quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Uipe, Sau, estórias de ardor e amor

Eis que de repente, no meio do nada me aparece uma costa. Um costa baiana ensolarada e queimada de um verão initerrupto de ano inteiro. Dos orixás, afoxés, mandingas e acarajés, dos santos que lá habitam, das estórias e histórias, do início e do fim, da primeira missa e da primeira macumba. Das danças e dos corpos suados e pigmentados. De Jorge mais que amado, de Dorival... De versos e prosas, poesias e alegorias. Do embrião do carnaval e da bossa, do toque inigualável de João... e do grão do Gilberto. Do nosso amor é como um grão, sendo que a ilusão é tudo que os olhos não veem e o coração experimenta. Deixo um amor, pensativo e imaginativo, indo e já querendo voltar!

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