sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Concordo plenamente!!!

"TRADUÇÃO: VOU FALAR COM VOCÊ SOBRE O FACEBOOK KKK
VOCÊ PRECISA SAIR DO FACEBOOK
AO FAZÊ-LO, VOCÊ DEIXARÁ DE DIZER ABREVIATURAS.
ESTE COMPORTAMENTO ESTÁ SE TRANSFORMANDO EM UM DEMENTE. ELES FAZEM PARECER QUE VOCÊ GOSTA DE LAMBER AS JANELAS EM UM ÔNIBUS.
VOCÊ TEM SIDO ROTULADO. NINGUÉM GOSTA DISSO.
VOCÊ NÃO TEM 852 AMIGOS. VOCÊ TEM CERCA DE QUATRO. E ISSO É BOM. QUATRO AMIGOS QUE VOCÊ FALA É MELHOR DO QUE 848 AMIGOS QUE VOCÊ NÃO QUER VER, MAS ADORAM OLHAR POR QUE TANTOS AMIGOS SE ENCOLHEM TODA VEZ QUE VOCÊ OUVIR O SOM UM OU MAIS DESSES "AMIGOS" ESTÃO OLHANDO SUAS FOTOS AGORA E TE JULGANDO. EU NÃO ESTOU.
EU NÃO ACHO QUE VOCÊ ENGORDOU DESDE O COLEGIAL.
EU NÃO ACHO QUE MEU GOSTO MUSICAL É MAIS ECLÉTICO QUE O SEU.
EU NÃO ACHO QUE SUAS TETAS PARECEM BOAS NAQUELA FOTO QUE EU, PROVAVELMENTE, DEVO PARAR O QUE ESTOU FAZENDO E ME MASTURBAR À SUA IMAGEM.
EU NÃO TENHO UMA CONTA. EU ESTOU LIMPO POR 5 MESES E 17 DIAS. E EU ESTOU FELIZ.
ALGUNS DE VOCÊS PODEM PENSAR QUE SOU PRETENSIOSO. TALVEZ EU SEJA, MAS PELO MENOS EU NÃO SOU UM PERVERTIDO SOCIAL INRUSTIDO.
ROTULADOS!
STUART SORBIE GOSTA DISSO.

ARI TEMPLE: KOMÊ BANANA ME FAZ PEIDAR YAL! LOL! (948 PESSOAS GOSTARAM DISSO)
PICADO!
VOCÊ FOI CONVIDADO PARA SE JUNTAR A JOHN HART EM ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NO SUPER POKET HORSEY.

VOCÊ TEM 147.828.496 NOVAS NOTIFICAÇÕES.

LOUISE O'NEIL AGORA ESTÁ SOLTEIRA. "HEY LOUISE, É MUINTO TMP! COMO VOCÊ FICOU TTO TMP? TÁ AFIM DE UMA BEBIDA NESTE FDS?? ROSSCO XXX."
9 PEDIDOS AMIGOS DE PESSOAS QUE VOCÊ ODIAVA NA ESCOLA. ACEITE-OS DE QUALQUER MANEIRA.
MAIS AMIGOS SIGNIFICA MAIS POPULARES; SIGNIFICA MELHOR.
TALVEZ A MINHA VIDA SEJA MELHOR QUE A DELES E EU POSSO ME SENTIR BEM COMIGO MESMO POR UM SEGUNDO.
ELE É UM BADALADO DESIGNER GRÁFICO DA ROCKSTAR GAMES. F...-SE! ISSO É MELHOR DO QUE UM PROFESSOR DE INGLÊS NA COREIA DO SUL. BEM ... PELO MENOS ELE É DIVORCIADO. KKK! ESTE NÃO É VOCÊ. VOCÊ NÃO É ASSIM NA VIDA REAL, PORTANTO, NÃO SEJA ASSIM ONLINE.

IRONICAMENTE, VOCÊ ESTÁ ASSISTINDO ISSO NO FACEBOOK AGORA. ESTOU IMPRESSIONADO QUE SUA ATENÇÃO TENHA SE ESTENDIDO ATÉ AQUI. MAS SEI QUE ISSO É MUITO MAIS INTERESSANTE PARA VOCÊ DO QUE O SEU PERFIL. VOCÊ É MUITO MAIS BONITA DO QUE A SUA FOTO DO PERFIL. VOCÊ É TÃO BONITA QUE É AINDA MAIS BONITA PESSOALMENTE. OBS: EU TE AMO!"

Quem quiser ver o vídeo é só acessar: http://www.youtube.com/watch?v=m9EIgXhTeWE

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Simplesmente trágico!!!

Um psicólogo holandês admitiu ter maquiado e falsificado dados de pesquisa durante vários anos em estudos que ele publicou em respeitados periódicos científicos.

Diederik Stapel, que trabalha na Tilburg University, na Holanda, disse que "falhou como cientista" e que estava envergonhado do que tinha feito, mas que foi levado à falsificação pela constante pressão por desempenho.

O respeitado periódico Science, que publicou trabalhos do psicólogo no início deste ano, expressou preocupação em um editorial no qual diz que agora tem sérias preocupações em relação à validade das descobertas de Stapel.

O psicólogo foi suspenso de seu trabalho na universidade em setembro, quando a investigação começou.

"O relatório oficial indica que a extensão da fraude de Stapel é substancial", diz o editor-chefe da Science na edição online do jornal.

Em artigo postado na internet, nesta semana, Stapel admitiu a falsificação e se desculpou por seus atos. "Eu falhei como cientista, como pesquisador", disse. "Eu ajustei dados e falsifiquei pesquisas. Não somente uma vez, mas várias, e não brevemente, mas por um longo período de tempo. Estou envergonhado."

Poder, poder, poder...

Almir Gabriel de volta a prefeitura de Belém é o maior retrocesso que nossa cidade poderia ter. Têm políticos que querem morrer literalmente sentado no poder.

Cadê o exemplo seu Lula

O sr. Lula deveria se tratar no sistema público de saúde assim como a maioria dos brasileiros são encaminhados quando do diagnóstico de câncer. Esse seria o maior exemplo de servidão pública: deixar a sua própria vida nas mãos da saúde pública brasileira

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Você tá rindo de quê?

Ao ler a reportagem a abaixo só me veio a cabeça a pergunta acima. Quando penso no atual cenário do humor brasileiro tenho vontade de voltar ao passado. Chega ser deprimente o que se "faz" de "humor" hoje no Brasil com esses programas de televisão que quando você desliga seu televisor, pensa e conclui: hoje fiquei um pouco menor do que eu era ontem.

Bom, com vocês, aí abaixo, Fábio Assunção e sua reposta ao "famoso" Rafinha Bastos. Mas famoso quem mesmo????

"RIO DE JANEIRO - Rafinha Bastos acaba de ganhar mais um inimigo. Após fazer uma piada com Fábio Assunção em um de seus shows no interior de São Paulo, onde disse que a operadora de telefonia Nextel oferece serviços a prostitutas e traficantes e que “não é à toa que tem Fábio Assunção como garoto-propaganda”, o ator resolveu se manifestar sobre o assunto e comentou a declaração do humorista em sua página no Facebook.

“Eu repudio, de todas as maneiras e em nenhum caso, qualquer manifestação que provoque constrangimento a qualquer pessoa, seja o motivo que for. Imagino o desconforto do público tendo que engolir um alimento tão estragado e enjoativo, levado a acreditar que isso é bacana. O que é perecível passa, não resiste ao tempo. E é um desafio de gente grande, de grandes artistas, não preterir a inteligência... e o bom gosto quando os risos estão sendo conquistados com tão pouco, com migalhas, por um público com a crítica ainda em formação", escreveu Fábio.

E ele continuou: "Isso para mim traz à discussão que existem tarefas muito mais grandiosas para um artista brasileiro hoje, além de fazer sua própria arte. Há um público a ser conquistado, carentes de humor, que merece outro approach, consideração e encaminhamento”, postou Assunção.

A situação de Rafinha não está nada boa. Além deste novo caso com Assunção, o humorista teria pedido demissão da Band após ser cortado da bancada do programa "CQC". A alta cúpula da emissora decidiu por isso quando a piada de Rafinha com a cantora Wanessa - ele disse que "comeria ela e o bebê" que ela espera - ganhou uma repercussão absurda. Agora, a Band corre o risco até de perder o "CQC" de sua grade."

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

EUA - o país dos números

A falta de sono custa a cada americano uma média de 11,3 dias de trabalho ou a perda de US$ 2,28 mil em sua produtividade anual

A insônia entre os trabalhadores causa uma perda de produtividade de US$ 63,2 milhões anuais nos Estados Unidos, segundo um estudo publicado na revista Sleep.

A falta de sono custa a cada americano uma média de 11,3 dias de trabalho, ou a perda de US$ 2,28 mil em sua produtividade anual. Em termos nacionais, a perda é de 252,7 dias e US$ 63,2 milhões, indicou o estudo.

"Estamos chocados com o enorme efeito que a insônia tem na vida das pessoas. É um problema subestimado, porque os americanos não estão faltando ao trabalho, mas rendem menos" devido ao cansaço causado pela insônia, disse o autor do estudo, Ronald Kessler.

O impacto da insônia na produtividade poderia justificar a criação de programas para tratá-la dentro das empresas, acrescentou Kessler, porque como não é considerada uma doença, os empregados tendem a ignorar suas consequências.

Os resultados foram extraídos de uma mostra de 7.428 trabalhadores para o Estudo Americano Sobre a Insônia, que descreveu seus hábitos de sono e seu rendimento profissional, entre outras variáveis. Segundo a pesquisa, realizada entre 2008 e 2009, 23,2% dos empregados registrou problemas de insônia.

O sintoma foi maior entre as mulheres (27,1%) do que entre os homens (19,7%), enquanto os idosos de 65 anos registraram uma menor incidência do problema que o resto dos trabalhadores (14,3%).

Fonte: Revista Você S/A

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pós-Graduação da UFPA receberá investimentos em obras, equipamentos e bolsas.

Os programas de pós-graduação da UFPA receberão mais de R$ 8,4 milhões de reais a serem investidos em obras e aquisição de equipamentos de pesquisa. Os recursos são do Programa Pró-equipamentos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Fundo de Infraestrutura (PROINFRA) da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). A UFPA também receberá da Capes, a partir de outubro, novas bolsas de Mestrado e Doutorado, por meio do Programa Bolsa para Todos.

“Os resultados, divulgados nos últimos dias, possibilitarão o atendimento de diversas demandas dos grupos de pesquisa com atuação nos cursos de Mestrado e Doutorado, nos campi de Belém, Castanhal e Bragança. Esses grupos participaram ativamente, junto com a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da UFPA (PROPESP), da elaboração das propostas que vieram a ser aprovados pela CAPES e pela FINEP”, conta Emmanuel Tourinho, pró-reitor da PROPESP/UFPA.

EQUIPAMENTOS - O Pró-Equipamentos da CAPES destinará à UFPA R$2.159.264,42, correspondente a 100% dos itens solicitados pela instituição. Todos os equipamentos são destinados a projetos de pesquisa de pequeno e médio porte. “São equipamentos que possibilitarão a expansão ou inauguração de novas linhas de pesquisa dos programas de pós-graduação, repercutindo diretamente na produção científica dos grupos envolvidos”, assegura o pró-reitor.

Serão beneficiados com o apoio vinte e quatro programas de pós-graduação: Agriculturas Amazônicas, Arquitetura e Urbanismo, Biologia Ambiental (Bragança), Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários, Biotecnologia, Ciência Animal, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Ciências Farmacêuticas, Ecologia Aquática e Pesca, Engenharia Civil, Engenharia de Recursos Naturais na Amazônia, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Física, Genética e Biologia Molecular, Geologia e Geoquímica, Letras, Neurociências e Biologia Celular, Odontologia, Oncologia e Ciências Médicas Processos Construtivos e Saneamento Urbano, Química e Saúde Animal na Amazônia (Castanhal).

LABORATÓRIOS - Já no edital do PROINFRA da FINEP, a UFPA foi contemplada com R$6.246.833,00, destinados a obras de laboratórios e equipamentos de pesquisa, compreendendo o atendimento total ou parcial de sete dos nove projetos apresentados pela instituição.

Dezenove programas de pós-graduação serão beneficiados com os novos aportes do PROINFRA: Biologia Ambiental (Bragança), Biotecnologia, Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Ciências Farmacêuticas, Ciência Ambientais, Doenças Tropicais, Ecologia Aquática e Pesca, Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Geologia e Geoquímica, Neurociências e Biologia Celular, Odontologia, Oncologia e Ciências Médicas, Química e Zoologia.

BOLSAS DE MESTRADO E DOUTORADO - No programa Bolsas para Todos, foram concedidas 54 novas bolsas de Mestrado e 12 novas bolsas de Doutorado, beneficiando 34 programas de pós-graduação e aproximando a UFPA do atendimento pleno da demanda por bolsas entre alunos sem vínculo empregatício.

“Com as novas concessões de equipamentos, obras e bolsas, o sistema de pós-graduação stricto sensu da UFPA terminará o ano de 2011 com um avanço expressivo no seu custeio, vencendo algumas limitações que dificultavam seu funcionamento mais efetivo, como a carência de bolsas, que comprometia a dedicação integral de parte dos discentes, e a desatualização de alguns equipamentos de pesquisa, que impedia o desenvolvimento da pesquisa de ponta em algumas áreas”, celebra Emmanuel Tourinho.

Segundo o dirigente da PROPESP, com os recursos conquistados, a UFPA estará em condições de continuar investindo em sua qualificação e poderá planejar novas realizações. Além disso, algumas linhas de pesquisa originais passam a contar com a infraestrutura necessária para a sua implantação e outras se consolidam em patamares mais promissores de produtividade científica.

“O incremento do apoio das agências de fomento, em particular da CAPES, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da FINEP e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (FAPESPA) também permitirá à UFPA planejar, para 2012, a expansão das vagas na pós-graduação, sobretudo no nível de doutorado, que atende à demanda mais urgente da região amazônica”, anuncia Emmanuel Tourinho.

Texto: Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da UFPA (PROPESP)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Como esses putos não são capazes nem de conhecer a sua própria história?

A Caixa Econômica Federal divulgou nesta terça-feira, 20, uma nota informado sobre a suspensão da veiculação de uma de suas peças publicitárias sobre os 150 anos da instituição, que teve como um dos personagens o escritor Machado de Assis.

A campanha mostra um senhor branco no papel de Machado de Assis, depositando dinheiro em uma caderneta de poupança. Em nota, o banco "pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial".

Fonte: Estadão

Um jantarzito

Companhias com negócios no Brasil e nos EUA se unem para financiar centro de estudos e homenagem a presidente. Cota de US$ 100 mil garante lugar na mesa de Dilma, que atraiu mais doações do que Lula em evento de 2009.Empresas brasileiras e estrangeiras interessadas em ampliar seus negócios no Brasil e nos EUA patrocinam um jantar em que a presidente Dilma Rousseff será homenageada hoje em Nova York, na véspera de discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU.

Companhias dos setores de energia e construção civil, entre outros, pagaram mais de US$ 1 milhão pelo evento, promovido pelo Woodrow Wilson Center, centro de estudos de Washington.A arrecadação total, que será divulgada hoje, será revertida para o Brazil Institute, vinculado ao Wilson Center, que busca ampliar o debate sobre o Brasil nos EUA.

Participantes individuais pagaram US$ 1.500 para ir ao jantar, que deve reunir 400 pessoas no Pierre Hotel.As duas empresas anfitriãs, porém, não revelaram quanto desembolsaram. São a americana Amyris, que produz biocombustíveis e atua hoje sobretudo no Estado de São Paulo, e a brasileira Coteminas, do setor têxtil.

Já a lista de “patrocinadores globais”, cuja cota de US$ 100 mil garante lugar na mesa da presidente, inclui a gigante de infraestrutura AES, a Gerdau, a Coca-Cola, a Alcoa, a farmacêutica Merck e a Raízen, joint-venture entre a Shell e a Cosan.

Nota particular.

A algum tempo atrás quando ainda prestava consultoria em uma empresa de RH da região o proprietário se esmerou em participar de jantares com políticos e o governador do Estado do Amazonas. Até aí tudo bem. Pagou cotas de 10 mil reais por jantar e encontros, etc e tal. A questão é que depois dessa gastança o caixa da empresa foi pro "beleléu" e os funcionários acabaram por pagar a conta do jantar com os referidos atrasos de salários.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Um curioso Brasil

1. O PIB brasileiro é maior que o do México, Argentina e Venezuela juntos;

2. O Brasil responde por 50% das descobertas sobre petróleo feitas no mundo m 2010;

3. De 2002 a 2010 mais de 10% da população saiu da linha da pobreza, o equivalente a pouco mais do que a quantidade de habitantes de Nova Iorque;

4. A economia brasileira deve superar a da Alemannha até o ano de 2032;

5. A colheita de café no Brasil em 2010 foi de 48,1 milhões de sacas, equivalente a 285 bilhões de xícaras;

6. O maior aterro brasileiro, Jardim Camacho, tem o tamanho de 247 campos de futebol;

7. O trânsito congestionado de São Paulo custa US$ 2,3 mi por ano;

8. O Brasil é o décimo país no mundo com o maior número de veículos automotivos.

Fonte: Business Insider

Celulares habilitados chegam a 224 milhões.

Nos primeiros oito meses do ano, foram registradas 21 milhões de novas linhas de celulares habilitadas no País, o que representa um crescimento de 10,39% no ano. O total de acessos à telefonia celular chegou a 224 milhões em agosto e o País já tem 114,88 linhas para cada 100 habitantes. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (19) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Em agosto, foram cerca de 3,7 milhões de novas habilitações, com crescimento de 1,67% em relação a julho. Do total de acessos em operação no País, a maioria (81,75%) é pré-pago e 18,25%, pós-pago.

Em 19 unidades da Federação, já há mais de uma linha de celular habilitada por habitante: Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul, Rondônia, Mato Grosso, Santa Catarina, Pernambuco, Paraná, Espírito Santo, Amapá, Rio Grande do Norte, Tocantins, Sergipe, Minas Gerais, Amazonas e Acre.

A empresa Vivo continua com a maior participação no mercado, com 29,54%. Depois, aparecem a TIM, com 25,99%, a Claro, com 25,36%, e a Oi, com 18,78%. A CTBC tem 0,3% de participação e a Sercomtel, 0,03%.

Fonte: Jornal do Commercio - PE

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Flamengo é o segundo fora de campo


O Corinthians mais uma vez despontou como a marca mais valiosa entre os 12 clubes brasileiros analisados em pesquisa da BDO RCS. Com Rs 867 milhões, o clube paulista manteve a liderança, seguido do Flamengo, que, com a marca avaliada em Rs 689,5 milhões, tomou a segunda posição do Sãó Paulo. O clube do Morumbi, agora em terceiro, teve uma pequena evolução em relação à avaliação anterior, com valor de marca de R$ 664,2 milhões. Palmeiras, Internacional, Santos, Grêmio, Vasco, Cruzeiro, AtléticoMG, Fluminense e Botafogo completam a lista dos 12 primeiros colocados (veja quadro, com valores de marcas de 2010 e 2011).

Pelo estudo, as 12 marcas atualmente valem R$ 4,09 bilhões, uma expansão de 10% ante o ano de 2010. O número reflete os últimos passos que os clubes têm dado na direção de aproximação com os torcedores e também a um posicionamento mais próximo da estrutura de empresas, com um pensamentA posição corintiana, por exemplo, tem como atributos números recordes de arrecadação, com destaque para os R$ 47,1 milhões de patrocínios e os R$ 54,9 milhões em cotas de televisão no ano de 2010. A visibilidade constante do clube em transmissões de jogos colaboram com a crescente evolução. O clube, porém, registrou desaceleração. "Houve um incremento da receita, mas não no mesmo patamar. As finanças do clube foram maiores no ano anterior em torno de marketing. Isso acabou impactando", diz Somoggi.

Em 2010, a alta foi de 33%, com o resultado fechando em R$ 749,8 milhões, enquanto em 2011 esse número ficou em 16%. Outro destaque desta edição ficou com o Santos Futebol Clube. o mais profissionalizado. Além disso, o cenário econômico positivo, com um mercado em expansão, colabora com o atual momento de valorização dos -clubes nacionais. Para Amir Somoggi, diretor da BDO RCS, o crescimento do valor das marcas é bastante claro quando observados os últimos três anos. "A evolução deve-se ao mercado com um todo. Primeiro a evolução dos próprios clubes que descobriram um filão do marketing, mesmo que ainda com muitos defeitos, mas de alguma maneira melhorado em relação ao passado. E também temos que considerar a exploração do patrocínio e a melhora - da bilheteria, além dos projetos com sócios-torcedores", afirmou.

Neymar, Ganso e os demais "Meninos da Vila" voltaram a colocar o time da baixada em evidência. O clube teve um valor de marca quase 50% maior do que no estudo anterior, passando de R$ 153.3 milhões para R$ 227,9 milhões, e ultrapassou Grêmio e Vasco no ranking dos clubes mais valiosos. Na Vila, os números com receitas e publicidade também aumentaram, com avanço de 68% em relação ao ano anterior. O time também arrecadou quase 20% a mais com bilheteria, reflexo do bom momento vivido pelo time, atual campeão Paulista e da libertadores da América.

LIDERANÇA
Para o líder do ranking e, até o início da rodada desse final de semana, do Campeonato Brasileiro, o valor da marca Corinthians continuará crescendo se o trabalho tiver continuidade. "O valor de uma marca se constrói com planejamento e ações de marketing diferenciadas, buscando fazer com que o torcedor faça parte do clube. Tratá-lo como cliente e criar sempre novos produtos é o principal objetivo, até para demonstrar ao mercado que o Sport Club Corinthians Paulista é um investimento sólido e com retorno garantido", afirmou Alex Watanabe, assistente de marketing do clube. O executivo disse que a forma de gestão da atual diretoria deu respaldo e liberdade para colocar em prática um trabalho profissional a médio e longo prazo. "Isso sem contar com nossos parceiros e patrocinadores, que entendem nossa forma de negociação e, por final, à nossa torcida, que é o principal combustível para alimentar esta ferramenta", ressaltou.

Quanto à desaceleração do crescimento da marca de 2010 para 2011, em relação a 2009 para 2010, Watanabe credita aos acontecimentos ocorridos no clube no ano retrasado. "Tivemos o início das festividades do centenário e, com a chegada de Ronaldo e sua atuação, também renegociamos a transmissão das cotas de TV. Tudo isso impulsionou a arrecadação em jogos, licenciamentos e patrocínio. Até porque falar que desempenho da equipe dentro de campo não influencia no resultado fora dele é uma heresia. Acreditamos e trabalhamos todos os dias para que essa influência diminua, mas por enquanto ela é muito presente nas equipes brasileiras", explicou, ressaltando que espera um novo boom de crescimento da marca Corinthians em 2013 e 2014, com a inauguração do estádio de Itaquera.

Vale lembrar que o clube tem atuado também fora das quatro linhas. A principal ação recente foi a contratação de seu mais novo atleta - Anderson Silva, atual campeão do peso médio do UFC e que estreou pela sua nova equipe justamente no UFC 134, no Rio de Janeiro, vencendo por nocaute técnico o japonês Yushin Okami.

Fonte:13/09/2011 - Propaganda & Marketing on-line - SP

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ausência de princípios

Ao ligar os noticiários a noite ou acessá-los pela internet sinto-me banhado pelo "mar" de corrupção que se instalou no ambiente publico brasileiro. São centenas de casos que no decorrer de uma semana é facilmente superado pelo próximo que vem acompanhado de pessoas e cifras maiores do que o anterior. Quem vê cara não vê corrupção!

Trabalhando com capacitação para servidores públicos desde 2009 trilho um caminho de, muitas vezes, imaginar que remo contra a maré. O descrédito do servidor público é quase que uma coisa comum em relação a melhorias no serviço público. As motivações partem de toda ordem, porém são balizadas principalmente pelos delitos e ilegalidades cometidos pela alta administração.

É muito difícil comprovar os casos mesmo aqueles que já são de conhecimento da opinião pública. Muitos deles se configuram quase como um quadrilha, pois é humanamente impossível assaltar os cofres públicos sozinhos. É necessário a conivência de pessoas e, as vezes, de dezenas de servidores ou temporários que ali estão.

Os casos são tão absurdos que ao pensar por onde poderia começar a escrever este artigo tive que remontar o princípio e fundamentar toda essa falta de conduta com a coisa pública pelo simples desconhecimento (proposital) dos Princípios da Administração Pública. Nunca é demais rememorar.

Princípios são fundamentos, proposições básicas que condicionam todas as estruturas subseqüentes. Elas alicerçam o ordenamento jurídico tornando-o coerente.

Princípio da Legalidade:
Relacionado com a noção de Estado de Direito. A atividade administrativa depende sempre de lei e a ela deve submissão. A administração pública nada pode fazer senão em virtude de lei. Segundo marino Pazzaglini Filho é a base e a matriz de todos os demais princípios.

Princípio da Impessoalidade
Meio para atuação dentro da moralidade, imposição de práticas de acordo com a finalidade legal, tratamento de todos os administrados sem discriminação, benefícios ou detrimentos, sem favoritismos nem perseguições. Tenta impedir atuações geradas por simpatia, antipatia, vingança, represália, nepotismo e favorecimentos diversos, comuns em licitações, concursos públicos e no poder de polícia.
O artigo 37 da CF proíbe a utilização de símbolos ou imagens que caracterizem a promoção pessoal.

Princípio da Moralidade
Significa comportamento ético para com o interesse público. Exige comportamento que demonstre proporcionalidade entre meios e fins pautados na ética do bem comum. Cabe ao MP zelar pela moralidade na atuação dos agentes públicos, podendo instaurar inquérito e promover ação civil pública.
O STF editou a súmula vinculante n. 13 de 21/08/2008 discorre sobre nepotismo, termo utilizado para designar favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas no que diz respeito a nomeação ou elevação de cargos. A súmula fulcra-se nos princípios da moralidade e da impessoalidade.

Princípio da Publicidade
Consagra o dever de publicar e divulgar os atos e outros instrumentos com a finalidade de dar conhecimento de seus atos e controlá-los e dar início aos seus efeitos. A exceção a regra diz respeito a atos relacionados a segurança nacional e aos ligados a certas investigações (ex: processos disciplinares de determinados inquéritos policiais).
A publicação no órgão oficial é o instrumento mais utilizado para cumprir este princípio gerando os efeitos seguintes:
1.Presunção do conhecimento;
2.Desencadeia decurso de prazo para interposição de recursos;
3.Início, decadência e prescrição de prazos;
4.Impede alegação de ignorância

Princípio da Eficiência
Relacionado a ação que produz resultado de modo rápido e preciso. “Dever de boa atuação”. Escolha da forma mais adequada para alcançar o objetivo do ato.

Outros Princípios

Princípio da Continuidade do Serviço Público
Os serviços públicos não podem parar. É por meio deles que o Estado desempenha suas funções essenciais a coletividade. Continuidade significa serviço regular. A atividade administrativa é ininterrupta. Não se aplica a exceptio non adimpleti contractus (exceção do contrato não cumprido). Mesmo que a administração pública não cumpra sua parte com quem ela contrata não poderá de fornecer o serviço.

Princípio da Presunção de Legalidade e Veracidade
As decisões administrativas são editadas com o pressuposto de que estão em conformidade com as normas legais e que seu conteúdo é verdadeiro. Por isso os servidores tem fé pública. Tal presunção não possui caráter absoluto. A conseqüência desse princípio é que as decisões são de execução imediata, podendo gerar obrigações para o particular.

Princípio da Autoexecutoriedade
As medidas são colocadas em práticas pela própria administração, mediante coação, conforme o caso, sem necessidade de consentimento de qualquer outro poder. Tem fundamento para não retardar o atendimento dos interesses coletivos. Deve utilizar meios proporcionais e adequados à realização do ato. Esse princípio encontra limites nos direitos individuais e em outros princípios.

Princípio da Autotutela

Poder de revogação ou invalidação dos atos administrativos que julgar inconveniente ou inoportuno ou mesmo até ilegal.

Princípio da Finalidade
Chamado de princípio da supremacia do interesse público. O afastamento da administração pública da busca do interesse público acarreta o desvio de finalidade que pode ser genérico ou específico.

Princípio da Motivação
Todos os atos precisam ser motivados. A falta de motivação ou a indicação de motivos falsos ou incoerentes torna o ato nulo.

Princípio da Razoabilidade e da Proporcionalidade
A razoabilidade é a busca da coerência das decisões e medidas administrativas. A proporcionalidade tem sentido de amplitude ou intensidade nas medidas sancionatórias e restritivas. Este princípio busca adequar meios e fins. É uma tentativa de impor limitações à discricionariedade administrativa.












































































Administração Pública Gerencial (ou o paradigma pós-burocrático)

É mais do que sabido que o Estado não tem atendido aos interesses maiores e cuja finalidade deste, em sua origem, se constituiu. O próprio conceito de Administração Pública fica sem valor quando o Estado não alcança seus objetivos preconizados de natureza pública. Há muito se fala em modernização da estrutura pública com a inserção de práticas de gestão mais compatíveis com o atual contexto e necessidade dos cidadãos.

Elenco aqui alguns pontos pertencentes a este novo paradigma pós-burocrático o qual denomina-se Administração Pública Gerencial.

•Busca de obtenção de resultados efetivos e valorizados pelos cidadãos;
•Atribuição de qualidade e valor na administração pública;
•Ênfase na produção;
•Ganhar adesão as normas por parte dos servidores;
•Ser capaz de identificar a visão, missão do negócio, bem como os serviços, usuários e resultados;
•Transferência de valor;
•Criar accountability e fortalecimento das relações de trabalho;
•Compreensão e aplicação das normas bem como identificação e resolução de problemas;
•Melhoramento contínuo de processos;
•Separação de serviços e controles;
•Criação de grupos de apoio as normas;
•Ampliação dos canais de atendimento ao usuário;
•Encorajamento de ações coletivas;
•Criação de incentivos;
•Definição, medição e análise de resultados (propostos e esperados);
•Redução dos níveis hierárquicos e gestão participativa;
•Busca pela multifuncionalidade e flexibilidade nas relações de trabalho;
•Formação de lideranças motivadoras a obtenção de resultados; e
•Ênfase constante na capacitação de servidores.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Teorias Motivacionais – um breve relato

Esse é um tema largamente estudado na administração e a intenção aqui é fazer uma condensação rápida das teorias sem maiores detalhamentos como forma de fixação para estudantes de concursos públicos. Tal resumo foi pautado com base nas diversas questões de provas ocorridas nesses últimos anos que resguarda a quase totalidade das teorias exigidas em concursos e testes para cargos públicos.

Mas o que é Motivação? Motivação tem a ver com as forças internas e externas que fazem uma pessoa se entusiasmar e persistir na busca de um objetivo. A Motivação afeta diretamente na produtividade e a organização deve canalizar os esforços para a consecução dos objetivos estratégicos, táticos e operacionais a serem atingidos pela Empresa.

A Motivação afeta o entusiasmo, a dedicação, cooperação e produtividade diária. Os dois tipos básicos de motivação referem-se a Motivações Internas e/ou Intrínsecas e as Motivações Externas, também chamadas de Extrínsecas.

As Motivações Internas e/ou Intrínsecas advém de fatores psicológicos da própria pessoa e seus motivos que são conseqüências basicamente de sua visão de mundo e sua relação com tudo que lhe cerca. Já as Motivações Externas, também chamadas de Extrínsecas são conseqüências dos métodos de reforço e punições geradas por mecanismos de premiação, reconhecimento, recompensa dentre outros utilizados na organização

1. Teoria das Necessidades de Maslow
Essa teoria e a mais conhecida e exigida em concursos públicos de uma forma geral e ela defende que a motivação humana é baseada em uma escala de necessidades humanas que devem ser satisfeitas em uma ordem começando das mais básicas até o topo da pirâmide. Somente quando uma necessidade é satisfeita a próxima se manifesta. Necessidades básicas são mais fáceis de saciar ao passo que necessidades de auto-realização, as vezes, nunca são satisfeitas.
A hierarquia se compõe da seguinte forma em ordem crescente e com alguns exemplos mencionados ao lado:

1. Necessidades fisiológicas: salário, comida, água, etc.
2. Necessidades de segurança: trabalho seguro, estabilidade, etc.
3. Necessidades de sociais: amigos.
4. Necessidades de estima: reconhecimento profissional, status.
5. Necessidades de auto-realização: crescimento profissional

2. Teoria X e Y de McGregor
Este teórico trouxe a idéia de que existem duas maneiras de se ver as pessoas – duas visões distintas. Estas visões seriam contrárias entre si, ou seja, antagônicas. A teoria X se configura em uma visão negativa baseada em desconfiança. Já a teoria Y entende que o trabalhador tem uma visão mais positiva do homem e que este é capaz de se auto-gerenciar e ser confiável. A teoria X é baseada na teoria científica e a Y é mais moderna e adequada a contextos mais atuais pelo menos é isso que o teórico pensa.

Visão da Teoria X
• Pessoas não gostam de trabalhar;
• Pessoas devem ser ameaçadas e forçadas a atingir resultados;
• O trabalhador prefere não assumir responsabilidades, tem pouca ambição e busca segurança

Visão da Teoria Y
• A maioria das pessoas gosta do que faz e do seu trabalho;
• Pessoas são capazes de se auto-controlar e dirigir quando estão comprometidas;
• Estão sempre em busca de desafios e assumir novas responsabilidades;
• Em sua maioria são criativas e ambiciosas.

3. Teoria do Reforço de Skinner
As características dessa teoria buscam entender como as conseqüências dos comportamentos anteriores influenciam as ações futuras. A relação entre o comportamento e suas conseqüências segue uma idéia de aprendizagem cíclica e defende que o reforço é uma tentativa de causar uma repetição ou inibição de um comportamento.
Skinner postulou quatro tipos de mecanismo para a Teoria do Reforço e são eles:
Reforço positivo: dar recompensa quando um comportamento desejado ocorre.
Reforço negativo: retirar conseqüência negativa quando um comportamento desejado ocorre.
Punição: aplicação de medida negativa quando um comportamento indesejado ocorre.
Extinção: retirada de recompensa positiva quando um comportamento indesejado ocorre.
Faz-se importante ressaltar algumas críticas a essa teoria. A primeira delas decorre do fato da idéia de que o comportamento deve ser mudado “a força”. Segunda, ignora as diferenças individuais, pois trata todos de maneira igual. Terceira, a punição pode gerar depressão, tensão ou ansiedade.

4. Teoria dos Dois Fatores de Hersberg
Esta teoria defende que a motivação do trabalhador está divida em dois fatores: Fatores Motivadores e Fatores Higiênicos
Os Fatores Motivadores são aqueles que influenciam diretamente na satisfação. Itens como crescimento pessoal, conteúdo do trabalho, exercício da responsabilidade, reconhecimento e realização. Já os Fatores Higiênicos são aqueles que influenciam na insatisfação se forem retirados ou não atenderem aos requisitos mínimos exigidos pelo trabalhador. Salários, relacionamentos pessoais, condições de trabalho, supervisores, segurança e política da empresa são alguns itens desse componente.

5. Teoria das Expectativas de Vroom

Com relação a essa teoria é possível afirmar que a motivação depende da expectativa das pessoas sobre sua habilidade de atingir resultados propostos e conseguir recompensas. A motivação é o produto do valor previsto da recompensa e da probabilidade de alcançá-la. Vroom levou substancialmente as diferenças individuais entendendo que cada pessoa tem seus objetivos e necessidades específicas.
O mecanismo exposto por Vroom compõe-se de três etapas. A primeira é a Valência que significa o peso que cada pessoa dá as recompensas obtidas. A Expectativa é a probabilidade da ação levar ao resultado desejado. E por último a Instrumentalidade que é a percepção de que a obtenção de um resultado está associado à uma recompensa.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Resposta do facebook (sem correção)

CAMILA FALA. Curto discuti assuntos políticos, religiosos, etc... MAS com gente pensante e afim de acrescentar e não adular, saca? Fanatismo e Burrice... sou obrigada nao!Nego vem querer falar do atual gov., defendendo o antigo? Favor, não torrar a paciência! E sinceramente? Q ridículo povo q se aproveita de uma situação ALARMANTE que é a SAÚDE PÚBLICA NACIONAL, pra ficar de picuinhas de governo e partido. Como se só Belém sofresse com descaso e falta de estrutura.

GUALTER RESPONDE:Infelizmente Camila essa situação independente de legenda partidária e de governo. Há anos as coisas vem se arrastando e vc há de concorda que não tem como não ficar indignado. Nós somos credores do Estado e este tem a obrigação constitucional de nos dar cobertura. O que ocorreu é culpa sim do governo e, de certa forma, acho certo jogar no ventilador. Alguém vai ter que se responsabilizar por isso, alguém vai ter que melhorar. Que prendam o médico, o presidente da Santa Casa, o secretário de saúde e até o governador, mas tem que ser tomado alguma atitude.

Fazemos passeata pra tudo o que é de mais inútil nesse país e quando vemos alguma coisa do nível não fazemos nada, ficamos estáticos. Países com maior maturidade que nosso não ficaria assim. Inglaterra, França, Alemanha e tantos outros países mais desenvolvidos que o nosso já houve muito derramamento de sangue. E aqui NADA!!! Lembre-se morreram duas crianças de graça porque um vigia barrou o paciente. Eu já vi isso acontecer inúmeras vezes, já fui representante de medicamento. Já rodei Barros Barreto, Santa Casa, e tantas URES da vida. Já vi pessoas morrerem ao meu lado por falta de atendimento porque o médico teve que escolher entre atender o paciente no hospital público e os seus cliente em seu consultório particular (e ele escolheu seus clientes no seu consultório na D. Romualdo de Seixas).

Por último, minha tia passou 14 dias de cama pq estava com pneumonia, ligou pro especialista e tentou marcar através do seu plano de saúde Unimed Belém (a qual paga 900 reais/mês). A secretária disse que só teria consulta para o mês seguinte. Não precisa nem dizer que se ela fosse aguardar um mês para ser consultada já teríamos enterrado ela. Como ela não é boba resolveu perguntar quanto era uma consulta particular e a secretária disse que custava 400 reais. Ela pagou e foi atendida no mesmo dia!!!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

domingo, 21 de agosto de 2011

Agradecimentos


Não consegui dizer uma palavra se quer. Fui tomado de emoção. Mas quero aqui agradecer de coração por esses 30 anos de ensinamentos e convivências, que pelo seu exemplo sempre me ensinou muito com o seu silêncio e o tom de voz baixo que a vida é uma experiência e que as condições adversas são enfrentadas com muita fé e força de vontade.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Leis de mercado

Um senhora que estava com pneumonia ligou para o consultório médico e tentou marcar uma consulta com seu especialista através do plano de saúde. A secretária disse a ela que só teria disponibilidade a partir do mês que vem e que o médico não tinha agenda para atendê-la de imediato, foi quando subitamente lhe passou pela cabeça em perguntar quanto estava uma consulta particular. A resposta da secretária foi: “400 reais senhora”. Não preciso nem contar o resto e nem dizer que ela foi atendida no mesmo dia!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Auto-sabotagem

Auto-sabotagem
O que nos leva à auto-sabotagem? Alguns sinais de alerta podem nos ajudar a mudar antes de repetir o mesmo erro de novo, de novo...
texto Liane Alves fotos Marcelo Zocchio

Zinédine Zidane estava a um passo de se tornar o maior jogador da Copa do Mundo de 2006. Ele era a força do time e o grande trunfo da França na temível final contra a Itália. A mídia estava pronta para consagrá-lo como o atacante número 1 do mundo e contratos publicitários milionários o aguardavam. E o que fez Zidane? Para estupor de quase 3 bilhões de espectadores, o jogador arremeteu seus chifres contra o peito do italiano Marco Materazzi depois de uma curta troca de impropérios. Sem mais nem menos. Foi expulso, a França perdeu e ele encerrou sua brilhante carreira. Em vez de fecho de ouro, jogou uma pá de cal.

Se esse fosse o problema só do Zidane, tudo bem. A questão era só dele e ponto final. Acontece que todos carregamos um Zidane em potencial dentro de nós. Aliás, não só um, mas um verdadeiro time deles, quicando, trocando passes, treinando chutes, sempre prontos a dar uma inesperada rasteira no que conseguimos com tanto esforço. A questão é que a maioria de nós não sabe como lidar com eles. Caímos na auto-sabotagem porque simplesmente não reconhecemos antecipadamente quando ela se apresenta diante dos nossos olhos. Se muda um pouco o cenário, se os personagens já não são os mesmos, é fatal: esquecemos como foi da última vez que nos estatelamos no chão. Só nos damos conta quando já é tarde demais. E marcamos um gol – só que contra.

Todo mundo tem uma boa história de auto-sabotagem para contar. Mas a gente só é capaz de falar delas quando está livre desse ciclo repetitivo de gols contra (sim, o autoboicote, além de incômodo, é repetitivo). Quem de nós, ao viver um relacionamento amoroso, lá no meio da história, já não bateu na testa e exclamou: “Ai, meu Deus, de novo!” E lá estamos nós a roer o queijinho de sempre na ratoeira. “Durante oito anos sofri porque sempre arrumava o mesmo tipo de namorado: rebelde, inteligente, criativo. Sabe aquele tipo de jeans, barba malfeita, meio desleixado e que declama poemas do Thomas Eliot no original?”, diz Ana Cláudia Oliveira, minha amiga do colégio que prefere que eu coloque um nome fictício para ela. Reconheço: Eliot no original é golpe baixo. Esperaria qualquer outra mulher me dizer que se interessava por homens desleixados e sedutores, mas ela? A primeira da classe, que sempre mantinha o material escolar escrupulosamente organizado e limpinho até o último dia do ano escolar? Não batia. “Meu problema não é me sentir atraída por esse gênero de homem. Eles são mesmo incrivelmente atraentes”, ela me explica. “A questão é que depois de um tempinho, eu queria que esse mesmo cara se tornasse fiel, não jogasse mais as roupas pelo chão e me ajudasse a pagar as contas”, diz ela, rindo. Agora sim, ali estava a Ana Cláudia que eu conhecia.

Bom, e que remédio ela adotou? “Adotei o mesmo princípio da homeopatia: a cura chega por meio do mesmo veneno que causou a doença, só que mais diluído. Comecei a relaxar mais, a deixar louça na pia, atrasar contas, a exercitar meu lado mais selvagem.” E o resultado? “Os bad boys desapareceram. Acho que ele estão sempre atrás de uma mãe, uma mulher responsável, organizada, provedora. E eu não me encaixava mais nesse papel.”

Para ela fez um bem enorme. Hoje Ana Cláudia já recuperou parte do seu lado certinho, é verdade, mas nem tanto. Está mais solta, menos meticulosa. E já atrai homens mais equilibrados – talvez porque ela mesma esteja mais em equilíbrio. O ciclo da auto-sabotagem rompeu-se. Exatamente quando ela reconheceu que ele existia e que a fazia sofrer. Por isso, é bom começar com a questão: “Quais são as atitudes e circunstâncias repetitivas que sempre me prejudicam?”

O fracasso no sucesso A sabotagem a si mesmo é um sério problema não só em nosso universo pessoal mas também, é claro, na vida profissional. Nela, espera-se que as pessoas tenham sempre sucesso e realizem bem concretamente os objetivos a que se propõem. Como dizem os mineiros, não tem ui-ui-ui nem ai-ai-ai, as coisas têm de dar certo e pronto. O consultor de empresas Eduardo Farah, por exemplo, é sempre convidado para dar palestras sobre as leis que regem o sucesso material e pessoal para profissionais de várias áreas do mercado. Mas, assim como ele se refere ao que pode contribuir com o êxito na profissão, também fala das circunstâncias que podem induzir ao fracasso, como a auto-sabotagem. É Farah quem gosta de dar o exemplo de Zidane como um caso emblemático de boicote a si próprio. “Não vamos saber nunca o que o motivou a se comportar daquela maneira. Mas podemos tentar identificar em nós mesmos o que nos empurra nessa direção”, diz. “Para começar, é fundamental saber que temos um time interno que joga contra. Não temos só de nos preocupar com os rivais externos, mas principalmente com esse time interno solapador que todos carregamos em algumas áreas da vida.”

E o que fazer com esse pessoalzinho do contra, então? Uma das respostas é: começar a lidar com eles olho no olho. E questioná-los sobre o que querem cada vez que algo dá errado, prestar muita atenção nos fracassos recorrentes em nossa vida. A grande pergunta que devemos fazer aos nossos Zidaninhos é: “Por quê?”

Eterna repetição Somos seres repetitivos. Metade da nossa vida – ou mesmo a vida inteira – tentamos confirmar e concretizar as crenças que adquirimos quando crianças, sobretudo no relacionamento com o pai ou a mãe. “O garoto cuja família sempre passava as férias numa cabana de Rainbow Lake cresce e insiste em levar a família para a mesma casinha em Rainbow Lake – às vezes para o desespero de sua família atual”, escreve o psicólogo americano Stanley Rosner no livro O Ciclo da Auto-sabotagem. Outros cozinham da mesma maneira que sua mãe cozinhava, frequentam o mesmo templo, adotam as mesmas diversões e, às vezes, até moram na mesma casa. “Para esses indivíduos, tanto na vida real quanto na íntima, não há espaço para a mudança, para a inovação, não há espaço sequer para a imaginação”, afirma Rosner.

Essas pessoas (ou seja, a maioria de nós) são ensinadas desde pequenas que a única maneira de serem amadas e aceitas é serem iguais a seus pais. Por isso, prezam tanto as crenças deles – porque, basicamente, precisam sentir-se consideradas e acolhidas. Ou seja, elas não são aceitas pelo que realmente são, mas pelo que seus pais querem que elas sejam. Esse desejo de repetir o exemplo dos pais para obter seu amor é o que algumas correntes da psicologia chamam de “identificação arcaica”. Já é ruim quando os filhos são pequenos, mas é pior ainda quando eles se tornam adultos e procuram cumprir o que era pedido pelos pais, sem escutar suas próprias preferências, atender suas reais potencialidades ou sequer olhar para o ambiente atual e constatar que essas exigências são descabidas.

Há uma gama enorme de emoções negativas associadas ao autoboicote. A culpa, por exemplo, vem em primeiro lugar, quase sempre de mãos dadas com o medo. Geralmente, a culpa nasce por se romper uma crença de infância. É preciso se deter sobre isso, ver se realmente tem sentido. O medo também pode também vir sozinho: grandes expectativas, por exemplo, podem gerar pânico. Se ele não for bem administrado, pode se tornar paralisante. Também chega o medo de perder lá na frente o que se conseguiu até esse momento ou de não levar adiante a realização com o mesmo sucesso. Enfim, de que a história, no fim das contas, não dê certo. E, como pode não dar certo no fim, a gente está sempre disposto a dar um empurrãozinho para não dar certo no começo, não é?

O mais saudável seria que, ao se conhecerem outros estilos de vida e comportamentos durante a vida, escolhêssemos o que mais tem a ver conosco. Sem culpa, sem medo. E, depois de uma análise mais racional e adulta da situação, tentar ignorar aquela voz insistente vinda lá da infância que diz: “Você não vai abandonar tudo o que a gente ensinou para você, vai?”

Trens e sabotagens Porém, em algum momento da vida, as coisas podem começar mesmo a descarrilar. Aliás, a origem da palavra sabotagem tem mesmo a ver com trens e descarrilamentos. Segundo uma das versões da etimologia da palavra, os sabotadores franceses do século 19 retiravam os dormentes (em francês, sabots) que uniam os trilhos da via férrea para as locomotivas se desgovernarem e perderem o rumo. É mais ou menos o que acontece conosco quando nós mesmos retiramos os dormentes dos nossos trilhos sociais, isto é, daquilo que se espera de nós. Quando isso acontece, instaura-se um estado de enorme confusão e conflito internos. Podemos fazer algo para ter segurança e sermos aceitos pela família ou pela sociedade mas, no fundo, podemos querer algo bem diferente para nós. Como não sabemos ainda como vamos resolver a questão, um dos nossos recursos inconscientes é começar a nos sabotar, isto é, retirar, na clandestinidade, os dormentes dos trilhos que nos conduzem ao mesmo caminho. Seja porque queremos afirmar nossas crenças e desejos e inconscientemente boicotamos a vida que queremos rejeitar, seja porque começamos a nos sentir felizes e satisfeitos e nossas crenças não o permitem. É bom prestar atenção nisso: os “eus” sabotadores podem ser tanto nossos grandes amigos, quando apontam para algo que nos faz mal e que precisa mudar, quanto nossos piores inimigos, quando boicotam as ações que nos trazem autoafirmação, satisfação e felicidade.

Portanto, a auto-sabotagem nem sempre é ruim. Ela também pode ser positiva e nos alertar para algo que simplesmente não vai bem. Por exemplo, quando aceitamos fazer um trabalho por dinheiro sem questionarmos se é exatamente isso que queremos fazer na vida. O conflito que pode emergir a partir dessa opção é particularmente agudo no campo da criatividade. Mônica Figueira ganhava fortunas como redatora de publicidade numa agência de São Paulo. Mas estava infeliz. Sofria a cada manhã que tinha de trabalhar, a cada texto que tinha de escrever. “Meu chefe queria uma intensa produtividade para poder justificar meu salário. E eu andando a passos cada vez mais lentos, procrastinando o trabalho, me arrastando como uma lesma rumo a uma depressão”, afirma ela. “A certa altura, travei totalmente. Não conseguia escrever nem mais uma linha, meu cérebro se recusava a responder. De lento, passou a nulo. Ele não queria mais se vender. Era a sabotagem suprema, com se minha mente fosse uma criatura independente de mim que se recusasse a colaborar mais um segundo sequer com aquela dolorosa situação.” Bom, resumo da ópera: a agencia finalmente a demitiu. Hoje, feliz e solta na vida, ela ensaia os rumos de seu primeiro livro. E o cérebro dela, totalmente refeito da crise, colabora intensamente para isso.

Enfim, o ciclo da auto-sabotagem se instaura porque nosso inconsciente quer chamar atenção para as razões profundas que motivam nossas ações.

São sinais de algo que não está bem e que precisa mudar para sermos mais felizes ou, ao contrário, indícios que se está muito bem mas que uma parte de nós não permite que isso aconteça. É preciso estar atento para decodificar corretamente qual das duas vertentes desencadeia o processo. Trens e sabotagens Já em 1916, Freud assina um artigo com um título instigante: “Os que fracassam ao triunfar”. Ou seja, o pessoal que sofre e morre de medo quando a existência traz satisfação e que fica feliz da vida quando ela não dá certo. No texto, o criador da psicanálise vai direto ao ponto: por algumas razões complicadas, e ele disseca todas elas, alguns indivíduos têm problemas em usufruir plenamente a satisfação de um desejo. Conseguir realizálo só traz angústia e ansiedade a eles, porque essa concretização vai contra algumas de suas crenças primordiais, entre elas a de que podem ter o direito de sentir felicidade atendendo aos seus desejos. Essas pessoas pode ter nas mãos todas as condições para aproveitar a vida ao máximo, mas elas talvez prefiram não fazê-lo. É uma espécie de medo de ser feliz.

Por sua vez, o receio da satisfação traz um conflito. O monólogo interno desse embate poderia ser: “E se eu gostar? E se for feliz? E se der certo? Ai, que medo. Talvez aí eu tenha de mudar. Mas é tão bom fazer tudo da mesma maneira, tá tudo tão certinho, para que arriscar?” Uma parte de mim, é claro, quer realizar esse desejo. É a mais consciente, talvez a mais salutar, a que vê que as coisas não estão tão bem assim e que já há muito tempo precisavam ser mudadas. Outra metade de mim não quer, por culpa, covardia, raiva, desejo de vingança (contra os pais) ou acomodação. Essa parte é geralmente inconsciente e reprimida. Mas está lá. Inicia-se então um jogo de forças entre a parte consciente e inconsciente do ego, entre desejo e pressão social. Como em tudo, quem for mais forte ganha.

Pergunte sempre Podemos descobrir o que está por trás da auto-sabotagem ao fazermos perguntas a nós mesmos, tentando detectar culpas, medos, raivas ou nos lembrando dos registros negativos de infância. Isso também pode ser feito por meio de terapia verbal, analítica, com ajuda de uma pessoa preparada para isso, como um psicólogo ou um psicanalista. Mas outro jeito de entrar em contato com esses conteúdos internos é por meio das terapias corporais. “É preciso estar atento aos alertas do corpo. A limitação do movimento, aquilo que restringe nossa expressão corporal ou a dor nos dão indicações preciosas do que acontece em nossa psique e, por extensão, em nossa vida”, diz a terapeuta Miriam Leiner, que trabalha com a conscientização corporal por meio do movimento. “O corpo não está desconectado de nossas atitudes. Se ele não está em equilíbrio, o que está à sua volta também não está”, diz ela.

Um exemplo simples: uma das clientes de Miriam tinha sua postura comprometida por causa de um grave ferimento no pé, feito ainda quando era adolescente. Esse ferimento trazia dolorosas lembranças para a moça, pois havia ocorrido em um acidente de automóvel em que seu irmão havia morrido. Quando reaprendeu a andar, logo depois do acidente, ela passou a colocar mais peso no lado oposto do corpo. Era uma maneira de não sentir a dor física do ferimento, mas também uma forma eficiente de evitar a dor emocional associada a ele, como a perda do irmão e a culpa imensa por ter sobrevivido. O maior peso de um lado do corpo provocou outras compensações corporais, que resultaram numa postura desequilibrada e torta. “A moça continuou o resto da vida a proteger o pé esquerdo. O ferimento físico foi recuperado, mas não o emocional”, afirma Miriam. Ao tentar encontrar de novo seu equilíbrio durante a terapia, e mexer na base do seu corpo – os seus pés –, a dor voltou, profunda e intensamente. Quando se lembrou novamente do acidente, a moça percebeu que não se sentia merecedora de estar viva. “Ela admitiu que se autosabotava toda vez que estava prestes a sentir-se bem-sucedida e satisfeita. Ela achava que não tinha direito de ser feliz.” Esse sentimento emergiu ao travar contato com a dor e a culpa registrada no seu corpo. “A autoconsciência do que fazia com ela mesma foi vital para o seu reequilíbrio psíquico, energético e corporal. E, ao longo do trabalho com o corpo, sua dor emocional pode, finalmente, cicatrizar.”

“O que meu corpo me diz?”, portanto, pode ser outra pergunta a indicar um caminho para a resolução do conflito. É mais uma boa pista para saber em que direção mudar.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Futebol medíocre

O futebol de nossa seleção me doe os olhos, o coração e a mente. Tomara que no final tudo dê certo, afinal para alguém ser campeão não basta preparação técnica, melhores valores, trabalho em equipe e muita grana. Precisa também de muita sorte e acho que é nisso que sigo confiando e apostando minhas fichas. Que futebol medíocre, que falta de um atacante de personalidade forte, que falta de alma.

A lógica

Por trás de tudo que é feito existe uma lógica correspondente aos interesses de quem a faz. A quase totalidade delas o interesse econômico-financeiro é sempre o fim desejado. Da indústria da beleza aos balcões de negócios religiosos nada muda. Todos são iguais e os fins desejados também. Apenas as estratégias mudam e a forma como cada uma manipula seus discursos para venderem com mais eficácia seus produtos.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Divorcio da beleza

Pra ficar com ela eu teria um custo psicológico irreparável meu amigo. Por mais linda que seja a beleza não paga o preço da liberdade do ser humano de viver a sua vida em paz. Primeiro, ela disse que teria que me divorciar daquilo que me dá mais prazer, como seria ficar em ver o Rafael e o Sabá e contar minhas mentiras? Segundo, teria que freqüentar umas reuniões de conversa fiada dos amigos dela que ainda vivem sob o paradigma dualista de céu e inferno e por fim teria que ter um final de semana sem exageros. Dessa forma eu me divorcio da beleza amigo!

sábado, 30 de julho de 2011

Ganso

O Ganso faz um estilo "bom moço" e a cosntrução do seu personagem até agora é perfeita, porém, depois de acompanhar algumas copas, e até ter um certo entendimento sobre futebol esse negócio de bom moço não combina com futebol. Quero garotos malvados que ganhem títulos, que vão a pagodes, que fujam da concetração, mas que sobretudo tragam resultados.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Postagem do facebook

"Em 2004, eu malhava numa academia por mim batizada de CORPUS THORTUS: o instrutor era sem noção, tinha um peito grande e outro pequeno; o dono da academia era um velho que catava mulher no colégio Cristhus e pagava uns trocados p passar a m...".
Eduardo Pádua

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Brasil

O Brasil é um dos poucos países onde o aumento de renda não é acompanhado pela ampliação de cultura, valores, educação e bons costumes.

Fusão

A Gol deveria anunciar a fusão das barrinhas de cereal com os saquinhos de amendoim. Essa sim seria a melhor fusão dos últimos tempos dessa companhia aérea.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Cuidado Abelão! Os Cavaleiros do Apocalipse Vestem Vermelho e Preto.

Tadinhas das moças do Flor, mal colocaram suas cabecinhas cheias de balaiage pra fora do buraco onde se meteram por completa inadaptação a um ecossistema hostil ao qual não pertencem por direito (A Série A) e já vão ter que bater de frente com o cruel Flamengão Semeador de Crises e Master Demitidor de Técnicos. Os números não mentem e estão aí mesmo pra quem quiser dar um confere.

No Brasileiro 2011 jogar com o Flamengo (e ser naturalmente doutrinado por ele) é a mesma coisa que abrir a porta do Departamento Pessoal para fazer as contas de seus treinadores. Carpegiani, o ex-treinador da bambizonas que depois do Mundial de 81 nunca mais deu uma volta olímpica na vida, foi apenas a vítima mais recente do Mengão Ceifador de Cabeças de Professor. Se o Abel, futuro ex-treinador do Flor, ficar de gracinha já pode ir ligando pra agência de viagens e remarcado aquela passagem de volta para ir se Quatar.

Para analisar o Fla-Flor que se avizinha nem vou considerar os aspectos morais que envolvem o clássico. É até covardia comparar as reputações do sempre leal, amigo de fé, irmão camarada, ferrenho cumpridor de leis e implacável pegador Clube de Regatas do Flamengo com os reprováveis foragidos da Segundona que se escondem da Justiça nos ermos infestados de ratos de Laranjópolis e que não são muito chegados ao esporte.

Essa estória de comparar Flamengo com o Florminense já encheu o saco, todo mundo sabe que desde 1911 o Fla-Flor simboliza a luta do bem contra o mal. Se nem sempre o bem ganha de goleada é porque vivemos numa sociedade pervertida que idolatra o mão-grandismo e a bandidagem. Principalmente quando praticados pelos ricos com a conivência das pusilânimes e facilmente subornáveis autoridades constituídas. Além do mais os juízes roubam.

Concentremo-nos pois, apenas nos aspectos futebolísticos do prélio. Não vai ser fácil, porque não dá nem pra comparar as duas equipes. Uma é a sensação do campeonato, com um elenco estelar, técnico de grife e uma camisa maneiríssima sem máculas mercantilistas. A outra é uma equipe medíocre e sem carisma, da camisa berrante e apertadinha que pisoteou o espírito olímpico e vendeu a alma ao capeta para ser dirigida pelos seus patrocinadores sem coração.

O Flamengo, no sapatinho frenético, vem em franca ascensão e a cada rodada galga parâmetros. O amontoado de estrelas que parecia ter esquecido o caminho das vitórias começou a se entender e já começa a se comportar como um verdadeiro time. Um time onde as vaidades e as esquisitices de seus popstars ficam em segundo plano em prol do bem comum. E sem para isso precisar abandonar a esbórnia, o goró e a mulherada. Um verdadeiro exemplo de equilíbrio no mundo do esporte.

Olhem bem para Felipe, Léo Moura, Wellinton, Angelim, Junior César, Willians, Aírton, Renato, Botinelli, Ronaldinho Gaúcho, Thiago Neves, Negueba, Deivid, Diego Maurício et caterva. De perto nenhum deles é normal, e alguns nem de longe. Mas esse grupo de esquisitos taí na humildade, desprezando o convencional, cagando pras críticas, fazendo seu serviço e entregando as encomendas. Tocando o terror e doutrinando impiedosamente a arcoirizada mal vestida e invejosa. E ainda invictos na competição.

O Flamengo é um time moderno, de mente aberta e sem preconceitos. Uma referencia comportamental que demonstra a cada jogo, no campo e na arquibancada, que os diferentes e os outsiders podem ter sucesso numa sociedade que ainda rejeita os que fogem aos padrões preestabelecidos. E pra completar em grande estilo a nossa temporada comemorativa da Tolerância e da Liberdade de Orientação Sexual vamos dar logo uma boa chinelada na bunda das tricoletas pra que elas se lembrem que futebol é jogo pra homem.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/arthurmuhlenberg/

terça-feira, 5 de julho de 2011

Sindicato do médicos do Pará é uma vergonha

Ninguém contesta que um médico recebe muito aquém, por consulta médica, do que deveria receber dos planos de saúde. Eu mesmo tenho médico na família e acho vergonhoso esse valor repassado pelos convênios e que, em muitos casos, são feitos com atrasos de meses. Agora acho muitíssimo contestável a postura do sindicato dos médicos instaurar um processo de desassistência sistemática dos atendimentos aos pacientes/clientes conveniados a esses planos como forma de barganhar melhores condições junto as operadoras. É vergonhoso e covarde agir dessa forma com o lado mais fraco. Diga-se de passagem, uma lado que não tem nada a ver com a relação dos planos de saúde com a classe médica, pois o que o plano cobra o cliente/paciente paga. Isso é uma questão de ética e de valor ao juramento que a classe tem em principio. Fora isso, é inconstitucional como o próprio MP relatou nas diversas entrevistas. No entanto fica a cara do Sr. João Gouveia na televisão defendendo o que não dá e nem pode se defender. Vergonha!!!

domingo, 3 de julho de 2011

HSBC inaugura primeira agência sustentável com energia eólica

Com investimento de R$ 2 milhões, o HSBC abre, em São Luís, no Maranhão, sua primeira agência sustentável, a única no Brasil a utilizar aerogerador, uma das formas mais limpas para abastecimento energético.

O equipamento tem potencial de reduzir em até dez por cento o consumo previsto para a agência.A agência Renascença faz parte do Programa Global de Eficiência Ambiental, em que o Grupo HSBC investiu, em cinco anos, R$ 150 milhões na criação de um modelo de construção com tecnologias inovadoras em eficiência energética e sistemas de gerenciamento ambiental.

Além do uso de energia eólica, a agência conta com conceitos de sustentabilidade em seu projeto de arquitetura, equipamentos e construção, minimizando o impacto ao meio ambiente.

Dentre os diferenciais adotados estão: telhado que permite maior circulação de ar; isolamento térmico melhorado com a presença de paredes duplas; quebra-sol nas janelas para diminuir a incidência do sol; ambientes externos iluminados com LED; maior aproveitamento da luz natural e automação da iluminação bem como desligamento programado de caixas automáticos; sistema de captação de água da chuva para uso não potável; instalação hidráulica eficiente; calçadas que permitem o escoamento da água da chuva e coleta seletiva de resíduos.

Fonte:http://consumidormoderno.uol.com.br/hot-news/hsbc-inaugura-primeira-agencia-sustentavel-do-pais-com-energia-eolica

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Lixo

Como gerenciar seu chefe; As 5 tentações de um CEO; Não tenha medo do seu chefe; 10 mandamentos para fracassar nos negócios; Os segredos da mente milionária; Tropa de elite para vendas; Vai fundo; O motorista e o milionário; Casais inteligentes enriquecem juntos; Por que pessoas odeiam seus chefes? Como chegar ao topo: conselhos para se tornar o principal executivo de sua empresa.
Todos esses temas de livros estavam em uma estante com o título de “Negócios”. Nunca uma sociedade produziu tantos lixos nos mais variados aspectos. Coisas esdrúxulas como essas só causam empobrecimento no indivíduo. O que estamos lendo meus amigos???

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Nem Remo e nem Paysandu

Amigo Flavito! Não leve em consideração nenhuma gozação e tão pouco perca seu sono por motivos fúteis. O futebol paraense fere a lógica e a cabeça dos torcedores mais ainda. Falo isso com a propriedade de quem conhece esses gramados paraenses e desde a década de 80 acompanho os campeonatos do nosso Estado. Antes ainda tínhamos rivalidade. Hoje é uma rivalidade platônica entre Remo e Paysandu. Tudo ficou apenas na memória daqueles bons tempos, dos embates entre Luciano Viana e Vitor Hugo e tantas coisas boas que mais pra trás alegravam bicolores e remistas. Não virei a casaca até porque não me caberia sair da mediocridade para a lástima, mas deixei o remo de lado por que, também, não me caberia assumir mais um problema diante de tantos que já temos nessa vida. Ontem quase morro de rir meu amigo. Sinceramente ainda estou pra ver tanta ruindade concentrada num só lugar. Errar três pênaltis pra fora (eu digo PRA FORA!!!) é uma coisa sem palavras e suponho que cronista esportivo nenhum no mundo possa traduzir em texto ou comentários as aberrações da natureza. Meu Deus o que foi aquilo!!! Era preferível perder de goleada, de 10 a 0, de 5 a 0 do que permitir que uma coisa dessas acontecesse. Aos remistas, coitados. Lamento mas não sei o que dizer. Esses dias lendo o Jornal Pessoal vi que o Lúcio Flavio fez um comentário a respeito do remo dizendo que tudo ali deveria ser reinventado, que era chegada a hora dos dirigentes entregarem seus lugares e passarem a bola pra pessoas sérias e comprometidas com a camisa do clube. Nem Remo e nem Paysandu. Hoje são apenas boas lembranças.

sábado, 18 de junho de 2011

FHC versus Lula

Por ocasião do aniversário de 80 anos do FHC os jornais lançam créditos a troca de farpas entre os ex-presidentes, que sempre existiu, mas que agora toma uma proporção midiática bem maior. Lula acha que foi o inventor do Brasil com a sua célebre frase “nunca antes na história desse país...” e FHC se considera dr. honoris causa Brasil. O Lula já pegou o barco andando e se esquece que até “impechemado” Collor foi importante nesse processo quando abriu as portas da nação para o mundo e nos fez ter uma outra visão de modernidade além do Fiat 147. Entre Lula e FHC quem tem mais mérito é o sociólogo pela simples razão: nunca antes na história desse país alguém havia consigo implantar um modelo de estabilização econômica tão eficaz e que desse base pro seu sucessor (o Lulinha) conduzir a Nave Brasil numa ascendente. Ai poder..., sempre poder...

terça-feira, 26 de abril de 2011

CONCEITOS GERAIS DE COMUNICAÇÃO MERCADOLÓGICA

Para aqueles que possuem dúvida a respeito do tema.

Propaganda: é toda e qualquer forma paga de apresentação não pessoal de idéias, produtos ou serviços através de uma identificação do patrocinador

Publicidade: são estímulos não pessoais para criar demanda de um produto através de meios de comunicação como rádio, televisão, etc teoricamente com materiais não pagos pelo patrocinador

Merchandising: conjunto de operações efetuadas no ponto de vendas para ter no mercado o produto certo, na quantidade certa, ao preço certo, no tempo certo, com impacto visual e com exposição correta

Relações Públicas: é um processo de informação, conhecimento e educação, com fim social, para conquistar a boa vontade e a cooperação de pessoas com as quais uma entidade trata ou das quais depende.

Promoção de Vendas: qualquer atividade com intuito de incrementar as vendas, do tipo não pessoal, mas que freqüentemente inclui a propaganda. Exemplos: amostra grátis degustação em ponto de vendas, teste drive, leve 3 pague 2, etc.

Share of market: participação de Mercado – percentual de vendas da marca em relação ao total de vendas da categoria

Slogan: assinatura qualificativa do produto ou serviço

Spot: comercial de rádio.O termo, de origem americana, diz-se do texto gravado, sem música, por oposição a jingle, que é o comercial cantado

Target: alvo. Em marketing, designa público-alvo
Horário nobre: faixa horária nas emissoras de tv quando ocorrer a maior incidência de sintonia, em geral, entre 19 e 22 horas.

Ibope: fundado em 1942, é o mais antigo dos institutos que operam no campo da pesquisa de mídia, cobrindo os principais mercados do país e os meios de tv, rádio e jornal. Realiza pesquisas de audiência e fornece dados de sua qualificação. Oferece softwares para análise de informações de mídia. Realiza também pesquisas de consumo, de mercado e opinião pública, regulares ou ad hoc, além de prévias em países da América Latina e Europa.

Indor: painéis, cartazes ou quaisquer materiais ultilizados dentro do estabelecimento, metrô, ônibus, para divulgação de produtos.

Informe Publicitário: mensagem comercial sem as características usuais das mensagens publicitárias. Tem etilo e aparência editoriais, e a publicação/emissora identifica como tal, para distingui-lo da matéria não comercial. Reportagem comercial.

Jingle: modalidade de publicidade radiofônica, gravada, usando música e texto. As durações mais comuns são de 30 e 60 segundos.

Mídia segmentada: veículo ou campanha publicitária dirigida a determinado público definido por critérios de sexo, idade, classe social ou uma combinação destes. Pode-se também definir a segmentação por meio de fatores comportamentais ou posses de bens. Por exemplo: adultos que viajam freqüentemente ou crianças que possuam bicicletas. Uma mídia segmentada seria, assim, um veículo capaz de atingir com maior eficiência e economia esses públicos determinados ou uma campanha concebida e dirigida especificamente para esse público.

Multiplicidade: qualidade de comercial de tv que faz alusão, em áudio ou vídeo, a mais de um produto, serviço, marca ou empresa,

Vinheta: identificação breve do patrocinador de um programa de tv ou rádio, na abertura e/ou no fechamento de um intervalo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Brasil e China

Estou montando uma empresa de exportação de pagode universitário, funk, pancadão, axé e outros gêneros musicais emergentes pra China. Estou contratando um administrador que conheça o ramo. Já consegui passar pro mandarim versões do grupo Jeito Moleque, Tati Quebra-Barraco e DJ Malboro. Consegui também um pré-contrato da Claudia Leitte pra comandar a festa de aniversário do Mao Tsé-Tung.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Você e a Nasa

Hoje eu vou simular umas explosões tipo essas que a NASA faz quando tenta descobrir a origem do universo. Tô disposto a pegar o meu supercomputador e reproduzir a colisão de várias estrelas só pra ver no que dá. Só pra sentir o seu grau de resistência ao stresse e até onde vai a sua resiliência. Apesar de todo o seu magnetismo sua estrutura não comporta o choque, razão pela qual serei bastante proporcional em todos os eventos. Estudarei minuciosamente como poderei reorganizar sua vida no espaço e no tempo. Só não se torne novamente, antes de tudo terminar, aquela obra caótica e materialmente fraca.

Hoje percebi que de nada adianta ser cortês com você e planejar nos mínimos detalhes tudo, pois já fiz isso inúmeras vezes inclusive perdendo muitas noites de sono ao telefone. Tudo foi muito simulado. Todos os acontecimentos puderam ser vistos a 35 milisegundos, aproximadamente três vezes mais rápido do que um piscar de olhos. Provavelmente mais rápido que a avassaladora paixão a qual fui acometido assim que soube da sua existência nessa galáxia.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O amor demais

Ao chegar em Belém na tarde de hoje passei em frente a um colégio público na Pedreira e li a seguinte frase: Hoje tem reunião da MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas. Pergunto. Que diabos deve ser essa reunião? De onde vêm essas mulheres que “amam demais”? Por quê elas se reúnem? O que elas devem falar sobre o “amor demais”? Qual metodologia deve ser emprega para o “amor demais”? Porque não anônimas? Será que a expressão “mulheres que amam demais” é um eufemismo para ocultar a loucura e o descompasso psicológico entre o amor e a merda do ciúme doentio? Alias, entre o amor e o desejo de poder manipular o outro? Se for isso, precisam fazer a reunião dos homens que “amam demais” também. Aí sim trataríamos as duas pontas. É impressionante como as pessoas são sucumbidas a total insegurança do mundo que se apresenta. Por quê tanto anseio em dominar tudo e controlar o outro?

segunda-feira, 7 de março de 2011

Espiões contra o mau atendimento

Cada vez mais empresas contratam consultores, atores ou mesmo clientes para avaliar qualidade de serviços prestados. Na TAM, passageiros ocultos fazem 400 viagens por ano


Paula Takahashi


Para garantir bom atendimento, infraestrutura e produtos que satisfaçam clientes cada vez mais exigentes, o comércio varejista e o setor de serviços estão aderindo a uma prática cada vez mais comum: a contratação de consumidores espiões. Fazendo-se passar por clientes comuns, consultores e até mesmo usuários do dia a dia são treinados para que usufruam do serviço prestado pela empresa com olhar de auditores.

A avaliação inclui desde o atendimento, postura dos funcionários e conhecimento técnico sobre a mercadoria até a limpeza do estabelecimento, organização da vitrine e variedade de produtos. Todas as informações coletadas são repassadas em formato de relatório, com diagnóstico e sugestões para que o empresário solucione os problemas constatados.

Os profissionais infiltrados podem estar em shoppings, postos de gasolina, academias de ginásticas, voos de companhias aéreas, supermercados, rede de hotéis, restaurantes, concessionárias de veículos e em diversos outros estabelecimentos preocupados em identificar falhas que só os consumidores conseguem enxergar. “Na TAM, o passageiro fantasma foi adotado há mais de 10 anos pelo comandante Rolim Amaro. Foi uma alternativa criada para identificar aquilo que ele não conseguia ver”, lembra o gerente de mercado e produto da TAM, Rodrigo Trevizan.

O consultor disfarçado de passageiro passa por todas as etapas do voo – compra do bilhete, a viagem propriamente dita e uma possível perda de bagagem. “Esse processo é feito em, no mínimo, 10 aeroportos brasileiros. Ao longo do ano, são 400 viagens realizadas por passageiros fantasmas”, conta Trevizan. Os cerca de 12 profissionais que realizam o serviço passam por um treinamento rigoroso. Eles têm de conhecer todos os procedimentos adotados pela companhia. “Ele sabe que em determinado momento a atendente teria uma fala determinada e deve checar se isso é cumprido. Existe um script de atendimento”, acrescenta.

Além disso, a empresa ainda estabelece seis perfis de consumidores: aquele que chega atrasado, um idoso, um cadeirante e outro que está com sobrepeso de bagagens. Com as informações levantadas, a empresa põe em prática planos de ação para tentar corrigir as falhas. “Quando são pontos individuais, passamos para correção da área responsável. Contamos também com uma diretoria responsável por disseminar a qualidade na linha de frente”, diz Trevizan.

Trabalho contínuo O trabalho do consumidor oculto não costuma acabar quando as ações de melhoria são implantadas. “É um esforço contínuo. O fato de hoje estar correto não garante que daqui dois dias isso vá ocorrer. Hoje, há uma rotatividade muito grande de funcionários nas empresas”, analisa o especialista em varejo da B1 Comunicação e Marketing, Bira Miranda. Procurado por empresas de diversos segmentos para colocar o cliente oculto em campo, o especialista explica como o trabalho é feito. “Conversamos com o empresário para levantar os aspectos a serem identificados. A partir daí, traçamos estratégias dos pontos que devem ser monitorados pelo cliente oculto”, explica.

Em geral, clientes corriqueiros são os ideais para o serviço. “Procuramos selecionar pessoas comuns que, de certa forma, têm hábitos relacionados ao produto”, explica Miranda. “Mas também contratamos atores para situações em que é preciso simular descontentamento ou raiva”, acrescenta.

As estratégias para identificação dos problemas incluem até filmagem. “Tem casos em que o cliente espião acaba filmando, com câmeras ocultas, o atendimento, por exemplo. É uma forma de fiscalização”, explica o diretor da solução de encantamento ao cliente da consultoria Franklin Covey, Carlos Eduardo Oshiro. O especialista pontua que as características de um bom consumidor oculto são o detalhismo, concentração e calma e ainda pondera que, para alcançar os resultados esperados e criar uma cultura da qualidade, são necessários de quatro a cinco meses, mas para perdê-los basta um.


RAIO X

Quem é o cliente espião?
Em geral são consultores, mas há situações em que consumidores comuns assumem o papel

Como são treinados?
A empresa interessada no serviço estabelece o que deve ser supervisionado. A partir daí, monta-se um script de todos os procedimentos que devem ser observados pelo cliente espião.

O que avaliam?
•Disposição dos produtos na vitrine
•Atendimento
•Cumprimento das regras de conduta da empresa
•Variedade de produtos
•Infra-estrutura (iluminação, equipamentos, entre outros)
•Limpeza

Resultados
A partir dos dados levantados, um relatório é produzido, com diagnóstico e sugestões de medidas que deveriam ser implantadas para melhoria dos procedimentos da empresa. Em geral, o cliente espião costuma voltar a avaliar o serviço alguns meses depois de adotadas as mudanças.

Fonte: 07/03/2011 - O Estado de Minas - MG

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os RH's da vida

CRITÉRIO É CRITÉRIO
Chegaram 700 currículos à mesa do diretor de uma grande multinacional.
Ele diz à secretária:
- Pegue os 30 que estão no topo da pilha e chame-os para serem entrevistados.
Jogue os restantes na máquina fragmentadora.
- O senhor está louco? São 670 pessoas! Talvez os melhores estejam lá!
Ele responde:
- Eu não preciso de gente sem sorte ao meu lado!


EMPREGADO NOVO
O gerente chama o empregado da área de produção, negão, forte, 1,90m de altura, 100kg, recém admitido, e inicia o diálogo:
- Qual é o seu nome?
- Eduardo - responde o empregado.
- Olhe, - explica o gerente - eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome.
Isso é muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza...
Então saiba que eu sou seu gerente e quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: qual é o seu nome completo?
O empregado responde:
- Meu nome é Eduardo Paixão.
- Tá certo, Eduardo. Pode ir agora.


PEDIDO DE AUMENTO
O jovem empregado vai à sala do director da empresa onde trabalha:
- Senhor director, vim aqui para lhe pedir um aumento. E adianto já que há quatro empresas atrás de mim.
Com medo de perder aquele promissor talento, dobra-lhe o salário. As empresas valorizam os funcionários quando eles recebem outras propostas.
- Mas mate-me uma curiosidade. Pode dizer-me quais são essas quatro empresas?
- Sim, senhor. A da luz, a da água, a do telefone e o meu banco!


RACIOCÍNIO RÁPIDO
Pra testar o caráter de um novo empregado, o dono da empresa mandou colocar 500 reais a mais no salário dele.
Passam os dias, e o funcionário não relata nada.
Chegando no outro mês, o dono faz o inverso: manda tirar 500 reais.
No mesmo dia, o funcionário entra na sala pra falar com ele:
- Doutor, acho que houve um engano e me tiraram 500 reais do salário.
- É ? Curioso que no mês passado eu coloquei 500 a mais e você não falou nada.
- É que um erro eu tolero, doutor, mas DOIS, eu acho um absurdo !

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Manaus perde para Belém fábrica de embalagens

Manaus perde fábrica de embalagens
14/02/2011 - A Crítica - AM


Belém (PA) foi escolhida pela Crown Embalagens para receber investimento de R$ 180 mi em fábrica de latas de alumínio para abastecer, principalmente, a região Norte do País


Manaus, 12 de Fevereiro de 2011
Piero Caíque

Amazonas, que já tem uma fábrica de tampinhas da Crown, foi preterido para instalação de uma nova unidade da empresa de embalagens (Arte)

A empresa Americana Crown Embalagens, uma das mais importantes fabricantes de latas de alumínio do Brasil, anunciou nesta sexta-feira (11) que, até o final deste ano, vai produzir latas para cervejas, refrigerantes e sucos na Região Metropolitana de Belém (PA).

Com um investimento de R$ 180 milhões, a fábrica vai produzir 1 bilhão de latas/ano, com perspectiva de dobrar a quantidade em 24 meses. Rinaldo Lopes, presidente da Crown, explicou que a empresa realizou um estudo entre os Estados da região Norte, e o Pará atendeu aos requisitos logísticos necessários para a implantação do empreendimento.

"A região Norte precisava de um fornecedor local e a Grande Belém mostrou-se mais apta a ser um polo fabricante e distribuidor do produto, por ter infraestrutura e estar próximo dos clientes", revelou.

Segundo o secretário de Governo, Sérgio Leão, a lata produzida e utilizada no Estado vai gerar agregação de valor e o fortalecimento do segmento de bebidas. Outro ponto levado em consideração para a escolha do Pará é que, a partir de Belém, as latas também poderão chegar aos outros Estados da região, que eram candidatos a receber o investimento, como Maranhão e Amazonas.

Com instalações em Cabreúva (SP) e Estância (SE) a Crown já possuia uma fábrica na região Norte, no Polo Industrial de Manaus,desde 2006. Na capital amazonense, já produzia tampinhas para as latas de alumínio feitas nas unidades de São Paulo e Sergipe. Deverá continuar fornecendo para a nova fábrica no Pará.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ritualização do consumo: a casa, a rua e o shopping

“A metrópole não é mais cidade, mas um sistema de circuitos de informação e de comunicação; o objeto é substituído pela imagem, pela escrita luminosa.” (M. Cacccciari, Metropolis – Roma 1973)
O mundo do pensamento é distante do mundo dos fatos, assim como existe uma cidade ideal distante da cidade real. Tendo mudado o sistema geral de produção, mudou também a cidade; o que era uma concepção artística de seus espaços públicos e de seus espaços privados. A cidade, hoje, é um produto industrial. Seus espaços obedecem a uma lógica envidraçada que privilegia o trabalho intelectual massificado.
Em sociedades emergentes, vemos agora ex-colônias monárquicas, como o Brasil, recentemente tutelado com mão de ferro, abrindo-se nas circunstâncias que conspiram para a possibilidade de um desenvolvimento econômico “nunca antes visto neste país”. Congestionadas cada vez mais, as cidades, experimentando novos espaços de circulação, caminham na contramão do frenesi aspiracional de consumo de seus cidadãos.
Os espaços tradicionais não são mais suficientes para a sensação de pertencer ao progresso, ao mundo globalizado, solicitando acesso aos benefícios que, de um consumo experiencial, só nos últimos tempos pôde ocorrer. Essa emergência carrega consigo o sucesso das indústrias e das redes de varejo, amplificando os ganhos de capital.
Urge que sejam implementados canais adequados para escoar a produção e a experiência de consumo desejada pela população, que enriqueçam o entorno do cotidiano. O shopping center cumpre, em grande parte, como uma extensão deste “bairro ideal”, para além das calçadas esburacadas, território inseguro, que alimenta o imaginário urbano, como um bairro de uma “cidade ideal”: A casa, a rua e o bairro descomprimido, lindo, seguro, conveniente, com alimentação, cinema, diversidade das lojas (mix), estacionamento, paquera, festa, consumo… tráfego e retorno!
A casa, a rua e o shopping
“A forma é o resultado de um processo cujo ponto de partida não é a própria forma” (Argan, A história da arte como história da cidade – 1984).
O shopping center tal com o conhecemos hoje é uma obra da cidade, uma extensão do “Market Platz”, da secular Praça do Mercado, onde escoava a produção, local dos rituais de socialização.
Podemos entender que já há muito que esses espaços de escoamento e interação social, base da cultura, vêm ampliando-se para espaços coletivos privatizados – shopping centers, pois, “no Brasil, a casa e a rua não representam apenas espaços geográficos, mas são acima de tudo entidades morais, esferas de ação social.” (A casa & a rua – DaMatta – 1984 ).
O ICSC – International Council of Shopping Centers – a maior instituição do mundo que representa os negócios de shopping center, com sede em Nova York, realiza todos os anos um evento onde a indústria de shopping encontra-se com os seus ocupantes lojistas. O nome deste evento? ReCon – Real State Conference, que nada mais é do que a indústria imobiliária organizada cientificamente para construção desses espaços urbanos.
O shopping center, tal como o conhecemos hoje, tem sua origem no boom industrial-militar do pós-guerra americano. Explosão da indústria e dos produtos funcionais para a emergente classe média que saía do esforço da empreitada aliada do segundo conflito mundial. Os empórios de departamentos, que supriam as famílias, e os negócios varejistas em geral, precisavam encontrar um ambiente adequado para criar destino de compra, numa cumplicidade mercadológica com a mídia, que explodia através do rádio e da recente televisão.
Estamos nos idos dos anos 50 e o primeiro shopping “fechado” dos Estados Unidos – Southdale – abriu em Edina, Minnesota em 1956.
No Brasil, nos tempos da banda branca, a emergência paulistana dá seus primeiros passos com a iniciativa de um grupo de investidores visionários, e apenas 10 anos depois dos americanos, dá partida na construção do que hoje é o Shopping Iguatemi em São Paulo, templo do desejo premium de consumo. O resto é história recente.
O Brasil da pós-modernidade, oásis no deserto da crise global dos mercados, ainda segue sua vocação de um país de grandes contrastes, de problemas continentais. Embora sejamos o 9o PIB do planeta, somos o 73o em IDH, o 89o em desigualdade social, o 102o em média de anos de estudo da população, atrás do México, da Líbia de Kadhafi e do Peru, em dados recém-publicados pela ONU. Tudo indica que seremos a 7ª economia do mundo em 2011 (Folha de S. Paulo, 7/11/2010 – Entrevista com Michel Maffesoli).
Aqui convivem o estado da arte desses centros comerciais, extremamente sofisticados, com um ainda prevalente e pujante comércio de rua tradicional, característica de países em desenvolvimento. Assim, para exemplificar, na Turquia, em Istambul, desde 1461 encontra-se o Grand Bazar, um dos maiores centros comerciais do mundo, com 60 ruas, 5.000 lojas e entre 250 e 400 mil consumidores diários, e uma indústria de shopping centers das mais sofisticadas.
Em São Paulo, o nosso Grand Bazar é a 25 de Março, que foi batizada, em 1865, como o maior centro comercial a céu aberto da América Latina, comcerca de 1.400 lojas cadastradas e 400 mil frequentadores por dia – tem de tudo para todos.
No Brasil as classes A e B representam 66% do consumo dos shopping centers. O valor das vendas estimado para 2010 é de R$ 87 bilhões, representando um crescimento de 50% em relação a 2007, ano das grandes consolidações do segmento. A entrada de grandes grupos profissionalizados no negócio de shopping centers promoveu um choque de governança, pois esses investidores buscam recursos nas bolsas de valores e têm de dar conta pública de resultados.
Essa onda profissional trouxe para o mercado uma compreensão clara de que o shopping atrai, os lojistas seduzem e os consumidores escolhem o que converter em consumo. Entretanto, esses centros deixaram de ser apenas orientados ao consumo, pois os planejadores profissionais sabem que, para haver conversão, é preciso tráfego, serviços, é necessário, por último, que sejam um fato social para a zona de captação primária. Assim, são concorrentes do imaginário de “bairro”, numa ponte direta com a “casa e a rua”.
Consumo e diversidade de ofertas no século XXI
Com a grande produção de bens e serviços nessa arrancada de nosso século, com a diversidade quase infinita de estímulos de consumo no cotidiano e, mais ainda, pela simplificação ordinária desse mesmo cotidiano que os shopping centers representam, temos um risco iminente. Trata-se da mesmice, da monotonia desses espaços. Muito embora o planejamento siga uma ordenação de ideias mais ou menos iguais para uma determinada comunidade de influência primária, as empresas também estão se especializando em relação aos seus públicos. Assim, vemos repetir-se as mesmas ofertas de lojas em diferentes shoppings, e podemos afirmar que o projeto segue mais ou menos o mesmo script.
Por outro lado, alguns shopping centers realmente destacam-se de seus congêneres. Seja porque diferenciam o espaço, seja porque transformam-se em verdadeiros “bairros”, envolvidos por edifícios de escritórios e de conjuntos residenciais de acordo com o seu público. Um bom exemplo disto é o Shopping Cidade Jardim em São Paulo, isolado, que projetou um conjunto de edifícios residenciais e de escritórios, extremamente sofisticados no entorno do “mall”. Outro exemplo fantástico é o “Cidade Center Norte” que, de um brejão, construiu um centro de compras, com estacionamento gratuito, que até hoje é um dos que mais vendem, por área, no Brasil.
O papel dos shopping centers como vanguarda do consumo
A realidade predominante é a vida cotidiana, mas há também outras como o sonho e a imaginação. É nesta vida cotidiana que os indivíduos participam com outros, numa intersubjetividade. Estou sozinho no mundo de meus sonhos, mas sei que o mundo da vida cotidiana é tão real para os outros como para mim mesmo.
“É possível abordar o shopping como um sistema amplo de legitimação do universo que proporciona ao seu usuário condições para integrar significados ligados a processos institucionais díspares em um todo dotado de sentido. Lá ocorrem as transações de valores e base das relações sociais”. (Sérgio Lana, O homem e o shopping – tese de doutorado UFMG – 2008).
O cotidiano dos indivíduos está mudando numa velocidade vertiginosa neste século XXI. Cada vez mais a imaginação avança para territórios complexos e pouco compreendidos na razão de sua existência.
A internet, por exemplo, facilita a interação, mas provoca um “quantum” avassalador de mistério de “como é possível isto acontecer?”, fora do alcance do homem comum. Entretanto, é lá que ele expande seus conhecimentos sobre produtos e serviços que o ligam ao universo do cotidiano. Celulares smartphone desejáveis, apresentados pela Apple, fabricados na China e vendidos em todo o mundo, construindo assim um simbolismo que, em países emergentes como o Brasil, só pode ser encontrado nos “shopping centers”, pois é lá que se encontra o meu “mundo ideal”, a rua esterilizada, o meu “bairro”.
O mercado imobiliário busca apropriar-se desse imaginário, desse ambiente onírico, presente em todos nós. No entanto, devido à sua determinação de buscar a transação de valores, de fazer crescer o faturamento dos lojistas, os projetos de shopping centers têm uma limitação intransponível: tudo acaba na cancela do estacionamento. Mas está fadado ao sucesso, pois como dizia o mestre Roland Corbisier: “estamos dedicados à vida privada, pois estamos privados da vida pública”. As ruas, as calçadas, o trânsito e a violência deixam rastros perversos no cotidiano.
(texto preparado publicado na Revista ESPM – Jan/Fev/2011, por João Batista Ferreira – CEO da J2B Innovation, membro da NRF – Na¬tional Retail Federation, do F.I.R.A.E. – Forum for International Retail Association Executives, e diretor do RDI – Retail Design Institute. Foi diretor geral do Fórum Global na Eco 92.