quinta-feira, 11 de abril de 2013
Dos Anjos e de Deus! Feliz Aniversário Mãeeeeeee!!!!!
A indecifrável missão de ser mãe. Nem me atrevo a responder tal questão por que creio que nenhum homem por mais apto que seja também não poderá respondê-la a altura. As poucas coisas que posso responder estão relacionadas a incrível missão de ser filho de uma mãe inimaginavelmente concebida como ideal pra mim. Hoje é dia do seu aniversário e como sempre (pra variar) estamos distantes fisicamente, no entanto isso não perde o brilho porque sei que você está com as melhores pessoas com quem você poderia estar nesse momento. Seu recato em procurar o seio de sua família original e passar seu natalício quer seja na sertaneja Goiânia ou no árido PA entre os rios Tocantins e Sono é o mesmo que me levará sempre onde quer que você esteja. Seu rastro de sabedoria, humildade, paciência e tolerância com as coisas deste mundo é uma escola que frenquentei e freqüento diariamente. Você me educou sobretudo na moral e no caráter e deu seu suor, sua dedicação, suas finanças (mesmo quando não havia), comprometimento e fidelidade máxima para que eu pudesse estar na melhores classes sendo aperfeiçoado no intelecto. O que mais posso precisar? Falar em amor de mãe? Como posso falar disso? Não há palavra que nomine ou conceitue sua representatividade nesse campo. O que posso querer hoje e sempre é que Deus esteja eternamente lhe acompanhando por todos os cantos iluminado seu caminho como sol que ilumina a terra todos os dias e se recata a noite para dar espaço a lua que brilha porque tem a perfeição iluminar a noite com a luz que recebeu do sol e não deixar com que almas desavisadas se percam. Em nome da minha vida a qual te devo te agradeço por toda a sua generosidade e por sua existência.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
A ausência de estratégia como virtude
Tocar nesse assunto com algumas “cabeças”
não abertas é como dizer que não há pressupostos que justifique a existência
divina no universo. É tão impactante que chega a ser inimaginável pensar que
possa existir alguma organização bem sucedida sem um processo formal de
estratégia. Pois bem, a ausência dessa não precisa ser associada ao fracasso
empresarial. A visão tradicional que emerge principalmente das três escolas de
pensamento: desing, planejamento e
posicionamento traduzem o processo como sendo algo de caráter racional e
prescritivo. Muito do que se ensina atualmente na disciplina de Administração
Estratégica nas universidades retrata esse olhar como sendo um processo quase
em cascata que gira em torno de fases distintas de formulação, implementação e
controle. Porém, as formas de se olhar para esse campo de estudo nos permite
ampliar a visão periférica para fora da caixa. Não preciso me deter em números
para relatar as centenas de casos de fracassos estratégicos em corporações. A
realidade pensada em quatro paredes não necessariamente se configura como a
mesma no dia-a-dia. O mundo tem se tornado cada vez mais líquido e imprevisível
e as alterações de cenário trazem novas combinações de circunstâncias. A essência
da estratégia permanece não-estruturada, não programada, não-rotineira e não
repetitiva.
Conflitos: evitar, acomodar, competir, comprometer ou colaborar?
Em que pé está a funcionalidade
ou a disfuncionalidade das guerras existentes em seu negócio. O quão
substantivo ou o quão emocional ela se caracteriza? O conflito é evidente por
um desenho errado de processo ou ele é baseado em sentimentos? Papéis ambíguos,
recursos escassos, objetivos que não se coadunam, conflitos anteriores, medo,
raiva, antipatia, etc. São tantos que nesse momento você se vê alçado a uma
missão de mediar questões antagônicas que estão no seio das intermináveis
relações humanas. Enquanto houve pessoas se relacionando entre si haverão de se
ter desavenças. Até no convento alguns padres proclamam que são mais perto de
Deus do que outros. O que dirá em outros ambientes em que a competição é o
parâmetro norteador das relações? Gerir conflitos... Eis que a missão se coloca
e não há como não responder a tais estímulos. Evitar, se acomodar ou ir pra
guerra? Tudo depende do que se tem a ganhar ou a perder. Se o custo da derrota
é alto e o assunto é trivial evite ao máximo. Se quer ganhar um “crédito para o
futuro” e você está desejoso em cooperar, pois o tema do conflito é mais
importante para outra parte se abstenha. Nos casos de decisão urgente,
importante e necessária simplesmente faça! Suponhamos que a questão não se
enquadre nos preceitos acima. Então pode-se adotar a estratégica saída de cada
um ceder um pouco em nome de uma benefício maior. Essa abordagem pode apenas
atenuar “e empurrar com a barriga” o conflito pra depois (essa é a
contra-indicação). Ou quando as duas partes são fortes e quando o objetivo
destas podem ser atingidos ao mesmo tempo senta-se na mesa de negociação e
todos colaboram de forma assertiva. A questão é complexa é requer doses de
subjetividade e experiência.
Resultados, sobrevivência e contribuição
O foco das empresas vem
continuamente mudando em relação aos resultados que desejam obter dos mercados
em que atuam. Muito se fala em Eficácia, Eficiência e Efetividade. Embora tudo
seja um processo, que na melhor das hipóteses, seriam ideais se fossem totalmente
interdependentes esses conceitos ainda são trabalhados de forma muito amadora
por um conjunto de empresas regionais e nacionais. Eficácia é primordial e
Eficiência é desejável. A primeira tem que acontecer e aparecer com os
resultados gerados pelo trabalhado e produção. A segunda é uma questão de
sobrevivência e quanto mais competitivo o mercado em que atua, mais desejável
ela se torna. E a sociedade fica com o que? Daí surge a Efetividade, que se
funda no grau de contribuição que uma organização estabelece com o seu meio.
terça-feira, 9 de abril de 2013
A relativa perspectiva da qualidade
A despeito de que muitos
empresários ainda concebem o conceito de qualidade tendo como referência o seu
ponto de vista, nunca é demais informá-los que o mesmo apresenta uma definição
relativista e que para o consumidor final qualidade será sempre o que atender
as suas expectativas e não o contrário. Tal premissa é igualmente válida ao
universo público sendo que a ótica do crivo passa a ser a do usuário final do serviço prestado pelo Estado.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
O Brasil e a Administração como função
Nos ócios criativos pessoais
acabo por me deparar com uma aula sobre Administração Pública que me remete ao
pensamento de como nasceu essa função em nosso país e como se deu tal processo
em suas diferentes fases ao longo do tempo. Desde o patrimonialismos em que
houve um destaque forte para a corrupção e o nepotimos – pragas que comumente
são vistas até hoje, passando pela burocracia na qual se buscou o
impessoalismo, o formalismo e o profissionalismo até a gerencial baseado na filosofia
da iniciativa privada com seus conceitos de eficiência, eficácia, flexibilidade
e controle entendo que, de certa forma, temos avançado a passos não largos, mas
simplesmente avançado. A despeito de uma idéia negativista sobre o futuro da
nação Canarinho o pensamento de se apegar a esse espírito nada motivador não
irá contribuir com o que precisamos de fato. Sem enxergar o mundo cor-de-rosa e
encontrar o meio termo entre o cinza e o mundo pink é a melhor alternativa.
Nossos irmãos europeus outrora
muitos mais abastados do que hoje evoluíram em processos que duraram centenas
de anos ou até milênios dependendo do ângulo que se observa. Ao olhar pra trás
percebe-se que desde da forma de colonização até os dias atuais muitas das
coisas foram planejadas (ou até mesmo não planejadas) de forma inconsistente e
sem nenhuma noção no que diz respeito as funções da administração. Temos uma
péssima mania de querer copiar o que dá certo sem cumprirmos passos básicos da
referida função acima citada tais como: análise da situação, definição de metas
e objetivos, estabelecimento de estratégias, alocação de recursos, lideranças e
sistema de direção, gerenciamento de conflitos e controle.
O Brasil é um país fadado ao
SUCESSO!!!
Gualter de Oliveira Rocha
quarta-feira, 3 de abril de 2013
"Tudo bem filho, todo mundo faz isso"
Johnny tinha seis anos de idade e
estava em companhia do pai quando este foi flagrado em excesso de
velocidade. O pai entregou ao guarda, junto à sua carteira de
habilitação, uma nota de vinte dólares. "Está tudo bem, filho", disse
ele, quando voltaram à estrada. "Todo mundo faz isso".
Quando tinha oito anos, deixaram que ele assistisse a uma reunião da família, dirigida pelo tio George, sobre as maneiras mais seguras de sonegar o imposto de renda. "Está tudo bem, garoto", disse o tio. "Todo mundo faz isso".
Aos nove, a mãe levou-o pela primeira vez ao teatro. O bilheteiro não conseguiu arranjar lugares até que a mãe de Johnny lhe deu, por fora, cinco dólares. "Está tudo bem, filho", disse ela. "Todo mundo faz isso".
Com doze anos, ele perdeu os óculos a caminha da escola. A tia Francine convenceu a companhia de seguros de que eles haviam sido roubados e recebeu uma indenização de 75 dólares. "Está tudo bem, garoto", disse ela. "Todo mundo faz isso".
Aos quinze, foi escolhido para jogar como lateral-direito no time de futebol da escola. Os treinadores o ensinaram como obstruir e, ao mesmo tempo, agarrar um atacante adversário pela camisa sem ser visto pelo juiz. "Tudo bem, garoto", disse o treinador. "Todo mundo faz isso".
Aos dezesseis, Johnny trabalhou num supermercado durante as férias de verão. Seu trabalho: colocar as frutas maduras demais ou estragadas no fundo das caixas e distribuir por cima as frutas mais bonitas, para ludibriar os fregueses. "Tudo bem, garoto", disse o gerente. "Todo mundo faz isso".
Na mesma época, Johnny e um vizinho candidataram-se a uma bolsa de estudos. O vizinho era o primeiro da classe, mas era órfão de pai. Johnny era um estudante medíocre, mas seu pai era presidente da associação dos ex-alunos do colégio. Johnny ganhou a bolsa. "Está tudo bem, filho", disseram os pais. "Todo mundo faz isso".
Quando tinha dezoito anos, um colega mais adiantado lhe ofereceu, por cinqüenta dólares, as questões que iam cair numa prova final. "Tudo bem, amigo", disse ele. "Todo mundo faz isso".
Flagrado colando, Johnny foi expulso da sala. Ameaçado de perder o ano, voltou para casa com o rabo entre as pernas. "Como foi que você pode fazer isso com sua mãe e comigo?", gritou o pai verdadeiramente possesso. "Você nunca aprendeu essas coisas em casa". O tio George e a tia Francine também ficaram envergonhados do sobrinho colador, e proibiram que sua filha continuasse saindo com a turma de Johnny.
Se há uma coisa que o mundo adulto não pode tolerar, é passar vergonha por causa de um garoto que cola nos exames...
(extraído do livro O poder da administração ética, de Kenneth Blanchard e Norman Vincent Peale - Ed. Record)
Quando tinha oito anos, deixaram que ele assistisse a uma reunião da família, dirigida pelo tio George, sobre as maneiras mais seguras de sonegar o imposto de renda. "Está tudo bem, garoto", disse o tio. "Todo mundo faz isso".
Aos nove, a mãe levou-o pela primeira vez ao teatro. O bilheteiro não conseguiu arranjar lugares até que a mãe de Johnny lhe deu, por fora, cinco dólares. "Está tudo bem, filho", disse ela. "Todo mundo faz isso".
Com doze anos, ele perdeu os óculos a caminha da escola. A tia Francine convenceu a companhia de seguros de que eles haviam sido roubados e recebeu uma indenização de 75 dólares. "Está tudo bem, garoto", disse ela. "Todo mundo faz isso".
Aos quinze, foi escolhido para jogar como lateral-direito no time de futebol da escola. Os treinadores o ensinaram como obstruir e, ao mesmo tempo, agarrar um atacante adversário pela camisa sem ser visto pelo juiz. "Tudo bem, garoto", disse o treinador. "Todo mundo faz isso".
Aos dezesseis, Johnny trabalhou num supermercado durante as férias de verão. Seu trabalho: colocar as frutas maduras demais ou estragadas no fundo das caixas e distribuir por cima as frutas mais bonitas, para ludibriar os fregueses. "Tudo bem, garoto", disse o gerente. "Todo mundo faz isso".
Na mesma época, Johnny e um vizinho candidataram-se a uma bolsa de estudos. O vizinho era o primeiro da classe, mas era órfão de pai. Johnny era um estudante medíocre, mas seu pai era presidente da associação dos ex-alunos do colégio. Johnny ganhou a bolsa. "Está tudo bem, filho", disseram os pais. "Todo mundo faz isso".
Quando tinha dezoito anos, um colega mais adiantado lhe ofereceu, por cinqüenta dólares, as questões que iam cair numa prova final. "Tudo bem, amigo", disse ele. "Todo mundo faz isso".
Flagrado colando, Johnny foi expulso da sala. Ameaçado de perder o ano, voltou para casa com o rabo entre as pernas. "Como foi que você pode fazer isso com sua mãe e comigo?", gritou o pai verdadeiramente possesso. "Você nunca aprendeu essas coisas em casa". O tio George e a tia Francine também ficaram envergonhados do sobrinho colador, e proibiram que sua filha continuasse saindo com a turma de Johnny.
Se há uma coisa que o mundo adulto não pode tolerar, é passar vergonha por causa de um garoto que cola nos exames...
(extraído do livro O poder da administração ética, de Kenneth Blanchard e Norman Vincent Peale - Ed. Record)
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