As vendas líquidas no setor farmacêutico chegaram à marca de R$ 20,6 bilhões em 2011, segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O resultado aponta um crescimento de 26,3% em relação ao ano anterior, quando o movimento foi de R$ 16,3 bilhões. O lucro bruto foi de 24,64%, o equivalente a cerca de R$ 5,2 bilhões. “A lógica das redes de farmácias é a de pequenos ganhos em grandes volumes. É efetivamente um negócio onde a gestão de custos e política de vendas precisa ser pilotada com muito esmero, a julgar pelos altos custos da operação e por uma elevada carga tributária”, Sérgio Mena Barreto, presidente executivo da Abrafarma. O estudo, inclusive, detectou aumento nas despesas operacionais de R$ 3,56 bilhões para R$ 4,68 bilhões em 2011, uma alta de 31,2%. Os gastos com pessoal, locação de ponto e administração impulsionaram este índice. Já os impostos e contribuições incidentes atingiram R$ 675,4 milhões – na relação com as vendas líquidas, um aumento de 10,1% frente aos R$ 613,1 milhões de 2010.
Revista Executivos Financ. on-line - SP
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