na imprensa e cada versão.
JORNAL NACIONAL
William Bonner: ' Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um Lobo na noite de ontem... ' .Fátima Bernardes: ' ... mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia ' .
PROGRAMA DA HEBE
(Hebe Camargo): .... que gracinha gente.. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo? '
BRASIL URGENTE
Datena: ' ... Onde é que a gente vai parar? Cadê as Autoridades? Cadê as autoridades? !A menina ia para a casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público!E foi devorada viva... Um lobo, um lobo safado. Põe na tela!!Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não. '
REVISTA VEJA
Lula sabia das intenções do lobo.
REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama..
FOLHA DE S. PAULO
Legenda da foto: ' Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador ' . Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
O ESTADO DE S. PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.
O GLOBO
Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra salvar menor de idade carente.
MEIA HORA
Lobo Mal comeu a Chapeuzinho Vermelho (literalmente)
O DIA
Sangue e tragédia na casa da vovó.
O POVO
Lobo mastiga as tripas da chapeuzinho e lenhador destrói tripas do lobo para retirar a garota (foto ao lado da barriga do lobo com as tripas pra fora).
REVISTA CARAS
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte)
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: Até ser devorada,eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa.
PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu.
REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
G MAGAZINE
(Ensaio fotográfico com lenhador)Lenhador mostra o machado.
SUPER INTERESSANTE
Lobo mau! Mito ou verdade?
DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Resiliência e Sobrevivência

Começo o texto dizendo que só os flexíveis sobrevivem. Essa me parece a máxima da teoria evolucionista de Charles Darwin. Pois bem, mas o que isso tem a ver com o nosso dia-a-dia? No mundo corporativo eu diria que quase tudo. Na vida mais ainda (rsrsr). A psicoterapeuta e empresária paulistana Claudia Riecken passou os últimos oito anos ouvindo histórias de superação. Autora de Sobreviver: Instinto de Vencedor Os 12 Portais da Resiliência e a Personalidade dos Sobreviventes (Editora Saraiva), ela entrevistou 182 pessoas, como a psicóloga húngara Edith Eva Eger, sobrevivente do campo de concentração nazista de Auschwitz, e o modelo Ranimiro Lotufo, que perdeu a perna direita num acidente. Em comum, esses personagens têm o que se costuma chamar de resiliência, a capacidade de vencer adversidades, se recompondo do baque ainda mais fortes. Criadora da metodologia Quantum -- teste comportamental já aplicado em mais de 200 000 profissionais em dez países desde 1998, quando foi homologado.
Ela fala de resiliência com muita autoridade e abaixo faço apenas uma transcrição de uma antiga entrevista concedida por ela a uma dessas revistas de negócios que de vez em quando resgato aqui em casa no meio de meus intermináveis papéis.
Resiliência é uma característica que se desenvolve? É uma habilidade que todo mundo tem, até um certo ponto. Mas é possível desenvolver essa característica de acordo com a mentalidade de cada um, o meio em que vive e a adoção de certas práticas.
Que práticas são essas? Decidir estar bem é o primeiro passo. Cada um é dono da própria cabeça e dos pensamentos que põe nela. E deve fazer o que for necessário para se sentir feliz. Tudo funciona a partir daí. Ter jogo de cintura é a segunda atitude recomendada. A persistência é importante, mas não a teimosia. É preciso ser flexível. Outro ponto fundamental é desenvolver a auto-estima, ter autoconfiança. Quando reconhecemos o nosso melhor nos tornamos mais resilientes. Quem não se cuida corre o risco de se sentir diminuído. Aí a competição fica pior, surge a inveja...
Como desenvolver a autoconfiança? Uma boa dica é elaborar uma lista com tudo o que você faz ou que já fez bem na vida. Ter autoconfiança é reconhecer aquilo que você faz bem e nunca deixar de descobrir coisas novas. Fazer cursos, matricular-se numa aula de música, não importa. O que vale é o desafio. Tenho um paciente que aprendeu a nadar aos 32 anos. Foi uma atitude fantástica: aprender algo novo é como receber uma chuva de estímulos no sistema nervoso, um sinal de que você confia na sua capacidade de evoluir.
O que caracteriza uma personalidade resiliente? O bom humor, a persistência, a capacidade de assumir a responsabilidade. Os resilientes são paradoxais. Podem ser organizados ou bagunceiros, decididos ou contemplativos, têm flexibilidade frente a si mesmos e não se preocupam em parecer bonzinhos para os outros. Os melhores sobreviventes são aqueles que não fazem o esperado. Pelo contrário, são muito criativos. Outro traço marcante é o otimismo, o fato de esperar o melhor de cada situação.
O resiliente necessariamente viveu alguma tragédia? A resiliência se manifesta em qualquer pessoa, em qualquer situação, especialmente na vida cotidiana. As tragédias põem à prova a resiliência que se consegue ter no dia-a-dia. Diante de uma situação limite, é sobreviver ou sucumbir. Não dá para se isolar e rezar no meio de um incêndio, por exemplo. É preciso agir. Quando enfrentam dificuldades, os sobreviventes pedem ajuda, mandam e-mails, telefonam, buzinam, procuram um terapeuta, conversam com os amigos. Tendo passado por Auschwitz ou não.
Quando insistir em uma situação deixa de ser resiliência e vira sinônimo de teimosia, de burrice? O resiliente sabe até onde ir. É capaz de dizer sim quando é sim e não quando é não. Ele não é só bonzinho ou só duro na queda. Pode ser as duas coisas, de acordo com a necessidade. Sabe dar o soco na mesa quando necessário.
Qual a importância do bom humor para enfrentar as dificuldades? Se pudesse fazer um desejo aos céus e ser atendida, certamente pediria uma dose extra de bom humor por dia. Todas as pessoas bem-sucedidas e de bem consigo mesmas que eu conheço são bem-humoradas. O bom humor areja o raciocínio, facilita o contato com o outro, dá subsídios para pensar em soluções em que ninguém pensou. Sem falar que é muito mais gostoso viver com leveza. O trabalho, em geral, implica altos desafios. Prazos apertados criam pânico, pressão em excesso sufoca a criatividade. Todo dia precisamos aprender tecnologias novas, lidar com pessoas de línguas e culturas diferentes. Quem é bem-humorado faz tudo isso de forma mais tranqüila, natural. Do ponto de vista das empresas, ainda são raras as que conseguem proporcionar esse clima. Mas, no plano individual, nada impede que você adote essa postura. Ninguém controla o que você põe na sua cabeça.
Como superar a síndrome do bom menino citada em seu livro, a tendência a fazer o que os outros esperam? Desde a infância somos treinados a fazer o que se espera de nós. O bom aluno é sempre aquele que segue as regras, o que é muito cômodo para pais e professores. Mas e a curiosidade, onde é que fica? Quando agimos muito dentro dos padrões e temos medo de ser rejeitados se sairmos da linha, sufocamos as nossas verdadeiras necessidades. E aí começam os problemas. Nesse caso, é preciso questionar quais são as nossas verdadeiras expectativas e vontades, e não aquelas impostas pela sociedade. É importante desenvolver uma consciência a respeito de si mesmo e não deixar que os outros digam o que deve ser feito. Um dos sobreviventes citados no meu livro, o modelo e empresário Ranimiro Lotufo, perdeu a perna direita num acidente durante um vôo de parapente. Ele conta que se incomadava muito quando as pessoas diziam o que ele podia ou não fazer. Quando ouvia algo do tipo, respondia que, se não tentasse, não descobriria se conseguiria ou não realizar o que queria. E olhe que, com uma perna só, ele fez canoagem, desfilou no mundo inteiro, voltou a voar.
As pessoas muito competitivas são resilientes? Quem é muito qualquer coisa não é resiliente. O muito é capaz de sugar a resiliência. Profissionais muito competitivos precisam se provar o tempo todo e não conseguem relaxar, comemorar os resultados. São pessoas cruéis primeiro consigo mesmas. Quando você atinge o sucesso com autoconfiança, a competição é mais limpa, mais tranqüila.
Você cita a empatia como ferramenta de sobrevivência em várias situações. Como é possível se identificar com um chefe difícil e mal-educado? A primeira recomendação é: tente quebrar o padrão, fazer alguma coisa que tire esse chefe mal-educado, grosseiro e arrogante de seu comportamento típico. Fale com ele com a mesma firmeza com que ele fala com você, tente anular a relação de dominação de forma inteligente. Convide-o para tomar um café e conte uma história sobre uma pessoa difícil, com quem você estaria tendo problemas. Invente um nome. Essa pessoa, na verdade, é o seu próprio chefe. Descreva exatamente como ele age e peça ajuda. O que ele disser que você deve fazer vai funcionar. Agora, acima de tudo, imponha limites. Ninguém tem o direito de humilhar, por razão nenhuma. Enfrente a situação e cite comportamentos que não são corretos, como "O seu tom de voz me soa extremamente desconfortável". Tente recombinar as regras do jogo. Mas, se for necessário, mude de emprego.
Por que o resiliente lida melhor com o estresse? Porque ele se adapta, não fica agarrado a um padrão. E contribui com a sua criatividade para que as inovações sejam colocadas em prática, para que tudo funcione bem. É uma pessoa que trabalha motivada e consegue apresentar soluções. Esse profissional é muito valioso. Basta olha a velocidade das mudanças hoje para entender como os resilientes são importantes para as empresas.
Ela fala de resiliência com muita autoridade e abaixo faço apenas uma transcrição de uma antiga entrevista concedida por ela a uma dessas revistas de negócios que de vez em quando resgato aqui em casa no meio de meus intermináveis papéis.
Resiliência é uma característica que se desenvolve? É uma habilidade que todo mundo tem, até um certo ponto. Mas é possível desenvolver essa característica de acordo com a mentalidade de cada um, o meio em que vive e a adoção de certas práticas.
Que práticas são essas? Decidir estar bem é o primeiro passo. Cada um é dono da própria cabeça e dos pensamentos que põe nela. E deve fazer o que for necessário para se sentir feliz. Tudo funciona a partir daí. Ter jogo de cintura é a segunda atitude recomendada. A persistência é importante, mas não a teimosia. É preciso ser flexível. Outro ponto fundamental é desenvolver a auto-estima, ter autoconfiança. Quando reconhecemos o nosso melhor nos tornamos mais resilientes. Quem não se cuida corre o risco de se sentir diminuído. Aí a competição fica pior, surge a inveja...
Como desenvolver a autoconfiança? Uma boa dica é elaborar uma lista com tudo o que você faz ou que já fez bem na vida. Ter autoconfiança é reconhecer aquilo que você faz bem e nunca deixar de descobrir coisas novas. Fazer cursos, matricular-se numa aula de música, não importa. O que vale é o desafio. Tenho um paciente que aprendeu a nadar aos 32 anos. Foi uma atitude fantástica: aprender algo novo é como receber uma chuva de estímulos no sistema nervoso, um sinal de que você confia na sua capacidade de evoluir.
O que caracteriza uma personalidade resiliente? O bom humor, a persistência, a capacidade de assumir a responsabilidade. Os resilientes são paradoxais. Podem ser organizados ou bagunceiros, decididos ou contemplativos, têm flexibilidade frente a si mesmos e não se preocupam em parecer bonzinhos para os outros. Os melhores sobreviventes são aqueles que não fazem o esperado. Pelo contrário, são muito criativos. Outro traço marcante é o otimismo, o fato de esperar o melhor de cada situação.
O resiliente necessariamente viveu alguma tragédia? A resiliência se manifesta em qualquer pessoa, em qualquer situação, especialmente na vida cotidiana. As tragédias põem à prova a resiliência que se consegue ter no dia-a-dia. Diante de uma situação limite, é sobreviver ou sucumbir. Não dá para se isolar e rezar no meio de um incêndio, por exemplo. É preciso agir. Quando enfrentam dificuldades, os sobreviventes pedem ajuda, mandam e-mails, telefonam, buzinam, procuram um terapeuta, conversam com os amigos. Tendo passado por Auschwitz ou não.
Quando insistir em uma situação deixa de ser resiliência e vira sinônimo de teimosia, de burrice? O resiliente sabe até onde ir. É capaz de dizer sim quando é sim e não quando é não. Ele não é só bonzinho ou só duro na queda. Pode ser as duas coisas, de acordo com a necessidade. Sabe dar o soco na mesa quando necessário.
Qual a importância do bom humor para enfrentar as dificuldades? Se pudesse fazer um desejo aos céus e ser atendida, certamente pediria uma dose extra de bom humor por dia. Todas as pessoas bem-sucedidas e de bem consigo mesmas que eu conheço são bem-humoradas. O bom humor areja o raciocínio, facilita o contato com o outro, dá subsídios para pensar em soluções em que ninguém pensou. Sem falar que é muito mais gostoso viver com leveza. O trabalho, em geral, implica altos desafios. Prazos apertados criam pânico, pressão em excesso sufoca a criatividade. Todo dia precisamos aprender tecnologias novas, lidar com pessoas de línguas e culturas diferentes. Quem é bem-humorado faz tudo isso de forma mais tranqüila, natural. Do ponto de vista das empresas, ainda são raras as que conseguem proporcionar esse clima. Mas, no plano individual, nada impede que você adote essa postura. Ninguém controla o que você põe na sua cabeça.
Como superar a síndrome do bom menino citada em seu livro, a tendência a fazer o que os outros esperam? Desde a infância somos treinados a fazer o que se espera de nós. O bom aluno é sempre aquele que segue as regras, o que é muito cômodo para pais e professores. Mas e a curiosidade, onde é que fica? Quando agimos muito dentro dos padrões e temos medo de ser rejeitados se sairmos da linha, sufocamos as nossas verdadeiras necessidades. E aí começam os problemas. Nesse caso, é preciso questionar quais são as nossas verdadeiras expectativas e vontades, e não aquelas impostas pela sociedade. É importante desenvolver uma consciência a respeito de si mesmo e não deixar que os outros digam o que deve ser feito. Um dos sobreviventes citados no meu livro, o modelo e empresário Ranimiro Lotufo, perdeu a perna direita num acidente durante um vôo de parapente. Ele conta que se incomadava muito quando as pessoas diziam o que ele podia ou não fazer. Quando ouvia algo do tipo, respondia que, se não tentasse, não descobriria se conseguiria ou não realizar o que queria. E olhe que, com uma perna só, ele fez canoagem, desfilou no mundo inteiro, voltou a voar.
As pessoas muito competitivas são resilientes? Quem é muito qualquer coisa não é resiliente. O muito é capaz de sugar a resiliência. Profissionais muito competitivos precisam se provar o tempo todo e não conseguem relaxar, comemorar os resultados. São pessoas cruéis primeiro consigo mesmas. Quando você atinge o sucesso com autoconfiança, a competição é mais limpa, mais tranqüila.
Você cita a empatia como ferramenta de sobrevivência em várias situações. Como é possível se identificar com um chefe difícil e mal-educado? A primeira recomendação é: tente quebrar o padrão, fazer alguma coisa que tire esse chefe mal-educado, grosseiro e arrogante de seu comportamento típico. Fale com ele com a mesma firmeza com que ele fala com você, tente anular a relação de dominação de forma inteligente. Convide-o para tomar um café e conte uma história sobre uma pessoa difícil, com quem você estaria tendo problemas. Invente um nome. Essa pessoa, na verdade, é o seu próprio chefe. Descreva exatamente como ele age e peça ajuda. O que ele disser que você deve fazer vai funcionar. Agora, acima de tudo, imponha limites. Ninguém tem o direito de humilhar, por razão nenhuma. Enfrente a situação e cite comportamentos que não são corretos, como "O seu tom de voz me soa extremamente desconfortável". Tente recombinar as regras do jogo. Mas, se for necessário, mude de emprego.
Por que o resiliente lida melhor com o estresse? Porque ele se adapta, não fica agarrado a um padrão. E contribui com a sua criatividade para que as inovações sejam colocadas em prática, para que tudo funcione bem. É uma pessoa que trabalha motivada e consegue apresentar soluções. Esse profissional é muito valioso. Basta olha a velocidade das mudanças hoje para entender como os resilientes são importantes para as empresas.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
O Marketing Pessoal

Sempre que falamos de marketing em sala de aula eis que surge aquele(a) com a pergunta sobre Marketing Pessoal. Resolvi postar aqui alguma coisa sobre esse tema, algo básico mesmo.
Marketing é muito mais que Publicidade e Propaganda. Da mesma forma, Marketing Pessoal é muito mais que Propaganda Pessoal. Entre as variáveis que fazem a diferença entre o sucesso ou o fracasso de uma pessoa, encontramos cinco competências desenvolvidas por aqueles que conseguem construir uma vida mais produtiva, rica e feliz.
A primeira é a competência do Autoconhecimento - Quando investimos em autoconhecimento e aprendemos mais sobre nós mesmos, conseguimos identificar nossos pontos fortes e principais qualidades. Somos capazes de reconhecer nossa verdadeira identidade; aquilo que nos torna únicos e especiais, aquilo que faz de cada um de nós um "produto" diferenciado no mercado. E aí tomem cuidado com essa definição relacionado a pessoas. Muitas revistas de negócios costumam apenas lançar mão do termo a torto e a direita. Porém isso é uma outra discussão.
A segunda competência é Visão - Uma vez que conhecemos o produto "você", devemos agora pensar: Para que serve? Em que mercado pode fazer sua maior contribuição? Considerando suas características e qualidades específicas, qual o melhor uso a fazer do produto? Onde quer chegar? Ou seja, qual a Visão de Mercado para o produto "você"? Conhecemos muitas pessoas, com potencial e talento, que não chegam a lugar algum, porque não tem visão de onde podem ser mais úteis e valiosos. Construir uma Visão de Futuro é fundamental para projetar o sucesso social, financeiro e emocional.
A terceira competência é a Comunicação - Devemos desenvolver a Comunicação Verbal (oral e escrita) e Não-Verbal (aparência visual, gestos, forma de andar, postura, aperto de mão, olhar, roupas etc), lembrando que todas as formas da comunicação tem um impacto direto no nosso Marketing Pessoal (apresentação, negociação, administração de conflitos, falar em público, redação de cartas e e-mails, condução de reuniões etc). Além de tudo isso, nossa habilidade de praticar a "comunicação perceptiva" (ouvir de verdade) pode nos ajudar a compreender melhor os outros e a conquistar sua confiança, conseguindo apoio para nossos planos, nossas idéias e nosso desenvolvimento.
A quarta competência é o Aprendizado - 0 que explica o fato de haver muitos jovens, já vivenciando o sucesso, enquanto há pessoas com, mais idade tentando, encontrar um lugarzinho ao sol tipo Eu? A velocidade do Aprendizado - Todo mundo gosta de trabalhar com pessoas que aprendem rápido e logo dominam uma atividade. E pessoas que aprendem rápido evoluem mais depressa e acumulam experiência em menos tempo de vida.
A quinta competência é a Prática - A qualidade da execução é a maior evidência da qualidade de uma pessoa. E a Prática que vai proporcionar a melhor execução. E a disposição para praticar, insistentemente e incansavelmente, em busca da Excelência, será sempre a melhor ferramenta de construção do Marketing Pessoal de qualquer um. "Onde há vontade, há um caminho". E onde há boa vontade, há muitos caminhos. Todos admiram e tendem a torcer por aqueles "bravos guerreiros" que não se curvam frente as dificuldades, que persistem e que fazem acontecer. Sua prática é a sua entrega. E a etapa final do Marketing, o cumprimento da promessa de quem você é e do que você é capaz. Muitos dizem que "a primeira impressão é a que fica". Mas lembre-se também que a última impressão é a que dura.
Certamente, há muito mais a se dizer sobre Marketing Pessoal. Mas, quem sabe essas poucas palavras já possam fazer uma enorme diferença pra você? Essas cinco competências farão o seu Marketing Pessoal melhorar em algum ponto se colocá-las em prática. Tome muito cuidado com os exemplos exagerados de marketing pessoal que se faz aqui em Belém. Aqui se gosta muito de aparecer nos jornais de final de semana nas páginas de negócios sem ter o que dizer efetivamente. As vezes se chega até a repetir os textos com os de outros domingos passados, apenas mudando as fotos. 90% do Marketing Pessoal praticado na região não tem consistência e é vazio de assunto. Lembro-me em determinado momento em um conversa com um jornalista famoso da região que me disse: "cuidado com a exposição à mídia. Ela se parece com exposição ao sol. Se você não equilibrar pode acabar se queimando". Que o digam alguns ex-companheiros...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Coisas da vida

Tom Jobim já dizia...
Se você pretende sustentar opinião
E discutir por discutir
Só pra ganhar a discussão
Eu lhe asseguro pode crer
Que quando fala o coração
Às vezes é melhor perder
Do que ganhar você vai ver
Já percebi a confusão
Você quer ver prevalecer
A opinião sobre a razão
Não pode ser não pode ser
Pra que trocar o sim por não
Se o resultado é solidão
Em vez de amor uma saudade
Vai dizer quem tem razão
Se você pretende sustentar opinião
E discutir por discutir
Só pra ganhar a discussão
Eu lhe asseguro pode crer
Que quando fala o coração
Às vezes é melhor perder
Do que ganhar você vai ver
Já percebi a confusão
Você quer ver prevalecer
A opinião sobre a razão
Não pode ser não pode ser
Pra que trocar o sim por não
Se o resultado é solidão
Em vez de amor uma saudade
Vai dizer quem tem razão
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A invalidação

Lembro-me como se hoje fosse. Encaminhei um e-mail a uma pessoa que nem palavras eu tenho para tentar explicar o quanto significa e significou pra mim sobre o tema acima. Por diversas vezes a vi sofrer em função de comportamentos de pessoas no ambiente em que trabalhava sobretudo de uma pessoa em particular que nem vale a pena revelar o nome, até porque em nada mudaria o conteúdo do texto. Pois bem, veja como determinadas lideranças doentias acabam por se revelar nos ambientes públicos e privados de suas empresas com a dita Invalidação.
Invalidar é o mesmo que tirar a validade de algo ou de alguém, é diminuir o outro, desprezá-lo, mostrá-lo como errado, incompleto, tolo, menor. Infelizmente, todos nós somos propagadores da invalidação. Como estudante da psicologia, tendo a reconhecer pelo pouco que observo em minhas parcas leituras que existem padrões de invalidação que vieram da infância, da escola, da educação familiar, cuja mensagem generalizada é de reduzir, tirar a validade, deslegitimar, diminuir o sujeito. Muitas das dificuldades dos adultos estão na proibição internalizada que eles carregam, nascidas de invalidações constantes ao longo da vida. Eu tive um grande amigo que as muitas vezes que freqüentei à sua casa me deparava constantemente com seus pais invalidando seus comportamentos a todo momento e, o pior, esse processo era reforçado até pela moça que trabalhava nos serviços domésticos. Ela também detinha um poder de recriminá-lo por qualquer coisa que julgasse errado na conduta daquela então criança. Mais tarde com o decorrer do tempo era perfeitamente previsível um adulto sem alto estima e completamente fragilizado em decidir as “grandes coisas da vida”, pois imagino que mediante alguma decisão supostamente errada lá viriam seus pais descarregando todo o processo juntamente com a moça – analfabeta – que trabalhava lavando roupas e fazendo comida (a scretária).
Voltando ao nosso caso podemos definir o termo invalidação ao descrever uma pessoa que machuca ou tenta machucar a outra. Uma invalidação pode ser livremente expressa por qualquer coisa entre um tapinha nas costas e um tsc tsc. Uma virada dos olhos com um leve suspiro desaprovado, também faz bem esse papel. Tanto quanto uma "torcida no nariz". No campo profissional, entretanto, o invalidador que é eficiente tecnicamente põe você na tempestade. Ele encontra os erros de todos, sutilmente manipula as percepções e procura manter todos sob seu controle. Ele invalida com metas, dados, informes, contabilidade, leis de marketing. Sua verdadeira intenção é exterminar o perigo de ser, ele mesmo, inferiorizado. Tudo isso às custas de reduzir o poder atrativo dos outros. Ele diz a verdade, e a verdade, como diz na música, é seu dom de iludir.
Normalmente é a invalidação sarcástica e mental, não aberta, que traz o efeito mais devastador. Um soco no nariz é uma forma óbvia de invalidação, que, após certo tempo, é curado. Já um ataque à auto-estima, se feito no momento "certo" e da forma "certa" pode se prolongar por toda a vida da pessoa atingida - é o caso daquele meu grande amigo de infância que falei ainda a pouco. Um soco no nariz pode muito bem receber um revide. E o responsável de certo vai ser punido. Mas um ataque mental, subjetivo, geralmente passa despercebido e funciona contra a vítima: a reduz, a impede, a enfraquece, a submete. Esse comportamento só persiste entre as gerações porque, simplesmente, "funciona".
Podemos falar muito mais sobre essa questão que está longe de acabar até porque faz parte de nossa natureza. Mas como o propósito aqui não é defender nenhuma tese a respeito sempre serei breve. O mais importante é que há caminhos para lutar contra esse mal. Estes seres perniciosos estão em todas as partes, e nos oferecem ótimas oportunidades de sermos mais seguros de nós mesmos, não permitindo que seus jogos nos invalidem.
A confrontação é uma forma de oferecer resistência. Você simplesmente olha nos olhos da pessoa que o invalidou de tal forma que deixe claro que você sabe exatamente o que ela está fazendo. Uma longa pausa, uma mão no queixo, ou inclinar-se para frente devagar pode deixá-la saber que é melhor pensar duas vezes antes de mexer com você novamente.
Outra forma de sustentar sua resistência é pedir que o invalidador repita a invalidação que acabou de fazer. Peça pra ele fazer várias vezes. Isso funciona bem no caso de insinuações e venenos encobertos.
Outra forma de sustentar sua resistência é pedir que o invalidador repita a invalidação que acabou de fazer. Peça pra ele fazer várias vezes. Isso funciona bem no caso de insinuações e venenos encobertos.
É bom falar a verdade. Invalidadores são mestres em mensagens duplas, insinuações, inflexões de voz, tom e outras "dicas" atrás das palavras em si. Amplie tudo e diga simplesmente toda a verdade. Um exemplo: Carla mostra-se irritada e impaciente com uma apresentação que começou na sala de reuniões. Mike, o apresentador, percebe e pergunta se tem algo que ela queira dizer. Ela explode: "Sim! Não vejo sentido em nada disso!". Mike ouve e abre o jogo: "Carla, com o que eu apresentei até o momento, não há como termos uma opinião formada, menos ainda uma conclusão. Creio que haja outros interesses ou problemas atrás de sua insatisfação. Peço que respeite minha apresentação e ao final comunique-se sobre o que está necessitando".
Quando falar sobre seus sentimentos fale no “eu” e não no “você”. Existem casais que brigam no você. É um tal de "Você é isso, mas você é aquilo", e nada se resolve bem. Ao falar no "você", estamos colocando no outro o julgamento. Fale sobre seu sentimento. "Eu me sinto mal com sua atitude. Eu não gosto de gritos. Eu preciso de confiança na relação de trabalho". É muito difícil invalidar o que você está dizendo se é sobre o que você sente. Ninguém pode discutir isso: certo ou errado, é o seu sentimento.
Fale em particular. Pessoas que o embaraçam na frente de outros usam o grupo como poder. Se você as pegar a sós, vai descobrir que elas se afundam na cadeira e se tornam "desculposas". Elas passam a respeitar você, porque sabem que você as confrontará em vez de ficar se escondendo por trás de um grupo. Use primeiro a razão com essas pessoas. Se elas o embaraçarem novamente, ameace-as de fazer o mesmo: "Como você se sentiria se eu a embaraçasse na frente de todo o mundo? Faça isso novamente e terei uma surpresinha para você".
Bom, dito isso espero que possa contribuir um pouco mais em desfavor dessas pessoas que em nada se resolvem enquanto seres humanos e acima de tudo querem ferir o semelhante.
domingo, 30 de agosto de 2009
Má notícia

Por esses dias li uma reportagem que dizia o seguinte “Estudantes de medicina treinam como dar más notícias”.
Durante algum tempo fiquei refletindo sobre essa questão que me parece transcender a realidade médica e ir ao encontro de outras profissões. Claro que nesse contexto fica muito mais evidente a questão por se tratar de vidas humanas em jogo. Talvez, para muitos, o bem mais valioso. A reportagem mencionava a dificuldade da classe médica em dar más notícias aos seus pacientes. Essa dificuldade é perfeitamente explicável na medida que o principal papel da classe é “salvar vidas”.
Tento imaginar o quanto deve ser difícil essa tarefa. Mais difícil ainda é pra quem recebe. Aqui em casa já nos deparamos com situação semelhante em que na hora de sabermos o resultado de um exame muito importante que meu pai havia feito ficamos tão perplexos com a má notícia que pensávamos que ele iria morrer no outro dia. Não sei quantas notícias ruins aquele médico, que depois se tornou um amigo da família, já tinha dado naquela semana, porém acho que faltou à época um pouco mais de jeito na verbalização do resultado porque na escrita aí mesmo que não entendemos absolutamente nada. O troço se chama adenocarcinoma o que rapidamente nos fez correr para o Aurélio e tentar desvendar o enigma. Não descobrimos muita coisa a não ser a expressão maligna que vinha logo após a palavra neoplasia e que se origina em tercido glandular com características secretórias e que pode ocorrer em alguns mamíferos, inclusive em humanos. Por um instante eu fiquei me questionando se éramos ou não mamíferos ou mamíferos não humanos o quem sabe uma outra classificação. Eu não sabia mais de nada.
Pesquisando mais sobre o assunto descobri que muitos acadêmicos do Montefiore Medical Center, no Bronx, em Nova York, treinam com atores de como cumprir bem este papel, quando necessário e estão recebendo capacitação através de novas técnicas de identificação do perfil do paciente. Quem melhor recebe uma má notícia e quem tem o perfil de sofrer em silêncio. Com certeza o uso da psicologia se faz muito necessário a esse tipo de treinamento. Resta saber se na prática isso é possível. Se formos pensar em Brasil e todas as peculiaridades que cercam o nosso sistema de saúde é quase utópico imaginarmos que um médico que atende em um posto de saúde do bairro do Guamá em Belém do Pará faça isso.
domingo, 23 de agosto de 2009
Quando o sol...
Taí, esse é o Sol! Prazer em conhecer Senhor Sol! Obrigado por iluminar as nossas vidas e mostrar a verdadeira face do real sentido da nossa existência. Nunca pude pensar que o Senhor seu Sol pudesse brilhar nos olhos quase fechados dos meus heróis-campeões. A futura geração de homens-do-bem que o mundo necessita tanto, pois há tantos recordes a serem batidos. Há tantos limites a serem ultrapassados. Há tantas perguntas ainda sem respostas. Sr. Sol promete a mim que Você sempre brilhará nos olhos dessas criaturas? Por favor, é uma das poucas coisas que tenho coragem de pedir. Alias, pedir pra mim sempre foi uma barreira a ser vencida. Faço questão Sr. Sol de dar em troca o que quiseres. Podes me tirar o que quer que seja para que os pequenos olhos quase fechados combinem com os sorrisos e as medalhas de ouro desses campeões. Ao João Pedro Lima de Oliveira e ao Pedro Henrique também Lima de Oliveira um carinhos abraço do tio Gualter, sem reinar muito é claro. Amo Vocês! Ah!!! Obrigado seu Sol.
O sentido da vida
Essa me parece uma das maiores indagações do homem sobre o homem em nosso pequeno e grande mundo. Sabemos quase nada de onde viemos, quase nada também sabemos sobre o que estamos fazendo aqui agora e tão pouco sabemos pra onde vamos. Contei pelo menos 200 teorias que tentam explicação para tais perguntas. Umas de maneira mais rebuscadas e outras mais simplistas em suas teorias e metodologias. No entanto não há nada que comprove cientificamente o que dizem. Apenas respostas formuladas alinhadas com suas teorias e preceitos.
Enquanto muitos perdem em vão seu tempo pra encontrar respostas e se conformar com elas eu prefiro ficar com as perguntas, pois elas movem o sistema e causam inquietude. A inquietude por sua vez não faz você imaginar algo tipo “minha alma está salva porque cumpri com as minhas obrigações de bom cristão”. Eu prefiro ficar com um sentido mais real pra minha vida. Algo que eu tenho certeza que levarei para onde for em pensamentos, recordações e lembranças. Essas coisas só são possíveis porque onde estive e pra onde vou sempre encontrei o amor e o carinho. Sempre tive o respeito e a compreensão. Tai o meu sentido da vida. Aos meus Pais o sentido da vida sou eu. Aos meus Pais eu encontro o verdadeiro sentido da vida.
O começo
Finalmente descobri o mundo do blog. Andava um tanto quanto preguiçoso com minhas alternativas e possibilidades de melhor ver e ser visto pela internet. Apesar de não ter nehuma vocação para andar sendo perseguido por holofotes confesso que por aqui consigo exprimir melhor minhas idéias e opiniões acerca das coisas que vejo, sinto e sobretudo percebo. Creio que um mundo cada vez mais "globalizado" em que todos são vistos e querem ver esse seja um caminho, ou melhor, mais um caminho de contato entre as pessoas. Falta de comunicação jamais!
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