quarta-feira, 10 de abril de 2013
Conflitos: evitar, acomodar, competir, comprometer ou colaborar?
Em que pé está a funcionalidade
ou a disfuncionalidade das guerras existentes em seu negócio. O quão
substantivo ou o quão emocional ela se caracteriza? O conflito é evidente por
um desenho errado de processo ou ele é baseado em sentimentos? Papéis ambíguos,
recursos escassos, objetivos que não se coadunam, conflitos anteriores, medo,
raiva, antipatia, etc. São tantos que nesse momento você se vê alçado a uma
missão de mediar questões antagônicas que estão no seio das intermináveis
relações humanas. Enquanto houve pessoas se relacionando entre si haverão de se
ter desavenças. Até no convento alguns padres proclamam que são mais perto de
Deus do que outros. O que dirá em outros ambientes em que a competição é o
parâmetro norteador das relações? Gerir conflitos... Eis que a missão se coloca
e não há como não responder a tais estímulos. Evitar, se acomodar ou ir pra
guerra? Tudo depende do que se tem a ganhar ou a perder. Se o custo da derrota
é alto e o assunto é trivial evite ao máximo. Se quer ganhar um “crédito para o
futuro” e você está desejoso em cooperar, pois o tema do conflito é mais
importante para outra parte se abstenha. Nos casos de decisão urgente,
importante e necessária simplesmente faça! Suponhamos que a questão não se
enquadre nos preceitos acima. Então pode-se adotar a estratégica saída de cada
um ceder um pouco em nome de uma benefício maior. Essa abordagem pode apenas
atenuar “e empurrar com a barriga” o conflito pra depois (essa é a
contra-indicação). Ou quando as duas partes são fortes e quando o objetivo
destas podem ser atingidos ao mesmo tempo senta-se na mesa de negociação e
todos colaboram de forma assertiva. A questão é complexa é requer doses de
subjetividade e experiência.
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