Simplesmente não tenho forças e
nem coloco minhas inteligências a opinar sobre o caso Feliciano. Não sei por
que o Caetano ainda se presta a rebater as gritarias versadas por sujeitos como
esse (coluna do Globo deste domingo). Sinto que Veloso se faz um pouco menor ao dialogar e vir se defender das
acusações de um pastor. Em sua grande maioria tais pastores vivem arrecadando
dinheiro do povo fazendo-os crer na existência arcaica, pré não dizer
pré-histórica, da bipolaridade infantil tantas vezes colocada em jogo para
ressalvar opiniões, ações, guerras, conflitos e tudo mais de horrível e nojento
que possa ser, a tão velha ladainha da luta do bem contra o mal. Para um país
de ignorantes, de pessoas simples sem as mínimas condições de buscar conhecimentos
intelectuais a cerca de filosofia e antropologia é muito fácil capturar massas
desesperadas por espetáculos e pirotecnias nos domingos a noite. Mal sabem que
tudo não passa de um grande balcão de negócios
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