Nos ócios criativos pessoais
acabo por me deparar com uma aula sobre Administração Pública que me remete ao
pensamento de como nasceu essa função em nosso país e como se deu tal processo
em suas diferentes fases ao longo do tempo. Desde o patrimonialismos em que
houve um destaque forte para a corrupção e o nepotimos – pragas que comumente
são vistas até hoje, passando pela burocracia na qual se buscou o
impessoalismo, o formalismo e o profissionalismo até a gerencial baseado na filosofia
da iniciativa privada com seus conceitos de eficiência, eficácia, flexibilidade
e controle entendo que, de certa forma, temos avançado a passos não largos, mas
simplesmente avançado. A despeito de uma idéia negativista sobre o futuro da
nação Canarinho o pensamento de se apegar a esse espírito nada motivador não
irá contribuir com o que precisamos de fato. Sem enxergar o mundo cor-de-rosa e
encontrar o meio termo entre o cinza e o mundo pink é a melhor alternativa.
Nossos irmãos europeus outrora
muitos mais abastados do que hoje evoluíram em processos que duraram centenas
de anos ou até milênios dependendo do ângulo que se observa. Ao olhar pra trás
percebe-se que desde da forma de colonização até os dias atuais muitas das
coisas foram planejadas (ou até mesmo não planejadas) de forma inconsistente e
sem nenhuma noção no que diz respeito as funções da administração. Temos uma
péssima mania de querer copiar o que dá certo sem cumprirmos passos básicos da
referida função acima citada tais como: análise da situação, definição de metas
e objetivos, estabelecimento de estratégias, alocação de recursos, lideranças e
sistema de direção, gerenciamento de conflitos e controle.
O Brasil é um país fadado ao
SUCESSO!!!
Gualter de Oliveira Rocha
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